Uma possível metodologia para a participação popular

Neste post são discutidas algumas críticas à participação popular e suas réplicas, em especial o pouco rendimento das discussões e, em vista disso, a necessidade de capacitação por parte do corpo técnico responsável pela condução do processo. … Continue lendo… →

Definição de Planejamento Urbano por Yehezkel Dror

Apesar de não ser um autor muito conhecido no que diz respeito à teoria do planejamento urbano, achei especialmente interessante a definição dada por Yehezkel Dror para o conceito de planejamento urbano:
“Planejamento é o processo de preparar um conjunto de decisões para ação no futuro, dirigida à consecução de objetivos através dos meios preferidos.” (DROR, 1973, p. 323) … Continue lendo… →

Macrozoneamento

Um dos instrumentos mais importantes dos planos diretores é, na minha opinião, o macrozoneamento. Esse conceito, apesar de não ser novo, ganhou especial importância a partir do Estatuto da Cidade e, principalmente, a partir das discussões realizadas Brasil afora sobre seus princípios e instrumentos (uma vez que a palavra “macrozoneamento”, propriamente dita, não é citada … Continue lendo… →

O planejamento sistêmico/racional-abrangente

Conforme vimos em um post anterior (O urbanismo), as primeiras abordagens de intervenção em cidades eram muito mais ligadas à tradição arquitetônica do que à do planejamento urbano como nós o conhecemos atualmente. Havia, portanto, a concepção de plano como um design físico, um projeto de cidade a ser alcançado dentro de um certo período … Continue lendo… →

Objetivos diversos (e conflitantes)

Poucos esquemas são tão esclarecedores quanto este: Kaiser et al (1995) mostram cinco tipos de objetivos presentes nas decisões em planejamento. Segundo eles, esses objetivos devem ser sintetizados em um único conjunto de objetivos, de forma consensuada e com a participação da população. Os tipos podem ser resumidamente descritos da seguinte forma: Objetivos herdados – … Continue lendo… →

O perigo dos objetivos genéricos

Em 1984, o psicólogo Bertram R. Forer aplicou um teste a um grupo de estudantes, e lhes deu um resultado que, supostamente seria uma descrição de sua personalidade: Você tem necessidade de que outras pessoas gostem e admirem você, e tem a tendência de ser auto-crítico. Apesar de ter algumas fraquezas de personalidade, normalmente consegue … Continue lendo… →