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	<title>Urbanidades | Posts marcados como Balneário Camboriú - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
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	<description>Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</description>
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	<title>Urbanidades | Posts marcados como Balneário Camboriú - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
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		<title>Ultrajes Urbanos #4</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 May 2010 22:10:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Balneário Camboriú]]></category>
		<category><![CDATA[gabaritos]]></category>
		<category><![CDATA[planos diretores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das funções principais de um plano diretor é estabelecer os limites à ocupação urbana, tentando manter uma certa coerência entre a quantidade de pessoas e atividades nas diversas partes da cidade e a disponibilidade de infraestrutura, bem como gerenciar os impactos na paisagem e as interferências dos edifícios entre si. Menos em Balneário Camboriú. &#8230; <a href="https://urbanidades.arq.br/2010/05/28/ultrajes-urbanos-4/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Ultrajes Urbanos #4</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das funções principais de um plano diretor é estabelecer os limites à ocupação urbana, tentando manter uma certa coerência entre a quantidade de pessoas e atividades nas diversas partes da cidade e a disponibilidade de infraestrutura (especialmente esgoto e transportes, mas também água, energia, etc.), bem como gerenciar os impactos na paisagem e as interferências dos edifícios entre si (ventilação, insolação, etc.). Apesar disso, o Plano Diretor de Balneário Camboriú (SC), não estabelece limite de pavimentos para algumas zonas da cidade. Neste caso, a situação é ainda mais grave dadas as condições pelas quais passa a cidade de Balneário Camboriú. Toda a orla está altamente densificada, o tratamento de esgoto não é suficiente para toda a população e a praia central está completamente poluída.</p>
<p>Enquanto isso, por outro lado, o Estatuto da Cidade estabelece como uma de suas diretrizes (art. 2):</p>
<blockquote><p>VI &#8211; ordenação e controle do uso do solo, de forma a evitar:</p>
<p>[…]</p>
<p>c) o parcelamento do solo, a edificação ou o uso excessivos ou inadequados em relação à infra-estrutura urbana;</p>
<p>d) a instalação de empreendimentos ou atividades que possam funcionar como pólos geradores de tráfego, sem a previsão da infra-estrutura correspondente;</p>
<p>[….]</p>
<p>g) a poluição e a degradação ambiental;</p></blockquote>
<p>Sendo assim, como é que a liberação total de gabaritos estaria contribuindo para a qualidade de vida? Simplesmente não faz nenhum sentido. Que tipo de argumento foi dado, no momento de deliberação sobre os parâmetros urbanísticos, para justificar essa decisão? Será que a comunidade foi ouvida? Será que isso está de acordo com o que a sociedade de Balneário deseja para seu Município?</p>
<p>As imagens a seguir mostram as definições para as zonas ZACC-I-A e ZACC-I-B, bem como a localização dessas zonas no mapa.</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/05/zaccia1.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" style="display: inline; border: 0px;" title="zacc-i-a" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/05/zaccia_thumb1.jpg" border="0" alt="zacc-i-a" width="500" height="227" /></a></p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/05/zaccib2.jpg"><img decoding="async" style="display: inline; border: 0px;" title="zacc-i-b" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/05/zaccib_thumb2.jpg" border="0" alt="zacc-i-b" width="500" height="231" /></a></p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/05/zoneamento_bc1.jpg"><img decoding="async" style="display: inline; border: 0px;" title="zoneamento_bc" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/05/zoneamento_bc_thumb1.jpg" border="0" alt="zoneamento_bc" width="500" height="234" /></a><br />
Fragmento do mapa de zoneamento de Balneário Camboriú (Fonte: PMBC)</p>
<p>Note que na linha referente a “Gabaritos”, está escrita a palavra “Livre”. Isso quer dizer que apenas o índice de aproveitamento e a taxa de ocupação ficam responsáveis por limitar a volumetria dos edifícios, o que gera resultados no mínimo esdrúxulos visto que edifícios excessivamente altos são instalados em lotes desproporcionalmente pequenos. Abaixo, a volumetria resultante desses parâmetros:</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/05/balneario_ETE1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="display: inline; border: 0px;" title="balneario_ETE" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/05/balneario_ETE_thumb1.jpg" border="0" alt="balneario_ETE" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Isso sem falar na sombra que os prédios fazem sobre a praia, que já são lendárias. A partir de um certo horário da tarde as sombras praticamente inviabilizam a permanência na praia. Esse efeito nefasto, tão criticado, ao invés de ser combatido no atual plano diretor foi intensificado pela liberação do número máximo de pavimentos.</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/05/poraprofoto21.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="display: inline; border: 0px;" title="poraprofoto2" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/05/poraprofoto2_thumb1.jpg" border="0" alt="poraprofoto2" width="500" height="333" /></a><br />
Fonte: <a title="http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=837008" href="http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=837008">http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=837008</a></p>
<p>Se alguém souber onde posso acessar as atas e registros das audiências públicas que definiram esses parâmetros, me avise nos comentários.</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2010/05/28/ultrajes-urbanos-4/">Ultrajes Urbanos #4</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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