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	Comentários sobre: Condições para a Vitalidade Urbana #3 – Características da relação edificação x espaço público	</title>
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	<description>Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</description>
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		<title>
		Por: Sara		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sara]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2015 03:33:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ótimo blog! Só gostaria de chamar a atenção para a autoria do livro &quot;Quando a rua vira casa&quot; Carlos Nelson não escreveu o livro, é somente coordenador. A autoria é do Arno e do Marco Antonio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ótimo blog! Só gostaria de chamar a atenção para a autoria do livro &#8220;Quando a rua vira casa&#8221; Carlos Nelson não escreveu o livro, é somente coordenador. A autoria é do Arno e do Marco Antonio.</p>
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		<title>
		Por: amanda		</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2013/03/03/condicoes-para-a-vitalidade-urbana-3-caracteristicas-da-relacao-edificacao-x-espaco-publico/comment-page-1/#comment-7778</link>

		<dc:creator><![CDATA[amanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2014 03:36:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Parabéns pelo blog professor! Muitos dos temas tratados aqui não encontra-se em nenhum outro lugar, ao menos não em português.
Estou fazendo meu tcc na área de urbanismo e ando pesquisando bastante sobre morfologia urbana e as tipologias de quadras e edificações, e as relações destas com o zoneamento praticado. Gostaria de saber sua opinião sobre a configuração de quadra &quot;fechada&quot;, com edificações relativamente baixas e contíguas, como opção de ocupação contemporânea nas cidades brasileiras. 
Obrigada!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pelo blog professor! Muitos dos temas tratados aqui não encontra-se em nenhum outro lugar, ao menos não em português.<br />
Estou fazendo meu tcc na área de urbanismo e ando pesquisando bastante sobre morfologia urbana e as tipologias de quadras e edificações, e as relações destas com o zoneamento praticado. Gostaria de saber sua opinião sobre a configuração de quadra &#8220;fechada&#8221;, com edificações relativamente baixas e contíguas, como opção de ocupação contemporânea nas cidades brasileiras.<br />
Obrigada!</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Débora Avancini		</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2013/03/03/condicoes-para-a-vitalidade-urbana-3-caracteristicas-da-relacao-edificacao-x-espaco-publico/comment-page-1/#comment-7664</link>

		<dc:creator><![CDATA[Débora Avancini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2013 18:00:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://urbanidades.arq.br/2013/03/03/condicoes-para-a-vitalidade-urbana-3-caracteristicas-da-relacao-edificacao-x-espaco-publico/comment-page-1/#comment-7600&quot;&gt;Mariana&lt;/a&gt;.

as pessoas nao intendem que o que causa o aumento da criminalidade são justamente os muros, que lhe dão uma falsa sensação de segurança no interior e torna o exterior uma &quot;praça de guerra&quot; onde ninguém de dispõe à frequentar, a cidade se torna um corredor, que leva as pessoas de um baloaste à outro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://urbanidades.arq.br/2013/03/03/condicoes-para-a-vitalidade-urbana-3-caracteristicas-da-relacao-edificacao-x-espaco-publico/comment-page-1/#comment-7600">Mariana</a>.</p>
<p>as pessoas nao intendem que o que causa o aumento da criminalidade são justamente os muros, que lhe dão uma falsa sensação de segurança no interior e torna o exterior uma &#8220;praça de guerra&#8221; onde ninguém de dispõe à frequentar, a cidade se torna um corredor, que leva as pessoas de um baloaste à outro.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: afranio lins filho		</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2013/03/03/condicoes-para-a-vitalidade-urbana-3-caracteristicas-da-relacao-edificacao-x-espaco-publico/comment-page-1/#comment-7660</link>

		<dc:creator><![CDATA[afranio lins filho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jul 2013 20:52:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[tem um texto muito bom do jorge wilhem, rua farol jornaleiro e bar, mostrando essa interacao de usos, espacos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>tem um texto muito bom do jorge wilhem, rua farol jornaleiro e bar, mostrando essa interacao de usos, espacos.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Marcos O. Costa		</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2013/03/03/condicoes-para-a-vitalidade-urbana-3-caracteristicas-da-relacao-edificacao-x-espaco-publico/comment-page-1/#comment-7618</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcos O. Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Apr 2013 15:33:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Renato, parabéns pelo Blog.
Aqui um texto que se enquadra na discussão proposta.

Um abraço,
Marcos O. Costa

O Edifício Ibaté de Adolf Franz Heep, e a crítica à legislação urbanística paulistana
Posted on 24/03/2013 por Marcos O. Costa


Adolf Franz Heep nasceu na Alemanha em 1902, e em em 1926 se formou na Escola de Artes e Ofícios de Frankfurt. Trabalhou com Adolf Meyer, Le Corbusier, André Lurçat e Jean Ginsberg. Em 1947 migra para São Paulo onde trabalha com Jacques Pilon e Henrique Mindlin. Em 1952 abre seu próprio escritório cujo foco era o desenvolvimento de projetos para o mercado imobiliário de São Paulo, na época uma das que mais crescia no mundo.  Dentre seus principais trabalhos cumpre citar, O Edifício de O Estado de São Paulo (junto com Pilon), a Igreja de São Domingos e o Edifício Itália, ícone da cidade. Heep também foi professor na FAU Mackenzie e membro do Conselho de Arquitetura daOrganização das Nações Unidas – ONU para os países latino-americanos.



Em 1953 ele projetou o Edifício Ibaté na esquinas das Ruas Augusta e Antônio Carlos na Consolação. Em sua área residencial existem várias tipologias desde kitchnetes de 30 m2 até apartamentos de 90 m2. As fachadas das ruas Augusta e Antônio Carlos estabelecem um diálogo interessante. A primeira é marcada pelo contraste entre a empena cega e o volume em balanço sobre a calçada. Já a fachada da Antônio Carlos se caracteriza pela presença de um grande grelha que serve para isolar cada uma das unidades, e funciona como proteção para os caixilhos. Seus elementos horizontais são floreiras. O prédio se adapta perfeitamente à lei zoneamento da época, que dispensava os recuos frontais e laterais, fazendo dele um equipamento urbano que valoriza a calçada .  O térreo é quase que totalmente ocupado por áreas comerciais abertas diretamente para  ela, apenas a entrada do edifício residencial rompe esta unidade de uso. Na esquina uma leve inflexão amplia o espaço, em um gesto de grande sensibilidade para com a cidade. (ver Renato Saboya)


Detalhe da esquina e a parede deslocada que amplia o espaço para o pedestre

Este edifício é uma belíssima crítica à nossa legislação urbanística vigente. Atualmente as leis paulistanas acreditam que a qualidade da cidade depende de baixa ocupação do terreno e verticalização. Em São Paulo é possível construir edifícios cujas áreas sejam até quatro vezes o tamanho do terreno. Ao mesmo tempo se exige que as construções ocupem no máximo 70% do terreno. Surgem recuos frontais, laterais e grandes áreas livres dentro dos lotes que são protegidas por muros e guaritas. Dada a baixa ocupação permitida se faz necessário aumentar a altura dos prédios para que se possa alcançar a área construída máxima permitida. Esta a razão da triste paisagem paulistana das últimas décadas.

O edifício de Heep nos lembra que existem boas alternativas arquitetônicas, urbanísticas e econômicas, capazes de  construir uma cidade melhor. O terreno ocupado possui 668 m2, coeficiente de aproveitamento de 7,2, e 4.815 m2 de área construída. A taxa de ocupação é de 83% e a altura total é de 34 metros (Edson Lucchini Jr, 2010). Consequentemente este prédio fere todas as normas urbanísticas em uso hoje em dia. Contudo sua qualidade urbana e arquitetônica me parecem muito superiores às das torres cercadas por altos muros que caracterizam boa parte dos recentes lançamentos do mercado imobiliário paulistano.

É urgente aproveitar o momento em que se discute o Plano Diretor de São Paulo, para uma reflexão profunda sobre a Lei de Zoneamento de São Paulo. As Leis vigentes não colaboram para a construção de uma cidade justa e bonita. É preciso mudá-la!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Renato, parabéns pelo Blog.<br />
Aqui um texto que se enquadra na discussão proposta.</p>
<p>Um abraço,<br />
Marcos O. Costa</p>
<p>O Edifício Ibaté de Adolf Franz Heep, e a crítica à legislação urbanística paulistana<br />
Posted on 24/03/2013 por Marcos O. Costa</p>
<p>Adolf Franz Heep nasceu na Alemanha em 1902, e em em 1926 se formou na Escola de Artes e Ofícios de Frankfurt. Trabalhou com Adolf Meyer, Le Corbusier, André Lurçat e Jean Ginsberg. Em 1947 migra para São Paulo onde trabalha com Jacques Pilon e Henrique Mindlin. Em 1952 abre seu próprio escritório cujo foco era o desenvolvimento de projetos para o mercado imobiliário de São Paulo, na época uma das que mais crescia no mundo.  Dentre seus principais trabalhos cumpre citar, O Edifício de O Estado de São Paulo (junto com Pilon), a Igreja de São Domingos e o Edifício Itália, ícone da cidade. Heep também foi professor na FAU Mackenzie e membro do Conselho de Arquitetura daOrganização das Nações Unidas – ONU para os países latino-americanos.</p>
<p>Em 1953 ele projetou o Edifício Ibaté na esquinas das Ruas Augusta e Antônio Carlos na Consolação. Em sua área residencial existem várias tipologias desde kitchnetes de 30 m2 até apartamentos de 90 m2. As fachadas das ruas Augusta e Antônio Carlos estabelecem um diálogo interessante. A primeira é marcada pelo contraste entre a empena cega e o volume em balanço sobre a calçada. Já a fachada da Antônio Carlos se caracteriza pela presença de um grande grelha que serve para isolar cada uma das unidades, e funciona como proteção para os caixilhos. Seus elementos horizontais são floreiras. O prédio se adapta perfeitamente à lei zoneamento da época, que dispensava os recuos frontais e laterais, fazendo dele um equipamento urbano que valoriza a calçada .  O térreo é quase que totalmente ocupado por áreas comerciais abertas diretamente para  ela, apenas a entrada do edifício residencial rompe esta unidade de uso. Na esquina uma leve inflexão amplia o espaço, em um gesto de grande sensibilidade para com a cidade. (ver Renato Saboya)</p>
<p>Detalhe da esquina e a parede deslocada que amplia o espaço para o pedestre</p>
<p>Este edifício é uma belíssima crítica à nossa legislação urbanística vigente. Atualmente as leis paulistanas acreditam que a qualidade da cidade depende de baixa ocupação do terreno e verticalização. Em São Paulo é possível construir edifícios cujas áreas sejam até quatro vezes o tamanho do terreno. Ao mesmo tempo se exige que as construções ocupem no máximo 70% do terreno. Surgem recuos frontais, laterais e grandes áreas livres dentro dos lotes que são protegidas por muros e guaritas. Dada a baixa ocupação permitida se faz necessário aumentar a altura dos prédios para que se possa alcançar a área construída máxima permitida. Esta a razão da triste paisagem paulistana das últimas décadas.</p>
<p>O edifício de Heep nos lembra que existem boas alternativas arquitetônicas, urbanísticas e econômicas, capazes de  construir uma cidade melhor. O terreno ocupado possui 668 m2, coeficiente de aproveitamento de 7,2, e 4.815 m2 de área construída. A taxa de ocupação é de 83% e a altura total é de 34 metros (Edson Lucchini Jr, 2010). Consequentemente este prédio fere todas as normas urbanísticas em uso hoje em dia. Contudo sua qualidade urbana e arquitetônica me parecem muito superiores às das torres cercadas por altos muros que caracterizam boa parte dos recentes lançamentos do mercado imobiliário paulistano.</p>
<p>É urgente aproveitar o momento em que se discute o Plano Diretor de São Paulo, para uma reflexão profunda sobre a Lei de Zoneamento de São Paulo. As Leis vigentes não colaboram para a construção de uma cidade justa e bonita. É preciso mudá-la!</p>
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		<title>
		Por: Camila Oliveira		</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2013/03/03/condicoes-para-a-vitalidade-urbana-3-caracteristicas-da-relacao-edificacao-x-espaco-publico/comment-page-1/#comment-7612</link>

		<dc:creator><![CDATA[Camila Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Mar 2013 17:43:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Excelente! Muito obrigada pelo texto e pelas referências bibliográficas.. Um abraço]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente! Muito obrigada pelo texto e pelas referências bibliográficas.. Um abraço</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Mariana		</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2013/03/03/condicoes-para-a-vitalidade-urbana-3-caracteristicas-da-relacao-edificacao-x-espaco-publico/comment-page-1/#comment-7600</link>

		<dc:creator><![CDATA[Mariana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Mar 2013 20:04:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É triste ver que no Brasil se faz exatamente o contrário, principalmente por conta da violência urbana. As pessoas querem menos acessos aos edifícios, aí colocam muralhas em volta pra afastar qualquer ser indesejado, e assim deixam o espaço público mais inseguro devido à falta dos &quot;olhos na rua&quot;. Melhor seria deixar a rua com mais fachadas ativas e assim ela seria mais vigiada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É triste ver que no Brasil se faz exatamente o contrário, principalmente por conta da violência urbana. As pessoas querem menos acessos aos edifícios, aí colocam muralhas em volta pra afastar qualquer ser indesejado, e assim deixam o espaço público mais inseguro devido à falta dos &#8220;olhos na rua&#8221;. Melhor seria deixar a rua com mais fachadas ativas e assim ela seria mais vigiada.</p>
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