Definição de Planejamento Urbano por Yehezkel Dror

Apesar de não ser um autor muito conhecido no que diz respeito à teoria do planejamento urbano, achei especialmente interessante a definição dada por Yehezkel Dror para o conceito de planejamento urbano:
“Planejamento é o processo de preparar um conjunto de decisões para ação no futuro, dirigida à consecução de objetivos através dos meios preferidos.” (DROR, 1973, p. 323) … Continue lendo… →

A visão tradicional de planos diretores

Este post comenta algumas características dos planos diretores tradicionais, tais como a ênfase no zoneamento, o caráter tecnocrático, a falta de visão estratégica e a negligência com relação à cidade informal. … Continue lendo… →

Urbanismo e planejamento urbano no Brasil – 1875 a 1992

Villaça (1999), em um artigo intitulado “Uma contribuição para a história do planejamento urbano no Brasil”, faz uma revisão da idéia de planejamento e de planos urbanos brasileiros desde 1897 até a atualidade. Seu objeto de estudo é o que ele chama de “Planejamento strictu sensu”, cuja definição está relacionada à elaboração de planos urbanos. … Continue lendo… →

O planejamento sistêmico/racional-abrangente

Conforme vimos em um post anterior (O urbanismo), as primeiras abordagens de intervenção em cidades eram muito mais ligadas à tradição arquitetônica do que à do planejamento urbano como nós o conhecemos atualmente. Havia, portanto, a concepção de plano como um design físico, um projeto de cidade a ser alcançado dentro de um certo período … Continue lendo… →

O que é plano diretor?

Não é tarefa fácil construir uma definição do que seja um plano diretor, uma vez que estes têm sido alvo de diversas definições e conceituações, e suas características têm variado de município para município. Percebendo isso, Villaça (1999) enfatiza a falta de uma conceituação amplamente aceita para o que seja plano diretor, argumentando que não … Continue lendo… →

Planejamento Estratégico de Cidades – parte 3

Este post é a terceira parte da série sobre planejamento estratégico de cidades: Planejamento Estratégico de Cidades – parte 1 Planejamento Estratégico de Cidades – parte 2 Reconhecer a importância dos elementos do planejamento estratégico pode ajudar os planejadores a fazerem planos melhores. Tentarei provar este argumento a seguir.

Planejamento Estratégico de Cidades – parte 2

Este post é uma continuação de “Planejamento estratégico de cidades – parte 1”, onde vimos uma definição do planejamento estratégico aplicado aos sistemas urbanos, suas etapas e algumas críticas que têm sido feitas sobre a forma como ele tem sido aplicado em algumas cidades. Apesar de essas críticas serem pertinentes e importantíssimas para uma avaliação … Continue lendo… →

Planejamento estratégico de cidades – parte 1

No final da década de 80 e início da década de 90 surgiu um enfoque que, até hoje, vem exercendo grande influência na forma como o planejamento urbano é feito ou, ao menos, recomendado: o planejamento estratégico. Prova disso é a própria resolução 34 do Conselho das Cidades, que diz no seu art. 1: Art. … Continue lendo… →

Perguntas simples, respostas nem tanto

Foto: Rustybuckets A que densidade corresponde um determinado Índice de Aproveitamento? Por falar nisso, qual é a densidade mais adequada a uma área residencial? A escolha da maioria é necessariamente a melhor escolha? O plano diretor deve ser apenas físico-territorial ou deve abranger também outros aspectos (políticas de saúde, educação, assistência social, etc.)? Qual a … Continue lendo… →

Os 4 “is” do desenvolvimento urbano

Segundo Hopkins (2001), um plano é necessário para lidar com quatro elementos inerentes ao processo de desenvolvimento: Ville Radieuse – Le Corbusier a) Interdependência, que significa que a adequação de uma ação depende de outra ação. É o caso, por exemplo, de um investimento público em um determinado lugar pode depender de outras ações para … Continue lendo… →