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	<title>Comentários sobre: As armadilhas da defini&#231;&#227;o do zoneamento e das densidades populacionais urbanas</title>
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	<description>Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</description>
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		<title>Por: marisa</title>
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		<dc:creator>marisa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Oct 2010 23:26:39 +0000</pubDate>
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		<description>Estava procurando isso!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estava procurando isso!!!</p>
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		<title>Por: marisa</title>
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		<dc:creator>marisa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Oct 2010 23:26:18 +0000</pubDate>
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		<description>olha só</description>
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		<title>Por: Renato Saboya</title>
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		<dc:creator>Renato Saboya</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Mar 2010 21:41:04 +0000</pubDate>
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		<description>Sim, desde que não haja densidades altas em algumas partes ao mesmo tempo em que outras áreas ficam extremamente rarefeitas, como é comum nas cidades brasileiras, visto que isso neutralizaria o possível benefício de concentrar a ocupação urbana em uma área menor, liberando mais espaço para espaços verdes e rurais.

O que vemos normalmente (e com o que eu não concordo) são altíssimas densidades em partes em que o solo é valorizado, ao mesmo tempo em que a ocupação urbana se estende por vastas áreas de baixíssima densidade, consumindo área rural e/ou verde e aumentando os custos de infraestrutura.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, desde que não haja densidades altas em algumas partes ao mesmo tempo em que outras áreas ficam extremamente rarefeitas, como é comum nas cidades brasileiras, visto que isso neutralizaria o possível benefício de concentrar a ocupação urbana em uma área menor, liberando mais espaço para espaços verdes e rurais.</p>
<p>O que vemos normalmente (e com o que eu não concordo) são altíssimas densidades em partes em que o solo é valorizado, ao mesmo tempo em que a ocupação urbana se estende por vastas áreas de baixíssima densidade, consumindo área rural e/ou verde e aumentando os custos de infraestrutura.</p>
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	<item>
		<title>Por: Renato Saboya</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2010/02/as-armadilhas-da-definicao-do-zoneamento-e-densidades-urbanas/comment-page-1/#comment-822</link>
		<dc:creator>Renato Saboya</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Mar 2010 21:36:55 +0000</pubDate>
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		<description>Ainda não acredito que tenhamos chegado a um ponto em que os técnicos da sociedade tenham capacidade de controlar as modificações de zoneamento feitas pela Câmara, infelizmente.

Além disso, raramente vemos casos em que a TO é realmente baixa e o solo liberado para áreas permeáveis. Pelo menos aqui em Fpolis, o que vemos são TOs baixas para as torres, enquanto que no embasamento (térreo e garagens) acaba sendo possível TOs muito maiores, neutralizando totalmente o potencial benefício da verticalização, que seriam as áreas permeáveis.

Também discordo quanto ao Novo Campeche. Na minha opinião a tipologia que está sendo implementada lá é muito mais benéfica do que os prédios verticais e que as casas isoladas no lote. Os edifícios de 3 pavtos como os que estão sendo construídos por lá conseguem alcançar densidades não tão baixas sem a desvantagem dos prédios altos (sombras, perda de privacidade e de visuais, altas densidades). E ainda cria uma relação interessante com a rua, sendo possível haver interação entre pessoas localizadas dentro dos apartamentos com pessoas localizadas nas calçadas (algo que Alexander defende, sugerindo gabaritos de 4 pavimentos).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda não acredito que tenhamos chegado a um ponto em que os técnicos da sociedade tenham capacidade de controlar as modificações de zoneamento feitas pela Câmara, infelizmente.</p>
<p>Além disso, raramente vemos casos em que a TO é realmente baixa e o solo liberado para áreas permeáveis. Pelo menos aqui em Fpolis, o que vemos são TOs baixas para as torres, enquanto que no embasamento (térreo e garagens) acaba sendo possível TOs muito maiores, neutralizando totalmente o potencial benefício da verticalização, que seriam as áreas permeáveis.</p>
<p>Também discordo quanto ao Novo Campeche. Na minha opinião a tipologia que está sendo implementada lá é muito mais benéfica do que os prédios verticais e que as casas isoladas no lote. Os edifícios de 3 pavtos como os que estão sendo construídos por lá conseguem alcançar densidades não tão baixas sem a desvantagem dos prédios altos (sombras, perda de privacidade e de visuais, altas densidades). E ainda cria uma relação interessante com a rua, sendo possível haver interação entre pessoas localizadas dentro dos apartamentos com pessoas localizadas nas calçadas (algo que Alexander defende, sugerindo gabaritos de 4 pavimentos).</p>
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	<item>
		<title>Por: MARCOS</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2010/02/as-armadilhas-da-definicao-do-zoneamento-e-densidades-urbanas/comment-page-1/#comment-820</link>
		<dc:creator>MARCOS</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 02:56:08 +0000</pubDate>
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		<description>Alta densidade como solução urbana é natural...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alta densidade como solução urbana é natural&#8230;</p>
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		<title>Por: Eduardo Beltrame</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2010/02/as-armadilhas-da-definicao-do-zoneamento-e-densidades-urbanas/comment-page-1/#comment-811</link>
		<dc:creator>Eduardo Beltrame</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 01:16:07 +0000</pubDate>
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		<description>Excelente post. Mas sou contra o que se propõe aqui. Prédios de gabarito baixo com maior taxa de ocupação. É isto que existe atualmente no bairro Novo Campeche. Estão enchendo os lotes de prédios baixos (4pvtos de gabarito) um colado no outro. Sem área verde, sem espaço para ventilação da rua, sem área de solo permeável, etc. Também sou contra aumentar o gabarito e manter a taxa de ocupação alta, o que aumenta a densidade populacional. Acho que se deve aumentar o gabarito e diminuir a TO. Quanto as possíveis e prováveis maracutaias posteriores para mudarem a TO, basta que o &quot;corpo técnico da sociedade&quot;, que entende destes índices, fiscalize constatemente a prefeitura e orgãos afins. É o que penso.

E profa. Henriette... sinceramente você acredita que algum dia Florianópolis terá metrô? Eu duvido... acho que nem meus netos verão metro aqui na Ilha. Talvez eles verão um dia um sistema de transporte público eficiente... um dia!

Abs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente post. Mas sou contra o que se propõe aqui. Prédios de gabarito baixo com maior taxa de ocupação. É isto que existe atualmente no bairro Novo Campeche. Estão enchendo os lotes de prédios baixos (4pvtos de gabarito) um colado no outro. Sem área verde, sem espaço para ventilação da rua, sem área de solo permeável, etc. Também sou contra aumentar o gabarito e manter a taxa de ocupação alta, o que aumenta a densidade populacional. Acho que se deve aumentar o gabarito e diminuir a TO. Quanto as possíveis e prováveis maracutaias posteriores para mudarem a TO, basta que o &#8220;corpo técnico da sociedade&#8221;, que entende destes índices, fiscalize constatemente a prefeitura e orgãos afins. É o que penso.</p>
<p>E profa. Henriette&#8230; sinceramente você acredita que algum dia Florianópolis terá metrô? Eu duvido&#8230; acho que nem meus netos verão metro aqui na Ilha. Talvez eles verão um dia um sistema de transporte público eficiente&#8230; um dia!</p>
<p>Abs</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Henriette La Rovere</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2010/02/as-armadilhas-da-definicao-do-zoneamento-e-densidades-urbanas/comment-page-1/#comment-810</link>
		<dc:creator>Henriette La Rovere</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 14:18:40 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Renato

parabéns, está excelente o seu texto, muito didático também. Concordo plenamente que é muito perigoso flexibilizarmos o gabarito, pois dificilmente seriam aprovados menores taxas de ocupação ou índice de ocupação dos que os contidos atualmente na lei do PD de 1997. E aí teremos realmente uma alta densidade populacional, e o problema maior que vejo é o sistema viário e transporte coletivo precários que temos em Florianópolis. Até a rede de esgoto talvez seja mais fácil de resolver, já temos uma certa verba do PAC e alguns projetos. Mas imaginem o custo de se construir um metrô subterrenâneo na Av Beira Mar, SC-404, Rua João Pio Duarte, etc como propõe a CEPA. Além do custo operacional, pois que eu me lembre no mínimo 1 milhão de pessoas devem utilizar para ser um sistema viável. O tipo de solo mole que temos aqui na Bacia do Itacorubi também não é adequado (é bem diferente do que na França e Itália, tudo de calcário). Vejam a experiência do Rio de Janeiro, aonde residi até 1994, morava em Copacabana em frente a uma praça aonde já estavam construindo há algum tempo uma futura estação do metrô. Pois esta estação e o trecho da linha, da estação anterior até ela, só ficaram prontos em 2006 ( e os trens hoje já andam lotados, não estão dando conta), ou seja leva mais de 12 anos para construir um trecho, imagine todo um sistema de metrô aqui na ilha.....Então a minha proposta é mantermos o zoneamento atual ou até restringir mais, pois o tráfego já ultrapassou o limite aceitável. Depois que estiver pronto o metrô podemos pensar em alterar o zoneamento a flexibilizar o gabarito.

Henriette</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Renato</p>
<p>parabéns, está excelente o seu texto, muito didático também. Concordo plenamente que é muito perigoso flexibilizarmos o gabarito, pois dificilmente seriam aprovados menores taxas de ocupação ou índice de ocupação dos que os contidos atualmente na lei do PD de 1997. E aí teremos realmente uma alta densidade populacional, e o problema maior que vejo é o sistema viário e transporte coletivo precários que temos em Florianópolis. Até a rede de esgoto talvez seja mais fácil de resolver, já temos uma certa verba do PAC e alguns projetos. Mas imaginem o custo de se construir um metrô subterrenâneo na Av Beira Mar, SC-404, Rua João Pio Duarte, etc como propõe a CEPA. Além do custo operacional, pois que eu me lembre no mínimo 1 milhão de pessoas devem utilizar para ser um sistema viável. O tipo de solo mole que temos aqui na Bacia do Itacorubi também não é adequado (é bem diferente do que na França e Itália, tudo de calcário). Vejam a experiência do Rio de Janeiro, aonde residi até 1994, morava em Copacabana em frente a uma praça aonde já estavam construindo há algum tempo uma futura estação do metrô. Pois esta estação e o trecho da linha, da estação anterior até ela, só ficaram prontos em 2006 ( e os trens hoje já andam lotados, não estão dando conta), ou seja leva mais de 12 anos para construir um trecho, imagine todo um sistema de metrô aqui na ilha&#8230;..Então a minha proposta é mantermos o zoneamento atual ou até restringir mais, pois o tráfego já ultrapassou o limite aceitável. Depois que estiver pronto o metrô podemos pensar em alterar o zoneamento a flexibilizar o gabarito.</p>
<p>Henriette</p>
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	<item>
		<title>Por: aurelio pereira</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2010/02/as-armadilhas-da-definicao-do-zoneamento-e-densidades-urbanas/comment-page-1/#comment-807</link>
		<dc:creator>aurelio pereira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 18:30:52 +0000</pubDate>
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		<description>Renato, parabens pela explanação e informação à nós prestada nesta matéria. Sou corretor de Imóveis, mas me preocupo com minha cidade, não podemos explorar mais do que ela pode nos dar. Sabemos que o continente ainda tem salvação, depende de nós moradores e cidadãos, cobrar dos vereadores e do prefeito, até porque, eles estão e não são, daqui a tres anos, possivelmete não estarão mais ali, então cabe a todos nós, lutar por melhor qualidade de vida, a começar por mobilidade urbana, direito ao sol, a saneamento básico, enfim, toda infraestrutura capaz de dar suporte a todas necessidades demandadas. Na ùltima campanha(2008), solicitamos ao prefeito(candidato), que fôsse estendido o defeso tambem para o continente, entretanto, por ingerência do Sinduscom, o projeto foi abortado, seria interessante que divulgássemos todos os vereadores contrário ao projeto do defeso, uma das esperanças que tínhamos para os graves problemas de Florianópolis. Parabéns e obrigado!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Renato, parabens pela explanação e informação à nós prestada nesta matéria. Sou corretor de Imóveis, mas me preocupo com minha cidade, não podemos explorar mais do que ela pode nos dar. Sabemos que o continente ainda tem salvação, depende de nós moradores e cidadãos, cobrar dos vereadores e do prefeito, até porque, eles estão e não são, daqui a tres anos, possivelmete não estarão mais ali, então cabe a todos nós, lutar por melhor qualidade de vida, a começar por mobilidade urbana, direito ao sol, a saneamento básico, enfim, toda infraestrutura capaz de dar suporte a todas necessidades demandadas. Na ùltima campanha(2008), solicitamos ao prefeito(candidato), que fôsse estendido o defeso tambem para o continente, entretanto, por ingerência do Sinduscom, o projeto foi abortado, seria interessante que divulgássemos todos os vereadores contrário ao projeto do defeso, uma das esperanças que tínhamos para os graves problemas de Florianópolis. Parabéns e obrigado!</p>
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	<item>
		<title>Por: Bianca</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2010/02/as-armadilhas-da-definicao-do-zoneamento-e-densidades-urbanas/comment-page-1/#comment-806</link>
		<dc:creator>Bianca</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 01:08:49 +0000</pubDate>
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		<description>Renato, ainda estou na 5ª fase de Arquitetura na UFSC, mas já tive uma noção de como funciona o planejamento urbano.

Infelizmente, o que vemos em Florianópolis é mesmo o que tu expuseste: decisões importantes que definem a qualidade de vida de toda a população sendo tomadas às &quot;escuras&quot; levando em conta prioritariamente o interesse econômico dos grandes empresários.
Não é por menos que numa mesma cidade observa-se superadensamento de áreas de grande interesse turístico, como a Lagoa da Conceição, e grandes vazios demográficos que, por não representarem - talvez ainda não - uma promessa de grandes lucros futuros, encarecem serviços básicos como o transporte coletivo (outra piada nesta cidade).
E enquanto meia dúzia de privilegiados têm seu pedacinho de terra valendo milhões, outros tantos mil se amontoam em barracos nos morros e nós ficamos aqui lendo esse post e falsamente nos sentindo cidadãos ativos politicamente.
Planejamento Urbano está se tornando política.

Enfim, achei o texto muito bem redigido e bastante esclarecedor mesmo pra quem já teve algumas aulinhas a respeito do assunto. Meus parabéns pela iniciativa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Renato, ainda estou na 5ª fase de Arquitetura na UFSC, mas já tive uma noção de como funciona o planejamento urbano.</p>
<p>Infelizmente, o que vemos em Florianópolis é mesmo o que tu expuseste: decisões importantes que definem a qualidade de vida de toda a população sendo tomadas às &#8220;escuras&#8221; levando em conta prioritariamente o interesse econômico dos grandes empresários.<br />
Não é por menos que numa mesma cidade observa-se superadensamento de áreas de grande interesse turístico, como a Lagoa da Conceição, e grandes vazios demográficos que, por não representarem &#8211; talvez ainda não &#8211; uma promessa de grandes lucros futuros, encarecem serviços básicos como o transporte coletivo (outra piada nesta cidade).<br />
E enquanto meia dúzia de privilegiados têm seu pedacinho de terra valendo milhões, outros tantos mil se amontoam em barracos nos morros e nós ficamos aqui lendo esse post e falsamente nos sentindo cidadãos ativos politicamente.<br />
Planejamento Urbano está se tornando política.</p>
<p>Enfim, achei o texto muito bem redigido e bastante esclarecedor mesmo pra quem já teve algumas aulinhas a respeito do assunto. Meus parabéns pela iniciativa.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: REney Dorow</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2010/02/as-armadilhas-da-definicao-do-zoneamento-e-densidades-urbanas/comment-page-1/#comment-805</link>
		<dc:creator>REney Dorow</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 01:42:15 +0000</pubDate>
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		<description>Renato, certamente o artigo trouxe luz para essa questão de adensamento urbano. Aqui no continente, onde está &quot;claro&quot; a firme intensão de verticalizar a região, esse tema será bastante requerido. Reney</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Renato, certamente o artigo trouxe luz para essa questão de adensamento urbano. Aqui no continente, onde está &#8220;claro&#8221; a firme intensão de verticalizar a região, esse tema será bastante requerido. Reney</p>
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