<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Urbanidades | Posts marcados como Frederico de Holanda - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
	<atom:link href="https://urbanidades.arq.br/tag/frederico-de-holanda/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://urbanidades.arq.br</link>
	<description>Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</description>
	<lastBuildDate>Sat, 17 Feb 2018 02:26:14 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2016/07/logo-head.png</url>
	<title>Urbanidades | Posts marcados como Frederico de Holanda - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
	<link>https://urbanidades.arq.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Ordem &#038; desordem: Arquitetura &#038; vida social</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2012/12/15/ordem-desordem-arquitetura-vida-social/</link>
					<comments>https://urbanidades.arq.br/2012/12/15/ordem-desordem-arquitetura-vida-social/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Dec 2012 00:29:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[espaços públicos]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico de Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[sintaxe espacial]]></category>
		<category><![CDATA[urbanidade]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://urbanidades.arq.br/?p=1153</guid>

					<description><![CDATA[<p>Novo livro organizado pelo Professor Frederico de Holanda foi lançado recentemente. Confira a apresentação disponível em http://www.fredericodeholanda.com.br/ &#8230; <a href="https://urbanidades.arq.br/2012/12/15/ordem-desordem-arquitetura-vida-social/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Ordem &#038; desordem: Arquitetura &#038; vida social</span></span></a></p>
The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2012/12/15/ordem-desordem-arquitetura-vida-social/">Ordem & desordem: Arquitetura & vida social</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Novo livro organizado pelo Professor Frederico de Holanda foi lançado recentemente. Confira a apresentação disponível em http://www.fredericodeholanda.com.br/:</p>
<blockquote><p>Edifícios e espaços das cidades – ruas, avenidas, praças – afetam nossa vida. A organização dos cômodos em um prédio também. Os seis capítulos exploram distintos olhares: 1) duas cidades “modernas” – Brasília e Chandigarh – e as imagens distintas formadas em nossas mentes; 2) a fragmentação espacial das cidades brasileiras e o oásis de ordem nos centros históricos; 3) a apropriação prática e afetiva do lugar pelas pessoas – sua urbanidade – como fator de proteção das margens de rios urbanos; 4) a qualidade de vida das cidades interpretada em função de índices socioeconômicos e de atributos espaciais; 5) os congestionamentos de trânsito e as implicações oriundas da forma urbana; 6) a reorganização recente dos cômodos em apartamentos para adequá-los a estilos de vida mais individualistas.</p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/12/holanda_2012.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1154" title="Capa_O&amp;D_Digital LombadaCorrigida_Nov 19.2012.indd" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/12/holanda_2012.jpg" alt="" width="409" height="413" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/12/holanda_2012.jpg 409w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/12/holanda_2012-297x300.jpg 297w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/12/holanda_2012-140x140.jpg 140w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/12/holanda_2012-50x50.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/12/holanda_2012-198x200.jpg 198w" sizes="(max-width: 409px) 100vw, 409px" /></a></p>
<p><span id="more-1153"></span>Para ler o prefácio, escrito pelo meu colega Prof. Almir Reis, do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UFSC, clique <a href="http://www.fredericodeholanda.com.br/livros/ord_des/od_prefacio_almir_reis.pdf" target="_blank">aqui</a>. Os resumos dos capítulos estão disponíveis na <a href="http://www.fredericodeholanda.com.br/" target="_blank">página oficial do Professor Holanda</a> (link Livros).</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2012/12/15/ordem-desordem-arquitetura-vida-social/">Ordem & desordem: Arquitetura & vida social</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://urbanidades.arq.br/2012/12/15/ordem-desordem-arquitetura-vida-social/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Condições para a vitalidade Urbana #1 &#8211; densidade</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2012/11/06/condicoes-para-a-vitalidade-urbana-1-densidade/</link>
					<comments>https://urbanidades.arq.br/2012/11/06/condicoes-para-a-vitalidade-urbana-1-densidade/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2012 19:22:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Christopher Alexander]]></category>
		<category><![CDATA[desenho urbano]]></category>
		<category><![CDATA[espaços públicos]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico de Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[Jane Jacobs]]></category>
		<category><![CDATA[parques]]></category>
		<category><![CDATA[pedestres]]></category>
		<category><![CDATA[praças]]></category>
		<category><![CDATA[vitalidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://urbanidades.arq.br/?p=1133</guid>

					<description><![CDATA[<p>O primeiro e mais óbvio grupo de fatores a influenciar a vitalidade dos espaços públicos (ruas, praças, parques, largos, etc.) são aqueles relacionados aos aspectos quantitativos. Maiores quantidades de pessoas, usos e área construída estão direta e naturalmente relacionadas a uma maior quantidade de pessoas utilizando e interagindo nas ruas. &#8230; <a href="https://urbanidades.arq.br/2012/11/06/condicoes-para-a-vitalidade-urbana-1-densidade/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Condições para a vitalidade Urbana #1 &#8211; densidade</span></span></a></p>
The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2012/11/06/condicoes-para-a-vitalidade-urbana-1-densidade/">Condições para a vitalidade Urbana #1 – densidade</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A vitalidade dos espaços públicos abertos tem sido objeto de estudo por uma grande quantidade de autores ao longo, pelo menos, das últimas 5 décadas, desde o trabalho pioneiro de Jane Jacobs (2000 [1961]). Nesses trabalhos, diversos fatores são levantados e considerados como variáveis independentes, isto é, como fatores que de alguma maneira causam, ou induzem, uma maior vitalidade urbana. Neste e nos próximos posts vou comentar alguns desses aspectos, classificados em grandes categorias.</p>
<h2>Proporção dos espaços públicos em relação à densidade populacional</h2>
<p>O primeiro e mais óbvio grupo de fatores a influenciar a vitalidade dos espaços públicos (ruas, praças, parques, largos, etc.) são aqueles relacionados aos aspectos quantitativos. Por motivos que podem ser aceitos como axiomáticos, maiores quantidades de pessoas, usos e área construída estão direta e naturalmente relacionadas a uma maior quantidade de pessoas utilizando e interagindo nas ruas, desde que os outros fatores mantenham-se similares. Em outras palavras, todo o resto sendo igual, áreas com maior quantidade de moradores e/ou de economias e/ou de área construída tendem a possuir maior vitalidade em seus espaços físicos.<span id="more-1133"></span></p>
<p>Nesse sentido, as edificações podem ser entendidas como “alimentadoras” dos espaços públicos: quanto mais gente mora em uma determinada área, mais gente tende a sair e chegar em casa todos os dias para ir e voltar do trabalho, da escola e das compras e demais atividades diárias, o que por si só representaria um primeiro esboço de vitalidade urbana. O mesmo vale para o número de economias em geral: quanto maior a quantidade de residências, comércios, serviços, etc., maior tende a ser o número não apenas de moradores, mas também de empregados e clientes, assim como os fluxos gerados por eles. Além disso, as oportunidades para interações são ampliadas, visto que a oferta de mercadorias e serviços torna-se mais numerosa e diversificada em comparação com áreas menos densificadas, aumentando os estímulos para deslocamentos e interações. Há, em suma, maior quantidade de &#8220;motivos&#8221; para sair de casa, percorrer as ruas e interagir com outras pessoas, mesmo que seja apenas em uma situação relativamente formal como realizar uma compra.</p>
<p>Essa preocupação com os aspectos quantitativos aparece já em Jacobs (2000). Depois dos princípios modernistas segundo os quais, supostamente, quanto maior a quantidade de espaços abertos melhor seria o ambiente das cidade, Jacobs chama a atenção para a necessidade de adequação entre a quantidade de pessoas e o tamanho dos espaços públicos. Estes só podem ser adequadamente apropriados caso haja uma quantidade mínima de pessoas. Espaços muito grandes não conseguem ser plenamente apropriados, passando a impressão de estarem desertos e, com isso, afastando ainda mais possíveis usuários.</p>
<p>Gehl (2011, p. 85) segue no mesmo sentido:</p>
<blockquote><p>[&#8230;] people and activities can be assembled by placing individual buildings and functions so that the system of public spaces is as compact as possible and so that the distances for pedestrian traffic and sensory experiences are as short as possible.</p></blockquote>
<p>Holanda (2002) também reforça a importância de uma coerência entre a dimensão dos espaços abertos e a densidade populacional do local em que está inserido. A inversão da proporção dos espaços construídos em relação ao aberto, resultando em um quadro em que os primeiros vêm diminuindo e os segundos aumentando, levou o autor a usar a expressão “paisagem de objetos” para denotar espaços em que grandes áreas livres são pontuadas por edificações isoladas. Dentro da sua definição de dois paradigmas espaciais opostos, “formalidade” e “urbanidade”, esse padrão espacial está vinculado ao primeiro deles, que por sua vez caracteriza-se, entre outros fatores, pela proeminência da realização de arranjos sociais nos espaços <strong>internos</strong> (HOLANDA, 2002, p. 126), em oposição à sua realização nos espaços abertos públicos.</p>
<p class="legendas" style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/11/Brasilia_12.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-1134" title="Brasilia_12" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/11/Brasilia_12-500x334.jpg" alt="" width="500" height="334" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/11/Brasilia_12-500x334.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/11/Brasilia_12-300x200.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/11/Brasilia_12-768x514.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/11/Brasilia_12-50x33.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/11/Brasilia_12-200x134.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/11/Brasilia_12.jpg 1024w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a><br />
Brasília e seus amplos espaços abertos: como apropriá-los? (Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/bertola77/6924350715/in/pool-urbanidades" target="_blank">Rafael Belota</a>)</p>
<p class="legendas" style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-1136" title="Sao Petersburgo - 01_1000px" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/11/Sao-Petersburgo-01_1000px-500x236.jpg" alt="" width="500" height="236" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/11/Sao-Petersburgo-01_1000px-500x236.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/11/Sao-Petersburgo-01_1000px-300x141.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/11/Sao-Petersburgo-01_1000px-768x362.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/11/Sao-Petersburgo-01_1000px-50x24.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/11/Sao-Petersburgo-01_1000px-200x94.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/11/Sao-Petersburgo-01_1000px.jpg 1000w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><br />
Praça Central em São Petersburgo (Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/clankennedy/5092394393/" target="_blank">Ian Kennedy</a>)</p>
<p class="legendas" style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-1135 aligncenter" title="paris_2011_07_16 - 256" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/11/paris_2011_07_16-256-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/11/paris_2011_07_16-256-500x332.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/11/paris_2011_07_16-256-300x199.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/11/paris_2011_07_16-256-768x510.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/11/paris_2011_07_16-256-50x33.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/11/paris_2011_07_16-256-200x133.jpg 200w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" />Paris: outra proporção entre espaços abertos e edificados (Foto: Renato Saboya)</p>
<p>Jacobs propõe, então, que as praças e parques de bairro sejam criados em áreas que possuam densidade suficiente para alimentá-las, e não o contrário. Tentar criar praças como forma de trazer vitalidade a áreas que, por si só, não consequem sustentar a vida nas ruas, não costuma dar certo. O resultado são espaços esvaziados, perigosos e abandonados. Alexander et al (1977, p. 311) complementam:</p>
<blockquote><p>Frequentemente, nas cidades modernas, arquitetos e planejadores constroem praças que são muito grandes. Elas são bonitas nos desenhos; mas na vida real acabam desoladas e mortas. Nossas observações sugerem fortemente que espaços abertos destinados a praças devem ser muito pequenos.</p></blockquote>
<p><strong> Update (07.12.2012):</strong></p>
<p>Antes que este post seja usado para sustentar argumentos falaciosos, é preciso esclarecer alguns aspectos: a densidade que se defende aqui como necessária para a vitalidade dos espaços públicos diz respeito principalmente à proporção entre espaços edificados e espaços livres, no sentido de que é necessária uma certa quantidade de pessoas para animar as ruas, praças, parques etc. Isso não é uma defesa, entretanto, da densificação e verticalização sem critério, que só beneficiam os empresários da construção civil e os proprietários fundiários.</p>
<p>Tenho percebido uma repentina sintonia de certos setores com essa noção de cidade densa. Não por acaso, defendem vigorosamente a ampliação dos limites construtivos e do número máximo de pavimentos, baseando-se (ao menos na retórica) na ideia de cidade compacta, da diversidade de usos, no movimento de pedestres e na otimização da infraestrutura.</p>
<p>Entretanto, essas manifestações convenientemente esquecem-se de defender também outros aspectos inerentes ao conceito de cidade compacta, tais como um perímetro urbano enxuto e os malefícios causados pelos vazios urbanos, cuja retenção especulativa deveria ser combatida com impostos mais altos. Defendem apenas aquele aspecto que lhes interessa, deixando de lado aqueles que poderiam lhes atrapalhar.</p>
<p>Com isso, temos o pior de dois mundos: por um lado, temos pontos específicos da cidade (determinados pelo mercado imobiliário, não pela coletividade) com altíssima densidade (muito acima do que seria razoável prever para um horizonte de 20, 30 ou mesmo 50 anos), com sobrecarga de infraestrutura e graves problemas de acessibilidade. Por outro, temos frequentes ampliações desnecessárias (e por isso prejudiciais) do limite urbano, e alta porcentagem de imóveis sem uso, subutilizados e/ou não edificados, que resultam em densidades globais baixíssimas, oneram a infraestrutura e aumentam as distâncias a serem percorridas.</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2012/11/06/condicoes-para-a-vitalidade-urbana-1-densidade/">Condições para a vitalidade Urbana #1 – densidade</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://urbanidades.arq.br/2012/11/06/condicoes-para-a-vitalidade-urbana-1-densidade/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>3</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bras&#237;lia &#8211; cidade moderna, cidade eterna &#8211; Frederico de Holanda</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2010/05/07/brasilia-cidade-moderna-cidade-eterna-frederico-de-holanda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 May 2010 20:04:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico de Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[modernismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://urbanidades.arq.br/?p=595</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Professor Holanda está lançando seu mais novo livro e, por isso, estou divulgando aqui no Urbanidades. Ainda não tive a oportunidade de lê-lo, mas a julgar pela seus outros<a href="https://urbanidades.arq.br/2010/05/07/brasilia-cidade-moderna-cidade-eterna-frederico-de-holanda/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Bras&#237;lia &#8211; cidade moderna, cidade eterna &#8211; Frederico de Holanda</span></span></a></p>
The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2010/05/07/brasilia-cidade-moderna-cidade-eterna-frederico-de-holanda/">Brasília – cidade moderna, cidade eterna – Frederico de Holanda</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Professor Holanda está lançando seu mais novo livro e, por isso, estou divulgando aqui no Urbanidades. Ainda não tive a oportunidade de lê-lo, mas a julgar pela seus outros trabalhos, podemos esperar um texto da mais alta qualidade. Certamente vale o investimento.<span id="more-595"></span></p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/05/capacircular.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="display: inline; margin: 0px 0px 0px 10px; border: 0px;" title="capa circular" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/05/capacircular_thumb.jpg" border="0" alt="capa circular" width="300" height="317" align="right" /></a>A seguir a mensagem enviada por ele:</p>
<blockquote><p>Caros amigos, colegas, estudantes:</p>
<p>É com muita alegria que anuncio o lançamento do livro <em>Brasília – cidade moderna, cidade eterna.</em></p>
<p>Inclui os principais achados de pesquisas desenvolvidas nos últimos anos, depois de <em>O espaço de exceção </em>(2002) e de <em>Arquitetura &amp; urbanidade </em>(2003)<em>. </em>É de minha autoria exclusiva, embora reflita os resultados de investigações do grupo de pesquisa que coordeno.</p>
<p>Anexo um documento com o <em>texto da quarta capa</em>, o <em>Prefácio</em> (de Andrey Rosenthal Schlee) e o <em>Prólogo.</em> Isto dará uma boa ideia do conteúdo.</p>
<p>Há três maneiras de adquirir o livro:</p>
<p>1) Diretamente comigo. O pedido deve ser encaminhado para o email <a href="mailto:brasiliaeterna@gmail.com">brasiliaeterna@gmail.com</a>. Peço informar o <em>endereço para a remessa</em>, e a <em>opção de postagem</em> (<em>comum</em> ou <em>expressa</em>). Na <em>comum</em>, para qualquer lugar do país, serão cobrados R$ 2,00; na <em>expressa</em>, o valor será informado, pois dependerá da localidade. Recebido o pedido, informarei a conta bancária onde o valor do livro (R$ 39,00) e o valor da postagem (a depender da opção) devem ser depositados. Creditado o valor, o livro será enviado. <em>Esta opção é válida somente para os residentes no Brasil.</em> Para outros países, ver alternativas 2 e 3.</p>
<p>2) Pela página da internet <em>PayPal </em>(<a href="https://www.paypal.com">https://www.paypal.com</a>)<em>.</em> O pedido deve ser encaminhado para o email <a href="mailto:brasiliaeterna@gmail.com">brasiliaeterna@gmail.com</a>.<em> </em>Peço informar o <em>endereço para a remessa</em>, e a <em>opção de postagem </em>(comum ou expressa). Recebido o pedido, informarei o valor e a minha conta de <em>PayPal </em>onde o valor deve ser depositado. O valor variará de acordo com a opção de postagem e o câmbio. Creditado o valor, o livro será enviado.</p>
<p>3) Na <em>Livraria Cultura</em>, nas lojas ou na página <a href="http://www.livrariacultura.com.br/">www.livrariacultura.com.br</a></p>
<p>Agradeceria imensamente que vocês contribuíssem para a divulgação do livro entre amigos, colegas, alunos, contatos em geral. Se não acharem abusivo, peço também divulgar nas malas eletrônicas das instituições a que pertencem.</p>
<p>Por enquanto, o livro está disponível apenas aos leitores da língua portuguesa. Entretanto, traduções para outras línguas estão sendo planejadas.</p>
<p>Finalmente, desculpo-me de antemão por mensagens duplicadas que eventualmente recebam.</p>
<p>Com as mais cordiais saudações,</p>
<p>Frederico de Holanda</p></blockquote>
<p>E aqui o texto da quarta capa, que dá mais algumas informações sobre o livro:</p>
<blockquote><p>É quase unânime caracterizar Brasília como “uma cidade moderna”. Descrição pobre. Lucio Costa supera o receituário, estava “desarmado de preconceitos e tabus urbanísticos”. Além dos traços modernos, o arquiteto ousa incorporar influências milenares – terraplenos monumentais, perspectivas barrocas, cidade jardim.</p>
<p>Honrosas exceções à parte, os discursos sobre Brasília são míticos. Os elogiosos ignoram os problemas da Capital, os críticos inventam problemas inexistentes.</p>
<p><strong>Brasília – cidade moderna, cidade eterna</strong> procura superar o maniqueísmo do “ame-a ou deixe-a”. Revela ser a Capital uma das mais peculiares cidades do planeta, nos âmbitos metropolitano e do Plano Piloto de Lucio Costa. Mostra seus grandes problemas e suas fascinantes qualidades. As qualidades são estruturais. Essas vencerão o tempo. Os problemas são circunstanciais. Quixotesco lutar por solucioná-los? Talvez. Mas vale tentar. Sempre.</p>
<p>BRASÍLIA 50 ANOS</p>
<p>Para comemorar os cinquenta anos da nova Capital Federal do Brasil, a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília vem organizando uma série de publicações de caráter multidisciplinar. Iniciada com <em>O Capital da Esperança</em>, de Gustavo Lins Ribeiro, e <em>Da Nova Lisboa a Brasília: a invenção de uma Capital</em>, de Laurent Vidal, segue-se agora este <em>Brasília – cidade moderna, cidade eterna</em>, de Frederico de Holanda. Dentre os demais títulos previstos, já estão no prelo <em>Projetos para Brasília: 1927-1957</em>, de Jeferson Tavares, e <em>De Plano Piloto a metrópole: a mancha urbana de Brasília</em>, de Jusselma Duarte de Brito.</p>
<p>A coleção Brasília Histórica 50 anos é coordenada pelos professores Andrey Rosenthal Schlee e Sylvia Ficher</p></blockquote>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2010/05/07/brasilia-cidade-moderna-cidade-eterna-frederico-de-holanda/">Brasília – cidade moderna, cidade eterna – Frederico de Holanda</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
