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	<title>Comentários sobre: Sintaxe Espacial</title>
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	<description>Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</description>
	<lastBuildDate>Thu, 29 Jul 2010 20:56:41 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: Sintaxe espacial e a teoria do Movimento Natural - Urbanidades - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/comment-page-1/#comment-1050</link>
		<dc:creator>Sintaxe espacial e a teoria do Movimento Natural - Urbanidades - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 00:00:27 +0000</pubDate>
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		<description>[...] outro post aqui no Urbanidades, já falei sobre a teoria da Sintaxe Espacial, de Bill Hillier. Neste post quero mostrar e comentar mais a fundo a teoria do Movimento Natural, [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] outro post aqui no Urbanidades, já falei sobre a teoria da Sintaxe Espacial, de Bill Hillier. Neste post quero mostrar e comentar mais a fundo a teoria do Movimento Natural, [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Regina de Held Silva</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/comment-page-1/#comment-928</link>
		<dc:creator>Regina de Held Silva</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 May 2010 17:43:34 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Renato Saboya, peço sua ajuda para tentar elucidar um dilema de pesquisa:
Trabalhei no mestrado com APO de praça, e ingressei no doutorado em seguida com o objetivo de desenvolver uma metodologia própria de diagnóstico de praças e imergir na busca por instrumentos que permitam a  leitura das praceidades e compreender os por quês de suas referencialidades, em suma, a relação homem &amp; espaço. Como me refiro a um estudo em profundidade, parto do pressuposto que será aplicado em praça de centralidade, devido a toda complexidade que envolve o método. Nesse recorte semiológico pragmático a análise permitirá posteriormente a intervenções de praças, embora eu não tenha em mente um manual de conduta.
Uma nova proposta seria utilizando os procedimentos da sintaxe, agora com o foco na análise morfologia, analisar a relação das centralidades com as praças inseridas no traçado, embora sem o afastamento aos fatores que interferem na apropriação física da praça. Pelo que observei segundo Frederico de Holanda, os procedimentos analíticos da sintaxe espacial não seriam propriamente aplicáveis para analise das praças no olhar fenomenológico que defendo.
Mas no seu parecer o ferramental me ajudaria na segunda proposta, ou até mesmo na primeira? O programa  Depthmap: software de análise espacial rede pode contribuir para isso? Não consegui abrir o tutorial do programa não sei se é compatível com a plataforma CAD, e o nível de entendimento em recursos computacionais que o programa exige.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Renato Saboya, peço sua ajuda para tentar elucidar um dilema de pesquisa:<br />
Trabalhei no mestrado com APO de praça, e ingressei no doutorado em seguida com o objetivo de desenvolver uma metodologia própria de diagnóstico de praças e imergir na busca por instrumentos que permitam a  leitura das praceidades e compreender os por quês de suas referencialidades, em suma, a relação homem &amp; espaço. Como me refiro a um estudo em profundidade, parto do pressuposto que será aplicado em praça de centralidade, devido a toda complexidade que envolve o método. Nesse recorte semiológico pragmático a análise permitirá posteriormente a intervenções de praças, embora eu não tenha em mente um manual de conduta.<br />
Uma nova proposta seria utilizando os procedimentos da sintaxe, agora com o foco na análise morfologia, analisar a relação das centralidades com as praças inseridas no traçado, embora sem o afastamento aos fatores que interferem na apropriação física da praça. Pelo que observei segundo Frederico de Holanda, os procedimentos analíticos da sintaxe espacial não seriam propriamente aplicáveis para analise das praças no olhar fenomenológico que defendo.<br />
Mas no seu parecer o ferramental me ajudaria na segunda proposta, ou até mesmo na primeira? O programa  Depthmap: software de análise espacial rede pode contribuir para isso? Não consegui abrir o tutorial do programa não sei se é compatível com a plataforma CAD, e o nível de entendimento em recursos computacionais que o programa exige.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Roberto de Oliveira</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/comment-page-1/#comment-884</link>
		<dc:creator>Roberto de Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 17:44:19 +0000</pubDate>
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		<description>Oi, Saboya e Fabrício
Sou um dois que não gosta do termo mobilidade e percebo que quando se fala de solução de problemas de deslocamento na cidade (mobilidade) a palavra que a literatura especializada usa é acessibilidade.  No próprio texto ali em cima:
&quot;A Sintaxe Espacial pode ser aplicada em diversos estudos no meio urbano, entre eles:
acessibilidade; 
coesão e exclusão social 
segurança; 
áreas comerciais.&quot;
Quando eu falo que o termo &quot;mobilidade&quot; traz tudo de ruim do urbanismo norte-americano, que não considera a &quot;coesão&quot; e integração social, que não favorece a segurança, sei do que estou me referindo.  Em São José, especialmente na praia da Ponta de Baixo, uma orientada minha (Márcia Livramento--Prof do IFSC) usou conceitos de sintaxe urbana.  Dêem uma olhada sobre isto na minha relatoria do Forum das Américas de &quot;Mobilidade&quot; Urbana.  Está passada a limpo (a locução que procedi no evento) no site.
Um abraço
Prof Roberto de Oliveira
Contra o uso da expressão &quot;mobilidade&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Saboya e Fabrício<br />
Sou um dois que não gosta do termo mobilidade e percebo que quando se fala de solução de problemas de deslocamento na cidade (mobilidade) a palavra que a literatura especializada usa é acessibilidade.  No próprio texto ali em cima:<br />
&#8220;A Sintaxe Espacial pode ser aplicada em diversos estudos no meio urbano, entre eles:<br />
acessibilidade;<br />
coesão e exclusão social<br />
segurança;<br />
áreas comerciais.&#8221;<br />
Quando eu falo que o termo &#8220;mobilidade&#8221; traz tudo de ruim do urbanismo norte-americano, que não considera a &#8220;coesão&#8221; e integração social, que não favorece a segurança, sei do que estou me referindo.  Em São José, especialmente na praia da Ponta de Baixo, uma orientada minha (Márcia Livramento&#8211;Prof do IFSC) usou conceitos de sintaxe urbana.  Dêem uma olhada sobre isto na minha relatoria do Forum das Américas de &#8220;Mobilidade&#8221; Urbana.  Está passada a limpo (a locução que procedi no evento) no site.<br />
Um abraço<br />
Prof Roberto de Oliveira<br />
Contra o uso da expressão &#8220;mobilidade&#8221;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fabrício José Barbosa</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/comment-page-1/#comment-883</link>
		<dc:creator>Fabrício José Barbosa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 16:28:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/#comment-883</guid>
		<description>Olá Renato,
Você deve lembrar-se vagamente do colega aqui do arq UFSC 96.2. Você estava formando-se e eu no início do curso.
Direto ao assunto: estou concluindo o mestrado na pós-UFSC e pretendo trabalhar com acessibilidade por bicicleta, baseada em redes, sistema viário existente e o ambiente construído (com suas variáveis/indicadores) e sua influência na geração de viagens.
Com disseste, a sintaxe a priori analisa o ambiente construído, mas pode ser uma ferramenta auxiliar na análise da acessibilidade.
Sabes se existem outras pesquisas semelhantes em andamento?
Abração do ex-colega</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Renato,<br />
Você deve lembrar-se vagamente do colega aqui do arq UFSC 96.2. Você estava formando-se e eu no início do curso.<br />
Direto ao assunto: estou concluindo o mestrado na pós-UFSC e pretendo trabalhar com acessibilidade por bicicleta, baseada em redes, sistema viário existente e o ambiente construído (com suas variáveis/indicadores) e sua influência na geração de viagens.<br />
Com disseste, a sintaxe a priori analisa o ambiente construído, mas pode ser uma ferramenta auxiliar na análise da acessibilidade.<br />
Sabes se existem outras pesquisas semelhantes em andamento?<br />
Abração do ex-colega</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Evaldo Krüger</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/comment-page-1/#comment-789</link>
		<dc:creator>Evaldo Krüger</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 19:25:34 +0000</pubDate>
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		<description>Ola´Renato!

Grato pela atenção.

Assim que tiver mais definições faço contato. Estamos buscando o estado da arte, o que achares que envolva acessibilidade impactado pela modalidades de transportes, por favor, nos manda.
Estes artigos são pagos. Se tiveres e puderes ceder?...Ok! Grato.
Abraços.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ola´Renato!</p>
<p>Grato pela atenção.</p>
<p>Assim que tiver mais definições faço contato. Estamos buscando o estado da arte, o que achares que envolva acessibilidade impactado pela modalidades de transportes, por favor, nos manda.<br />
Estes artigos são pagos. Se tiveres e puderes ceder?&#8230;Ok! Grato.<br />
Abraços.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Renato Saboya</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/comment-page-1/#comment-788</link>
		<dc:creator>Renato Saboya</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 15:02:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/#comment-788</guid>
		<description>Olá Evaldo!
Posso auxiliar sim, na medida do possível, já que tenho estado um pouco distante dessa temática nos últimos tempos. Mas ainda considero-a extremamente relevante e interessante. O artigo que citei no post é um dos mais básicos do Hillier. Leitura obrigatória. Tem um outro muito interessante em que ele (junto com  outros autores) tenta modelar o movimento de veículos também. Eles tiram algumas conclusões bem interessantes:

&lt;blockquote&gt;PENN, Alan; HILLIER, Bill; BANISTER, D.; XU, J. Configurational modelling of urban movement networks. Environment and Planning B: Planning and Design, v. 25, n. 1, p. 59 -84, 1998.&lt;/blockquote&gt;
Dependendo do que vc quer fazer e de como vai implementar, pode ser interessante também pesquisar alguns livros de algoritmos na biblioteca da sua Universidade ou na da Ufrgs, para entender melhor grafos e algoritmos de caminho mínimo, que são coisas que eu usei bastante no mestrado e pelo jeito vc vai precisar também. 
Se vc me passar mais detalhes sobre o tema, quem sabe eu posso pensar em mais alguma coisa, ok?
Abraços.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Evaldo!<br />
Posso auxiliar sim, na medida do possível, já que tenho estado um pouco distante dessa temática nos últimos tempos. Mas ainda considero-a extremamente relevante e interessante. O artigo que citei no post é um dos mais básicos do Hillier. Leitura obrigatória. Tem um outro muito interessante em que ele (junto com  outros autores) tenta modelar o movimento de veículos também. Eles tiram algumas conclusões bem interessantes:</p>
<blockquote><p>PENN, Alan; HILLIER, Bill; BANISTER, D.; XU, J. Configurational modelling of urban movement networks. Environment and Planning B: Planning and Design, v. 25, n. 1, p. 59 -84, 1998.</p></blockquote>
<p>Dependendo do que vc quer fazer e de como vai implementar, pode ser interessante também pesquisar alguns livros de algoritmos na biblioteca da sua Universidade ou na da Ufrgs, para entender melhor grafos e algoritmos de caminho mínimo, que são coisas que eu usei bastante no mestrado e pelo jeito vc vai precisar também.<br />
Se vc me passar mais detalhes sobre o tema, quem sabe eu posso pensar em mais alguma coisa, ok?<br />
Abraços.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Evaldo Kruger</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/comment-page-1/#comment-786</link>
		<dc:creator>Evaldo Kruger</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 11:59:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/#comment-786</guid>
		<description>Olá Renato.

Sou mestrando do PROGRAU- mestradado de arquitetura e urbanismo da UFPEL. Meu orientador é o Maurício Polidori. Ele participou, acho, de uma banca contigo. Ele me sugeriu fazer contato contigo.
O meu trabalho é na área de sistemas configuracionais, redes, grafos, acessibilidade. Mas meu estudo de acessibilidade levará em consideração o impacto da modalidade de transporte coletivo.  
Acima sugeriste um artigo da Environment and Planning B. Neste primeiro momento minha solicitação é se podes auxiliar na indicação de bibliografia.

Abraços.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Renato.</p>
<p>Sou mestrando do PROGRAU- mestradado de arquitetura e urbanismo da UFPEL. Meu orientador é o Maurício Polidori. Ele participou, acho, de uma banca contigo. Ele me sugeriu fazer contato contigo.<br />
O meu trabalho é na área de sistemas configuracionais, redes, grafos, acessibilidade. Mas meu estudo de acessibilidade levará em consideração o impacto da modalidade de transporte coletivo.<br />
Acima sugeriste um artigo da Environment and Planning B. Neste primeiro momento minha solicitação é se podes auxiliar na indicação de bibliografia.</p>
<p>Abraços.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sintaxe Espacial &#8211; entrando de leve&#8230; &#124; URBANISMO.ARQ.BR</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/comment-page-1/#comment-778</link>
		<dc:creator>Sintaxe Espacial &#8211; entrando de leve&#8230; &#124; URBANISMO.ARQ.BR</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 11:37:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/#comment-778</guid>
		<description>[...] http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/ anexos:Sintaxe espacial [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] <a href="http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/" rel="nofollow">http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/</a> anexos:Sintaxe espacial [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Florianópolis com a pior mobilidade urbana? - Urbanidades - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/comment-page-1/#comment-651</link>
		<dc:creator>Florianópolis com a pior mobilidade urbana? - Urbanidades - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 01:54:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/#comment-651</guid>
		<description>[...] poucas informações que foram disponibilizadas sugeria que o método utilizado tivesse sido o da Sintaxe Espacial, teoria pela qual tenho muito interesse e sobre a qual, inclusive, já publiquei um post aqui no [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] poucas informações que foram disponibilizadas sugeria que o método utilizado tivesse sido o da Sintaxe Espacial, teoria pela qual tenho muito interesse e sobre a qual, inclusive, já publiquei um post aqui no [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Renato Saboya</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/comment-page-1/#comment-586</link>
		<dc:creator>Renato Saboya</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Aug 2009 01:07:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/#comment-586</guid>
		<description>Olá, Leonardo!
Não, não conheço o gvSIG. Até agora só tenho trabalhado com o ArcMap, mas estou iniciando um estudo sobre SIGs gratuitos para, eventualmente, escolher um deles para desenvolver alguns trabalhos.

Também não utilizo o medidas urbanas. As imagens (de São José) foram geradas através de uma rotina que eu mesmo criei, que lia um arquivo dxf com as linhas axiais e transformava automaticamente em shapefile. Depois, criei os mapas temáticos no ArcMap. No doutorado eu até reformulei essa rotina, dando mais cara de programa mesmo. Ele tem uma interface bem simples que permite indicar o arquivo dxf, depois realizar os cálculos, e por último exportar para shapefile.

Os gráficos foram gerados normalmente no Excel, usando o arquivo dbf que compõe o shapefile.

Qualquer coisa que puder ajudar estou à disposição.

Abraços!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, Leonardo!<br />
Não, não conheço o gvSIG. Até agora só tenho trabalhado com o ArcMap, mas estou iniciando um estudo sobre SIGs gratuitos para, eventualmente, escolher um deles para desenvolver alguns trabalhos.</p>
<p>Também não utilizo o medidas urbanas. As imagens (de São José) foram geradas através de uma rotina que eu mesmo criei, que lia um arquivo dxf com as linhas axiais e transformava automaticamente em shapefile. Depois, criei os mapas temáticos no ArcMap. No doutorado eu até reformulei essa rotina, dando mais cara de programa mesmo. Ele tem uma interface bem simples que permite indicar o arquivo dxf, depois realizar os cálculos, e por último exportar para shapefile.</p>
<p>Os gráficos foram gerados normalmente no Excel, usando o arquivo dbf que compõe o shapefile.</p>
<p>Qualquer coisa que puder ajudar estou à disposição.</p>
<p>Abraços!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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