Uma possível metodologia para a participação popular

Neste post são discutidas algumas críticas à participação popular e suas réplicas, em especial o pouco rendimento das discussões e, em vista disso, a necessidade de capacitação por parte do corpo técnico responsável pela condução do processo. … Continue lendo… →

Condições básicas para a obtenção de consenso

Em um artigo muito interessante, Judith Innes (2004) rebate algumas críticas feitas à busca pelo consenso como forma de deliberação em questões relacionadas ao desenvolvimento urbano e ambiental. Segundo ela, essas críticas, na maioria das vezes, focam aplicações malfeitas da busca pelo consenso, e não os aspectos teóricos da questão. … Continue lendo… →

Conselho da Cidade de Jaraguá do Sul

Recebi esta mensagem por e-mail e reproduzo aqui na íntegra: Caro Renato: Em Joinville, maior cidade do Estado, tá instalada a polêmica sobre a criação do Conselho da Cidade de lá. Aqui em Jaraguá do Sul temos o nosso já em pleno funcionamento desde fevereiro de 2008 e sua composição contempla 67% de integrantes não-governamentais, … Continue lendo… →

Gestão democrática ou democracia maquiada?

Uma reclamação bastante comum nestes tempos de gestão democrática diz respeito a gestões nem tão democráticas assim. Infelizmente ainda hoje em dia são comuns situações em que o Poder Público tenta “maquiar” um processo tecnocrata e/ou com ingerências políticas com um verniz de participação. Os artifícios são os mais variados: alguns deles estão listados abaixo.

Objetivos diversos (e conflitantes)

Poucos esquemas são tão esclarecedores quanto este: Kaiser et al (1995) mostram cinco tipos de objetivos presentes nas decisões em planejamento. Segundo eles, esses objetivos devem ser sintetizados em um único conjunto de objetivos, de forma consensuada e com a participação da população. Os tipos podem ser resumidamente descritos da seguinte forma: Objetivos herdados – … Continue lendo… →

Preste atenção no que você presta atenção

A capacidade do ser humano de direcionar sua atenção para uma tarefa é algo muito interessante. Essa capacidade permite que o homem dedique, mesmo que por curtos períodos de tempo, todas as suas energias para algumas tarefas específicas, aproveitando todo o seu potencial para resolver um problema ou fazer avançar, de alguma forma, uma situação … Continue lendo… →

Decisões em grupo: vai encarar?

Decisões em grupo nunca são fáceis. Mesmo em grupos pequenos e homogêneos sempre surgem discordâncias, pontos de vistas diferentes e até mesmo brigas. Em um processo mais amplo, a complexidade e as dificuldades crescem exponencialmente. Algumas dessas dificuldade foram identificadas por Karacapilidis e Pappis (1997): Se no Brasil é difícil, imagine na China… As decisões … Continue lendo… →

Guia do facilitador no planejamento participativo

Este livro é um dos melhores que eu já li sobre métodos participativos. Escrito de uma forma muito simples, com muitos gráficos que facilitam o entendimento dos pontos de vista apresentados, o livro “Facilitator’s guide to participatory decision-making“, de Kaner et al (1996), dá uma geral sobre o processo participativo, destacando suas etapas e algumas … Continue lendo… →

Planejamento comunicativo no Enea Floripa 2007

Nesta quinta-feira (26.07 – 20h00) vou participar de uma mesa redonda no Enea 2007 (Encontro Nacional de Estudantes de Arquitetura), que acontece em Florianópolis. A idéia é discutir um pouco a importância dos aspectos comunicativos do planejamento urbano e as implicações para os planejadores e, em especial, para os arquitetos. Os slides da apresentaç ão … Continue lendo… →