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	<title>Comentários sobre: Jane Jacobs e os parques de bairro</title>
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	<description>Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</description>
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		<title>Por: Renato Saboya</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2007/09/jane-jacobs-parques-de-bairro/comment-page-1/#comment-4307</link>
		<dc:creator>Renato Saboya</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 13:31:38 +0000</pubDate>
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		<description>Marco, se quiser divulgar as conclusões do seu estudo aqui no Urbanidades, seria muito bem-vindo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marco, se quiser divulgar as conclusões do seu estudo aqui no Urbanidades, seria muito bem-vindo!</p>
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		<title>Por: Marco Milazzo</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2007/09/jane-jacobs-parques-de-bairro/comment-page-1/#comment-4306</link>
		<dc:creator>Marco Milazzo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 13:02:25 +0000</pubDate>
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		<description>Estou nos ultimos meses estudando mais profundamente as teorias de Jane Jacobs, e ainda tenho algumas dúvidas sobre a validade de suas observações, principalmente na realidade encontrada no Brasil, e mais particularmente no Rio de Janeiro. Gostaria que ela pudesse ter vivido para ver a realidade dos grandes condominios residenciais da Barra da Tijuca e das favelas, como a rocinha, e dizer o que pensa sobre essas duas situações em análise com suas teorias, que me parecem muito focadas na realidade dos Estados Unidos e da Europa. Tanto os moradores das favelas quanto dos condominios enormes, fechados e murados da Barra da Tijuca, acham que vivem no paraíso, no melhor lugar do mundo !</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estou nos ultimos meses estudando mais profundamente as teorias de Jane Jacobs, e ainda tenho algumas dúvidas sobre a validade de suas observações, principalmente na realidade encontrada no Brasil, e mais particularmente no Rio de Janeiro. Gostaria que ela pudesse ter vivido para ver a realidade dos grandes condominios residenciais da Barra da Tijuca e das favelas, como a rocinha, e dizer o que pensa sobre essas duas situações em análise com suas teorias, que me parecem muito focadas na realidade dos Estados Unidos e da Europa. Tanto os moradores das favelas quanto dos condominios enormes, fechados e murados da Barra da Tijuca, acham que vivem no paraíso, no melhor lugar do mundo !</p>
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		<title>Por: Ednaldo Ferreira</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2007/09/jane-jacobs-parques-de-bairro/comment-page-1/#comment-4162</link>
		<dc:creator>Ednaldo Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Nov 2011 16:45:50 +0000</pubDate>
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		<description>O AMBIENTE SOCIAL URBANO, AMBIENTE DA DIVERSIDADE, POSSUI DIFERENÇAS E COM ESTAS HÁ PRODUÇÃO DE CONFLITO, ASSIM, EXISTE UMA SOLUÇÃO PARA URBANISTAS: CRIAR ESPAÇOS REDUTORES DE DIFERENÇAS, ESPAÇOS DE CONVIVÊNCIA COLETIVA E ESPAÇOS DE ABATIMENTO DAS DIFERENCAS, COMO PRAÇAS PÚBLICAS, QUADRAS POLIESPORTIVAS, LUGARES DE LAZER, ETC. SE ESTES EQUIPAMENTOS PÚBLICOS NÃO EXISTEM, AS DIFERENÇAS SE COLIDEM, AUMENTANDO OS ATRITOS SOCIAIS E AUMENTANDO A VIOLÊNCIA. ESSES EQUIPAMENTOS PÚBLICOS SERVEM COMO ELEMENTOS PARA PRÁTICA DA CIVILIDADE. AO MOMENTO QUE JÁ EXISTE UM SENTIMENTO DE INSEGURANÇA, OS ESPAÇOS PÚBLICOS PERDEM ESTA CARACTERÍSTICA.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O AMBIENTE SOCIAL URBANO, AMBIENTE DA DIVERSIDADE, POSSUI DIFERENÇAS E COM ESTAS HÁ PRODUÇÃO DE CONFLITO, ASSIM, EXISTE UMA SOLUÇÃO PARA URBANISTAS: CRIAR ESPAÇOS REDUTORES DE DIFERENÇAS, ESPAÇOS DE CONVIVÊNCIA COLETIVA E ESPAÇOS DE ABATIMENTO DAS DIFERENCAS, COMO PRAÇAS PÚBLICAS, QUADRAS POLIESPORTIVAS, LUGARES DE LAZER, ETC. SE ESTES EQUIPAMENTOS PÚBLICOS NÃO EXISTEM, AS DIFERENÇAS SE COLIDEM, AUMENTANDO OS ATRITOS SOCIAIS E AUMENTANDO A VIOLÊNCIA. ESSES EQUIPAMENTOS PÚBLICOS SERVEM COMO ELEMENTOS PARA PRÁTICA DA CIVILIDADE. AO MOMENTO QUE JÁ EXISTE UM SENTIMENTO DE INSEGURANÇA, OS ESPAÇOS PÚBLICOS PERDEM ESTA CARACTERÍSTICA.</p>
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	<item>
		<title>Por: Antonio Carlos Lobo Soares</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2007/09/jane-jacobs-parques-de-bairro/comment-page-1/#comment-3577</link>
		<dc:creator>Antonio Carlos Lobo Soares</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Aug 2011 17:23:46 +0000</pubDate>
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		<description>A definição dos 4 elementos que os parques precisam segundo Jane Jacobs se adequa muito bem a mais bela praça do Brasil (Praça Batista Campos, 2,8ha), localizada em Belém do Pará.
Aliás, é de Belém que vem uma das mais belas definições de uso que as praças devem ter, de autoria da poeta Eneida de Morais &quot;As praças são das crianças, dos passarinhos e dos namorados&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A definição dos 4 elementos que os parques precisam segundo Jane Jacobs se adequa muito bem a mais bela praça do Brasil (Praça Batista Campos, 2,8ha), localizada em Belém do Pará.<br />
Aliás, é de Belém que vem uma das mais belas definições de uso que as praças devem ter, de autoria da poeta Eneida de Morais &#8220;As praças são das crianças, dos passarinhos e dos namorados&#8221;</p>
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	<item>
		<title>Por: Segurança nas cidades: Oscar Newman e os espaços defensáveis - Urbanidades - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2007/09/jane-jacobs-parques-de-bairro/comment-page-1/#comment-714</link>
		<dc:creator>Segurança nas cidades: Oscar Newman e os espaços defensáveis - Urbanidades - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 00:07:03 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Controle do acesso ou integração social?O conceito de espaço defensável de Newman é criticado especialmente por defender o controle por parte dos moradores, o que pode facilmente descambar para a segregação e o isolamento. Estranho são vistos como inimigos em potencial, en ão como possibilidade de encontros variados e maior interação social. Vai, portanto, totalmente contra as ideias de Jane Jacobs. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Controle do acesso ou integração social?O conceito de espaço defensável de Newman é criticado especialmente por defender o controle por parte dos moradores, o que pode facilmente descambar para a segregação e o isolamento. Estranho são vistos como inimigos em potencial, en ão como possibilidade de encontros variados e maior interação social. Vai, portanto, totalmente contra as ideias de Jane Jacobs. [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Egeu Laus</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2007/09/jane-jacobs-parques-de-bairro/comment-page-1/#comment-213</link>
		<dc:creator>Egeu Laus</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 17:51:03 +0000</pubDate>
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		<description>As editoras brasileiras não vão lançar Dark Age Ahead, de Jane Jacobs, um dos mais importantes livros sobre urbanismo escrito nos últimos tempos??</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>As editoras brasileiras não vão lançar Dark Age Ahead, de Jane Jacobs, um dos mais importantes livros sobre urbanismo escrito nos últimos tempos??</p>
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	<item>
		<title>Por: Renato Saboya</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2007/09/jane-jacobs-parques-de-bairro/comment-page-1/#comment-67</link>
		<dc:creator>Renato Saboya</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Feb 2008 02:50:52 +0000</pubDate>
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		<description>Juliano:
Jane Jacobs também não era urbanista, mas possuía um bom poder de observação da realidade, poder este que tornou possível tirar todas as suas conclusões. Pelo visto você também possui tal capacidade, o exemplo que você descreve parece perfeito. Praças construídas nos espaços residuais, ao invés de serem elementos organizadores dos espaços urbanos são, infelizmente, muito comuns por aqui. E os resultados estão aí pra quem quiser ver.
Obrigado pelo comentário!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Juliano:<br />
Jane Jacobs também não era urbanista, mas possuía um bom poder de observação da realidade, poder este que tornou possível tirar todas as suas conclusões. Pelo visto você também possui tal capacidade, o exemplo que você descreve parece perfeito. Praças construídas nos espaços residuais, ao invés de serem elementos organizadores dos espaços urbanos são, infelizmente, muito comuns por aqui. E os resultados estão aí pra quem quiser ver.<br />
Obrigado pelo comentário!</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Juliano</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2007/09/jane-jacobs-parques-de-bairro/comment-page-1/#comment-66</link>
		<dc:creator>Juliano</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Feb 2008 22:22:23 +0000</pubDate>
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		<description>Não sou urbanista, mas me interesso. Na minha cidade, Joinville/SC,  a grande maioria das praças, talvez todas, carece daqueles quatro elementos listados por Jacobs. Também há casos como o seguinte: a prefeitura aproveitou espaço entre duas determinadas ruas muito movimentadas para fazer uma praça. Colocaram bancos, umas plantas baixas (não há sombra) e um busto de um militar morto que não é referência para ninguém.  A praça não passa de uma ilha, delimitada por um triângulo de ruas asfaltadas e movimentadas, com a tradicional priorização dos carros nas sequências dos semáforos. Assim como para a praça são destinados sobras de espaços, aos pedestres cabem as  sobras do abre-e-fecha dos semáforos. O resultado é uma praça sempre vazia, seca, mera passagem, com um obelisco alienígena plantado no meio.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não sou urbanista, mas me interesso. Na minha cidade, Joinville/SC,  a grande maioria das praças, talvez todas, carece daqueles quatro elementos listados por Jacobs. Também há casos como o seguinte: a prefeitura aproveitou espaço entre duas determinadas ruas muito movimentadas para fazer uma praça. Colocaram bancos, umas plantas baixas (não há sombra) e um busto de um militar morto que não é referência para ninguém.  A praça não passa de uma ilha, delimitada por um triângulo de ruas asfaltadas e movimentadas, com a tradicional priorização dos carros nas sequências dos semáforos. Assim como para a praça são destinados sobras de espaços, aos pedestres cabem as  sobras do abre-e-fecha dos semáforos. O resultado é uma praça sempre vazia, seca, mera passagem, com um obelisco alienígena plantado no meio.</p>
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	<item>
		<title>Por: Urbanidades &#124; Bem-vindo ao Urbanidades</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2007/09/jane-jacobs-parques-de-bairro/comment-page-1/#comment-57</link>
		<dc:creator>Urbanidades &#124; Bem-vindo ao Urbanidades</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jan 2008 19:02:17 +0000</pubDate>
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		<description>[...]  Jane Jacobs e os parques de bairro [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...]  Jane Jacobs e os parques de bairro [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Renato Saboya</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2007/09/jane-jacobs-parques-de-bairro/comment-page-1/#comment-34</link>
		<dc:creator>Renato Saboya</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Dec 2007 13:16:03 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo, Zoraia.
Precisamos ainda botar em prática o que Jacobs nos ensinou 40 anos atrás. O que mais me deixa surpreso é que, se nós repararmos no discurso dos técnicos responsáveis pelo planejamento, veremos que muitas dessas idéias estão lá. Mas apenas na teoria. Na hora de colocar em prática, somem misteriosamente.

Obrigado pelo comentário!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo, Zoraia.<br />
Precisamos ainda botar em prática o que Jacobs nos ensinou 40 anos atrás. O que mais me deixa surpreso é que, se nós repararmos no discurso dos técnicos responsáveis pelo planejamento, veremos que muitas dessas idéias estão lá. Mas apenas na teoria. Na hora de colocar em prática, somem misteriosamente.</p>
<p>Obrigado pelo comentário!</p>
]]></content:encoded>
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