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	<title>Comentários sobre: Sintaxe Espacial</title>
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	<description>Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</description>
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		<title>Por: Gustavo Leivas</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/comment-page-1/#comment-3328</link>
		<dc:creator>Gustavo Leivas</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Jul 2011 17:48:30 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Renato,
Parabéns. Seu blog me foi bastante útil por me apresentar a alguns autores e linhas de pesquisa que desconhecia.
Estou pesquisando para minha dissertação de mestrado, acabo de começar o curso, a cerca do tema  &quot;Mobilidade&quot; urbana, relacionando esta à forma urbana e novos padrões deslocamento e dinâmicas na cidade. Baixei alguns artigos do professor Bill Hillier. Porém, não consigo baixar dois(indico abaixo) que me parecem poder contribuir para o estudo de meu tema. Através do site http://www.envplan.com, não consigo, pois este não reconhece no IP da minha instituição de ensino (UFRJ) como válido. Tentei em diversos centros desta instituição e de outras mas sem sucesso. Você poderia me sugerir algum outro caminho?
Abraço
Gustavo

PENN, Alan; HILLIER, Bill; BANISTER, D.; XU, J. Configurational modelling of urban movement networks. Environment and Planning B: Planning and Design, v. 25, n. 1, p. 59 -84, 1998.

HILLIER, Bill; PENN, A.; HANSON; GRAJEWSKI, T.; XU, J. Natural movement: or, configuration and attraction in urban pedestrian movement. Environment and Planning B, v. 20, p. 29-66, 1993.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Renato,<br />
Parabéns. Seu blog me foi bastante útil por me apresentar a alguns autores e linhas de pesquisa que desconhecia.<br />
Estou pesquisando para minha dissertação de mestrado, acabo de começar o curso, a cerca do tema  &#8220;Mobilidade&#8221; urbana, relacionando esta à forma urbana e novos padrões deslocamento e dinâmicas na cidade. Baixei alguns artigos do professor Bill Hillier. Porém, não consigo baixar dois(indico abaixo) que me parecem poder contribuir para o estudo de meu tema. Através do site <a href="http://www.envplan.com" rel="nofollow">http://www.envplan.com</a>, não consigo, pois este não reconhece no IP da minha instituição de ensino (UFRJ) como válido. Tentei em diversos centros desta instituição e de outras mas sem sucesso. Você poderia me sugerir algum outro caminho?<br />
Abraço<br />
Gustavo</p>
<p>PENN, Alan; HILLIER, Bill; BANISTER, D.; XU, J. Configurational modelling of urban movement networks. Environment and Planning B: Planning and Design, v. 25, n. 1, p. 59 -84, 1998.</p>
<p>HILLIER, Bill; PENN, A.; HANSON; GRAJEWSKI, T.; XU, J. Natural movement: or, configuration and attraction in urban pedestrian movement. Environment and Planning B, v. 20, p. 29-66, 1993.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Renato Saboya</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/comment-page-1/#comment-3184</link>
		<dc:creator>Renato Saboya</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jun 2011 13:32:16 +0000</pubDate>
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		<description>Olá!
Acredito que a sintaxe possa ser útil sim, especialmente na 2a (com relação à 1a, não domino o suficiente para avaliar).

Mas teriam que ser os avanços mais recentes da sintaxe, especialmente os &lt;a href=&quot;http://urbanidades.arq.br/2011/04/sintaxe-espacial-graficos-de-visibilidade-2/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;grafos de visibilidade&lt;/a&gt; e as medidas derivadas, incluindo mapas de permeabilidade, na minha opinião. Dá uma olhada no artigo do Turner:
TURNER, Alasdair et al. From isovists to visibility graphs: a methodology for the analysis of architectural space. Environment and Planning B: Planning and Design, v. 28, p. 103 -121, 2001.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá!<br />
Acredito que a sintaxe possa ser útil sim, especialmente na 2a (com relação à 1a, não domino o suficiente para avaliar).</p>
<p>Mas teriam que ser os avanços mais recentes da sintaxe, especialmente os <a href="http://urbanidades.arq.br/2011/04/sintaxe-espacial-graficos-de-visibilidade-2/" rel="nofollow">grafos de visibilidade</a> e as medidas derivadas, incluindo mapas de permeabilidade, na minha opinião. Dá uma olhada no artigo do Turner:<br />
TURNER, Alasdair et al. From isovists to visibility graphs: a methodology for the analysis of architectural space. Environment and Planning B: Planning and Design, v. 28, p. 103 -121, 2001.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Open Jump: um SIG gratuito e completo - Urbanidades - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/comment-page-1/#comment-2982</link>
		<dc:creator>Open Jump: um SIG gratuito e completo - Urbanidades - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 May 2011 18:10:31 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Falta de um método de classificação nos mapas temáticos que funcione por percentil. Assim, se quisermos uma classe com X% dos elementos, temos que calcular os intervalos no Excel e inseri-los a mão. Essa funcionalidade talvez não seja muito necessária para a maioria das análises, mas é ótima para criar núcleos de integração. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Falta de um método de classificação nos mapas temáticos que funcione por percentil. Assim, se quisermos uma classe com X% dos elementos, temos que calcular os intervalos no Excel e inseri-los a mão. Essa funcionalidade talvez não seja muito necessária para a maioria das análises, mas é ótima para criar núcleos de integração. [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Open Jump: um SIG gratuito e cheio de recursos - Urbanidades - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/comment-page-1/#comment-2981</link>
		<dc:creator>Open Jump: um SIG gratuito e cheio de recursos - Urbanidades - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 May 2011 18:07:04 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Falta de um método de classificação nos mapas temáticos que funcione por percentil. Assim, se quisermos uma classe com X% dos elementos, temos que calcular os intervalos no Excel e inseri-los a mão. Essa funcionalidade talvez não seja muito necessária para a maioria das análises, mas é ótima para criar núcleos de integração. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Falta de um método de classificação nos mapas temáticos que funcione por percentil. Assim, se quisermos uma classe com X% dos elementos, temos que calcular os intervalos no Excel e inseri-los a mão. Essa funcionalidade talvez não seja muito necessária para a maioria das análises, mas é ótima para criar núcleos de integração. [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Sintaxe Espacial &#8211; gráficos de visibilidade - Urbanidades - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/comment-page-1/#comment-2798</link>
		<dc:creator>Sintaxe Espacial &#8211; gráficos de visibilidade - Urbanidades - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Apr 2011 17:05:21 +0000</pubDate>
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		<description>[...] por Benedikt (1979 apud Turner et al, 2001), e faz parte do campo de estudos conhecido como Sintaxe Espacial. Uma isovista é a representação em duas dimensões (portanto, um polígono) de tudo que pode ser [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] por Benedikt (1979 apud Turner et al, 2001), e faz parte do campo de estudos conhecido como Sintaxe Espacial. Uma isovista é a representação em duas dimensões (portanto, um polígono) de tudo que pode ser [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Elisabete R</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/comment-page-1/#comment-2155</link>
		<dc:creator>Elisabete R</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 16:53:00 +0000</pubDate>
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		<description>desde já, agradeço a sua disponibilidade.
Muitissimo Obrigada pela ajuda</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>desde já, agradeço a sua disponibilidade.<br />
Muitissimo Obrigada pela ajuda</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Renato Saboya</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/comment-page-1/#comment-2145</link>
		<dc:creator>Renato Saboya</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 12:06:50 +0000</pubDate>
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		<description>Olá!
Acredito que o teoria da Sintaxe Espacial é a que trata mais diretamente desse tema. Algumas sugestões:
HILLIER, B.; PENN, A.; HANSON, J.; GRAJEWSKI, T.; XU, J. Natural movement: or, configuration and attraction in urban pedestrian movement . Environment &amp; Planning B, v. 20, p. 29-66, 1993.
HILLIER, Bill. Space is the machine: a configurational theory of architecture. London: edição eletrônica. 2007.
HILLIER, Bill. Spatial Sustainability in Cities: organic patterns and sustainable forms. In: 7 th  International Space Syntax Symposium, 2009, Stockholm. Proceedings... Stockholm: 2009.
HOLANDA, Frederico de. O espaço de exceção. Brasília: Editora da UNB, 2002.
PENN, A.; HILLIER, B.; BANISTER, D.; XU, J. Configurational modelling of urban movement networks . Environment &amp; Planning B, v. 25, p. 59-84, 1998.

Muitos outros textos podem ser obtidos aqui:
•	http://eprints.ucl.ac.uk/view/subjects/14500.html
•	http://joss.bartlett.ucl.ac.uk/index.php/joss
•	http://www.spacesyntaxistanbul.itu.edu.tr/papers.htm
•	http://www.spacesyntax.tudelft.nl/longpapers1.html
•	http://www.spacesyntax.tudelft.nl/longpapers2.html
•	http://www.sss7.org/Proceedings.html
•	http://www.spacesyntax.org/symposia/SSS4/proceedings.htm</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá!<br />
Acredito que o teoria da Sintaxe Espacial é a que trata mais diretamente desse tema. Algumas sugestões:<br />
HILLIER, B.; PENN, A.; HANSON, J.; GRAJEWSKI, T.; XU, J. Natural movement: or, configuration and attraction in urban pedestrian movement . Environment &#038; Planning B, v. 20, p. 29-66, 1993.<br />
HILLIER, Bill. Space is the machine: a configurational theory of architecture. London: edição eletrônica. 2007.<br />
HILLIER, Bill. Spatial Sustainability in Cities: organic patterns and sustainable forms. In: 7 th  International Space Syntax Symposium, 2009, Stockholm. Proceedings&#8230; Stockholm: 2009.<br />
HOLANDA, Frederico de. O espaço de exceção. Brasília: Editora da UNB, 2002.<br />
PENN, A.; HILLIER, B.; BANISTER, D.; XU, J. Configurational modelling of urban movement networks . Environment &#038; Planning B, v. 25, p. 59-84, 1998.</p>
<p>Muitos outros textos podem ser obtidos aqui:<br />
•	<a href="http://eprints.ucl.ac.uk/view/subjects/14500.html" rel="nofollow">http://eprints.ucl.ac.uk/view/subjects/14500.html</a><br />
•	<a href="http://joss.bartlett.ucl.ac.uk/index.php/joss" rel="nofollow">http://joss.bartlett.ucl.ac.uk/index.php/joss</a><br />
•	<a href="http://www.spacesyntaxistanbul.itu.edu.tr/papers.htm" rel="nofollow">http://www.spacesyntaxistanbul.itu.edu.tr/papers.htm</a><br />
•	<a href="http://www.spacesyntax.tudelft.nl/longpapers1.html" rel="nofollow">http://www.spacesyntax.tudelft.nl/longpapers1.html</a><br />
•	<a href="http://www.spacesyntax.tudelft.nl/longpapers2.html" rel="nofollow">http://www.spacesyntax.tudelft.nl/longpapers2.html</a><br />
•	<a href="http://www.sss7.org/Proceedings.html" rel="nofollow">http://www.sss7.org/Proceedings.html</a><br />
•	<a href="http://www.spacesyntax.org/symposia/SSS4/proceedings.htm" rel="nofollow">http://www.spacesyntax.org/symposia/SSS4/proceedings.htm</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Elisabete R</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/comment-page-1/#comment-2138</link>
		<dc:creator>Elisabete R</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2011 22:35:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/#comment-2138</guid>
		<description>Ola Renato, tenho vindo a ler algumas publicações suas aqui na net. Pareceu-me super interessante, algumas tem a ver com o meu tema de tese de mestrado. 
Poderia indicar-me alguns bons livros relacionado com o meu tema: Configuração Social do Espaço Publico. esta relacionado com a arquitectura dos vários elementos urbanos e como isso interfere e potencia apropriações diferentes do usuário.

Muito Obrigada</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ola Renato, tenho vindo a ler algumas publicações suas aqui na net. Pareceu-me super interessante, algumas tem a ver com o meu tema de tese de mestrado.<br />
Poderia indicar-me alguns bons livros relacionado com o meu tema: Configuração Social do Espaço Publico. esta relacionado com a arquitectura dos vários elementos urbanos e como isso interfere e potencia apropriações diferentes do usuário.</p>
<p>Muito Obrigada</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sintaxe espacial e a teoria do Movimento Natural - Urbanidades - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/comment-page-1/#comment-1050</link>
		<dc:creator>Sintaxe espacial e a teoria do Movimento Natural - Urbanidades - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 00:00:27 +0000</pubDate>
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		<description>[...] outro post aqui no Urbanidades, já falei sobre a teoria da Sintaxe Espacial, de Bill Hillier. Neste post quero mostrar e comentar mais a fundo a teoria do Movimento Natural, [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] outro post aqui no Urbanidades, já falei sobre a teoria da Sintaxe Espacial, de Bill Hillier. Neste post quero mostrar e comentar mais a fundo a teoria do Movimento Natural, [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Regina de Held Silva</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/comment-page-1/#comment-928</link>
		<dc:creator>Regina de Held Silva</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 May 2010 17:43:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/#comment-928</guid>
		<description>Olá Renato Saboya, peço sua ajuda para tentar elucidar um dilema de pesquisa:
Trabalhei no mestrado com APO de praça, e ingressei no doutorado em seguida com o objetivo de desenvolver uma metodologia própria de diagnóstico de praças e imergir na busca por instrumentos que permitam a  leitura das praceidades e compreender os por quês de suas referencialidades, em suma, a relação homem &amp; espaço. Como me refiro a um estudo em profundidade, parto do pressuposto que será aplicado em praça de centralidade, devido a toda complexidade que envolve o método. Nesse recorte semiológico pragmático a análise permitirá posteriormente a intervenções de praças, embora eu não tenha em mente um manual de conduta.
Uma nova proposta seria utilizando os procedimentos da sintaxe, agora com o foco na análise morfologia, analisar a relação das centralidades com as praças inseridas no traçado, embora sem o afastamento aos fatores que interferem na apropriação física da praça. Pelo que observei segundo Frederico de Holanda, os procedimentos analíticos da sintaxe espacial não seriam propriamente aplicáveis para analise das praças no olhar fenomenológico que defendo.
Mas no seu parecer o ferramental me ajudaria na segunda proposta, ou até mesmo na primeira? O programa  Depthmap: software de análise espacial rede pode contribuir para isso? Não consegui abrir o tutorial do programa não sei se é compatível com a plataforma CAD, e o nível de entendimento em recursos computacionais que o programa exige.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Renato Saboya, peço sua ajuda para tentar elucidar um dilema de pesquisa:<br />
Trabalhei no mestrado com APO de praça, e ingressei no doutorado em seguida com o objetivo de desenvolver uma metodologia própria de diagnóstico de praças e imergir na busca por instrumentos que permitam a  leitura das praceidades e compreender os por quês de suas referencialidades, em suma, a relação homem &amp; espaço. Como me refiro a um estudo em profundidade, parto do pressuposto que será aplicado em praça de centralidade, devido a toda complexidade que envolve o método. Nesse recorte semiológico pragmático a análise permitirá posteriormente a intervenções de praças, embora eu não tenha em mente um manual de conduta.<br />
Uma nova proposta seria utilizando os procedimentos da sintaxe, agora com o foco na análise morfologia, analisar a relação das centralidades com as praças inseridas no traçado, embora sem o afastamento aos fatores que interferem na apropriação física da praça. Pelo que observei segundo Frederico de Holanda, os procedimentos analíticos da sintaxe espacial não seriam propriamente aplicáveis para analise das praças no olhar fenomenológico que defendo.<br />
Mas no seu parecer o ferramental me ajudaria na segunda proposta, ou até mesmo na primeira? O programa  Depthmap: software de análise espacial rede pode contribuir para isso? Não consegui abrir o tutorial do programa não sei se é compatível com a plataforma CAD, e o nível de entendimento em recursos computacionais que o programa exige.</p>
]]></content:encoded>
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