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	Comentários sobre: Planejamento, desigualdade e o uso de bicicletas nas cidades brasileiras	</title>
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	<description>Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</description>
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		<title>
		Por: MARCO ANTONIO SOARES		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCO ANTONIO SOARES]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Sep 2017 14:18:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito boa matéria, contribui para os estudos e diálogos sobre o uso de ciclovias para a melhor segurança dos ciclistas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito boa matéria, contribui para os estudos e diálogos sobre o uso de ciclovias para a melhor segurança dos ciclistas.</p>
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		<title>
		Por: Sérgio Moraes		</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2011/03/08/planejamento-desigualdade-e-o-uso-de-bicicletas-nas-cidades-brasileiras/comment-page-1/#comment-7877</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sérgio Moraes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Sep 2015 13:22:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://urbanidades.arq.br/2011/03/08/planejamento-desigualdade-e-o-uso-de-bicicletas-nas-cidades-brasileiras/comment-page-1/#comment-7866&quot;&gt;Alberto V M&lt;/a&gt;.

Olá Alberto, grato pela contribuição. Os links tem realmente um material interessante que podem contribuir com os estudantes e pesquisadores do tema.
Como quis mostrar no post, o assunto é realmente polêmico. Porém, não creio que o modelo de segregação seja condenado na Europa. O que é condenado são sistemas cicloviários simplificados carentes de um projeto mais amplo que cuide dos pontos críticos da convivência entre automóveis, bicicletas e pedestres. A cultura conta sim e muito. Motoristas brasileiros não dirigem seus carros como os europeus! Mas gostaria de deixar uma perspectiva de usuário e não de pesquisador do tema: Estou tendo a oportunidade de morar em Paris, onde a bicicleta é parcialmente segregada, mas raras são as ocasiões que se deve pedalar sem alguma proteção ou sinalização. Ciclovias, compartilhamento em faixas de ônibus e faixas exclusivas no contra fluxo dos automóveis......Pedalo diariamente com meu filho de 10 anos 12km entre ida e volta da escola/trabalho, graças a segregação das vias cicláveis.Seria impossível pedalar com uma criança ao meio ao tráfego, mesmo tendo motoristas europeus ao volante, que respeitam e não tiram &quot;finas&quot;. Vejo pessoas idosas o tempo todo nas bikes, que certamente não estariam pedalando sem vias segregadas. Portanto, o incentivo ao pedalar traz mais pessoas pedalando e consequentemente mais segurança. Por muito tempo fui partidário do sistema ciclável integrado, mas entendi (principalmente ao conhecer o trabalho dos irmão Peñalosa em Bogotá - ver http://www.880cities.org/) que para interagir com os carros de igual para igual no trânsito é necessário ser um adulto bem treinado. Boas pedaladas!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://urbanidades.arq.br/2011/03/08/planejamento-desigualdade-e-o-uso-de-bicicletas-nas-cidades-brasileiras/comment-page-1/#comment-7866">Alberto V M</a>.</p>
<p>Olá Alberto, grato pela contribuição. Os links tem realmente um material interessante que podem contribuir com os estudantes e pesquisadores do tema.<br />
Como quis mostrar no post, o assunto é realmente polêmico. Porém, não creio que o modelo de segregação seja condenado na Europa. O que é condenado são sistemas cicloviários simplificados carentes de um projeto mais amplo que cuide dos pontos críticos da convivência entre automóveis, bicicletas e pedestres. A cultura conta sim e muito. Motoristas brasileiros não dirigem seus carros como os europeus! Mas gostaria de deixar uma perspectiva de usuário e não de pesquisador do tema: Estou tendo a oportunidade de morar em Paris, onde a bicicleta é parcialmente segregada, mas raras são as ocasiões que se deve pedalar sem alguma proteção ou sinalização. Ciclovias, compartilhamento em faixas de ônibus e faixas exclusivas no contra fluxo dos automóveis&#8230;&#8230;Pedalo diariamente com meu filho de 10 anos 12km entre ida e volta da escola/trabalho, graças a segregação das vias cicláveis.Seria impossível pedalar com uma criança ao meio ao tráfego, mesmo tendo motoristas europeus ao volante, que respeitam e não tiram &#8220;finas&#8221;. Vejo pessoas idosas o tempo todo nas bikes, que certamente não estariam pedalando sem vias segregadas. Portanto, o incentivo ao pedalar traz mais pessoas pedalando e consequentemente mais segurança. Por muito tempo fui partidário do sistema ciclável integrado, mas entendi (principalmente ao conhecer o trabalho dos irmão Peñalosa em Bogotá &#8211; ver <a href="http://www.880cities.org/" rel="nofollow ugc">http://www.880cities.org/</a>) que para interagir com os carros de igual para igual no trânsito é necessário ser um adulto bem treinado. Boas pedaladas!</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Alberto V M		</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2011/03/08/planejamento-desigualdade-e-o-uso-de-bicicletas-nas-cidades-brasileiras/comment-page-1/#comment-7866</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alberto V M]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2015 15:51:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mesmo na Europa o modelo de segregação já é condenado. O foco e que as bicicletas façam parte do fluxo normal de trânsito, mantendo os devidos critérios, como velocidade máxima compatível entre automóveis e bicicletas. E isso independe de país, cultura e estrutura da cidade. É um modelo e um direcionamento da orientação geral, objetivando minimizar os riscos de morte em acidentes.

http://massacriticapt.net/informa-es/os-perigos-da-segrega-o-de-tr-fego-ciclovias-no-planeamento-para-bicicletas

http://ec.europa.eu/environment/archives/cycling/cycling_en.pdf]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo na Europa o modelo de segregação já é condenado. O foco e que as bicicletas façam parte do fluxo normal de trânsito, mantendo os devidos critérios, como velocidade máxima compatível entre automóveis e bicicletas. E isso independe de país, cultura e estrutura da cidade. É um modelo e um direcionamento da orientação geral, objetivando minimizar os riscos de morte em acidentes.</p>
<p><a href="http://massacriticapt.net/informa-es/os-perigos-da-segrega-o-de-tr-fego-ciclovias-no-planeamento-para-bicicletas" rel="nofollow ugc">http://massacriticapt.net/informa-es/os-perigos-da-segrega-o-de-tr-fego-ciclovias-no-planeamento-para-bicicletas</a></p>
<p><a href="http://ec.europa.eu/environment/archives/cycling/cycling_en.pdf" rel="nofollow ugc">http://ec.europa.eu/environment/archives/cycling/cycling_en.pdf</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Emmmanuel Marcel Favre-Nicolin		</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2011/03/08/planejamento-desigualdade-e-o-uso-de-bicicletas-nas-cidades-brasileiras/comment-page-1/#comment-7396</link>

		<dc:creator><![CDATA[Emmmanuel Marcel Favre-Nicolin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2012 00:55:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não vejo muito sucesso nessa integração dos ciclistas as ruas. Eu faço isso, uso as técnicas pregadas por Forester mas isso tudo é reservado a &quot;especialistas&quot;. Não leva a universalização do modal bicicleta. Podemos ver o resultado desastroso da influência de Forester nos Estados Unidos que levou a um modal estagnado. Prefeito que quer colocar muita gente para andar de bicicleta tem que fazer ciclovia sim. É isso que levou Copenhague e a Holanda a ser muito frente dos demais nesse ponto. Hoje o caminho está traçado. Em Copenhague as coisas não começaram séculos atr? mas começaram nos anos 70. No anos setenta tinha muito mais ciclistas nas ruas do Brasil do que hoje. O carro começou a ocupar pouco a pouco o espaço urbano para chegar a situação catastrófica de hoje.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não vejo muito sucesso nessa integração dos ciclistas as ruas. Eu faço isso, uso as técnicas pregadas por Forester mas isso tudo é reservado a &#8220;especialistas&#8221;. Não leva a universalização do modal bicicleta. Podemos ver o resultado desastroso da influência de Forester nos Estados Unidos que levou a um modal estagnado. Prefeito que quer colocar muita gente para andar de bicicleta tem que fazer ciclovia sim. É isso que levou Copenhague e a Holanda a ser muito frente dos demais nesse ponto. Hoje o caminho está traçado. Em Copenhague as coisas não começaram séculos atr? mas começaram nos anos 70. No anos setenta tinha muito mais ciclistas nas ruas do Brasil do que hoje. O carro começou a ocupar pouco a pouco o espaço urbano para chegar a situação catastrófica de hoje.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Francyanne M. do Santos		</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2011/03/08/planejamento-desigualdade-e-o-uso-de-bicicletas-nas-cidades-brasileiras/comment-page-1/#comment-6830</link>

		<dc:creator><![CDATA[Francyanne M. do Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Aug 2012 00:32:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acho muito interessante esse tema, esta cada vez pior o transito brasileiro !
eu sou ciclista, uso para lazer e também a trabalho, vou todos os dias trabalhar de bicicleta...uma porque de sou estagiaria e não ganho muito para gastar com gasolina e não me pagam vale transporte que ta quase 3,00 (absurdo) e alem de estar lotados em plena manha que as vezes nem param para você (estão nem ai). olha, ta difícil, ninguém respeita ninguém, uma loucura... o que vai virar ? E eu moro numa cidade turistica, deveria ter pela cidade inteira ciclovias..]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho muito interessante esse tema, esta cada vez pior o transito brasileiro !<br />
eu sou ciclista, uso para lazer e também a trabalho, vou todos os dias trabalhar de bicicleta&#8230;uma porque de sou estagiaria e não ganho muito para gastar com gasolina e não me pagam vale transporte que ta quase 3,00 (absurdo) e alem de estar lotados em plena manha que as vezes nem param para você (estão nem ai). olha, ta difícil, ninguém respeita ninguém, uma loucura&#8230; o que vai virar ? E eu moro numa cidade turistica, deveria ter pela cidade inteira ciclovias..</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Valmir Oliveira Lima		</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2011/03/08/planejamento-desigualdade-e-o-uso-de-bicicletas-nas-cidades-brasileiras/comment-page-1/#comment-5634</link>

		<dc:creator><![CDATA[Valmir Oliveira Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jun 2012 17:59:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Me foi muito útil o embate de ideias acima.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Me foi muito útil o embate de ideias acima.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Tadeu Teixeira		</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2011/03/08/planejamento-desigualdade-e-o-uso-de-bicicletas-nas-cidades-brasileiras/comment-page-1/#comment-3963</link>

		<dc:creator><![CDATA[Tadeu Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Sep 2011 20:22:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://urbanidades.arq.br/?p=876#comment-3963</guid>

					<description><![CDATA[Caríssimos. Resido atualmente em Campos dos Goytacazes/RJ, cidade que culturalmente possui em contigente considerável de ciclistas(maioria trabalhadores e estudantes). A cidade possui relevo de planície e apropriado a um bom programa viário com a inclusão das ciclovias ou ciclofaixas. Estamos trabalhando para que esse meio de transporte saudável, ágil, ecologicamente correto e de cunho mais sustentável em termos de emissão de gases do efeito estufa tenha o seu lugar.
Somente como referência, em uma das três pontes sobre o Rio Paraíba do Sul, que liga um dos bairros ao centro da cidade, circulam em média mais de 1.000(mil) ciclistas por hora, no intervalo de 06:00 às 10:30, horários de pico, contagem realizada por mim em junho/2006.
Morei 18 anos em Curitiba(77 a 94). Embora bem urbanizada e com todo respeito às administrações &quot;Jaime Lerner&quot;, não é exemplo a se seguir em termos de facilidade ao ciclismo. No Rio de Janeiro também, conforme apropriadamente citou Pedro Paulo Bastos em seu comentário acima, uma vez que Sirkis, um ambientalista, quando Secretário Municipal de Urbanismo criou a maioria das ciclovias ou ciclofaixas para lazer e privilegiou a Zona Sul. Isto pode ser verificado na bela publicação do Instituto Pereira Passos do Rio de Janeiro, Ciclovias Cariocas, onde consta o seu trabalho. Não é demérito ao trabalho e sim uma crítica construtiva.
Quanto à polêmica em relação ao privilégio das ciclovias para os ciclistas, não devemos entender assim, mas como uma forma de proteção ao trabalhador, ao estudante e ao ciclista em geral, pois a sua velocidade é em geral inferior ao dos veículos automotores, a estrutura das bicicletas são mais frágeis, assim como o corpo humano. Há problemas de educação? Claro que sim, não somente do ciclista. Mas, isto ocorre até em Amsterdan, conforme comentários, mas que podem ser minimizados com investimento educacional na mídia, principalmente a televisiva. Cordialmente. Tadeu Teixeira]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caríssimos. Resido atualmente em Campos dos Goytacazes/RJ, cidade que culturalmente possui em contigente considerável de ciclistas(maioria trabalhadores e estudantes). A cidade possui relevo de planície e apropriado a um bom programa viário com a inclusão das ciclovias ou ciclofaixas. Estamos trabalhando para que esse meio de transporte saudável, ágil, ecologicamente correto e de cunho mais sustentável em termos de emissão de gases do efeito estufa tenha o seu lugar.<br />
Somente como referência, em uma das três pontes sobre o Rio Paraíba do Sul, que liga um dos bairros ao centro da cidade, circulam em média mais de 1.000(mil) ciclistas por hora, no intervalo de 06:00 às 10:30, horários de pico, contagem realizada por mim em junho/2006.<br />
Morei 18 anos em Curitiba(77 a 94). Embora bem urbanizada e com todo respeito às administrações &#8220;Jaime Lerner&#8221;, não é exemplo a se seguir em termos de facilidade ao ciclismo. No Rio de Janeiro também, conforme apropriadamente citou Pedro Paulo Bastos em seu comentário acima, uma vez que Sirkis, um ambientalista, quando Secretário Municipal de Urbanismo criou a maioria das ciclovias ou ciclofaixas para lazer e privilegiou a Zona Sul. Isto pode ser verificado na bela publicação do Instituto Pereira Passos do Rio de Janeiro, Ciclovias Cariocas, onde consta o seu trabalho. Não é demérito ao trabalho e sim uma crítica construtiva.<br />
Quanto à polêmica em relação ao privilégio das ciclovias para os ciclistas, não devemos entender assim, mas como uma forma de proteção ao trabalhador, ao estudante e ao ciclista em geral, pois a sua velocidade é em geral inferior ao dos veículos automotores, a estrutura das bicicletas são mais frágeis, assim como o corpo humano. Há problemas de educação? Claro que sim, não somente do ciclista. Mas, isto ocorre até em Amsterdan, conforme comentários, mas que podem ser minimizados com investimento educacional na mídia, principalmente a televisiva. Cordialmente. Tadeu Teixeira</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Mariana Oliveira		</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2011/03/08/planejamento-desigualdade-e-o-uso-de-bicicletas-nas-cidades-brasileiras/comment-page-1/#comment-3625</link>

		<dc:creator><![CDATA[Mariana Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 02:21:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muita boa a matéria, dá até gosto de ler..
Venho pesquisando há um tempo soluções voltadas para o uso da bicicleta como meio de transporte e venho arquivando em um site ( www.vadebicicleta.net ) alguns textos que falam sobre este meio de transporte. O site ainda está sendo construído, mas aos poucos vou enriquecendo.
Parabéns!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muita boa a matéria, dá até gosto de ler..<br />
Venho pesquisando há um tempo soluções voltadas para o uso da bicicleta como meio de transporte e venho arquivando em um site ( <a href="http://www.vadebicicleta.net" rel="nofollow ugc">http://www.vadebicicleta.net</a> ) alguns textos que falam sobre este meio de transporte. O site ainda está sendo construído, mas aos poucos vou enriquecendo.<br />
Parabéns!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Renato Saboya		</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2011/03/08/planejamento-desigualdade-e-o-uso-de-bicicletas-nas-cidades-brasileiras/comment-page-1/#comment-3266</link>

		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 22:05:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://urbanidades.arq.br/?p=876#comment-3266</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://urbanidades.arq.br/2011/03/08/planejamento-desigualdade-e-o-uso-de-bicicletas-nas-cidades-brasileiras/comment-page-1/#comment-3220&quot;&gt;Ricardo Lage&lt;/a&gt;.

2 links no comentário + falta de tempo do moderador.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://urbanidades.arq.br/2011/03/08/planejamento-desigualdade-e-o-uso-de-bicicletas-nas-cidades-brasileiras/comment-page-1/#comment-3220">Ricardo Lage</a>.</p>
<p>2 links no comentário + falta de tempo do moderador.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Renato Saboya		</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2011/03/08/planejamento-desigualdade-e-o-uso-de-bicicletas-nas-cidades-brasileiras/comment-page-1/#comment-3243</link>

		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jun 2011 03:53:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://urbanidades.arq.br/?p=876#comment-3243</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://urbanidades.arq.br/2011/03/08/planejamento-desigualdade-e-o-uso-de-bicicletas-nas-cidades-brasileiras/comment-page-1/#comment-3210&quot;&gt;Ricardo Lage&lt;/a&gt;.

Prezado Ricardo:
Discordo de vc quando diz que é fraco o argumento de que nossa realidade política cria imensas dificuldades para a implementação de ciclovias e outras infraestruturas necessárias para meios de transporte não motorizados. Quando o Sérgio comenta sobre os processos de decisão em políticas públicas, é porque tem experiência, assim como eu, nessas situações, e sabe que a realidade é bastante complicada e, infelizmente, sujeita a todos os tipos de manipulações, distorções e propaganda.

Na minha opinião, isso não pode nem deve ser negligenciado em um debate sobre o incentivo ao uso de bicicletas; pelo contrário, deve ser uma das frentes de batalha, talvez a principal delas. Senão, corremos o risco de tentar convencer com argumentos e posturas puramente técnicos, quando um dos principais entraves é de natureza política (no sentido mais amplo do termo). Ora, está óbvio que o problema da implantação das ciclovias não é tecnico, assim como não é de natureza técnica a negligência com os vários modais de transporte coletivo.

Vc usa exemplos pontuais de experiências bem sucedidas, mas não fornece nenhum indício de que isso possa ser visto como uma possibilidade real a ser estendida para nossas cidades de maneira geral, como o Sérgio já apontou. Também não acho que seja razoável comparar as cidades brasileiras com Copenhagem, mesmo a de 30 anos atrás. Se  lá demorou 30 anos, então começo a pensar que talvez 100 anos seja uma estimativa excessivamente otimista para o Brasil.

Por fim, acredito que o tom dos seus comentários seja desproporcionalmente ríspido em relação ao tom cordial (e mesmo conciliador) com que o Sérgio respondeu suas colocações. O espírito dos comentários aqui no Urbanidades é manter o diálogo e a troca de ideias, mas sem agressividade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://urbanidades.arq.br/2011/03/08/planejamento-desigualdade-e-o-uso-de-bicicletas-nas-cidades-brasileiras/comment-page-1/#comment-3210">Ricardo Lage</a>.</p>
<p>Prezado Ricardo:<br />
Discordo de vc quando diz que é fraco o argumento de que nossa realidade política cria imensas dificuldades para a implementação de ciclovias e outras infraestruturas necessárias para meios de transporte não motorizados. Quando o Sérgio comenta sobre os processos de decisão em políticas públicas, é porque tem experiência, assim como eu, nessas situações, e sabe que a realidade é bastante complicada e, infelizmente, sujeita a todos os tipos de manipulações, distorções e propaganda.</p>
<p>Na minha opinião, isso não pode nem deve ser negligenciado em um debate sobre o incentivo ao uso de bicicletas; pelo contrário, deve ser uma das frentes de batalha, talvez a principal delas. Senão, corremos o risco de tentar convencer com argumentos e posturas puramente técnicos, quando um dos principais entraves é de natureza política (no sentido mais amplo do termo). Ora, está óbvio que o problema da implantação das ciclovias não é tecnico, assim como não é de natureza técnica a negligência com os vários modais de transporte coletivo.</p>
<p>Vc usa exemplos pontuais de experiências bem sucedidas, mas não fornece nenhum indício de que isso possa ser visto como uma possibilidade real a ser estendida para nossas cidades de maneira geral, como o Sérgio já apontou. Também não acho que seja razoável comparar as cidades brasileiras com Copenhagem, mesmo a de 30 anos atrás. Se  lá demorou 30 anos, então começo a pensar que talvez 100 anos seja uma estimativa excessivamente otimista para o Brasil.</p>
<p>Por fim, acredito que o tom dos seus comentários seja desproporcionalmente ríspido em relação ao tom cordial (e mesmo conciliador) com que o Sérgio respondeu suas colocações. O espírito dos comentários aqui no Urbanidades é manter o diálogo e a troca de ideias, mas sem agressividade.</p>
]]></content:encoded>
		
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