Renato Saboya
O Second Life , universo virtual que já agrega mais de 1,6 milhão de pessoas, fez sua primeira milionária: Anshe Chung , nome fictício de Ailin Graef, construiu uma fortuna equivalente a US$1 milhão através de negócios virtuais. Que tipo de negócios? Compra, venda e aluguel de terrenos e edificações.
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Fonte: Anshe Chung.
Não é algo fácil de entender, mas basicamente o que ela faz é comprar terra em estado “bruto” (diretamente da Linden Labs, criadora do Second Life) e trabalhar a localização, colocando infra-estrutura e projetando e construindo edificações. Então, ela revende os novos espaços e gera lucro (alguma coincidência com o mundo aqui fora?).
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Fonte: Anshe Chung.
Para isso, Ailin tem uma empresa (na vida real) com mais de 60 funcionários – entre designer, arquitetos e programadores – encarregados de produzir o espaço urbano virtual.
Entretanto, o patrimônio de Anshe Chung ainda está restrito ao universo virtual, ou seja, ela não converteu suas riquezas em dólares reais.
“Há algumas coisas que eu preciso esclarecer para evitar confusões. O que foi publicado ontem e hoje estava um pouco incorreto. O valor divulgado é o meu valor bruto, de Anshe Chung, residente de um mundo virtual. Todas essas propriedades estão dentro de ‘Second life’. Não é dinheiro que minha criadora (Ailin) tenha colocado em sua conta bancária”. (Fonte: G1 )
Pelo visto não é apenas no universo real que especular com terra gera lucros gigantescos. Será que não dá pra colocar um IPTU progressivo nas glebas dela?
Tags: especulação imobiliária, iptu progressivo, second life
3 Comentários
Loucura total! O ser humano é mesmo incrível. Até num espaço novo, onde tudo poderia ser de forma diferente, acaba reproduzindo a mesma realidade de onde está se buscando sair.
Gostei do site! Excelente espaço p/ divulgação e debate!
É isso mesmo. Nós somos uma espécie difícil de entender!
Obrigado pelo comentário!
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