{"id":89,"date":"2016-12-22T13:06:14","date_gmt":"2016-12-22T15:06:14","guid":{"rendered":"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/?p=89"},"modified":"2017-02-09T18:09:42","modified_gmt":"2017-02-09T20:09:42","slug":"calcular-medidas-configuracionais-usando-o-qgis-plugin-space-syntax-toolkit","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/2016\/12\/22\/calcular-medidas-configuracionais-usando-o-qgis-plugin-space-syntax-toolkit\/","title":{"rendered":"Calcular medidas configuracionais usando o QGIS + plugin Space Syntax Toolkit"},"content":{"rendered":"<p>Outra op\u00e7\u00e3o para a realiza\u00e7\u00e3o de an\u00e1lises sint\u00e1ticas, <a href=\"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/2016\/05\/19\/calcular-medidas-sintaticas-atraves-do-depthmap\/\">al\u00e9m de faz\u00ea-la diretamente no Depthmap<\/a>, \u00e9\u00a0o plugin Space Syntax Toolkit, que permite realiz\u00e1-las\u00a0diretamente no QGIS, facilitando enormemente o processo incorpora\u00e7\u00e3o dos resultados a um projeto de SIG. Isso, por sua vez, facilita a integra\u00e7\u00e3o dessas informa\u00e7\u00f5es com outros aspectos relevantes para a an\u00e1lise\u00a0que est\u00e1 sendo feita, tais como o parcelamento do solo, a topografia\u00a0e\u00a0os usos do solo, entre muitos outros aspectos.<\/p>\n<h3>Instalando os softwares necess\u00e1rios<\/h3>\n<p>Para instalar o Depthmap, acesse <a href=\"http:\/\/archtech.gr\/varoudis\/depthmapX\/\" target=\"_blank\">esta p\u00e1gina <\/a>e baixe a vers\u00e3o X[Net], porque sem ela o plugin n\u00e3o funcionar\u00e1 corretamente. No momento que escrevo este tutorial, ela\u00a0pode ser encontrada no link acima com o nome\u00a0\u00a0&#8220;depthmapX-0.30-Windows.zip&#8221;. Basta fazer o download e descompactar o conte\u00fado para uma pasta no seu HD. Em seguida, clique duas vezes sobre o arquivo &#8220;depthmapX.exe&#8221;. Para verificar se \u00e9 a vers\u00e3o correta, veja se DepthmapX[net] aparece em uma tela como essa:<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/DepthmapXnet.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-70 aligncenter\" src=\"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/DepthmapXnet.jpg\" alt=\"DepthmapX[net]\" width=\"677\" height=\"548\" srcset=\"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/DepthmapXnet.jpg 677w, http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/DepthmapXnet-300x243.jpg 300w, http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/DepthmapXnet-50x40.jpg 50w, http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/DepthmapXnet-304x246.jpg 304w\" sizes=\"auto, (max-width: 677px) 100vw, 677px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Para a instala\u00e7\u00e3o do plugin, v\u00e1 at\u00e9 o menu &#8220;Complementos&#8221; do QGIS e selecione &#8220;Gerenciar e Instalar complementos&#8221;. Com a op\u00e7\u00e3o &#8220;Tudo&#8221; selecionada na coluna da esquerda, digite &#8220;Space Syntax&#8221; na caixa de busca e depois clique no resultado (Space Syntax Toolkit). Em seguida, clique em &#8220;Instalar&#8221;.<\/p>\n<h3>Preparando os dados de entrada<\/h3>\n<h4>Mapa axial<\/h4>\n<p>O primeiro passo \u00e9 importar o arquivo dxf contendo o mapa axial. Isso \u00e9 feito arrastando o arquivo para o painel de camadas, ou encontrando-o no disco usando o painel &#8220;Navegador&#8221; e clicando duas vezes sobre ele.<\/p>\n<p>Com o mapa em DXF carregado, \u00e9 preciso convert\u00ea-lo em um formato que o QGIS possa manipular. Para este tutorial, vamos considerar o shapefile, mas \u00e9 poss\u00edvel salvar em Spatialite ou PostGIS tamb\u00e9m. A vantagem destes \u00faltimos \u00e9 que o processo de verifica\u00e7\u00e3o do mapa e de c\u00e1lculo das medidas \u00e9 mais r\u00e1pido. Al\u00e9m disso, os nomes das colunas n\u00e3o precisam obedecer ao limite imposto pelo shapefile, e portanto ficam muito mais leg\u00edveis e amig\u00e1veis. Por outro lado, s\u00e3o formatos um pouco mais complicados para os iniciantes, pois lidam com bancos de dados espaciais.<\/p>\n<p>Para fazer a convers\u00e3o, clicar com a direita sobre o nome do layer dxf &gt; Salvar como &gt; Shapefile (ou Esri Shapefile, dependendo da vers\u00e3o do QGIS). N\u00e3o esquecer de indicar a proje\u00e7\u00e3o cartogr\u00e1fica correta.\u00a0Este tutorial assume que j\u00e1 h\u00e1 uma certa familiaridade com o SIG e o QGIS, e que portanto essa quest\u00e3o n\u00e3o deve ser um grande problema. Para maiores informa\u00e7\u00f5es sobre proje\u00e7\u00f5es, veja a se\u00e7\u00e3o Proje\u00e7\u00f5es ao final deste tutorial.<\/p>\n<h4>Unlinks<\/h4>\n<p>Agora precisamos dizer ao QGIS (ou melhor, ao plugin), quais intersec\u00e7\u00f5es devem ser desconsideradas (como seria o caso, por exemplo, de um viaduto em que as linhas se cruzam no desenho mas n\u00e3o na realidade). Isso pode ser feito de v\u00e1rias maneiras, mas a mais pr\u00e1tica \u00e9 criar um novo arquivo DXF composto\u00a0apenas por linhas que cruzam as duas linhas axiais que devem ser desconectadas. Esse arquivo deve ser importado para o QGIS da mesma maneira que o mapa axial descrito acima.<\/p>\n<p>A imagem abaixo mostra um detalhe de um mapa axial e os unlinks. No caso, trata-se de um viaduto com pista dupla que cruza por cima de uma avenida tamb\u00e9m de pista dupla. As retas em vermelho s\u00e3o os unlinks. Cada uma cruza duas linhas axiais que n\u00e3o devem ser consideradas conectadas para as an\u00e1lises sint\u00e1ticas.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-14_33_29.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large wp-image-93\" src=\"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-14_33_29-1024x546.png\" alt=\"screenshot-21_12_2016-14_33_29\" width=\"1024\" height=\"546\" srcset=\"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-14_33_29-1024x546.png 1024w, http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-14_33_29-300x160.png 300w, http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-14_33_29-768x409.png 768w, http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-14_33_29-50x27.png 50w, http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-14_33_29-462x246.png 462w, http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-14_33_29.png 1366w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Como esse arquivo costuma sofrer menos modifica\u00e7\u00f5es, mesmo que o mapa axial seja aprimorado com o tempo, \u00e9 poss\u00edvel deix\u00e1-lo salvo no disco e reaproveit\u00e1-lo em outras an\u00e1lises com vers\u00f5es mais recentes dos mapas axiais, se necess\u00e1rio.<\/p>\n<h3>Verificando o mapa<\/h3>\n<h4>Mapa axial<\/h4>\n<p>Uma das principais e mais valiosas funcionalidades do plugin \u00e9 a de analisar o mapa axial em busca de erros. Para fazer isso, clicar no bot\u00e3o Graph Analysis criado pelo plugin. Isso abrir\u00e1 uma caixa de di\u00e1logo, onde o layer contendo o mapa axial dever\u00e1 ser definido. Em seguida, clicar em &#8220;Verify&#8221;.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-14_46_26.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large wp-image-94\" src=\"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-14_46_26-1024x546.png\" alt=\"screenshot-21_12_2016-14_46_26\" width=\"1024\" height=\"546\" srcset=\"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-14_46_26-1024x546.png 1024w, http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-14_46_26-300x160.png 300w, http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-14_46_26-768x409.png 768w, http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-14_46_26-50x27.png 50w, http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-14_46_26-462x246.png 462w, http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-14_46_26.png 1366w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Dependendo do tamanho do sistema, essa an\u00e1lise pode demorar bastante, mas vale cada segundo. Ao final, o plugin indicar\u00e1 as linhas que est\u00e3o desconectadas, duplicadas e as &#8220;ilhas&#8221; isoladas do resto do conjunto, bem como alguns outros tipos de erros menos comuns. Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s linhas desconectadas, ele indica situa\u00e7\u00f5es em que duas linhas quase se encontram mas n\u00e3o o fazem. Muitas vezes isso significa um erro na elabora\u00e7\u00e3o do mapa, mas nem sempre. Clicando sobre o erro na lista que \u00e9 gerada, \u00e9 poss\u00edvel verificar o mapa atrav\u00e9s de um zoom e decidir se \u00e9 um erro que deve ser corrigido ou se o mapa est\u00e1 correto.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a corre\u00e7\u00e3o de todos os erros, o mapa deve ser importado novamente em sua vers\u00e3o correta.<\/p>\n<h4>Unlinks<\/h4>\n<p>Verificar os unlinks, que costumam gerar muito menos erros, \u00e9 mais simples. Para a primeira vez que esse procedimento for feito, clicar em &#8220;Update IDs&#8221; na aba &#8220;Unlinks&#8221;. Isso gerar\u00e1 a informa\u00e7\u00e3o, na camada de unlinks, sobre quais\u00a0linhas devem ser consideradas desconectadas.<\/p>\n<p>Em seguida, clicar em &#8220;Verify&#8221;. Caso haja algum erro (por exemplo, um tra\u00e7o dos unlinks que s\u00f3 cruza uma linha), eles ser\u00e1 indicado na lista abaixo. Se o resultado for &#8220;No problems found!&#8221;, ent\u00e3o o mapa est\u00e1 pronto para ser analisado.<\/p>\n<h3>Rodando a an\u00e1lise por linhas axiais<\/h3>\n<p>Voltando \u00e0 aba &#8220;Map&#8221;, clicar na &#8220;sub-aba&#8221; &#8220;depthmapX Remote&#8221;, mais abaixo. Manter a op\u00e7\u00e3o &#8220;Axial&#8221; selecionada em, em &#8220;Radius&#8221;, digitar &#8220;n, 3&#8221; (sem as aspas).<\/p>\n<p>Em &#8220;Output table&#8221;, o plugin sugere que o nome do novo layer seja o mesmo do mapa axial, isto \u00e9, ele ir\u00e1 atualizar os valores mantendo o mesmo shapefile. Se preferir, d\u00ea um novo nome (costuma ser recomend\u00e1vel fazer isso, para o caso de dar\u00a0algum erro).<\/p>\n<p>Antes de iniciar a an\u00e1lise, o Depthmap XNet deve ser inicializado. Depois que carregar, voc\u00ea pode voltar ao QGIS e deix\u00e1-lo ali quieto.<\/p>\n<p>Clicar em &#8220;Calculate&#8221;.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-15_03_34.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large wp-image-96\" src=\"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-15_03_34-1024x546.png\" alt=\"screenshot-21_12_2016-15_03_34\" width=\"1024\" height=\"546\" srcset=\"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-15_03_34-1024x546.png 1024w, http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-15_03_34-300x160.png 300w, http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-15_03_34-768x409.png 768w, http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-15_03_34-50x27.png 50w, http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-15_03_34-462x246.png 462w, http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-15_03_34.png 1366w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Dependendo do tamanho do mapa, essa etapa pode demorar bastante. Para Florian\u00f3polis, por exemplo, com 24600 linhas axiais, demora aproximadamente 50 minutos.<\/p>\n<h3>Rodando a an\u00e1lise por segmentos<\/h3>\n<p>Voltando \u00e0 aba &#8220;Map&#8221;, clicar na &#8220;sub-aba&#8221; &#8220;depthmapX Remote&#8221;, mais abaixo. Selecionar\u00a0a op\u00e7\u00e3o &#8220;Segment&#8221;. Em &#8220;Radius&#8221;, digitar &#8220;n, 1500, 5000&#8221; (sem as aspas). Note que, nas an\u00e1lises por segmento, os raios devem ser definidos em metros. Assim, adapte para os raios que desejar, sempre lembrando de separ\u00e1-los por v\u00edrgulas.<\/p>\n<p>Em &#8220;Output table&#8221;, o plugin sugere automaticamente um\u00a0novo nome para o layer a ser criado. Se preferir, defina\u00a0um nome diferente.<\/p>\n<p>Antes de iniciar a an\u00e1lise, o Depthmap XNet deve ser inicializado. Depois que carregar, voc\u00ea pode voltar ao QGIS e deix\u00e1-lo ali quieto.<\/p>\n<p>As configura\u00e7\u00f5es podem ser vistas clicando no bot\u00e3o &#8220;Settings&#8221;, e podem ser deixadas em seus valores padr\u00e3o.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-15_07_41.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-97 aligncenter\" src=\"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-15_07_41.png\" alt=\"screenshot-21_12_2016-15_07_41\" width=\"282\" height=\"262\" srcset=\"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-15_07_41.png 282w, http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-15_07_41-50x46.png 50w, http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-15_07_41-265x246.png 265w\" sizes=\"auto, (max-width: 282px) 100vw, 282px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Clicar em &#8220;Calculate&#8221;.<\/p>\n<h3>Visualizando os mapas sint\u00e1ticos<\/h3>\n<p>Se tudo deu certo, os valores sint\u00e1ticos est\u00e3o devidamente incorporados aos shapes, seja de linhas axiais ou de segmentos. Para fazer os mapas, feche a caixa de di\u00e1logo &#8220;Graph Analysis&#8221; e abra a segunda ferramenta do plugin, &#8220;Attributes Explorer&#8221;. Na nova caixa de di\u00e1logo, em &#8220;Select layer to explore&#8230;&#8221;, selecione o layer que acabou de ser criado ou atualizado com as medidas sint\u00e1ticas.<\/p>\n<p>A caixa abaixo mostrar\u00e1, ap\u00f3s alguns segundos (pode demorar um pouco), a lista de medidas sint\u00e1ticas. Selecione, por exemplo, a Int para visualizar a Integra\u00e7\u00e3o global (Raio n). O mapa ser\u00e1 automaticamente colorido segundo a escala padr\u00e3o de cores da Sintaxe. Qualquer modifica\u00e7\u00e3o desejada pode ser feita na parte inferior do painel, mas as modifica\u00e7\u00f5es s\u00f3 surtir\u00e3o efeito ap\u00f3s clicar em &#8220;Apply Symbology&#8221;.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-15_16_32.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large wp-image-98\" src=\"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-15_16_32-1024x546.png\" alt=\"screenshot-21_12_2016-15_16_32\" width=\"1024\" height=\"546\" srcset=\"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-15_16_32-1024x546.png 1024w, http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-15_16_32-300x160.png 300w, http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-15_16_32-768x409.png 768w, http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-15_16_32-50x27.png 50w, http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-15_16_32-462x246.png 462w, http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-21_12_2016-15_16_32.png 1366w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Caso queira fazer v\u00e1rios mapas com v\u00e1rias medidas diferentes, \u00e9 s\u00f3 inserir v\u00e1rias vezes o mesmo layer e fazer o mesmo procedimento para cada um deles, selecionando medidas diferentes na caixa &#8220;Attributes Explorer&#8221;.<\/p>\n<h3>No\u00e7\u00f5es rudimentares de\u00a0sistemas de coordenadas e proje\u00e7\u00f5es cartogr\u00e1ficas<\/h3>\n<p>Um sistema de coordenadas \u00e9 um mecanismo utilizado por cart\u00f3grafos para localizar um ponto na superf\u00edcie terrestre. Eles s\u00e3o divididos, a grosso modo, em dois tipos: o primeiro \u00e9 chamado de coordenadas geogr\u00e1ficas (estou adotando a nomenclatura utilizada pelo QGIS) e usa coordenadas angulares (latitude e longitude), e o segundo \u00e9 chamado de coordenadas projetadas, pois usa coordenadas projetadas no plano. Este \u00faltimo \u00e9 o mais importante para os nossos prop\u00f3sitos, pois permite a medi\u00e7\u00e3o de \u00e1reas e dist\u00e2ncias com maior facilidade.<\/p>\n<p>Para fins pr\u00e1ticos, a l\u00f3gica geral de uso e defini\u00e7\u00e3o do sistema de coordenadas dentro do QGIS \u00e9 a seguinte:<\/p>\n<ul>\n<li>Identificar o sistema de coordenadas sob o qual os dados originais\u00a0foram elaborados;<\/li>\n<li>Carreg\u00e1-lo para um arquivo em branco com o sistema de coordenadas correto e salv\u00e1-lo em shapefile com a proje\u00e7\u00e3o correta;<\/li>\n<li>Converter para um novo arquivo com a proje\u00e7\u00e3o desejada.<\/li>\n<\/ul>\n<p>O primeiro passo \u00e9 o que costuma ser mais dif\u00edcil, porque usualmente conseguimos dados sem documenta\u00e7\u00e3o adequada que nos indique qual o sistema de coordenadas utilizado. Algumas dicas podem ajudar:<\/p>\n<ul>\n<li>Para mapas cadastrais elaborados por prefeituras, normalmente essa informa\u00e7\u00e3o est\u00e1 contida no selo da prancha;<\/li>\n<li>Caso os dados n\u00e3o venham em pranchas ou estas n\u00e3o tenham essa informa\u00e7\u00e3o, o mais prov\u00e1vel \u00e9 que esteja sendo utilizado o\u00a0sistema UTM sirgas 2000, que \u00e9 o padr\u00e3o para o Brasil;<\/li>\n<li>Aqui h\u00e1 uma imagem com as <a href=\"http:\/\/www.forest-gis.com\/2014\/06\/um-pouco-sobre-projecao-utm.html\">faixas UTM para a Am\u00e9rica do Sul<\/a>\u00a0(notar que o QGIS s\u00f3 diferencia entre Norte (N) e Sul (S), e portanto as letras que constam na imagem podem ser ignoradas)<\/li>\n<li>Para Santa Catarina, mapas em escalas compat\u00edveis com o cadastro t\u00e9cnico (at\u00e9 1:10.000, digamos) provavelmente estar\u00e3o em UMT 22S sirgas 2000 (EPSG 31982), a n\u00e3o ser que sejam antigos (ver ponto abaixo);<\/li>\n<li>Caso os dados sejam mais antigos (antes de 2005, digamos), \u00e9 bem poss\u00edvel que ele esteja em UTM SAD 69 (EPSG 29192), que era o padr\u00e3o anterior ao sirgas 2000.<\/li>\n<li>Dados gerados a partir do Google Maps ou do OpenStreetMap costumam usar um sistema de proje\u00e7\u00e3o baseado no WGS84; no QGIS, voc\u00ea pode selecionar o EPSG 3857.<\/li>\n<li>Se, ao inserir o arquivo dxf com o sistema de coordenadas desconhecido, voc\u00ea mover o cursor e reparar que as medidas est\u00e3o em graus e minutos, isso significa que o sistema de coordenadas \u00e9 geogr\u00e1fico, e n\u00e3o projetado (plano).<\/li>\n<\/ul>\n<p>Uma vez definida a hip\u00f3tese mais prov\u00e1vel, defina a proje\u00e7\u00e3o do seu arquivo em branco para esse sistema de coordenadas, indo em Projeto &gt; Propriedades do Projeto &gt; SRC. Habilitar a transforma\u00e7\u00e3o &#8220;on the fly&#8221; e digitar o nome da proje\u00e7\u00e3o desejada na caixa &#8220;Filtro&#8221;; em seguida, selecionar a proje\u00e7\u00e3o e clicar em Ok.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-22_12_2016-12_03_06.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-100 aligncenter\" src=\"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-22_12_2016-12_03_06.png\" alt=\"screenshot-22_12_2016-12_03_06\" width=\"858\" height=\"554\" srcset=\"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-22_12_2016-12_03_06.png 858w, http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-22_12_2016-12_03_06-300x194.png 300w, http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-22_12_2016-12_03_06-768x496.png 768w, http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-22_12_2016-12_03_06-50x32.png 50w, http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Screenshot-22_12_2016-12_03_06-381x246.png 381w\" sizes=\"auto, (max-width: 858px) 100vw, 858px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Ap\u00f3s a importa\u00e7\u00e3o do arquivo DXF para dentro do projeto com o prov\u00e1vel SRC, clique sobre o nome da camada &gt; Salvar como&#8230; e salve um shapefile com o SRC desejado. Mesmo que este seja o mesmo do arquivo original, \u00e9 bom salvar uma c\u00f3pia j\u00e1 com o registro do SRC, para que voc\u00ea n\u00e3o precise indic\u00e1-lo para o QGIS toda hora que for usar o arquivo.<\/p>\n<p>Em seguida, crie um novo arquivo em branco e inclua um shapefile que voc\u00ea j\u00e1 conhece e usa, ou que pretenda cruzar com os dados provenientes do DXF, e examine o alinhamento entre eles. Se houver muita diferen\u00e7a, \u00e9 prov\u00e1vel que a hip\u00f3tese sobre o SRC original tenha sido incorreta e o processo deve ser reiniciado.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Outra op\u00e7\u00e3o para a realiza\u00e7\u00e3o de an\u00e1lises sint\u00e1ticas, al\u00e9m de faz\u00ea-la diretamente no Depthmap, \u00e9\u00a0o plugin Space Syntax Toolkit, que permite realiz\u00e1-las\u00a0diretamente no QGIS, facilitando enormemente o processo incorpora\u00e7\u00e3o dos resultados a um projeto de SIG. Isso, por sua vez, facilita a integra\u00e7\u00e3o dessas informa\u00e7\u00f5es com outros aspectos relevantes para a an\u00e1lise\u00a0que est\u00e1 sendo feita, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[15],"tags":[],"class_list":["post-89","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-tutoriais"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/89","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=89"}],"version-history":[{"count":7,"href":"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/89\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":102,"href":"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/89\/revisions\/102"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=89"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=89"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/urbanidades.arq.br\/mapasconfiguracionais\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=89"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}