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	Comentários sobre: Assim fica dif&#237;cil trabalhar! #2	</title>
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	<description>Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</description>
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		<title>
		Por: Santiago, G.		</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2008/05/21/assim-fica-dificil-trabalhar-2/comment-page-1/#comment-712</link>

		<dc:creator><![CDATA[Santiago, G.]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 18:47:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Bom, como já se sabe este problema não é &quot;privilégio&quot; de apenas alguns estados brasileiros e cada dia aumenta a triste perspectiva do entupimento das veias e artérias das grandes cidades brasileiras! Saturação!!! Se formos falar de &#039;condição espacial de coexistência&#039; destes meios de transporte, vale lembrar que não só o ciclismo em si, como também o &quot;expresso canelinha&quot; não anda nem um pouco priorizado. Começamos errando por aew! A cidade hoje em dia não é pensada para o pedestre, mas para comportar o mais comodamente possivel os tais &#039;particulares sub-povoados&#039;, vulgo, automóveis contendo apenas 1 ou 2 passageiros durante a viagem. Ônibus, bicileta, pessoas..tudo isso fica em segundo plano. Mas e quando não houver mais espaço pra onde alargar, esticar, prolongar, duplicar e triplicar as vias!? Quanto mais via livre mais espaço pra carros, é uma lógica simples, por isso que carros e carros são comercializados todos os dias! As pessoas não querem andar no sol quente, sem ar-condicionado, além de esperar mais de 20 minutos por um ônibus que levará 1:30h para chegar ao seu destino! Falta articulação e qualidade!!! Aqui em Recife, começa-se a perceber com maior força esse problema. Percursos que antes levavam 15 minutos, agora levam 30 ou 40 minutos do nosso dia, e o número de carros não para de crescer. Felizmente, atualmente é mais visível a preocupação de priorizar o transporte público coletivo, com a implantação de corredores exclusivos cortando a cidade de Leste a Oeste, e futuramente, quem sabe, de Norte a Sul. Fora isso, existe a perspectiva da utilização dos meios fluviais para transporte de pessoas, um &quot;barcobus&quot; (essa é uma excelente alternativa para lugares onde seja possível implantar este meio de transporte, que além de rápido, seria bastante barato e acessível.) No mais...acredito que devamos nos preocupar com estas questões ates que o caos seja irreversível, ou irremediável, ou que o remédio seja amargo demais. Transporte público de qualidade, é a solução! Será que ninguém consegue ver isso (e fazer alguma coisa, de preferencia)?! \=]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, como já se sabe este problema não é &#8220;privilégio&#8221; de apenas alguns estados brasileiros e cada dia aumenta a triste perspectiva do entupimento das veias e artérias das grandes cidades brasileiras! Saturação!!! Se formos falar de &#8216;condição espacial de coexistência&#8217; destes meios de transporte, vale lembrar que não só o ciclismo em si, como também o &#8220;expresso canelinha&#8221; não anda nem um pouco priorizado. Começamos errando por aew! A cidade hoje em dia não é pensada para o pedestre, mas para comportar o mais comodamente possivel os tais &#8216;particulares sub-povoados&#8217;, vulgo, automóveis contendo apenas 1 ou 2 passageiros durante a viagem. Ônibus, bicileta, pessoas..tudo isso fica em segundo plano. Mas e quando não houver mais espaço pra onde alargar, esticar, prolongar, duplicar e triplicar as vias!? Quanto mais via livre mais espaço pra carros, é uma lógica simples, por isso que carros e carros são comercializados todos os dias! As pessoas não querem andar no sol quente, sem ar-condicionado, além de esperar mais de 20 minutos por um ônibus que levará 1:30h para chegar ao seu destino! Falta articulação e qualidade!!! Aqui em Recife, começa-se a perceber com maior força esse problema. Percursos que antes levavam 15 minutos, agora levam 30 ou 40 minutos do nosso dia, e o número de carros não para de crescer. Felizmente, atualmente é mais visível a preocupação de priorizar o transporte público coletivo, com a implantação de corredores exclusivos cortando a cidade de Leste a Oeste, e futuramente, quem sabe, de Norte a Sul. Fora isso, existe a perspectiva da utilização dos meios fluviais para transporte de pessoas, um &#8220;barcobus&#8221; (essa é uma excelente alternativa para lugares onde seja possível implantar este meio de transporte, que além de rápido, seria bastante barato e acessível.) No mais&#8230;acredito que devamos nos preocupar com estas questões ates que o caos seja irreversível, ou irremediável, ou que o remédio seja amargo demais. Transporte público de qualidade, é a solução! Será que ninguém consegue ver isso (e fazer alguma coisa, de preferencia)?! \=</p>
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		<title>
		Por: Maurício Bicudo		</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2008/05/21/assim-fica-dificil-trabalhar-2/comment-page-1/#comment-288</link>

		<dc:creator><![CDATA[Maurício Bicudo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 16:18:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Como ciclista e arquiteto, observo este assunto há bastante tempo.
Aliado ao culto ao automóvel, vêm o fato de que a revisão do Código de Trânsito Brasileiro reconheceu a bicicleta como um legítimo meio de transporte, mas não estabeleceu qualquer meio de controle de seus direitos e deveres.
Não houve sequer uma campanha para instruir os motoristas das outras modalidades de transporte a respeito do que mudou (espaço mínimo para ultrapassagem, faixa a qual os ciclistas têm direito de transitar, etc).
Qualquer motorista pensa que &quot;lugar de bicicleta é na calçada&quot; e os pedestres sabem que &quot;lugar de bicicleta é na rua&quot;. O reconhecimento da categoria ficou no papel e o ciclista... com o eterno papel de &quot;louco, por querer andar de bicicleta numa cidade como São Paulo&quot;.
A seguradora Porto Seguro, em alguns estacionamentos, montou bicicletários com bicicletas próprias à disposição gratuita de seus clientes. Se, motivos óbvios de ocupação, a bicicleta é restrita no metrô, por que a prefeitura não disponibiliza bicicletários adjuntos às estações de metrô para que os ciclistas tenham ao menos um lugar seguro para estacionar suas próprias bicicletas?
INTERMODALIDADE de transporte seria uma solução para quem a distância não favorece o deslocamento unicamente por bicicleta.
Se fosse dada maior atenção à despoluição do Rio Pinheiros, isto seria uma solução ecológica não apenas pelas suas águas, mas seria possível pavimentar uma larga ciclovia às suas margens, possibilitando ciclistas cruzarem longas distâncias da cidade em terreno plano e seguro. Isto também fomentaria a expansão do projeto Pomar.
Estes são apenas pequenos fatos que, se estudados, já melhorariam bastante a situação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como ciclista e arquiteto, observo este assunto há bastante tempo.<br />
Aliado ao culto ao automóvel, vêm o fato de que a revisão do Código de Trânsito Brasileiro reconheceu a bicicleta como um legítimo meio de transporte, mas não estabeleceu qualquer meio de controle de seus direitos e deveres.<br />
Não houve sequer uma campanha para instruir os motoristas das outras modalidades de transporte a respeito do que mudou (espaço mínimo para ultrapassagem, faixa a qual os ciclistas têm direito de transitar, etc).<br />
Qualquer motorista pensa que &#8220;lugar de bicicleta é na calçada&#8221; e os pedestres sabem que &#8220;lugar de bicicleta é na rua&#8221;. O reconhecimento da categoria ficou no papel e o ciclista&#8230; com o eterno papel de &#8220;louco, por querer andar de bicicleta numa cidade como São Paulo&#8221;.<br />
A seguradora Porto Seguro, em alguns estacionamentos, montou bicicletários com bicicletas próprias à disposição gratuita de seus clientes. Se, motivos óbvios de ocupação, a bicicleta é restrita no metrô, por que a prefeitura não disponibiliza bicicletários adjuntos às estações de metrô para que os ciclistas tenham ao menos um lugar seguro para estacionar suas próprias bicicletas?<br />
INTERMODALIDADE de transporte seria uma solução para quem a distância não favorece o deslocamento unicamente por bicicleta.<br />
Se fosse dada maior atenção à despoluição do Rio Pinheiros, isto seria uma solução ecológica não apenas pelas suas águas, mas seria possível pavimentar uma larga ciclovia às suas margens, possibilitando ciclistas cruzarem longas distâncias da cidade em terreno plano e seguro. Isto também fomentaria a expansão do projeto Pomar.<br />
Estes são apenas pequenos fatos que, se estudados, já melhorariam bastante a situação.</p>
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