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	<title>Comentários sobre: Segregação espacial urbana</title>
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	<description>Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</description>
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		<title>Por: Nadia</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2009/05/segregacao-espacial-urbana/comment-page-1/#comment-4076</link>
		<dc:creator>Nadia</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 18:03:08 +0000</pubDate>
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		<description>Nossa muito bom esse texto.
Ajudou e muito nas minhas pesquisas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nossa muito bom esse texto.<br />
Ajudou e muito nas minhas pesquisas.</p>
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		<title>Por: Márcia</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2009/05/segregacao-espacial-urbana/comment-page-1/#comment-4043</link>
		<dc:creator>Márcia</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 00:32:14 +0000</pubDate>
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		<description>Renato adorei seu texto simples e esclarecedor se puder me add,sou professora de Geografia em Jales,SP abraços....</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Renato adorei seu texto simples e esclarecedor se puder me add,sou professora de Geografia em Jales,SP abraços&#8230;.</p>
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		<title>Por: Jailton Frncisco</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2009/05/segregacao-espacial-urbana/comment-page-1/#comment-3599</link>
		<dc:creator>Jailton Frncisco</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 17:14:57 +0000</pubDate>
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		<description>Olá, achei legal o seu conteúdo, porém, gostaria que você me enviasse algo mais falando sobre a autossegregação espacial.

Grato!

Jailton</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, achei legal o seu conteúdo, porém, gostaria que você me enviasse algo mais falando sobre a autossegregação espacial.</p>
<p>Grato!</p>
<p>Jailton</p>
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	<item>
		<title>Por: Anne neves</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2009/05/segregacao-espacial-urbana/comment-page-1/#comment-1236</link>
		<dc:creator>Anne neves</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Oct 2010 11:48:35 +0000</pubDate>
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		<description>super importante,gostei de mais tirei minhas dúvidas,!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>super importante,gostei de mais tirei minhas dúvidas,!!</p>
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		<title>Por: Valdemir de Araújo</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2009/05/segregacao-espacial-urbana/comment-page-1/#comment-1128</link>
		<dc:creator>Valdemir de Araújo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Sep 2010 03:12:25 +0000</pubDate>
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		<description>Valdemir de Araújo
17/09/2010

Olá Renato. Sou um operário e morador de periferia, atualmente moro na periferia do centro de Guarapari, ES. Tenho me oposto a idéia de segregação no trato de questões relacionadas com a ocupação do espaço habitacional urbano. Primeiro porque me oponho as observações, descrições, comparações e tomadas de posição sobre a produção, a distribuição e o acesso a bens e serviços em geral e, em particular,  ao acesso ao solo e aos serviços e equipamentos urbanos de que trata o texto  com base nas idéias de desigualdades e de suas manifestações ídeológicas públicas e bastante conhecidas, que são: a idéia do mérito e do demérito pessoal e familiar; a idéia da inclusão e da exclusão social e a idéia da dádiva divina.

Creio que, quaquer que seja a forma de organização da sociedade, benefícios e sacrifícios serão distribuídos. O problema é, quem decidirá quem (que indivíduos, famílias, camadas sociais ou etnias) ficará com os benefícios e quem (que indivíduos, famílias, camadas sociais ou etnias) ficará com os sacrifícios.  No brasil, os beneficiários pertencem sempre as mesmas camadas sociais e etnias, enquanto que, os sacrificados pertencem, na sua maioria a mesma camada social, mas, a etnias diferentes. Porém, a diferença entre os que moram bem e os que moram, mal não reside no fato, de morar bém ou mal. Mas sim, no fato de que, os quue moram bem, além de morar bem, ainda apropriam-se dos melhores serviços de saúde destinados ao combate de doenças próprias de ambientes insalúbres 

Creio que desde que Marx começou a observar &quot;os indivíduos produzindo em sociedade&quot;,, deixou claro, que os bens e serviços são produzidos para a sociedade e não para o mercado, nem para indivíduos, famílias, camadas sociais ou etnias determinadas.

Não podemos esquecer também, que, tanto a produção quanto a distribuição e o consumo são mediados pelas formas de posse e gestão dos estabelecimentos produtores e distribuídores de bens e serviços. Nos dias de hoje não mais pela propriedade privada psrticular burguesa (do dono), mas, pela propriedade coletiva e privada burguesa(dos acionistas e da Fração Ideal). Logo, as condições do espaço e da moradia das camadas de renda positiva (rendas altas e médias) relaciona-se com o fato de os indivíduos destas camadas deterem a posse e o controle (administração) dos estabelecimentos produtores e distribuidores de ens e serviços públicos e privados. Ao passo as condições do espaço e da moradia das camadas trabalhadoras de renda negativa (rendas baixas e extremamente baixas) relaciona-se com o fato de os indivíduos destas camadas não deterem nem a posse e nem o controle (administração) destes estabelecimentos.

Tenho observado que, do ponto de vista urbanístico
 o modo de morar dos mais ricos( dos benediciiários) tem sido orientado no sentido de separar,-e não segregar- a moradia do conjunto de  atividades que leva o &quot;caos&quot; urbano para o espaço habitacional: transito desordenado, segurança pública armada, templos religiosos, comércio diversificaso, grupos de extermínios e comércio varejista de drogas com seusacertos de contas. Pouco importa a sua localização. 

Do ponto de vista econômico, tem sido orientado no sentido de reduzir-lhes os custos no modo de morar. Morar bem será sempre maís econômico do que morar mal..</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Valdemir de Araújo<br />
17/09/2010</p>
<p>Olá Renato. Sou um operário e morador de periferia, atualmente moro na periferia do centro de Guarapari, ES. Tenho me oposto a idéia de segregação no trato de questões relacionadas com a ocupação do espaço habitacional urbano. Primeiro porque me oponho as observações, descrições, comparações e tomadas de posição sobre a produção, a distribuição e o acesso a bens e serviços em geral e, em particular,  ao acesso ao solo e aos serviços e equipamentos urbanos de que trata o texto  com base nas idéias de desigualdades e de suas manifestações ídeológicas públicas e bastante conhecidas, que são: a idéia do mérito e do demérito pessoal e familiar; a idéia da inclusão e da exclusão social e a idéia da dádiva divina.</p>
<p>Creio que, quaquer que seja a forma de organização da sociedade, benefícios e sacrifícios serão distribuídos. O problema é, quem decidirá quem (que indivíduos, famílias, camadas sociais ou etnias) ficará com os benefícios e quem (que indivíduos, famílias, camadas sociais ou etnias) ficará com os sacrifícios.  No brasil, os beneficiários pertencem sempre as mesmas camadas sociais e etnias, enquanto que, os sacrificados pertencem, na sua maioria a mesma camada social, mas, a etnias diferentes. Porém, a diferença entre os que moram bem e os que moram, mal não reside no fato, de morar bém ou mal. Mas sim, no fato de que, os quue moram bem, além de morar bem, ainda apropriam-se dos melhores serviços de saúde destinados ao combate de doenças próprias de ambientes insalúbres </p>
<p>Creio que desde que Marx começou a observar &#8220;os indivíduos produzindo em sociedade&#8221;,, deixou claro, que os bens e serviços são produzidos para a sociedade e não para o mercado, nem para indivíduos, famílias, camadas sociais ou etnias determinadas.</p>
<p>Não podemos esquecer também, que, tanto a produção quanto a distribuição e o consumo são mediados pelas formas de posse e gestão dos estabelecimentos produtores e distribuídores de bens e serviços. Nos dias de hoje não mais pela propriedade privada psrticular burguesa (do dono), mas, pela propriedade coletiva e privada burguesa(dos acionistas e da Fração Ideal). Logo, as condições do espaço e da moradia das camadas de renda positiva (rendas altas e médias) relaciona-se com o fato de os indivíduos destas camadas deterem a posse e o controle (administração) dos estabelecimentos produtores e distribuidores de ens e serviços públicos e privados. Ao passo as condições do espaço e da moradia das camadas trabalhadoras de renda negativa (rendas baixas e extremamente baixas) relaciona-se com o fato de os indivíduos destas camadas não deterem nem a posse e nem o controle (administração) destes estabelecimentos.</p>
<p>Tenho observado que, do ponto de vista urbanístico<br />
 o modo de morar dos mais ricos( dos benediciiários) tem sido orientado no sentido de separar,-e não segregar- a moradia do conjunto de  atividades que leva o &#8220;caos&#8221; urbano para o espaço habitacional: transito desordenado, segurança pública armada, templos religiosos, comércio diversificaso, grupos de extermínios e comércio varejista de drogas com seusacertos de contas. Pouco importa a sua localização. </p>
<p>Do ponto de vista econômico, tem sido orientado no sentido de reduzir-lhes os custos no modo de morar. Morar bem será sempre maís econômico do que morar mal..</p>
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		<title>Por: wandresa</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2009/05/segregacao-espacial-urbana/comment-page-1/#comment-1021</link>
		<dc:creator>wandresa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 20:19:37 +0000</pubDate>
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		<description>Q merda ne! </description>
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	<item>
		<title>Por: nanny</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2009/05/segregacao-espacial-urbana/comment-page-1/#comment-984</link>
		<dc:creator>nanny</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 13:47:55 +0000</pubDate>
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		<description>eu acho importante só q tbm lí pra fazer um trabalho</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>eu acho importante só q tbm lí pra fazer um trabalho</p>
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	<item>
		<title>Por: pamela gomes</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2009/05/segregacao-espacial-urbana/comment-page-1/#comment-815</link>
		<dc:creator>pamela gomes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 17:28:47 +0000</pubDate>
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		<description>coisa chata:segregaçao ne!
mais fiquem feliz eu li td pra fazer um trabalho!:(</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>coisa chata:segregaçao ne!<br />
mais fiquem feliz eu li td pra fazer um trabalho!:(</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Estudante</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2009/05/segregacao-espacial-urbana/comment-page-1/#comment-664</link>
		<dc:creator>Estudante</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 22:09:34 +0000</pubDate>
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		<description>Não indedi</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não indedi</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ivan Henrique</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2009/05/segregacao-espacial-urbana/comment-page-1/#comment-649</link>
		<dc:creator>Ivan Henrique</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 00:08:19 +0000</pubDate>
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		<description>Renato, moro em Itapevi, extremo oeste da região metropolitana de São Paulo. A região é de topografia composta por diversos morros e morretes, alguns de inclinação muito acentuada, maior parte da cidade é irregular, muito bairros cresceram em locais de difícil acesso. O centro da cidade é um fundo de vale, é uma das poucas áreas que possui terrenos planos e concentra o comercio e os serviços.
A cidade é atendida por 5 estações de trem que vão até São Paulo, os bairros mais populosos estão distantes das estações e do terminal rodoviário, o que causa grande tráfego nas ruas do centro. Devido ao relevo, duas avenidas no centro são as rotas mais acessada tanto por pedestres como veículos. Quanto à segregação, a cidade é considerada de baixa renda, mas existem bairros de classe média e condomínios de classe alta. Os bairros de classe média estão próximo ao centro, são os mais antigos e os que estão em situação regular. Já os condomínios de alto padrão estão bem distantes do centro, ficam mais próximo à Rodovia Castello Branco, não é necessário passar pelo centro para chagar lá. A porção sul da cidade é de mata preservada, há poucas ocupações irregulares por se tratar predominantemente de a´reas particulares, ao contrário do que ocorre em outros locias mais próximo ao centro. As maiores favelas não estão na periferia. Elas se instalaram em grandes áreas públicas que nunca recebem investimentos ou qualquer destinação por parte do governo. Nas periferias é comum encontrar construções e loteamentos irregulares, mas estes são de propriedade particular.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Renato, moro em Itapevi, extremo oeste da região metropolitana de São Paulo. A região é de topografia composta por diversos morros e morretes, alguns de inclinação muito acentuada, maior parte da cidade é irregular, muito bairros cresceram em locais de difícil acesso. O centro da cidade é um fundo de vale, é uma das poucas áreas que possui terrenos planos e concentra o comercio e os serviços.<br />
A cidade é atendida por 5 estações de trem que vão até São Paulo, os bairros mais populosos estão distantes das estações e do terminal rodoviário, o que causa grande tráfego nas ruas do centro. Devido ao relevo, duas avenidas no centro são as rotas mais acessada tanto por pedestres como veículos. Quanto à segregação, a cidade é considerada de baixa renda, mas existem bairros de classe média e condomínios de classe alta. Os bairros de classe média estão próximo ao centro, são os mais antigos e os que estão em situação regular. Já os condomínios de alto padrão estão bem distantes do centro, ficam mais próximo à Rodovia Castello Branco, não é necessário passar pelo centro para chagar lá. A porção sul da cidade é de mata preservada, há poucas ocupações irregulares por se tratar predominantemente de a´reas particulares, ao contrário do que ocorre em outros locias mais próximo ao centro. As maiores favelas não estão na periferia. Elas se instalaram em grandes áreas públicas que nunca recebem investimentos ou qualquer destinação por parte do governo. Nas periferias é comum encontrar construções e loteamentos irregulares, mas estes são de propriedade particular.</p>
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