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	<title>Urbanidades | Posts marcados como arquitetura - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
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	<title>Urbanidades | Posts marcados como arquitetura - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
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		<title>Arquitetura, espaço urbano e criminalidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Sep 2012 19:40:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Será publicado nos anais do II Enanparq, que acontece de 18 a 21 de Setembro próximo em Natal, um artigo de autoria de Mariana Vivan e coautoria minha, resultado da dissertação de mestrado conduzida pela autora junto ao PósArq UFSC. A pesquisa tratou de investigar a possível influência que relações de intervisibilidade entre os espaços públicos e privados possuem sobre a ocorrência de crimes na cidade. &#8230; <a href="https://urbanidades.arq.br/2012/09/15/arquitetura-espaco-urbano-e-criminalidade/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Arquitetura, espaço urbano e criminalidade</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Será publicado nos anais do <a title="II Enanparq" href="http://www.2enanparq.ct.ufrn.br/index.html" target="_blank">II Enanparq</a>, que acontece de 18 a 21 de Setembro próximo em Natal,<a title="Arquitetura, espaço urbano e criminalidade" href="http://arq.ufsc.br/infoarq/?p=342" target="_blank"> um artigo de autoria de Mariana Vivan e coautoria minha</a>, resultado da<a title="Arquitetura, espaço urbano e criminalidade" href="http://arq.ufsc.br/infoarq/?p=282" target="_blank"> dissertação de mestrado conduzida pela autora junto ao PósArq UFSC</a>, sob minha orientação. A pesquisa, fruto de um trabalho exaustivo, tratou de investigar a possível influência que relações de intervisibilidade entre os espaços públicos e privados possuem sobre a ocorrência de crimes(1). Essa noção não é nova, pelo contrário: desde <a title="Segurança nas cidades: Jane Jacobs e os olhos da rua" href="http://urbanidades.arq.br/2010/02/seguranca-nas-cidades-jane-jacobs-e-os-olhos-da-rua/" target="_blank">Jacobs (2000)</a>, pelo menos, os &#8220;olhos da rua&#8221; são considerados importantes elementos na segurança dos espaços públicos (especialmente as ruas e passeios), pela possibilidade de vigilância natural que proporcionariam. Além disso, Jacobs também defendia a mistura de estranhos e moradores locais, equilibrando os fluxos exclusivamente de passagem com os fluxos locais, como forma de aumentar a vigilância nas ruas e, consequentemente, a segurança.</p>
<p><a title="Segurança nas cidades: Oscar Newman e os espaços defensáveis" href="http://urbanidades.arq.br/2009/11/seguranca-nas-cidades-oscar-newman-e-os-espacos-defensaveis/" target="_blank">Oscar Newman</a>, por outro lado, defendia o que ficou conhecido como &#8220;defensible space&#8221;, entendido como espaços que, pela sua configuração, proporcionassem um sentimento de &#8220;pertencimento&#8221; aos moradores do entorno, que então se encarregariam de vigiá-los e mantê-los seguros. As ruas sem saída seriam exemplos de espaços defensáveis, nos quais estranhos seriam rapidamente identificados e, se necessário, &#8220;neutralizados&#8221;. Entretanto, concordava com Jacobs na questão da permeabilidade visual e proximidade das edificações com a rua como elemento de reforço das condições de segurança.</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/Newman-1996-01.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-1107 aligncenter" title="Newman (1996) - 01" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/Newman-1996-01-500x374.jpg" alt="" width="500" height="374" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/Newman-1996-01-500x374.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/Newman-1996-01-300x224.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/Newman-1996-01-768x576.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/Newman-1996-01-640x480.jpg 640w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/Newman-1996-01-50x37.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/Newman-1996-01-200x150.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/Newman-1996-01.jpg 814w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<p class="legendas">Diferenças na relação de diferentes tipologias (com densidades semelhantes) com a rua (NEWMAN, 1996). Qual seria a mais segura?</p>
<p>A pesquisa tentou testar essas questões para o contexto brasileiro, usando Florianópolis como estudo de caso. Para isso, levantou as características tipológicas de 94 locais em que ocorreram crimes no ano de 2010, cuidando para que houvesse boa distribuição espacial da amostra, ou seja, assegurand0-se de que todas as regiões da cidade possuíssem um número adequado de ocorrências levantadas. Muitas características dos lotes e das edificações foram levantadas, mas as mais importantes mostraram ser o uso do solo, a característica dos fechamentos dos lotes (muros, grades, etc., com ou sem vegetação), a densidade de aberturas e a quantidade de lotes vazios e/ou com edificações abandonadas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/permeabilidade_visual.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-1108" title="permeabilidade_visual" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/permeabilidade_visual-500x121.jpg" alt="" width="500" height="121" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/permeabilidade_visual-500x121.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/permeabilidade_visual-300x72.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/permeabilidade_visual-768x186.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/permeabilidade_visual-990x242.jpg 990w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/permeabilidade_visual-50x12.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/permeabilidade_visual-200x48.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/permeabilidade_visual.jpg 1000w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<p class="legendas">Teria a permeabilidade visual entre edificação e espaço público realmente a capacidade de auxiliar na prevenção de crimes? Seriam formas semelhantes à imagem da esquerda mais seguras que formas semelhantes à da direita? (Adaptado de VIVAN, 2012).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/vivan-interfaces_lotes.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-1109" title="vivan-interfaces_lotes" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/vivan-interfaces_lotes-500x110.jpg" alt="" width="500" height="110" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/vivan-interfaces_lotes-500x110.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/vivan-interfaces_lotes-300x66.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/vivan-interfaces_lotes-768x170.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/vivan-interfaces_lotes-50x11.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/vivan-interfaces_lotes-200x44.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/vivan-interfaces_lotes.jpg 1000w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<p class="legendas">Edificações das ocorrências estudadas, que exemplificam: a) Interface com alta visibilidade (IAV); b) Interface com média visibilidade (IMV); c) Interface com baixa ou nula visibilidade (IBV). (VIVAN, 2012)</p>
<p>A metodologia seguiu os seguintes passos gerais:</p>
<ul>
<li>Definição de uma amostra representativa dos crimes ocorridos em Florianópolis no ano de 2010;</li>
<li>Levantamento das características tipológicas e das edificações e seu entorno imediato, bem como dos demais aspectos considerados potencialmente relevantes;</li>
<li>Definição de um grupo de controle (2);</li>
<li>Levantamento das características tipológicas e das edificações e seu entorno imediato para o grupo de controle, bem como dos demais aspectos considerados potencialmente relevantes;</li>
<li>Comparação entre as características morfológicas da amostra e do grupo de controle;</li>
<li>Interpretação dos resultados.</li>
</ul>
<h3>Resultados</h3>
<p>Os resultados foram interessantes. Analisando apenas áreas predominantemente residenciais (pelo menos 70% de usos residenciais) (3) e comparando com um grupo de controle , eles indicaram que:</p>
<ul>
<li>O grupo de controle apresenta maiores valores de interface de alta visibilidade (IAV) com 42,11%, enquanto que na amostra de ocorrência de crimes esse índice foi de 35,16%;</li>
<li>A média de densidade das aberturas seguiu a mesma lógica, sendo que o grupo de controle com predominância residencial apresentou maior densidade média de aberturas (0,259 abertura/m) enquanto que a amostra apresentou 0,235 abertura/m ;</li>
<li>A porcentagem de lotes de usos vazios (UV) na amostra foi maior (12,79%) do que no grupo de controle (6,65%), o que reforça a noção de que os crimes em áreas residenciais ocorrem com maior frequência quando existe a proximidade de áreas vazias (e que, portanto, não oferecem intervisibilidade).</li>
</ul>
<div class="olhos">Apesar de tentarem se proteger com muros e paredes cegas, os moradores acabam criando o oposto: espaços urbanos mais inseguros</div>
<p>O que isso significa? Em poucas palavras, que as características de permeabilidade visual entre a edificação e o espaço da rua estão realmente relacionadas com a ocorrência de crimes, no sentido de que estes tendem a acontecer em locais caracterizados por formas arquitetônicas com menos permeabilidade (muros cegos ou com vegetação que impossibilita a visão, fachadas com poucas ou nenhuma janela e ruas com grande quantidade de terrenos vazios ou edificações abandonadas). Dito assim, isso não parece nenhuma novidade: intuitivamente nos sentimos mais inseguros em espaços com essas características. Temos a impressão de que, se algo acontecer, ninguém poderá nos ajudar ou chamar por socorro. Entretanto, uma coisa é sabermos intuitivamente que essa é nossa sensação; outra é termos fortes indícios quantitativos &#8211; e obtidos através de um método cuidadoso e sistemático &#8211; de que isso realmente influencia na localização das ocorrências de crime.</p>
<p>Além disso, por mais que intuitivamente isso seja facilmente percebido, ainda assim vemos muitos moradores fazendo exatamento o oposto, o que não deixa de ser um paradoxo: criam muros altos e cegos para supostamente proteger suas casas e diminuem a quantidade de janelas abertas para a rua para preservarem sua privacidade, mas ao fazê-lo estão criando espaços externos mais inseguros que, ao fim e ao cabo, tornam mais inseguras suas residências (os crimes considerados no estudo envolviam não apenas aqueles ocorridos no espaço público, mas também no interior dos lotes e edificações).</p>
<p>Some-se a isso os planos diretores, que frequentemente permitem ou até mesmo incentivam tipologias com baixa permeabilidade visual, e o quadro está pronto: cidades cada vez mais inseguras, desvitalizadas, desagradáveis, intimidadoras. Enquanto não houver <a title="A urgência do planejamento" href="http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/10.125/3624" target="_blank">instrumentos urbanísticos mais sensíveis ao funcionamento dos sistemas urbanos</a>, os problemas tendem a se agravar.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/impermeabilidade_pds.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-1110" title="SAMSUNG" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/impermeabilidade_pds-500x181.jpg" alt="" width="500" height="181" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/impermeabilidade_pds-500x181.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/impermeabilidade_pds-300x108.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/impermeabilidade_pds-768x279.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/impermeabilidade_pds-50x18.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/impermeabilidade_pds-200x73.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/09/impermeabilidade_pds.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<p class="legendas">Fachadas de baixa permeabilidade no térreo.</p>
<h3>Resumo oficial da dissertação (VIVAN, 2012):</h3>
<p>Este artigo tem como objetivo estudar a correlação entre aspectos da forma edificada (especialmente a permeabilidade visual) e a ocorrência de crimes no espaço urbano de Florianópolis &#8211; SC, partindo da hipótese de que a maior conexão visual entre área pública e privada inibe a ocorrência de crimes. Para isso, foram selecionados os tipos de crimes a serem focalizados, que são alguns tipos de furtos e roubos, e violação de domicílio. A cidade foi dividida em seis porções, para facilitar os levantamentos por regiões, e foram selecionados crimes para amostragens proporcionais à realidade do ano de 2010. Foi realizado o levantamento dos dados em campo, com a compilação dos resultados para, assim, analisar estatisticamente. Os resultados preliminares não indicaram correlação entre características de visibilidade e ocorrência de crimes. Entretanto, uma análise mais cuidadosa identificou que a elevada presença de usos comerciais na amostra poderia estar distorcendo os resultados. Assim, uma nova análise foi efetuada considerando apenas os trechos com predominância residencial, tanto na amostra quando no grupo de controle. Os resultados sustentaram a influência de fatores de visibilidade na ocorrência de alguns tipos de crimes, corroborando a literatura, o que evidencia a importância da consideração das variáveis físicas do layout na redução da suscetibilidade de alguns locais ao crime.</p>
<p>PALAVRAS-CHAVE: conexão visual, segurança no espaço construído, espaço público, espaço privado.</p>
<h3> Notas</h3>
<p>(1) O que não significa, obviamente, que os crimes são causados pela forma das edificações, ou que estas poderiam, de alguma maneira, eliminá-los. Significa apenas que parece existir uma ligação entre a forma das edificações e a probabilidade de acontecerem crimes nos seus entornos imediatos.</p>
<p>(2) O grupo de controle foi definido considerando os raios de distância métrica a partir dos pontos em que os crimes aconteceram. Dessa forma, foram selecionadas localizações que estivessem ao mesmo tempo nas mesma regiões dos crimes, mas em pontos distantes o suficiente para estarem fora de sua área de influência imediata. Agradecimentos ao Prof. Fletes, do Depto. de Estatística da UFSC, cujo auxílio no design do experimento foi essencial para o trabalho.</p>
<p>(3) A comparação entre áreas residenciais foi feita porque a primeira parte da análise indicou que usos comerciais possuem dinâmicas diferentes em relação aos crimes, uma vez que possuem permeabilidade visual mais alta e ao mesmo tempomaior atratividade para os criminosos, pela maior circulação de dinheiro. Analisando apenas áreas predominantemente residenciais, foi possível isolar a variável &#8220;uso do solo&#8221; e realizar comparações mais confiáveis. Um estudo mais aprofundado sobre a relação entre os diferentes usos do solo e a ocorrência de crimes está em fase inicial de elaboração.</p>
<h3>Referências</h3>
<p>NEWMAN, Oscar. <strong>Creating defensible spaces</strong>. Washington, DC: U.S. Department of Housing and Urban Development, 1996.</p>
<p>JACOBS, J. <strong>Morte e vida de grandes cidades</strong>. São Paulo: Martins Fontes, 2000.</p>
<p>VIVAN, Mariana. <a title="Arquitetura, espaço urbano e criminalidade" href="http://arq.ufsc.br/infoarq/?p=282" target="_blank"><strong>Arquitetura, espaço urbano e criminalidade</strong>: relações entre espaço construído e segurança, com foco na visibilidade</a>. Dissertação de Mestrado defendida junto ao PósArq &#8211; UFSC, Florianópolis, SC: UFSC.</p>
<p>VIVAN, Mariana; SABOYA, Renato. <a title="Arquitetura, espaço urbano e criminalidade" href="http://arq.ufsc.br/infoarq/?p=342" target="_blank">Arquitetura, espaço urbano e criminalidade: relações entre espaço construído e segurança, com foco na visibilidade</a>. II Encontro Nacional da Anparq.<strong> Anais</strong>&#8230; , 2012. Natal, Brasil . (no prelo).</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2012/09/15/arquitetura-espaco-urbano-e-criminalidade/">Arquitetura, espaço urbano e criminalidade</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Urbanidades no Flickr: imagens para aulas de arquitetura e urbanismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Jun 2012 18:10:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça o grupo de imagens de Arquitetura e Urbanismo do Urbanidades criado no Flickr. A intenção é que o grupo funcione como um repositório e um espaço para compartilhamento de imagens que possam ser úteis para a preparação de material didático relacionado à Arquitetura e ao Urbanismo. &#8230; <a href="https://urbanidades.arq.br/2012/06/30/urbanidades-no-flickr-imagens-para-aulas-de-arquitetura-e-urbanismo/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Urbanidades no Flickr: imagens para aulas de arquitetura e urbanismo</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É final de semestre e, por conta disso, o Urbanidades ficou sem atualização por algum tempo. Mas pretendo compensar compartilhando aqui com vocês tudo o que foi produzido nesse últimos dois meses. Em breve virão artigos e posts sobre as pesquisas que estão sendo desenvolvidas no <a title="InfoArq - Arquitetura e Urbanismo" href="http://arq.ufsc.br/infoarq/" target="_blank">InfoArq</a>, com resultados muito interessantes.</p>
<p>Por enquanto, quero convidar a todos para conhecer o <a title="Imagens de Arquitetura e Urbanismo - Blog Urbanidades" href="http://www.flickr.com/groups/urbanidades/pool/" target="_blank">grupo de imagens de Arquitetura e Urbanismo do Urbanidades</a>, criado no Flickr. A intenção é que o grupo funcione como um repositório e um espaço para compartilhamento de imagens que possam ser úteis para a preparação de material didático relacionado à Arquitetura e ao Urbanismo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-1074 aligncenter" title="urbanidades_flickr_01" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/06/urbanidades_flickr_01-500x340.jpg" alt="" width="500" height="340" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/06/urbanidades_flickr_01-500x340.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/06/urbanidades_flickr_01-300x204.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/06/urbanidades_flickr_01-768x523.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/06/urbanidades_flickr_01-50x34.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/06/urbanidades_flickr_01-200x136.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/06/urbanidades_flickr_01.jpg 859w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span id="more-1073"></span></p>
<div class="olhos">Participe enviando imagens. Quanto mais gente colaborar, mais rico será o material disponibilizado a todos.</div>
<p>Aos poucos, todas as imagens produzidas aqui para o Urbanidades estarão lá em alta resolução e sob uma licença Creative Commons. Outras imagens que eu coletar na Internet e não houver problema de Copyright também estarão lá. Por fim, fotos de espaços urbanos e arquiteturas interessantes pelo Brasil e o mundo também serão colocadas lá.</p>
<p>Se você tem imagens que queira compartilhar, é só enviá-las para o grupo. Para fazer o login no Flickr é simples: basta criar uma conta gratuita ou fazer o login usando sua identidade do Facebook ou do Google (Gmail, Orkut, etc.). Outra alternativa é enviar a imagem para o contato aqui do Urbanidades, contendo todas as informações pertinentes, que eu faço a postagem mantendo os devidos créditos, é claro.</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2012/06/30/urbanidades-no-flickr-imagens-para-aulas-de-arquitetura-e-urbanismo/">Urbanidades no Flickr: imagens para aulas de arquitetura e urbanismo</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Livro Arquitetura, Urbanidade e Meio Ambiente</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2011/09/08/livro-arquitetura-urbanidade-e-meio-ambiente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Sep 2011 19:43:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Leia a introdução do livro "Arquitetura, Urbanidade e Meio Ambiente", organizado por Almir Francisco Reis, do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFSC. O texto de introdução também é de sua autoria. &#8230; <a href="https://urbanidades.arq.br/2011/09/08/livro-arquitetura-urbanidade-e-meio-ambiente/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Livro Arquitetura, Urbanidade e Meio Ambiente</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Abaixo, a introdução do livro &#8220;Arquitetura, Urbanidade e Meio Ambiente&#8221;, organizado por Almir Francisco Reis, do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFSC. O texto de introdução também é de sua autoria.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_954" class="wp-caption  aligncenter" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/livro_almir.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-954" title="Arquitetura, Urbanidade e Meio Ambiente" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/livro_almir-500x652.jpg" alt="Arquitetura, Urbanidade e Meio Ambiente" width="500" height="652" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/livro_almir-500x652.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/livro_almir-230x300.jpg 230w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/livro_almir-229x300.jpg 229w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/livro_almir-38x50.jpg 38w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/livro_almir-153x200.jpg 153w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/livro_almir.jpg 583w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Arquitetura, Urbanidade e Meio Ambiente</dd>
</dl>
</div>
<h3><em>APRESENTAÇÃO LIVRO</em></h3>
<h3><em>Arquitetura, Urbanidade e Meio Ambiente</em></h3>
<p><em> A busca por uma cidade socialmente justa e ambientalmente sustentável tem sido a tônica de grande parte das atividades de projeto e planejamento urbano no presente. Urbanidade, entendida enquanto atributo do meio urbano de propiciar interações sociais intensas e diferenciadas, o desenvolvimento cultural e a preservação ambiental, constituem aspectos extremamente importantes das cidades, os quais têm sido, muitas vezes, colocados em oposição, jogando em campos aparentemente opostos defensores de uma ou outra dimensão urbana.</em></p>
<p><em> Em termos da pesquisa em Arquitetura e Urbanismo, essa inquietação tem levado a campos de pesquisa extremamente promissores: estudos que relacionam práticas sociais a redes de espaços públicos e experiências artístico-culturais à paisagem urbana, assim como estudos que analisam a cidade contemporânea sob o viés do pensamento ecológico, no sentido de um desenvolvimento urbano mais sustentável. Poucos, porém, são os trabalhos que buscam integrar estas diversas dimensões, pesquisando como as diferentes estruturas urbanas, e em especial os espaços livres públicos de uso coletivo, têm propiciado a formação e a transformação da cultura das cidades, pela absorção de conceitos ecológicos e pelo estabelecimento de interfaces com suas bases naturais.</em></p>
<p><em> Os trabalhos apresentados neste livro avançam essa discussão, relacionando cidade, paisagem e meio ambiente e aliando aportes que o paradigma ambiental coloca, no presente, ao planejamento e ao projeto urbano, com vistas a uma cidade articulada por uma rede de espaços livres públicos densa e carregada de urbanidade. Nestes trabalhos, as configurações espaciais urbanas, sua capacidade de propiciar ambientes fecundos em termos sociais e culturais, e seu desempenho ambiental e urbanístico são analisadas em sua inter-relação. A consideração da capacidade de suporte dos ecossistemas naturais para os diferentes usos urbanos, o modo como estruturas urbanas têm se vinculado a estruturas de conservação ambiental, as possibilidades de desvelamento das feições naturais da paisagem urbana, a transformação urbano-turística das paisagens costeiras, as peculiaridades dos processos de regularização fundiária em áreas de conservação, o papel das áreas de conservação no contexto urbano e a análise de propostas urbanísticas que buscam a integração entre natureza e cidade constituem algumas das temáticas aprofundadas nos diversos estudos de caso apresentados, os quais têm como base espacial distintas realidades urbanas brasileiras.</em></p>
<p><em> Estes textos foram desenvolvidos em função do Simpósio “Arquitetura, Urbanidade e Meio Ambiente”, organizado durante I Encontro Nacional da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo, acontecido no período de 29 de novembro a 3 de dezembro de 2010, no Rio de Janeiro. O Simpósio reuniu pesquisadores de diferentes universidades brasileiras, tendo como resultado os oito trabalhos aqui presentes. Buscando facilitar a leitura, fazemos uma apresentação preliminar desses trabalhos, que incluem estudos de caso, trabalhos conceituais e a apresentação de uma proposta projetual:</em></p>
<p><em> 1. Em “<strong>Sol, praia e imóveis: dinâmica urbana e meio ambiente no Nordeste brasileiro</strong>”, Alexsandro Ferreira Cardoso da Silva estuda o processo de transformação do litoral do estado do Rio Grande do Norte, e em especial a Região Metropolitana de Natal, a partir do desenvolvimento turístico. O trabalho centra sua abordagem na dinâmica imobiliária daí proveniente, realizando uma tipificação dos empreendimentos turísticos, o que permitiu estabelecer um quadro geral do fenômeno e seus desdobramentos socio-ambientais.</em></p>
<p><em> 2. “<strong>Crescimento urbano-turístico, meio ambiente e urbanidade no Litoral Catarinense</strong>”, de Almir Francisco Reis, também aborda a questão da transformação urbano-turística de nossas áreas litorâneas, neste caso a partir do estudo do litoral catarinense. O trabalho estabelece uma relação entre processo de crescimento (ressaltando limites e possibilidades que preexistências históricas colocam às transformações do presente) e atributos que os novos assentamentos costeiros apresentam, em termos da geração de espaços públicos (urbanidade) e da interface que têm estabelecido com os ecossistemas naturais (meio ambiente).</em></p>
<p><em> 3. O trabalho “<strong>O problema das escalas e o desafio do urbano na Amazônia</strong>”, de Ana Cláudia Cardoso, apresenta uma discussão que tem como objetivo apontar uma agenda necessária de investigação sobre o urbano amazônico, de modo a corrigir distorções induzidas pelo próprio poder público e apresentar o estudo da forma urbana como um indicador importante na observação dos processos socio-espaciais da região. O texto aponta que a percepção local do urbano demonstra o desejo ingênuo de reprodução dos mesmos elementos da paisagem observados nos grandes centros do país, donde a necessidade de uma atualização de paradigmas na necessária busca por um modo de vida urbano sustentável e na definição de um novo papel das cidades e aglomerações para a preservação do bioma amazônico.</em></p>
<p><em> 4. Frederico de Holanda, em “<strong>Urbanidade ambiental</strong>” discute proposta de um novo campus para a Universidade de Brasília, projeto onde qualidades ambientais e de urbanidade são buscadas simultaneamente. Atributos especificamente urbanos, como a visibilidade do outro, a apropriação do âmbito público e a orientabilidade das pessoas em deslocamento são considerados paralelamente a uma configuração de baixo impacto no meio ambiente, haja vista os cuidados configuracionais e paisagísticos tomados, o controle da absorção de precipitações pluviométricas no sítio, bem como das temperaturas médias do solo e do ar resultantes de sua implementação. O trabalho, apresentando um projeto urbano e suas bases conceituais, demonstra limites e possibilidades do trato integrado com diferentes dimensões urbanas e arquitetônicas no presente.</em></p>
<p><em> 5. Maria de Lourdes Pereira Fonseca, em “<strong>São Paulo: uma nova urbanidade para a metrópole?</strong>”, analisando a proposta do Plano Diretor Estratégico do Município de São Paulo de conferir urbanidade à metrópole, especialmente no que se refere à criação de uma rede estrutural de eixos e pólos de centralidade, problematiza a dispersão urbana, característica marcante das cidades brasileiras. Como cidades que se dispersam podem difundir urbanidade por suas diversas partes e gerar ambientes urbanos qualificados? Isto seria possível tanto em áreas ocupadas pelas elites quanto naquelas vividas pela população de baixa renda? O trabalho, através da comparação entre os eixos e pólos de centralidade propostos no Plano Diretor e aqueles efetivamente existentes discute as diferenças encontradas entre plano e realidade, em especial no que tange à interdependência de fatores como a renda e a capacidade que alguns tipos de estabelecimentos e atividades têm de gerar centralidade numa determinada área.</em></p>
<p><em> 6. Maria Lucia Refinetti Martins, com “<strong>Habitação e Meio Ambiente Urbano</strong>”, texto de caráter marcadamente conceitual, propõe uma abordagem integrada entre aspectos sociais, ambientais e urbanos, no estudo e na proposição do espaço urbano, buscando superar a total desconexão hoje existente entre estes aspectos, em especial nas abordagens preservacionistas radicais e naquelas que defendem uma urbanização sem restrições. Este trabalho, embasado na experiência da cidade de São Paulo, ressalta a relevância da habitação na constituição do ambiente construído, tanto nas franjas periféricas de nossas metrópoles, junto a áreas de preservação, quanto nos centros tradicionais, onde o quadro edificado, envelhecendo sem manutenção, se precariza. A hipótese por trás da proposta apresentada é de que a qualificação de áreas com patrimônio urbano e ambiental deteriorado ou abandonado só se viabiliza com a ação intensiva do poder público, em especial na promoção de habitação de interesse social.</em></p>
<p><em> 7. Raquel Tardin, com “<strong>Ordenação Sistêmica da Paisagem</strong>” discute a ordenação da paisagem em sistema como diretriz para seu planejamento e como vertente estratégica para as intervenções urbanísticas, em plano ou em projeto, apresentando-se como oportunidade de (re)estruturar o crescimento e a qualidade do ambiente urbano. Participação social e argumentos técnicos, provenientes da análise dos sistemas da paisagem, constituem, neste caso, os subsídios principais no estabelecimento de um efetivo diálogo entre os distintos atores sociais, com vistas ao estabelecimento de consensos mínimos nas definições urbanísticas e ambientais.</em></p>
<p><em> 8. O texto “<strong>Córregos ocultos em São Paulo</strong>”, de Vladimir Bartalini, apresenta pesquisa sobre córregos urbanos, discutindo como sua ressignificação pode auxiliar num processo de transformação da cultura das cidades, ao contemplar a trama de valores associados às bases materiais primordiais dos sítios. O trabalho apresenta casos de córregos hoje ocultos no tecido urbano da cidade de São Paulo, num exercício de revelação que se justifica não somente pelo efeito simbólico e detonador da imaginação, mas também pela possibilidade da rede capilar dos córregos vir a constituir, através de seus elementos devidamente trabalhados, mais uma das camadas ou estratos a serem apropriados nas práticas cotidianas.</em></p>
<p><em> Espera-se, com a publicação conjunta destes trabalhos, atingir um público mais amplo, incentivando estudos futuros e reforçando a necessidade de integrar abordagens urbanísticas e ambientais no trabalho do arquiteto-urbanista, nas diferentes escalas de análise e intervenção – território, cidade, arquitetura; planejamento, projeto, atuação institucional. E, fundamentalmente, objetiva-se incentivar o crescimento da pesquisa e da reflexão sistematizada em uma área hoje já com extensa experiência prática e profissional.</em></p>
<p><em> Almir Francisco Reis</em></p>
<p><em>Ilha de Santa Catarina, fevereiro de 2011.</em></p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2011/09/08/livro-arquitetura-urbanidade-e-meio-ambiente/">Livro Arquitetura, Urbanidade e Meio Ambiente</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Concurso para Professor Adjunto &#8211; UFSC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 16:50:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ensino e cursos]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[concurso]]></category>
		<category><![CDATA[docente]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento urbano]]></category>
		<category><![CDATA[ufsc]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Edital dos concursos para professor na UFSC foram publicados ontem e podem ser acessados no seguinte endereço: https://php.coperve.ufsc.br/cpdo/editais.phpOs campos de conhecimento do Departamento de Arquitetura e Urbanismo estão na<a href="https://urbanidades.arq.br/2010/04/23/concurso-para-professor-adjunto-ufsc/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Concurso para Professor Adjunto &#8211; UFSC</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>O Edital dos concursos para professor na UFSC foram publicados ontem e podem ser acessados no seguinte endereço: <a href="https://php.coperve.ufsc.br/cpdo/editais.php">https://php.coperve.ufsc.br/cpdo/editais.php</a><span id="more-569"></span>Os campos de conhecimento do Departamento de Arquitetura e Urbanismo estão na pagina 31 do seguinte documento <a href="https://php.coperve.ufsc.br/cpdo/editais/020ddpp2010.pdf">https://php.coperve.ufsc.br/cpdo/editais/020ddpp2010.pdf</a></p>
<p>Os pontos do concurso podem ser encontrados no manual do candidato que pode ser baixado do seguinte endereço: <a href="https://php.coperve.ufsc.br/cpdo/manualcandidato/mc020ddpp2010.pdf">https://php.coperve.ufsc.br/cpdo/manualcandidato/mc020ddpp2010.pdf</a></p>
<p>O período das inscrições vai de 20/04/2010 a 10/05/2010.</p></blockquote>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2010/04/23/concurso-para-professor-adjunto-ufsc/">Concurso para Professor Adjunto – UFSC</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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