<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Urbanidades | Posts marcados como Brasília - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
	<atom:link href="https://urbanidades.arq.br/tag/brasilia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://urbanidades.arq.br</link>
	<description>Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</description>
	<lastBuildDate>Sat, 17 Feb 2018 02:26:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2016/07/logo-head.png</url>
	<title>Urbanidades | Posts marcados como Brasília - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
	<link>https://urbanidades.arq.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Brasília: antologia crítica</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2012/12/07/brasilia-antologia-critica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2012 18:27:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[cidade modernista]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[modernismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://urbanidades.arq.br/?p=1149</guid>

					<description><![CDATA[<p>Brasília: Antologia crítica, organizado pelos professores Alberto Xavier e Julio Katinsky, é uma compilação de 67 textos sobre a capital federal brasileira, produzidos por distintos autores ao longo do tempo de existência da cidade. &#8230; <a href="https://urbanidades.arq.br/2012/12/07/brasilia-antologia-critica/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Brasília: antologia crítica</span></span></a></p>
The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2012/12/07/brasilia-antologia-critica/">Brasília: antologia crítica</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi este release do Livro &#8220;Brasília: Antologia crítica&#8221; e repasso.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>BRASÍLIA: ANTOLOGIA CRÍTICA<br />
por Francesco Perrotta Bosch*</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/12/brasilia-antologia-critica.gif"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1150" title="brasilia-antologia-critica" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/12/brasilia-antologia-critica-218x300.gif" alt="" width="218" height="300" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/12/brasilia-antologia-critica-218x300.gif 218w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/12/brasilia-antologia-critica-219x300.gif 219w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/12/brasilia-antologia-critica-36x50.gif 36w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/12/brasilia-antologia-critica-146x200.gif 146w" sizes="(max-width: 218px) 100vw, 218px" /></a>Terceiro livro da trilogia de Brasília na Cosac Naify e mais recente título da coleção Face Norte, Brasília: Antologia crítica, organizado pelos professores Alberto Xavier e Julio Katinsky, é uma compilação de 67 textos sobre a capital federal brasileira, produzidos por distintos autores ao longo do tempo de existência da cidade. A grande variedade de textos – escritos por ensaístas, arquitetos, urbanistas, engenheiros, historiadores, sociólogos, políticos, escritores etc. – mostra o quanto Brasília suscita incômodo e encantamento àqueles que se propõem a refletir sobre ela.</p>
<p>No centro quase inóspito do país implantou-se Brasília, cidade que reivindicou para si a identificação como monumento civil da modernidade no imaginário coletivo. Projetada e fundada há pouco mais de cinquenta anos com a função de substituir o Rio de Janeiro como nova capital do Brasil, sua concepção é fruto de uma estratégia do Estado brasileiro de criar uma cidade que encarnasse e simbolizasse a renovação política, econômica e cultural: a imagem do futuro, expressão de uma nova tradição e da nova identidade nacional perante os próprios brasileiros e o mundo. A cidade, implantada para ser polo de atração e desenvolvimento no interior do Brasil, revertendo a lógica de ocupação restrita à faixa próxima ao litoral, foi, também, a tabula rasa tão almejada pelos modernos da primeira metade do século XX, cuja crença residia na transformação da sociedade por meio da arquitetura e do projeto urbano.</p>
<p>Organizada segundo uma lógica cronológica, esta antologia revela o mesmo estudo de caso a partir de distintos enfoques dos observadores, de acordo com questões prementes a cada época. A divisão do conjunto de textos é feita em cinco blocos e tem como principais cortes temporais o ano em que se instituiu a ditadura militar (1964) e o reconhecimento de Brasília como Patrimônio da Humanidade pela Unesco (1987).</p>
<p>O primeiro bloco de textos, “Os projetos e a crítica (1956-64)”, é constituído por registros do período de construção da capital e sua inauguração, com posturas que variam entre a esperança e o ceticismo da empreitada que transcorria no planalto central. O debate e as reflexões giravam em torno da política de desenvolvimento nacional, que tinha o deslocamento da capital como principal motor das transformações sociais esperadas, do concurso para escolha do plano da construção, com seus custos econômicos, da grande migração de trabalhadores para o gigantesco canteiro de obras que era Brasília e das impressões iniciais da primeira grande urbe constituída a partir dos fundamentos modernos elaborados nos quarenta anos que precederam sua existência. Os escritos de Mário Pedrosa, Bruno Zevi, Sigfried Giedion, Alberto Moravia, Max Bense, Lina Bo Bardi e Milton Santos, entre outros, retratam bem a reação imediata ao peculiar momento histórico de grandes transformações que se davam no Brasil.</p>
<p>Em tom de resposta às críticas que recebiam, a parte seguinte da publicação, “Pronunciamento dos autores”, corresponde ao posicionamento dos autores que protagonizaram a invenção de Brasília. Juscelino Kubitschek, numa escrita em forma de discurso político envolvido de teor quase místico, reitera e esclarece os argumentos que justificaram e viabilizaram a transferência da capital. A explicação de Lucio Costa, autor do projeto urbano da cidade, defende os pontos que desenvolveu na ”Memória descritiva do plano piloto”, apresentada na ocasião do concurso. Sua franca filiação aos princípios urbanísticos modernos, com ênfase em matriz de pensamento lançada por Le Corbusier, mas conjugada a um elaborado senso pessoal com relação à questão da monumentalidade, fundamentada em diversas referências de períodos históricos mais remotos, confere certo lirismo ao projeto. Finalizam este bloco dois importantes depoimentos de Oscar Niemeyer, que, para além das justificativas projetuais para seus edifícios em Brasília, expunha abertamente um momento de reflexão pessoal sobre modificações em seu modo de projetar e contribuir para a sociedade, muito impactado pelo que experimentava no canteiro de obras da capital federal.</p>
<p>A seção seguinte do livro, “A consolidação da cidade (1964-87)”, retrata o período da ditadura militar e o da democratização do país, que coincidem com estabelecimento e fortalecimento da crítica pós-moderna na arquitetura. Começam a se observar com maior clareza as similitudes e diferenças entre o plano elaborado por Lucio Costa e a cidade em implantação. Problemas como o surgimento das cidades satélites são explicitados, expondo a limitação do projeto moderno como transformador da estrutura da sociedade perante as desigualdades sociais. Clarice Lispector sobressai na reflexão poética acerca das incertezas e complexidade próprias a uma cidade concebida para determinado futuro mas cujo processo de crescimento fugia à ordem preestabelecida no seu plano original.</p>
<p>O penúltimo bloco, “Brasília estabelecida”, toma a cidade em termos simbólicos, habitacionais e de patrimônio. Das reflexões de Umberto Eco sobre o que a cidade prometeu e o que de fato é como símbolo – “da cidade socialista que deveria ser, Brasília tornou-se a própria imagem da diferença social” –, passando pelas inúmeras especulações sobre o vanguardismo da ideia de superquadra e unidade de vizinhança (e os problemas que vêm junto), este bloco finda com a celebração de Brasília como Patrimônio – da explicação do parecer de defesa de Italo Campofiorito à provocação de James Holston, segundo o qual o tombamento congela a melhor característica da cidade: sua vontade de constante inovação, o “espírito de Brasília”.</p>
<p>A última parte é composta por um olhar contemporâneo para a cidade, cujo distanciamento permite ver Brasília como um fato consumado, arrefecendo certas posições politicamente apaixonadas, e, como no texto de Adrián Gorelik, inserindo a cidade e explicando seu papel na história da arquitetura moderna brasileira. Aqui também podemos encontrar textos como o de Sylvia Ficher, que priorizam a situação atual do Distrito Federal, ou como o de Sophia S. Telles, que parecem inventar novas qualificações para aspectos da concepção original implementada no plano piloto.</p>
<p>Brasília: Antologia crítica não se pretende uma compilação conclusiva ou definitiva para a discussão em torno da cidade. Contudo, ao oferecer uma rica e significativa reconstrução de um conjunto de reflexões sobre Brasília ao longo do tempo, exprime amplamente as virtudes e os problemas do plano original e as contradições contidas na complexa realidade da capital do país, contribuindo, assim, para expandir o debate sobre questões prementes à sociedade brasileira e à arquitetura nacional e internacional a partir da cidade que ambicionou transformar essas estruturas.</p>
<p>Sobre os organizadores</p>
<p>Alberto Xavier (1936) Arquiteto, é professor desde 2004 do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo e da Universidade São Judas Tadeu. Lecionou na UNB, na usp e na Universidade Católica de Santos. É organizador da primeira coletânea de textos de Lucio Costa, intitulada Lucio Costa – Sobre arquitetura (1962/2007), de Depoimento de uma geração (1987/2003) e de Brasília e arquitetura moderna brasileira – Bibliografia selecionada (1974). É autor de Arquitetura moderna em Curitiba (1982) e coautor de Arquitetura moderna paulistana (1983), Arquitetura moderna em Porto Alegre (1987) e Arquitetura moderna no Rio de Janeiro (1991).</p>
<p>Julio Katinsky (1932) Arquiteto, pós-doutor pela FAU-USP, onde foi professor da graduação e da pós de 1962 até aposentar-se em 2002, além de ter dirigido a instituição entre 1995 e 98. É autor de inúmeros trabalhos acadêmicos, com destaque para Casas bandeiristas (1976), Leituras de arquitetura, viagens, projetos (1989), Brasília em três tempos (1991) e Renascença – Estudos periféricos (2002). Produziu ainda uma série de artigos publicados em periódicos, capítulos de livros, textos para jornais e trabalhos em anais de congressos, além de ter participado em bancas, comissões e eventos, e recebido prêmios e menções honrosas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* Francesco Perrotta Bosch é arquiteto, formado pela PUC-Rio. Co-organizador do livro ENTRE: entrevistas com arquitetos (Viana &amp; Mosley, 2012), colabora com o portal Vitruvius e faz projetos no escritório SIAA, com Cesar Shundi Iwamizu.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2012/12/07/brasilia-antologia-critica/">Brasília: antologia crítica</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fotos de Frederico de Holanda</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2011/06/26/fotos-de-frederico-de-holanda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jun 2011 21:38:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://urbanidades.arq.br/?p=910</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Professor Frederico de Holanda está disponibilizando em seu site e no FlickR uma série de fotografias muito interessantes, incluindo Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e outros lugares. As fotos são liberadas para uso não comercial e podem ser usadas sem problema, desde que citada a fonte. &#8230; <a href="https://urbanidades.arq.br/2011/06/26/fotos-de-frederico-de-holanda/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Fotos de Frederico de Holanda</span></span></a></p>
The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2011/06/26/fotos-de-frederico-de-holanda/">Fotos de Frederico de Holanda</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Professor Frederico de Holanda está disponibilizando em seu site e no FlickR uma série de fotografias muito interessantes, incluindo Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e outros lugares. As fotos são liberadas para uso não comercial e podem ser usadas sem problema, desde que citada a fonte. Para versões da foto em maior resolução, é necessário entrar em <a href="http://www.fredericodeholanda.com.br/" target="_blank">contato</a> requisitando. Da mesma forma, não será cobrado nenhum valor por isso, apenas a citação da autoria.<span id="more-910"></span></p>
<p>Abaixo, algumas das fotos disponíveis. Veja mais na sua página do <a href="http://www.flickr.com/photos/fredericodeholanda/" target="_blank">FlickR</a>.</p>

<a href='https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518434089_2509023bd2_b.jpg'><img decoding="async" width="140" height="140" src="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518434089_2509023bd2_b-140x140.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518434089_2509023bd2_b-140x140.jpg 140w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518434089_2509023bd2_b-640x638.jpg 640w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518434089_2509023bd2_b-180x180.jpg 180w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518434089_2509023bd2_b-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 140px) 100vw, 140px" /></a>
<a href='https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518376581_3c19e99314_b.jpg'><img decoding="async" width="140" height="140" src="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518376581_3c19e99314_b-140x140.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518376581_3c19e99314_b-140x140.jpg 140w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518376581_3c19e99314_b-640x640.jpg 640w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518376581_3c19e99314_b-180x180.jpg 180w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518376581_3c19e99314_b-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 140px) 100vw, 140px" /></a>
<a href='https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518997744_678382c8be_b.jpg'><img loading="lazy" decoding="async" width="140" height="140" src="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518997744_678382c8be_b-140x140.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518997744_678382c8be_b-140x140.jpg 140w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518997744_678382c8be_b-640x638.jpg 640w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518997744_678382c8be_b-180x180.jpg 180w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518997744_678382c8be_b-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 140px) 100vw, 140px" /></a>
<a href='https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518435339_c847d6b968_b.jpg'><img loading="lazy" decoding="async" width="140" height="140" src="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518435339_c847d6b968_b-140x140.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518435339_c847d6b968_b-140x140.jpg 140w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518435339_c847d6b968_b-640x638.jpg 640w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518435339_c847d6b968_b-180x180.jpg 180w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518435339_c847d6b968_b-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 140px) 100vw, 140px" /></a>
<a href='https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518431941_b46b96becb_b.jpg'><img loading="lazy" decoding="async" width="140" height="140" src="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518431941_b46b96becb_b-140x140.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518431941_b46b96becb_b-140x140.jpg 140w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518431941_b46b96becb_b-640x640.jpg 640w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518431941_b46b96becb_b-180x180.jpg 180w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518431941_b46b96becb_b-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 140px) 100vw, 140px" /></a>
<a href='https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518432943_cc2e215f66_b.jpg'><img loading="lazy" decoding="async" width="140" height="140" src="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518432943_cc2e215f66_b-140x140.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518432943_cc2e215f66_b-140x140.jpg 140w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518432943_cc2e215f66_b-640x638.jpg 640w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518432943_cc2e215f66_b-180x180.jpg 180w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/06/5518432943_cc2e215f66_b-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 140px) 100vw, 140px" /></a>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2011/06/26/fotos-de-frederico-de-holanda/">Fotos de Frederico de Holanda</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bras&#237;lia &#8211; cidade moderna, cidade eterna &#8211; Frederico de Holanda</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2010/05/07/brasilia-cidade-moderna-cidade-eterna-frederico-de-holanda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 May 2010 20:04:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico de Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[modernismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://urbanidades.arq.br/?p=595</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Professor Holanda está lançando seu mais novo livro e, por isso, estou divulgando aqui no Urbanidades. Ainda não tive a oportunidade de lê-lo, mas a julgar pela seus outros<a href="https://urbanidades.arq.br/2010/05/07/brasilia-cidade-moderna-cidade-eterna-frederico-de-holanda/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Bras&#237;lia &#8211; cidade moderna, cidade eterna &#8211; Frederico de Holanda</span></span></a></p>
The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2010/05/07/brasilia-cidade-moderna-cidade-eterna-frederico-de-holanda/">Brasília – cidade moderna, cidade eterna – Frederico de Holanda</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Professor Holanda está lançando seu mais novo livro e, por isso, estou divulgando aqui no Urbanidades. Ainda não tive a oportunidade de lê-lo, mas a julgar pela seus outros trabalhos, podemos esperar um texto da mais alta qualidade. Certamente vale o investimento.<span id="more-595"></span></p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/05/capacircular.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="display: inline; margin: 0px 0px 0px 10px; border: 0px;" title="capa circular" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/05/capacircular_thumb.jpg" border="0" alt="capa circular" width="300" height="317" align="right" /></a>A seguir a mensagem enviada por ele:</p>
<blockquote><p>Caros amigos, colegas, estudantes:</p>
<p>É com muita alegria que anuncio o lançamento do livro <em>Brasília – cidade moderna, cidade eterna.</em></p>
<p>Inclui os principais achados de pesquisas desenvolvidas nos últimos anos, depois de <em>O espaço de exceção </em>(2002) e de <em>Arquitetura &amp; urbanidade </em>(2003)<em>. </em>É de minha autoria exclusiva, embora reflita os resultados de investigações do grupo de pesquisa que coordeno.</p>
<p>Anexo um documento com o <em>texto da quarta capa</em>, o <em>Prefácio</em> (de Andrey Rosenthal Schlee) e o <em>Prólogo.</em> Isto dará uma boa ideia do conteúdo.</p>
<p>Há três maneiras de adquirir o livro:</p>
<p>1) Diretamente comigo. O pedido deve ser encaminhado para o email <a href="mailto:brasiliaeterna@gmail.com">brasiliaeterna@gmail.com</a>. Peço informar o <em>endereço para a remessa</em>, e a <em>opção de postagem</em> (<em>comum</em> ou <em>expressa</em>). Na <em>comum</em>, para qualquer lugar do país, serão cobrados R$ 2,00; na <em>expressa</em>, o valor será informado, pois dependerá da localidade. Recebido o pedido, informarei a conta bancária onde o valor do livro (R$ 39,00) e o valor da postagem (a depender da opção) devem ser depositados. Creditado o valor, o livro será enviado. <em>Esta opção é válida somente para os residentes no Brasil.</em> Para outros países, ver alternativas 2 e 3.</p>
<p>2) Pela página da internet <em>PayPal </em>(<a href="https://www.paypal.com">https://www.paypal.com</a>)<em>.</em> O pedido deve ser encaminhado para o email <a href="mailto:brasiliaeterna@gmail.com">brasiliaeterna@gmail.com</a>.<em> </em>Peço informar o <em>endereço para a remessa</em>, e a <em>opção de postagem </em>(comum ou expressa). Recebido o pedido, informarei o valor e a minha conta de <em>PayPal </em>onde o valor deve ser depositado. O valor variará de acordo com a opção de postagem e o câmbio. Creditado o valor, o livro será enviado.</p>
<p>3) Na <em>Livraria Cultura</em>, nas lojas ou na página <a href="http://www.livrariacultura.com.br/">www.livrariacultura.com.br</a></p>
<p>Agradeceria imensamente que vocês contribuíssem para a divulgação do livro entre amigos, colegas, alunos, contatos em geral. Se não acharem abusivo, peço também divulgar nas malas eletrônicas das instituições a que pertencem.</p>
<p>Por enquanto, o livro está disponível apenas aos leitores da língua portuguesa. Entretanto, traduções para outras línguas estão sendo planejadas.</p>
<p>Finalmente, desculpo-me de antemão por mensagens duplicadas que eventualmente recebam.</p>
<p>Com as mais cordiais saudações,</p>
<p>Frederico de Holanda</p></blockquote>
<p>E aqui o texto da quarta capa, que dá mais algumas informações sobre o livro:</p>
<blockquote><p>É quase unânime caracterizar Brasília como “uma cidade moderna”. Descrição pobre. Lucio Costa supera o receituário, estava “desarmado de preconceitos e tabus urbanísticos”. Além dos traços modernos, o arquiteto ousa incorporar influências milenares – terraplenos monumentais, perspectivas barrocas, cidade jardim.</p>
<p>Honrosas exceções à parte, os discursos sobre Brasília são míticos. Os elogiosos ignoram os problemas da Capital, os críticos inventam problemas inexistentes.</p>
<p><strong>Brasília – cidade moderna, cidade eterna</strong> procura superar o maniqueísmo do “ame-a ou deixe-a”. Revela ser a Capital uma das mais peculiares cidades do planeta, nos âmbitos metropolitano e do Plano Piloto de Lucio Costa. Mostra seus grandes problemas e suas fascinantes qualidades. As qualidades são estruturais. Essas vencerão o tempo. Os problemas são circunstanciais. Quixotesco lutar por solucioná-los? Talvez. Mas vale tentar. Sempre.</p>
<p>BRASÍLIA 50 ANOS</p>
<p>Para comemorar os cinquenta anos da nova Capital Federal do Brasil, a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília vem organizando uma série de publicações de caráter multidisciplinar. Iniciada com <em>O Capital da Esperança</em>, de Gustavo Lins Ribeiro, e <em>Da Nova Lisboa a Brasília: a invenção de uma Capital</em>, de Laurent Vidal, segue-se agora este <em>Brasília – cidade moderna, cidade eterna</em>, de Frederico de Holanda. Dentre os demais títulos previstos, já estão no prelo <em>Projetos para Brasília: 1927-1957</em>, de Jeferson Tavares, e <em>De Plano Piloto a metrópole: a mancha urbana de Brasília</em>, de Jusselma Duarte de Brito.</p>
<p>A coleção Brasília Histórica 50 anos é coordenada pelos professores Andrey Rosenthal Schlee e Sylvia Ficher</p></blockquote>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2010/05/07/brasilia-cidade-moderna-cidade-eterna-frederico-de-holanda/">Brasília – cidade moderna, cidade eterna – Frederico de Holanda</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
