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	Comentários sobre: Manhattan 400 anos atrás	</title>
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	<description>Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</description>
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		<title>
		Por: Mário Tompes		</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2009/09/11/manhattan-400-anos-atras/comment-page-1/#comment-5328</link>

		<dc:creator><![CDATA[Mário Tompes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 May 2012 19:13:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gabriel
Desculpe, mas não entendi seu argumento de que a ideia de sustentabilidade é uma grande falácia, porque só contribuiria para a prolongar a sobrevivência do capitalismo. Do seu argumento seria possível então concluir que intensificando a dilapidação do planeta e provocando sua inviabilização seria aceitável, já que provavelmente aceleraria a implosão do capitalismo. Sinceramente, não penso assim! A promoção da sustentabilidade é necessária em qualquer modelo de sociedade. É perfeitamente possível, e bem mais inteligente, defender a sustentabilidade e combater as mazelas do capitalismo simultaneamente. O que lhe parece?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gabriel<br />
Desculpe, mas não entendi seu argumento de que a ideia de sustentabilidade é uma grande falácia, porque só contribuiria para a prolongar a sobrevivência do capitalismo. Do seu argumento seria possível então concluir que intensificando a dilapidação do planeta e provocando sua inviabilização seria aceitável, já que provavelmente aceleraria a implosão do capitalismo. Sinceramente, não penso assim! A promoção da sustentabilidade é necessária em qualquer modelo de sociedade. É perfeitamente possível, e bem mais inteligente, defender a sustentabilidade e combater as mazelas do capitalismo simultaneamente. O que lhe parece?</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Susan Eipper		</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2009/09/11/manhattan-400-anos-atras/comment-page-1/#comment-735</link>

		<dc:creator><![CDATA[Susan Eipper]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 00:55:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá Renato, eu havia escrito o ano errado na primeira postagem (1409 ao invés de 2409), por isso tem duas postagens minhas. Aproveito para te parabenizar pelo site, o qual acompanho há algum tempo já.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Renato, eu havia escrito o ano errado na primeira postagem (1409 ao invés de 2409), por isso tem duas postagens minhas. Aproveito para te parabenizar pelo site, o qual acompanho há algum tempo já.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Susan Eipper		</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2009/09/11/manhattan-400-anos-atras/comment-page-1/#comment-734</link>

		<dc:creator><![CDATA[Susan Eipper]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 00:53:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Essas imagens são realmente impressionantes e frutos de uma pesquisa detalhada a respeito da história natural de Nova Iorque. O foco de grande parte deste livro é justamente “descobrir” como era a cidade em 1609 e não comparar sua sustentabilidade hoje e naquele momento histórico. Entretanto, o último capítulo do livro aborda o tema de como as técnicas utilizadas nesta pesquisa podem ajudar a desenvolver uma cidade mais sustentável no futuro. Seguindo os mesmos princípios é então realizado um estudo de como Nova Iorque poderia ser no ano de 2409. Aqui está uma palestra muito interessante a respeito deste projeto:

http://www.ted.com/talks/eric_sanderson_pictures_new_york_before_the_city.html

Na minha opinião o grande potencial deste trabalho (no que se refere ao urbanismo) é justamente a inclusão de novas técnicas no processo de planejamento, as quais proporcionam uma abordagem bastante detalhada e interdisciplinar sem perder a escala do todo.
A questão levantada pelo Renato Saboya da interdisciplinaridade talvez seja aqui solucionada, já que o trabalho de diferentes áreas são trazidos a uma mesma plataforma, cujos resultados são frutos da combinação dessas diferentes áreas.
Entretanto, vejo ainda como desafio a escolha correta das condicionantes do desenvolvimento de uma cidade e sua população, as quais são determinantes para que esta metodologia gere propostas coerentes e eficazes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essas imagens são realmente impressionantes e frutos de uma pesquisa detalhada a respeito da história natural de Nova Iorque. O foco de grande parte deste livro é justamente “descobrir” como era a cidade em 1609 e não comparar sua sustentabilidade hoje e naquele momento histórico. Entretanto, o último capítulo do livro aborda o tema de como as técnicas utilizadas nesta pesquisa podem ajudar a desenvolver uma cidade mais sustentável no futuro. Seguindo os mesmos princípios é então realizado um estudo de como Nova Iorque poderia ser no ano de 2409. Aqui está uma palestra muito interessante a respeito deste projeto:</p>
<p><a href="http://www.ted.com/talks/eric_sanderson_pictures_new_york_before_the_city.html" rel="nofollow ugc">http://www.ted.com/talks/eric_sanderson_pictures_new_york_before_the_city.html</a></p>
<p>Na minha opinião o grande potencial deste trabalho (no que se refere ao urbanismo) é justamente a inclusão de novas técnicas no processo de planejamento, as quais proporcionam uma abordagem bastante detalhada e interdisciplinar sem perder a escala do todo.<br />
A questão levantada pelo Renato Saboya da interdisciplinaridade talvez seja aqui solucionada, já que o trabalho de diferentes áreas são trazidos a uma mesma plataforma, cujos resultados são frutos da combinação dessas diferentes áreas.<br />
Entretanto, vejo ainda como desafio a escolha correta das condicionantes do desenvolvimento de uma cidade e sua população, as quais são determinantes para que esta metodologia gere propostas coerentes e eficazes.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: gabriel		</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2009/09/11/manhattan-400-anos-atras/comment-page-1/#comment-667</link>

		<dc:creator><![CDATA[gabriel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 02:51:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[as imagens são realmente bonitas, mas fico ainda me perguntando a que de fato elas vieram ou o que têm de fato a dizer. Está claro para todos que nos últimos 150 anos a ilha transformou-se totalmente, ganhou outra escala, etc. Mas ainda não vejo no desenvolvimento das imagens muito mais que um certo sentido de propaganda, um certo &quot;voluntarismo ambiental&quot;.

A ideia de &quot;sustentabilidade&quot; é uma grande falácia criada pelo capitalismo para que ele possa sobreviver e para continuar a gerar exploração e violência. Será que a ilha de Manhattan, transformada do jeito que está, é &quot;insustentável&quot;?

Este mapa (http://www.wired.com/images_blogs/photos/uncategorized/2008/04/16/newvulcan.jpg) é muito interessante: mostra como é justamente nas cidades MAIS densamente ocupadas nos EUA que emite-se MENOS CO2!! Ou seja: a emissão de CO2 por pessoa em Los Angeles é muito maior que em NY. 

Nas regiões do país onde os subúrbios ricos, baseados no automóvel, se proliferaram (e onde os arquitetos adora projetar &quot;casas sustentáveis&quot;) é onde emite-se MUITO MAIS CO2 por família!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>as imagens são realmente bonitas, mas fico ainda me perguntando a que de fato elas vieram ou o que têm de fato a dizer. Está claro para todos que nos últimos 150 anos a ilha transformou-se totalmente, ganhou outra escala, etc. Mas ainda não vejo no desenvolvimento das imagens muito mais que um certo sentido de propaganda, um certo &#8220;voluntarismo ambiental&#8221;.</p>
<p>A ideia de &#8220;sustentabilidade&#8221; é uma grande falácia criada pelo capitalismo para que ele possa sobreviver e para continuar a gerar exploração e violência. Será que a ilha de Manhattan, transformada do jeito que está, é &#8220;insustentável&#8221;?</p>
<p>Este mapa (<a href="http://www.wired.com/images_blogs/photos/uncategorized/2008/04/16/newvulcan.jpg" rel="nofollow ugc">http://www.wired.com/images_blogs/photos/uncategorized/2008/04/16/newvulcan.jpg</a>) é muito interessante: mostra como é justamente nas cidades MAIS densamente ocupadas nos EUA que emite-se MENOS CO2!! Ou seja: a emissão de CO2 por pessoa em Los Angeles é muito maior que em NY. </p>
<p>Nas regiões do país onde os subúrbios ricos, baseados no automóvel, se proliferaram (e onde os arquitetos adora projetar &#8220;casas sustentáveis&#8221;) é onde emite-se MUITO MAIS CO2 por família!</p>
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