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	<title>Urbanidades &#187; planejamento urbano</title>
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	<description>Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</description>
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		<title>Fernando Lara: o porquê das enchentes</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 13:53:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Saboya</dc:creator>
				<category><![CDATA[planejamento urbano]]></category>
		<category><![CDATA[enchentes]]></category>
		<category><![CDATA[instrumentos urbanísticos]]></category>
		<category><![CDATA[inundações]]></category>
		<category><![CDATA[ocupação do solo]]></category>
		<category><![CDATA[uso do solo]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/itajai_inund_tn.jpg" alt="itajai"/>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ótimo texto do Prof. Fernando Lara sobre as inundações. Um pequeno trecho aqui:</p>
<blockquote><p>A causa? Importamos  um        padrão de urbanização dos nossos colonizadores ibéricos         que é inviável no Brasil, onde a chuva anual varia de        1.000mm a  1.600mm. Em áreas populosas e urbanizadas,        como o Sudeste  brasileiro (80 milhões de habitantes), a        chuva se concentra no  verão, período em que chega a cair        300mm por mês e não é incomum  100mm em um único dia. Na        região de Angra dos Reis, litoral  fluminense, choveu        mais de 400mm nos dois últimos dias de  dezembro e no        primeiro dia de janeiro. No entanto, nosso modelo  de        construção vem de lugares onde chove muito menos, e de         forma regular: 400mm por ano em Madri; 500mm por ano em        Lisboa.  Aqueles terraços pavimentados de Sevilha ou de        Lisboa são lindos e  adequados para 50mm por mês, nunca        para um lugar onde chove esta  cota por hora.</p></blockquote>
<p>Corra para ler a versão completa!</p>
<p><a title="porquê das enchentes" href="http://parededemeia.blogspot.com/2010/07/o-porque-das-enchentes.html" target="_blank">O porquê das enchentes</a></p>
Veja também:<ul><li><a href="http://urbanidades.arq.br/2009/01/o-futuro-de-floripa/" rel="bookmark" title="22.janeiro.2009">O futuro de Floripa</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/01/plano-diretor-como-trabalho-de-graduacao/" rel="bookmark" title="09.janeiro.2008">Plano diretor como trabalho de graduação</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2007/05/assim-fica-difcil-trabalhar/" rel="bookmark" title="22.maio.2007">Assim fica dif&iacute;cil trabalhar!</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2009/05/a-feia-fumaca/" rel="bookmark" title="29.maio.2009">A feia fumaça</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2007/06/plano-diretor-como-orientador-das-aes-urbanas/" rel="bookmark" title="16.junho.2007">Plano Diretor como orientador das a&ccedil;&otilde;es urbanas</a></li>
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		<title>Publique seu artigo no Urbanidades</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 19:06:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Saboya</dc:creator>
				<category><![CDATA[planejamento urbano]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://urbanidades.arq.br/docs/tn/colaboracao_tn.jpg" alt="Colaboração Urbanidades" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o final do ano passado, tenho recebido alguns pedidos de colaboração aqui no Urbanidades. Acho uma boa idéia, por vários motivos. Em primeiro lugar, porque não consigo manter uma frequência de atualizações tão alta quanto gostaria. Segundo, porque é sempre bom agregar diversos pontos de vista, como forma de enriquecer os debates.</p>
<p>Por isso, de forma ainda experimental, estou abrindo o Urbanidades à colaboração de quem estiver disposto a escrever posts sobre os temas tratados aqui. As &#8220;regras&#8221; para o envio estão descritas na página &#8220;<a title="Colaboração Urbanidades" href="http://urbanidades.arq.br/contribuicoes/" target="_self">Colaborações</a>&#8220;.</p>
<p>Crédito do Thumbnail: <a title="Colaboração Urbanidades" href="http://www.flickr.com/photos/fncll/145149313/" target="_blank">ChrisL_AK</a>.</p>
Veja também:<ul><li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/11/enanpur-2009-florianopolis-sc/" rel="bookmark" title="28.novembro.2008">Enanpur 2009 &#8211; Florianópolis &#8211; SC</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/05/urbanidades-de-cara-nova/" rel="bookmark" title="26.maio.2008">Urbanidades de cara nova!</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2007/09/curso-regularizao-fundiria-plis/" rel="bookmark" title="06.setembro.2007">Curso regulariza&ccedil;&atilde;o fundi&aacute;ria &#8211; P&oacute;lis</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/05/curso-de-plano-de-habitao/" rel="bookmark" title="27.maio.2008">Curso de plano de habita&ccedil;&atilde;o</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2009/12/motivos-para-comemoracao/" rel="bookmark" title="17.dezembro.2009">Motivos para comemoração</a></li>
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		<title>Novo servidor</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 15:51:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Saboya</dc:creator>
				<category><![CDATA[planejamento urbano]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://urbanidades.arq.br/docs/tn/servidor_novo_tn.jpg" alt="Paris"/>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Urbanidades está de servidor novo. A mudança visa trazer melhorias para a experiência de visitação dos leitores e possiblitar novos projetos em parceria.</p>
<p>Portanto, se você notar alguma coisa errada, não hesite em deixar um comentário avisando, ok? Certamente alguns detalhes podem ter passado despercebidos.</p>
<p>Além disso, aproveitei essa época de férias para fazer alguns ajustes no site que há tempos vinha programando, mas que para os quais não arranjava tempo. Entre eles estão:</p>
<p class="olhos"> Agora com comentários encadeados!</p>
<ul>
<li>Correção e tradução da página &#8220;Não encontrada&#8221;, apresentada quando o endereço digitado está incorreto;</li>
<li>Correção da página de resultados da busca, cuja sidebar &#8220;caía&#8221; inexplicavelmente;</li>
<li>Inserção de um script para limpar automaticamente o campo de buscas (onde está escrito &#8220;Digite aqui para pesquisar&#8230;&#8221;) assim que o usuário clica sobre ele;</li>
<li>Inserção de uma foto na capa do site, que vai ser substituída de tempos em tempos para mostrar imagens interessantes de cidades;</li>
<li>Inserção do avatar nos comentários (para que sua foto apareça é preciso apenas cadastrar-se no site da <a title="Gravatar" href="http://en.gravatar.com/" target="_blank">Gravatar</a>, mas lembre-se de que isso servirá para todos os blogs que usam o mesmo sistema, desde que você use o mesmo email nos comentários);</li>
<li>E a mais importante: implementei os comentários encadeados (threaded comments), para que as discussões sobre os posts sejam mais interessantes e fáceis de serem acompanhadas. Com eles, é possível responder a um comentário específico, e ter a mensagem posicionada dentro dele.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-517" title="comentarios_aninhados" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/01/comentarios_aninhados.png" alt="" width="500" height="320" /></p>
Veja também:<ul><li><a href="http://urbanidades.arq.br/2009/07/avila-espanha/" rel="bookmark" title="19.julho.2009">&Aacute;vila &#8211; Espanha</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/05/urbanidades-de-cara-nova/" rel="bookmark" title="26.maio.2008">Urbanidades de cara nova!</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/08/lancado-o-banco-de-imagens-do-urbanidades/" rel="bookmark" title="26.agosto.2008">Lan&ccedil;ado o Banco de Imagens do Urbanidades</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2009/03/reciclar-e-preciso/" rel="bookmark" title="25.março.2009">Reciclar é preciso!</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/03/decisoees-em-grupo-vai-encarar/" rel="bookmark" title="31.março.2008">Decis&otilde;es em grupo: vai encarar?</a></li>
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		<title>Motivos para comemoração</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 13:38:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Saboya</dc:creator>
				<category><![CDATA[planejamento urbano]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://urbanidades.arq.br/docs/urbanidades_tn.png" alt = "Urbanidades"/>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este ano de 2009 encerra-se com dois grandes motivos para comemorar. O primeiro deles é o alcance da marca de 10.000 visitantes únicos por mês aqui no Urbanidades. Isso é muito mais do que eu poderia imaginar quando criei, em 2007, este blog. Desde então, foram 129 posts publicados sobre os mais diversos aspectos do planejamento urbano e do urbanismo.</p>
<p>Gostaria, portanto, de agradecer a todos vocês que vêm ler e comentar os textos aqui contidos. Sua participação é muito importante, seja comentando, enviando sugestões ou contribuições. É ela que nos dá motivação para continuar trabalhando.</p>
<p>O segundo motivo para comemoração é a minha aprovação em concurso para professor adjunto na UFSC, universidade na qual me formei e onde fiz o Doutorado. Foi um longo processo de preparação que, felizmente, foi recompensado. Espero poder retribuir todo o investimento público que foi feito na minha formação (fiz a graduação, mestrado e doutorado em universidades federais) através muito esforço nas atividades de docência e pesquisa, contribuindo para gerar novos conhecimentos em Arquitetura e Urbanismo para que possamos avançar nesse campo que é, ao mesmo tempo, tão importante e tão negligenciado pelos tomadores de decisão.</p>
<p>E, obviamente, isso é um motivo a mais para intensificar meus esforços de disseminação de conhecimentos sobre Arquitetura e Urbanismo aqui no Urbanidades, porque sozinhos não chegaremos a lugar nenhum!</p>
<p>Obrigado a todos!</p>
Veja também:<ul><li><a href="http://urbanidades.arq.br/2009/08/mestrado-em-urbanismo-ufsc/" rel="bookmark" title="17.agosto.2009">Mestrado em Urbanismo, hist&oacute;ria e arquitetura da cidade</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/08/lancado-o-banco-de-imagens-do-urbanidades/" rel="bookmark" title="26.agosto.2008">Lan&ccedil;ado o Banco de Imagens do Urbanidades</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2007/09/curso-regularizao-fundiria-plis/" rel="bookmark" title="06.setembro.2007">Curso regulariza&ccedil;&atilde;o fundi&aacute;ria &#8211; P&oacute;lis</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2010/02/publique-seu-artigo-no-urbanidades/" rel="bookmark" title="21.fevereiro.2010">Publique seu artigo no Urbanidades</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2007/10/mobilidade-por-bicicleta/" rel="bookmark" title="15.outubro.2007">Mobilidade por bicicleta</a></li>
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		</item>
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		<title>Livro sobre habitação social</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2009/11/livro-sobre-habitacao-social/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=livro-sobre-habitacao-social</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 17:41:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Saboya</dc:creator>
				<category><![CDATA[planejamento urbano]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[habitação social]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://urbanidades.arq.br/docs/tn/ibero2.png" alt="Congresso Habitação Social" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Repassando&#8230;</p>
<blockquote><p><strong>Livro discute a qualidade das habitações sociais</strong> <strong>brasileiras</strong></p>
<p>Por trás do projetode qualquer casa, estão as <span style="background-color: #ffffff;">necessidades </span>de seus habitantes. Cada pessoa tem suas<span style="background-color: #ffffff;"> preferências </span>no que diz respeito ao universo doméstico e o mesmo acontece com as famílias de menor renda. É o que mostra o livro &#8220;Sustentabilidade Social do Habitar&#8221;, que será lançado, no dia 26 de novembro, em Florianópolis, como parte da programação do III Congresso Brasileiro e II Congresso Iberoamericano de Habitação Social: ciência e tecnologia (CTHab). De autoria da profa. Carolina Palermo, da Universidade Federal de Santa Catarina, a obra demonstra como os  governos brasileiros, ao longo de mais de meio século, tratam a habitação voltada para famílias de menor renda mais como uma promessa eleitoral do que um compromisso social sério. &#8220;O sonho da casa própria encanta o brasileiro desde 1930, mas esse sonho vem se transformando em pesadelo depois de sucessivos programas que, focando a produção desenfreada de unidades de má qualidade construtiva e má qualidade funcional, esqueceram de quem realmente importa: o morador&#8221;, explica a autora.</p>
<p><span style="font-family: arial,sans-serif; font-size: 13px; border-collapse: collapse;"><strong><span style="border-collapse: separate; font-family: Verdana; font-weight: normal;"> </span></strong></span><br />
O livro busca também propor soluções para essa questão social, utilizando como critérios a qualidade projetual e a sustentabilidade social. &#8220;A habitação popular produzida no país sempre teve a função paliativa de adiar a discussão da qualidade, da viabilidade e da real demanda. Nada mais evidente do que a estratégia de &#8216;dourar a pílula&#8217; a cada início de gestão, planejando bonito, financiando e repassando uma herança de edificações pobres, quase efêmeras, em nada semelhantes a um Lar&#8221;, acrescenta a professora Carolina. A obra demonstra que habitar consiste em situar-se num espaço onde a segurança, a suficiência e o conforto beneficiam o repouso, a restauração das forças e da saúde, o convívio familiar e o crescimento social.</p>
<p><strong><strong>Saiba mais sobre o Congresso de Habitação Social</strong></strong><br />
A falta de moradias para a população é um problema que tem atingido grande parte dos centros urbanos brasileiros. Atualmente o país soma um déficit habitacional que superou a casa dos sete milhões de unidades e o poder público não tem conseguido atender a demanda existente. A fim de estimular estudos sobre soluções alternativas para essa questão, será realizado a terceira edição do Congresso Iberoamericano de Habitação Social: ciência e tecnologia (CTHab) entre os dias 23 e 27 de novembro, no Hotel Torres da Cachoeira em Florianópolis.</p>
<p>O tema geral do CTHab&#8217;2009 será “Por uma nova abordagem” e propõe apresentar novidades para o tratamento da questão da habitação social, sendo essas as residências concebidas para população de menor renda, ou seja, os cerca de 130 milhões de brasileiros que hoje recebem até 5 salários mínimos de renda mensal. Dentro desse contexto, vão ser discutidos aspectos como qualidade do projeto, adequação dimensional e acessibilidade.</p>
<p>O CTHab é o único evento realizado no Brasil especializado em Habitação de Interesse Social. Cerca de 300 participantes, entre estudantes de arquitetura, professores e pesquisadores do Brasil e exterior, são esperados nesta edição. O Congresso é organizado pelo Grupo de Estudos da Habitação, Grupo de Estudos da Habitação no Ambiente Urbano e os Programas de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo e em Engenharia Civil da Universidade Federal de Santa Catarina. As inscrições podem ser feitas no site <a style="color: #551a8b;" href="http://www.cthab.ufsc.br/" target="_blank">www.cthab.ufsc.br</a></p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong>O que?</strong> Lançamento do livro &#8220;Sustentabilidade Social do Habitar&#8221;, de Carolina Palermo<br />
<strong>Quando?</strong> 26 de novembro<br />
<strong>Onde?</strong> Hotel Torres da Cachoeira (Rua Luiz Boiteux Piazza, 3991, Cachoeira do Bom Jesus), em Florianópolis (SC)<br />
<strong>Informações?</strong> <a style="color: #551a8b;" href="http://www.cthab.ufsc.br/" target="_blank">www.cthab.ufsc.br</a><br />
<strong>Atendimento à imprensa:</strong> Dialetto Comunicação Estratégica &#8211; (48) 2107 2716</strong></p></blockquote>
Veja também:<ul><li><a href="http://urbanidades.arq.br/2009/11/iii-congresso-brasileiro-de-habitacao-social-cthab-2009/" rel="bookmark" title="06.novembro.2009">III Congresso Brasileiro de Habitação Social CTHab 2009</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2007/10/curso-de-recuperao-de-mais-valia/" rel="bookmark" title="02.outubro.2007">Curso de recupera&ccedil;&atilde;o de mais-valia</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2007/09/ministerio-das-cidades-contrata/" rel="bookmark" title="16.setembro.2007">Minist&eacute;rio das Cidades contrata</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/05/curso-de-plano-de-habitao/" rel="bookmark" title="27.maio.2008">Curso de plano de habita&ccedil;&atilde;o</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/02/estatuto-da-cidade-breve-historico/" rel="bookmark" title="06.fevereiro.2008">Estatuto da Cidade &#8211; breve histórico</a></li>
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		</item>
		<item>
		<title>A ineficiência do automóvel</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2009/10/a-ineficiencia-do-automovel/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=a-ineficiencia-do-automovel</link>
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		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 14:01:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Saboya</dc:creator>
				<category><![CDATA[planejamento urbano]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[transporte coletivo]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://urbanidades.arq.br/docs/tn/eficiencia_tc_tn.jpg" alt="Eficiência transporte coletivo"/>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste vídeo, a área ocupado pelos automóveis no espaço da cidade fica mais que evidente. A relação com o transporte coletivo chega a ser revoltante. Mesmo assim, nossas cidades continuam a ser cada vez mais invadidas pelas vias destinados aos carros, e transformadas em espaços menos amigáveis aos pedestres.</p>
<p>Acho que eu já comentei isso por aqui, mas um dos maiores mistérios para mim é o fato de que a importância do transporte coletivo parece ser um dos poucos consensos existentes em matéria de urbanismo e planejamento urbano. Em virtualmente todo encontro, seminário, palestra ou evento público há pessoas defendendo o TC, e nenhuma, absolutamente nenhuma pessoa defendendo os automóveis. E mesmo assim, na prática, as decisões continuam incentivando este último. Como entender isso?</p>
<p>Vídeo encontrado em Menos um Carro.</p>
<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/guodaBkDPP0&amp;rel=0&amp;color1=0xd6d6d6&amp;color2=0xf0f0f0"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/guodaBkDPP0&amp;rel=0&amp;color1=0xd6d6d6&amp;color2=0xf0f0f0" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></object></p>
Veja também:<ul><li><a href="http://urbanidades.arq.br/2009/10/entrevista-com-luis-lindau/" rel="bookmark" title="04.outubro.2009">Entrevista com Luis Antonio Lindau</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/05/assim-fica-dificil-trabalhar-2/" rel="bookmark" title="21.maio.2008">Assim fica dif&iacute;cil trabalhar! #2</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/02/0-problema-do-transito/" rel="bookmark" title="01.fevereiro.2008">O problema do tr&acirc;nsito</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2009/09/florianopolis-com-a-pior-mobilidade-urbana/" rel="bookmark" title="08.setembro.2009">Florianópolis com a pior mobilidade urbana?</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2010/07/lugares-do-mundo/" rel="bookmark" title="03.julho.2010">Lugares do mundo</a></li>
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		<item>
		<title>Manhattan 400 anos atrás</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2009/09/manhattan-400-anos-atras/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=manhattan-400-anos-atras</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 02:06:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Saboya</dc:creator>
				<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento urbano]]></category>
		<category><![CDATA[história da cidade]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://urbanidades.arq.br/docs/tn/mannahatta_tn.jpg" alt="Manhattan 400 anos atrás"/>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisadores americanos fizeram uma simulação de como seria a Ilha de Manhatan 400 anos atrás, antes da ocupação desenfreada que se seguiu nos séculos posteriores. As imagens são belíssimas, e nos fazem pensar sobre a ação humana sobre o ambiente. O impacto causado pela urbanização sobre os aspectos ambientais é inegável.  O que fazer? Sem dúvida o debate sobre a sustentabilidade é importantíssimo nos dias de hoje.</p>
<p>Acredito que nós planejadores ainda estejamos engatinhando nesse aspecto e, nesse sentido, acho que falta maior integração com os profissionais mais especializados (biólogos, engenheiros florestais, engenheiros sanitaritas, geógrafos, etc.). É um diálogo que tem que acontecer de forma mais intensa do que vem acontecendo até agora, para permitir a interdiscplinaridade (e não apenas multidisciplinaridade), ou seja, que os saberes do nosso campo de conhecimento sejam realmente influenciados e &#8211; por que não? &#8211; reformulados por uma visão mais preocupada com as questões ambientais.</p>
<p>Nessa linha, uma ótima sugestão de leitura é o livro &#8220;<strong>Jardim de Granito</strong>&#8221; de Anne Spirn. Ela fala sobre as questões ambientais no contexto das cidades, e oferece ótimos insights sobre possíveis caminhos a serem seguidos. Recomendo.</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2009/09/mannahatta.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-445" title="Manhattan 400 anos atrás" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2009/09/mannahatta-500x357.jpg" alt="Manhattan 400 anos atrás" width="500" height="357" /></a></p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2009/09/071001_paumgarten11_p646.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-446" title="Manhattan 400 anos atrás" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2009/09/071001_paumgarten11_p646-500x343.jpg" alt="Manhattan 400 anos atrás" width="500" height="343" /></a></p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2009/09/071001_paumgarten10_p646.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-447" title="Manhattan 400 anos atrás" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2009/09/071001_paumgarten10_p646-500x327.jpg" alt="Manhattan 400 anos atrás" width="500" height="327" /></a></p>
<p>Crédito das imagens e mais detalhes: <a href="http://www.newyorker.com/online/2007/10/01/slideshow_071001_maps?" target="_blank">Mapping Mannahatta</a>.</p>
Veja também:<ul><li><a href="http://urbanidades.arq.br/2009/12/nova-imagem-no-banco-de-imagens/" rel="bookmark" title="17.dezembro.2009">Nova imagem no banco de imagens</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/05/legibilidade-do-plano-diretor/" rel="bookmark" title="02.maio.2008">Legibilidade do plano diretor</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/05/urbanidades-de-cara-nova/" rel="bookmark" title="26.maio.2008">Urbanidades de cara nova!</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/08/lancado-o-banco-de-imagens-do-urbanidades/" rel="bookmark" title="26.agosto.2008">Lan&ccedil;ado o Banco de Imagens do Urbanidades</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2010/01/novo-servidor/" rel="bookmark" title="10.janeiro.2010">Novo servidor</a></li>
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		<title>Florianópolis com a pior mobilidade urbana?</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 01:54:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Saboya</dc:creator>
				<category><![CDATA[planejamento urbano]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[segregação urbana]]></category>
		<category><![CDATA[sintaxe espacial]]></category>
		<category><![CDATA[trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[transporte coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[urbanidades1]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://urbanidades.arq.br/docs/tn/axial_fpolis_tn.png" alt="Mapa Axial Florianópolis"/>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não muito tempo atrás, uma reportagem no principal jornal de Florianópolis citou uma pesquisa realizada em Brasília por um Doutorando da área de planejamento urbano. Segundo a reportagem, a pesquisa dizia que Florianópolis tinha a pior mobilidade urbana do País e uma das piores do mundo. A pesquisa logo me despertou interesse, uma vez que as poucas informações que foram disponibilizadas sugeria que o método utilizado tivesse sido o da <a title="Sintaxe Espacial" href="http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/" target="_blank">Sintaxe Espacial</a>, teoria pela qual tenho muito interesse e sobre a qual, inclusive, já publiquei um post aqui no Urbanidades.</p>
<p>Reportagem original e algumas repercussões:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default.jsp?uf=2&amp;local=18&amp;section=Geral&amp;newsID=a2523317.xml" target="_blank">Florianópolis tem pior mobilidade urbana do Brasil</a>;</li>
<li><a href="http://www.viaciclo.org.br/portal/noticias/46-noticias/317-pior" target="_blank">Florianópolis tem a pior mobilidade entre as capitais brasileiras</a>;</li>
<li><a href="http://carlosdamiao.wordpress.com/2009/05/26/a-segunda-pior-mobilidade-urbana-do-mundo/" target="_blank">A segunda pior mobilidade urbana do mundo</a>;</li>
</ul>
<p>O que parecia estranho é que a reportagem falava de mobilidade urbana, sem especificar o que seria isso. As repercussões falam em trânsito, transporte coletivo, ciclovias e outras coisas relacionadas. Entretanto,  a Sintaxe Espacial não trabalha diretamente com isso, mas apenas indiretamente. Então, fui verificar.</p>
<p>Consegui acessar a tese original em PDF. Aliás, gostei bastante do trabalho. Já a reportagem original deixou muito a desejar.</p>
<h2>O que a pesquisa diz?</h2>
<p>Para começo de conversa, o que podemos entender por mobilidade urbana? Bom, isso não fica muito claro na reportagem, mas em um sentido mais coloquial, eu diria que mobilidade urbana refere-se, pelo menos, à  possibilidade de deslocamento por automóveis e transporte coletivo pela cidade, assim como por bicicletas e a pé (portanto as repercussões fariam sentido, se a reportagem tivesse sido fiel aos resultados do estudo e este realmente tratasse da mobilidade). Alguns fatores mínimos deveriam ser considerados num estudo desse tipo, tal como a quantidade e abrangência de linhas de transporte coletivo, sua frequência, pontualidade, etc. Deveria também estudar os principais fluxos ao longo do dia, através de uma pesquisa de origem e destino, além de verificar se o sistema de ciclovias abrange boa parte da cidade ou não, entre outras coisas.</p>
<div class="olhos">Sintaxe Espacial não trabalha diretamente com Mobilidade Urbana.</div>
<p>Acontece que a Sintaxe Espacial, metodologia utilizada no trabalho, não estuda nada disso, nem se propõe a estudar. O que ela se propõe a fazer é estudar o espaço da cidade a partir da sua configuração, ou seja, a partir do traçado do sistema de espaços públicos ou, mais simplificadamente, do sistema viário. O trabalho em questão, de autoria de Valério Medeiros, baseia-se especificamente nas linhas axiais que fazem justamente isso: descrevem o sistema urbano em termos de grandes linhas retas que cobrem todo o sistema de espaços públicos.</p>
<p>A partir disso, ele tira várias conclusões sobre a forma de 164 cidades ao redor do mundo. Sua principal preocupação é saber se existe uma cidade típica no Brasil (a partir dos seus aspectos configuracionais, que são as variáveis utilizadas pela Sintaxe Espacial).</p>
<div class="olhos">Florianópolis tem um dos piores índices de integração do mundo.</div>
<p>Sobre Florianópolis, o que o trabalho conclui é que sua configuração da sua malha viária é um complicador para a mobilidade urbana, porque sua trama dispersa, pouco conectada e pouco compacta, acaba induzindo a uma grande segregação dos espaços. Em outras palavras, a integração global do sistema é a menor do País, e a 2a menor do mundo entre aquelas consideradas no estudo. O autor destaca que isso é, em parte, decorrente da topografia da Ilha, que impõem descontinuidades à malha. Eu acrescentaria pelo menos mais duas razões:</p>
<ol>
<li>a ocupação inicial em núcleos, ou freguesias, dependentes muito mais do transporte pelo mar do que por terra, que acabou gerando centralidades dispersas pela ilha;</li>
<li>o padrão de &#8220;espinha-de-peixe&#8221; que caracteriza grande parte dos assentamentos, e que não foi combatido pela legislação territorial (especialmente de parcelamento do solo), gerando grandes partes da cidade dependentes de poucas vias principais, que acabam ficando sobrecarregadas. Mesmo em locais em que a topografia permitiria mais vias, isso muitas vezes não aconteceu, contribuindo para diminuir o índice de integração.</li>
</ol>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-436" title="axial_fpolis" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2009/09/axial_fpolis.png" alt="axial_fpolis" width="500" height="653" /><span class="legendas"><br />
Mapa axial de Florianópolis (MEDEIROS, 2006)</span></p>
<h2>Concluindo</h2>
<p>Por isso, considero um erro grave de comunicação o que a referida reportagem fez: utilizando uma interpretação errada e simplória do trabalho de pesquisa, quis nos fazer acreditar que o estudo havia apontado Florianópolis como a cidade com pior mobilidade urbana do País. O estudo não mostra isso, e estudar a mobilidade urbana não era sua intenção. A própria reportagem reconhece isso quando diz:</p>
<blockquote><p>Medeiros avaliou como a forma das cidades condiciona a mobilidade. A partir da identificação de rotas em que é possível a passagem de veículos, o pesquisador calculou o chamado &#8220;valor de integração&#8221; de cada cidade, com o auxílio de um software. Foram levadas em consideração a organização e a conexão das ruas.</p></blockquote>
<div class="olhos">Do meu ponto de vista, mobilidade urbana de Florianópolis é péssima, mas esse estudo não se propõe a avaliar isso.</div>
<p>Observe &#8211; e isto é extremamente importante &#8211; que eu não estou defendendo a mobilidade urbana de Florianópolis. Do meu ponto de vista, ela é péssima, mas isso não pode ser sustentado pela pesquisa do Medeiros. Acredito que seja essencial buscarmos mais pesquisas para podermos ter uma visão mais completa &#8211; e cientificamente embasada &#8211; das nossas reais condições de mobilidade. E mais importante ainda, precisamos lutar para que as decisões sejam tomadas com base em informações de qualidade. Nesse sentido, a ciência tem muito a contribuir.</p>
<h2>Referência bibliográfica</h2>
<p>MEDEIROS, Valério.<strong> Urbis Brasiliae</strong>: ou sobre cidades do Brasil. Tese de Doutorado. UnB. Brasília, 2006.</p>
Veja também:<ul><li><a href="http://urbanidades.arq.br/2007/10/mobilidade-por-bicicleta/" rel="bookmark" title="15.outubro.2007">Mobilidade por bicicleta</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/11/enanpur-2009-florianopolis-sc/" rel="bookmark" title="28.novembro.2008">Enanpur 2009 &#8211; Florianópolis &#8211; SC</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/" rel="bookmark" title="03.setembro.2007">Sintaxe Espacial</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/09/encontro-nacional-da-anpur-2009-florianopolis-sc/" rel="bookmark" title="12.setembro.2008">Encontro Nacional da ANPUR &#8211; 2009 &#8211; Florianópolis-SC</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2009/11/iii-congresso-brasileiro-de-habitacao-social-cthab-2009/" rel="bookmark" title="06.novembro.2009">III Congresso Brasileiro de Habitação Social CTHab 2009</a></li>
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		<title>O arquivamento das Den&#250;ncias de Sarney [Off?]</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 12:08:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Saboya</dc:creator>
				<category><![CDATA[planejamento urbano]]></category>
		<category><![CDATA[gestão democrática]]></category>
		<category><![CDATA[política urbana]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://urbanidades.arq.br/docs/tn/ideli.jpg" alt="Ideli Salvati"/>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Planejamento Urbano e Política andam sempre juntos. Na verdade, tudo anda junto com a Política, uma vez que somos seres humanos, e por isso estamos sempre conversando, convivendo, comunicando, negociando, acordando&#8230;</p>
<p>Mas no caso do planejamento essa relação é muito mais intensa, já que as decisões envolvendo o &#8220;interesse público&#8221; sempre acabam passando pelas mãos daqueles eleitos democraticamente pelo povo que são, ao menos em teoria, aqueles com maior capacidade de decidir em nosso nome. A prática mostra que isso raramente é verdade. A virada participativa dos últimos anos no Brasil (e décadas em outros países mais avançados) é uma prova cabal de que os nossos representantes não têm sido muito competentes nessa representação, e de que é preciso criar canais mais capilarizados de participação nos processos decisórios, sob pena de ficarmos para sempre aprisionados em redes de favorecimento, paternalismo, disputa partidária e, especialmente corrupção, muita corrupção.</p>
<p>O caso do arquivamento das denúncias contra o Presidente do Senado, José Sarney, mostra que o interesse público é a menor das preocupações, mesmo em um partido tradicionalmente ligado às causas populares, como é o caso do PT. É importante nessa hora manter a consciência de que os todos os senadores que votaram &#8211; contra ou a favor &#8211; estavam mais preocupados com os jogos do poder do que necessariamente com a ética no trato da coisa pública. Não tenho a menor ilusão de que os senadores da oposição que votaram contra o arquivamento o fizeram por seu apego à ética e justiça. Duvido seriamente que, se o acusado fosse alguém da sua coligação de forças e peça-chave no seu jogo de interesses, eles continuariam votando contra o arquivamento.</p>
<p>Ainda assim, eu esperava mais do PT.</p>
<p>Uma das formas de evitar esses problemas, a meu ver, é aumentar a consciência sobre quem está nos representando, de forma a tentar ir &#8220;depurando&#8221;, a cada eleição, os nossos representante. Não há um candidato ideal? Vote no menos pior. Quem sabe ele não abre uma pequena brecha para que outros menos piores apareçam, e assim sucessivamente, até termos candidatos em quem realmente confiamos e que fazem por merecer essa confiança? Mudar tudo de uma hora para outra é impossível, mas eu acredito piamente na possibilidade de irmos melhorando um pouquinho de cada vez.</p>
<p>Esse aumento de consciência deve passar, necessariamente, por maior circulação das informações. Portanto, esta é uma tentativa de fazer a minha parte:</p>
<p><strong>Senadores que votaram A FAVOR do arquivamento:</strong></p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/7e3f8e362073_7BAA/bemv3583.jpg"><img src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/7e3f8e362073_7BAA/bemv3583_thumb.jpg" border="0" alt="bemv3583" width="144" height="179" /></a> Wellington Salgado (PMDB-MG) &#8211; Não (contra as denúncias que envolvem Sarney)</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/7e3f8e362073_7BAA/bemv3433.jpg"><img src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/7e3f8e362073_7BAA/bemv3433_thumb.jpg" border="0" alt="bemv3433" width="144" height="179" /></a> Almeida Lima (PMDB-SE) &#8211; Não</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/7e3f8e362073_7BAA/bemv30.jpg"><img src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/7e3f8e362073_7BAA/bemv30_thumb.jpg" border="0" alt="bemv30" width="144" height="179" /></a>Gilvam Borges (PMDB-AP) &#8211; Não</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/7e3f8e362073_7BAA/bemv4774.jpg"><img src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/7e3f8e362073_7BAA/bemv4774_thumb.jpg" border="0" alt="bemv4774" width="144" height="179" /></a> João Pedro (PT-AM) &#8211; Não</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/7e3f8e362073_7BAA/bemv613.jpg"><img src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/7e3f8e362073_7BAA/bemv613_thumb.jpg" border="0" alt="bemv613" width="144" height="179" /></a>Inácio Arruda (PC do B-CE) &#8211; Não</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/7e3f8e362073_7BAA/bemv4776.jpg"><img src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/7e3f8e362073_7BAA/bemv4776_thumb.jpg" border="0" alt="bemv4776" width="144" height="179" /></a> Gim Argelllo (PTB-DF) &#8211; Não</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/7e3f8e362073_7BAA/bemv74.jpg"><img src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/7e3f8e362073_7BAA/bemv74_thumb.jpg" border="0" alt="bemv74" width="146" height="184" /></a>Romeu Tuma (PTB-SP) &#8211; Não (vota como corregedor do Senado, que tem assento no Conselho de Ética)</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/7e3f8e362073_7BAA/bemv3360.jpg"><img src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/7e3f8e362073_7BAA/bemv3360_thumb.jpg" border="0" alt="bemv3360" width="144" height="170" /></a>Delcídio Amaral (PT-MS) &#8211; Não</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/7e3f8e362073_7BAA/bemv3373.jpg"><img src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/7e3f8e362073_7BAA/bemv3373_thumb.jpg" border="0" alt="bemv3373" width="144" height="179" /></a>Ideli Salvatti (PT-SC) &#8211; Não</p>
<p><strong>Senadores que votaram CONTRA o arquivamento:</strong></p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/7e3f8e362073_7BAA/bemv3399.jpg"><img src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/7e3f8e362073_7BAA/bemv3399_thumb.jpg" border="0" alt="bemv3399" width="144" height="179" /></a> Demóstenes Torres (DEM-GO) &#8211; Sim</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/7e3f8e362073_7BAA/bemv394.jpg"><img src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/7e3f8e362073_7BAA/bemv394_thumb.jpg" border="0" alt="bemv394" width="144" height="179" /></a> Eliseu Resende (DEM-MG) &#8211; Sim</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/7e3f8e362073_7BAA/bemv527.jpg"><img src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/7e3f8e362073_7BAA/bemv527_thumb.jpg" border="0" alt="bemv527" width="144" height="179" /></a> Marisa Serrano (PSDB-MS) &#8211; Sim</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/7e3f8e362073_7BAA/bemv735.jpg"><img src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/7e3f8e362073_7BAA/bemv735_thumb.jpg" border="0" alt="bemv735" width="144" height="179" /></a> Sérgio Guerra (PSDB-PE) &#8211; Sim</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/7e3f8e362073_7BAA/bemv4543.jpg"><img src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/7e3f8e362073_7BAA/bemv4543_thumb.jpg" border="0" alt="bemv4543" width="144" height="179" /></a>Rosalba Ciarlini (DEM-RN) &#8211; Sim</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/7e3f8e362073_7BAA/bemv4792.jpg"><img src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/7e3f8e362073_7BAA/bemv4792_thumb.jpg" border="0" alt="bemv4792" width="144" height="179" /></a>Jefferson Praia (PDT-AM) &#8211; Sim</p>
Veja também:<ul><li><a href="http://urbanidades.arq.br/2007/08/iniciando-a-srie-ultrajes-urbanos-esttua-da-havan/" rel="bookmark" title="14.agosto.2007">Iniciando a s&eacute;rie Ultrajes Urbanos: Est&aacute;tua da Havan</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2009/11/livro-sobre-habitacao-social/" rel="bookmark" title="23.novembro.2009">Livro sobre habitação social</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2009/01/o-futuro-de-floripa/" rel="bookmark" title="22.janeiro.2009">O futuro de Floripa</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2007/06/banco-de-experincias-em-pdp-do-ministrio-das-cidades/" rel="bookmark" title="26.junho.2007">Banco de Experi&ecirc;ncias em PDP do Minist&eacute;rio das Cidades</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/05/planos-diretores-contestados/" rel="bookmark" title="05.maio.2008">Planos Diretores contestados</a></li>
</ul><!-- Similar Posts took 8.630 ms -->]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Impacto de vizinhança #2</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2009/07/impacto-de-vizinhanca-2/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=impacto-de-vizinhanca-2</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 20:22:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Saboya</dc:creator>
				<category><![CDATA[instrumentos urbanísticos]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento urbano]]></category>
		<category><![CDATA[zoneamento]]></category>
		<category><![CDATA[impacto de vizinhança]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://urbanidades.arq.br/docs/tn/littlesthouseb.jpg" alt ="Little House"/>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em outro <a title="Impacto de vizinhança" href="http://urbanidades.arq.br/2008/02/impacto-de-vizinhana/" target="_blank">post aqui no Urbanidades</a>, mostrei uma singela homenagem que um vizinho fez a outro. Navegando pela Internet outro dia, descobri que pode haver gente ainda mais radical, ao ponto de construir uma casa inteira só para espezinhar os vizinhos.</p>
<p>A coisa tem até nome próprio: <a title="Spite Houses" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Spite_house" target="_blank">Spite Houses</a>. Segundo a Wikipedia,</p>
<blockquote><p>Spite House é uma edificação (geralmente encontrada em ambientes urbanos) que foi construída ou modificada porque o proprietário sentiu-se injustiçado ou maltratado por alguém que não a queria ali. Tipicamente construída para incomodar alguém, na maioria das vezes um vizinho, essas edificações servem primariamente como obstruções, impedimentos de luz ou de acesso às edificações vizinhas, ou como um símbolo de desafio.</p></blockquote>
<p>A <strong>Casa Richardson</strong>, por exemplo, foi construída porque o proprietário sentiu-se ofendido com a oferta de US$1.000,00 que o vizinho lhe fez, quando ele queria US$5.000,00. O vizinho disse que o terreno era muito fino e,por isso, não servia para muita coisa, e o proprietário resolveu prová-lo o contrário. Note que, na foto, é até difícil identificar onde está a casa. Ela é a &#8220;fita&#8221; mais escura &#8220;colada&#8221; na lateral da edificação maior. Possui 8 apartamentos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2009/07/639px-Spite_house_NY_1895.jpg"><img class="size-large wp-image-369 aligncenter" title="639px-Spite_house_NY_1895" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2009/07/639px-Spite_house_NY_1895-500x468.jpg" alt="639px-Spite_house_NY_1895" width="500" height="468" /></a><span class="legendas"><a href="http://www.blurtit.com/q5838352.html">Casa Richardson</a></span></p>
<p>A <strong>Skinny House</strong>, por outro lado, tem uma história diferente: dois irmãos herdaram um terreno do pai que faleceu. Quando um deles foi para a guerra, o outro aproveitou e construiu sua casa utilizando quase todo o terreno. Quando voltou da guerra, o outro irmão ficou tão indignado que resolveu construir a sua casa no que restou. O resultado?</p>
<p style="text-align: center;"><a title="Skinny House" href="http://www.blurtit.com/q5838352.html" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-368 aligncenter" title="q5838352_1097164_littlesthouseboston" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2009/07/q5838352_1097164_littlesthouseboston-192x300.jpg" alt="q5838352_1097164_littlesthouseboston" width="192" height="300" /></a><br />
<span class="legendas"><a href="http://www.blurtit.com/q5838352.html">Skinny House</a></span></p>
<p>A <strong>Casa Tyler</strong> foi construída porque seu proprietário não concordava com os planos da prefeitura de passar uma rua pelo seu terreno. Depois de ter perdido a batalha contra a prefeitura, ele descobriu que havia uma lei que impedia a desapropriação do terreno caso houvesse alguma estrutura significativa sobre o mesmo. Assim, ele contratou uma equipe de pedreiros que começaram imediatamente a construir a edificação. Na manhã seguinte, quando os técnicos da prefeitura chegaram, já não era possível passar a rua por lá&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2009/07/800px-2008_03_28_-_Frederick_-_Tyler_Spite_House_1.JPG"><img class="size-large wp-image-372 aligncenter" title="800px-2008_03_28_-_Frederick_-_Tyler_Spite_House_1" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2009/07/800px-2008_03_28_-_Frederick_-_Tyler_Spite_House_1-500x375.jpg" alt="800px-2008_03_28_-_Frederick_-_Tyler_Spite_House_1" width="500" height="375" /><br />
Casa Tyler</a></p>
Veja também:<ul><li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/02/impacto-de-vizinhana/" rel="bookmark" title="15.fevereiro.2008">Impacto de vizinhan&ccedil;a</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/06/transferencia-do-direito-de-construir/" rel="bookmark" title="29.junho.2008">Transferência do Direito de Construir</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2007/12/taxa-de-ocupacao-e-coeficiente-de-aproveitamento/" rel="bookmark" title="10.dezembro.2007">Taxa de ocupação e coeficiente de aproveitamento</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/09/o-que-e-especulacao-imobiliaria/" rel="bookmark" title="21.setembro.2008">O que é especulação imobiliária?</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/11/mies-van-der-rohe-e-as-apps-de-fundos-de-vale/" rel="bookmark" title="11.novembro.2008">Mies Van der Rohe e as APPs de fundos de vale</a></li>
</ul><!-- Similar Posts took 9.383 ms -->]]></content:encoded>
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