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	<title>Urbanidades | Posts marcados como habitação - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
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	<description>Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</description>
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	<title>Urbanidades | Posts marcados como habitação - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
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		<title>Texto de Ermínia Maricato sobre as enchentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Feb 2011 22:52:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[especulação imobiliária]]></category>
		<category><![CDATA[Estatuto da Cidade]]></category>
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		<category><![CDATA[planejamento urbano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muito interessante este texto de Ermínia Maricato sobre o problema da urbanização e suas consequências sobre as tragédias acontecidas nos últimos anos. Neste post trago alguns trechos do texto e recomendo sua leitura completa. &#8230; <a href="https://urbanidades.arq.br/2011/02/27/texto-de-erminia-maricato-sobre-as-enchentes/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Texto de Ermínia Maricato sobre as enchentes</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Muito interessante este texto de Ermínia Maricato sobre o problema da urbanização e suas consequências sobre as tragédias acontecidas nos últimos anos: &#8220;<a href="http://carosamigos.terra.com.br/index/index.php/correio-caros-amigos/1353-as-tragedias-urbanas-desconhecimento-ignorancia-ou-cinismo" target="_blank">As tragédias urbanas: desconhecimento, ignorância ou cinismo?</a>&#8221;</p>
<p>Destaco alguns trechos:</p>
<blockquote><p>A mídia repete a ausência do planejamento e da prevenção aliada à falta de responsabilidade e “vontade política” dos governos (muitos dos jornalistas como os colunistas globais, donos da verdade, se esquecem de que pregaram o corte dos gastos públicos e das políticas sociais durante duas décadas).</p></blockquote>
<blockquote><p>Controlar a ocupação da terra quando esta é a mola central e monopólio de um mercado socialmente excludente (restrito para poucos, apesar da ampliação recente promovida pelos programas do Governo Federal) viciado em ganhos especulativos desenfreados, é inviável.</p></blockquote>
<blockquote><p>A localização da terra ou do imóvel edificado é o que conta. Há uma luta surda e ferrenha pelas melhores localizações, assim como pela orientação dos investimentos públicos que causam aumento dos preços e valorização dos imóveis em determinadas áreas da cidade.</p></blockquote>
<blockquote><p>Ao lado do capital imobiliário, as grandes empreiteiras de obras de  infra-estrutura orientam o destino das cidades quando exercem pressão  sobre os orçamentos públicos (via vereadores, deputados, senadores ou  governantes) para garantir determinados projetos de que podem ser  oferecidos ao governante de plantão como forma de “marcar” a gestão. As  obras determinam o processo de urbanização mais do que leis e Planos  Diretores, pois o que temos, em geral, são planos sem obras e obras sem  planos.</p></blockquote>
<p>Vale a pena conferir o texto completo na Revista <a href="http://carosamigos.terra.com.br/index/index.php/correio-caros-amigos/1353-as-tragedias-urbanas-desconhecimento-ignorancia-ou-cinismo" target="_blank">Caros Amigos</a>.</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2011/02/27/texto-de-erminia-maricato-sobre-as-enchentes/">Texto de Ermínia Maricato sobre as enchentes</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Desastres urbanos</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2011/01/27/desastres-urbanos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 00:09:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[especulação imobiliária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dos muitos textos recentes sobre o problema das enchentes e catástrofes relacionadas ao clima, um que me chamou a atenção foi "Desastres Urbanos: que lição tirar?", de Luiz Cesar de Queiroz Ribeiro. Especificamente, achei interessante a identificação de quatro "lógicas políticas" que costumam caracterizar a gestão nas cidades brasileiras. &#8230; <a href="https://urbanidades.arq.br/2011/01/27/desastres-urbanos/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Desastres urbanos</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dos muitos textos recentes sobre o problema das enchentes e catástrofes relacionadas ao clima, um que me chamou a atenção foi &#8220;Desastres Urbanos: que lição tirar?&#8221;, de Luiz Cesar de Queiroz Ribeiro. Especificamente, achei interessante a identificação de quatro &#8220;lógicas políticas&#8221; que costumam caracterizar a gestão nas cidades brasileiras. Reproduzo aqui uma pequena parte do texto (que pode ser lido, completo, <a href="http://observatoriodasmetropoles.net/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=1555&amp;catid=34&amp;Itemid=88%E2%8C%A9=pt" target="_blank">aqui</a>).</p>
<blockquote><p>Na organização atual do chamado pacto federativo, couberam às Prefeituras estas últimas funções. Para tanto, desde o início dos anos 1980, vem sendo descentralizada para os municípios parcelas significativas dos recursos fiscais manipulados pelo Estado brasileiro. Na ausência de vigorosas instituições políticas capazes de constituírem a cidadania, essa descentralização vem alimentando 4 lógicas políticas particularistas que coexistem na organização e no funcionamento da administração urbana, bloqueando, como consequência, a adoção dos necessários instrumentos de planejamento e gestão pública de correntes da afirmação da lógica do universalismo de procedimentos. Estas lógicas esquartejam a máquina pública em vários centros de decisão que funcionam segundo os interesses que comandam cada uma delas. São elas: a) <strong>o clientelismo urbano</strong> que trouxe para as modernas cidades brasileiras o padrão rural de privatização do poder local, tão bem transcrito por Vitor Nunes Leal na expressão coronelismo, enxada e voto, mas que nas condições urbanas transformou-se em assistencialismo, carência e voto. Trata-se da lógica que está na base da representação política no Poder Legislativo Municipal, mas que precisa controlar parte da máquina administrativa para fazer a mediação do acesso pela população ao poder público. O clientelismo urbano é alimentado por práticas perversas de proteção de uma série de ilegalidades urbanas que atendem a interesses dos circuitos da economia subterrânea das nossas cidades (comércio ambulante, vans, etc.) e a necessidades de acessibilidade da população às condições urbanas de vida, dando nascimento às nossas favelas e às entidades filantrópicas que, travestidas de ONgs, usam recursos públicos para prestar privada e seletivamente serviços coletivos que deveriam ser providos pela Prefeitura. Atualmente, esta lógica vem se reconfigurando pela presença nas câmaras de vereadores de representantes dos interesses da criminalidade, como é caso do fenômeno das milícias no Rio de Janeiro. b) o<strong> patrimonialismo urbano</strong> fundado na coalisão dos históricos interesses presentes nos circuitos da acumulação urbana, representados pelas empreiteiras de obras públicas, concessionárias dos serviços públicos, entre elas o poderoso setor de transportes coletivos, e os do mercado imobiliário. Esta lógica de gestão das cidades constitui-se historicamente na etapa de transição da economia agroexportadora para a economia industrial, pela reconfiguração do capital mercantil em capital urbano, mas que mantém os traços fundamentais desta forma de acumulação, ou seja, a manipulação dos preços e a corrupção, obtidas pelo controle privatista de parte da máquina pública. Nos anos 1950-1970, este circuito se afirma e seus atores passam a constituir importante parcela do poder urbano em razão da explosão demográfica e econômica das nossas cidades impulsionadas pela expansão do Estado Desenvolvimentista, favorecendo a realização de vultosas obras viárias, pontes, túneis, etc., custosas, mas de finalidades duvidosas. Por outro lado, a criação do Sistema Financeiro da Habitação comandado pelo BNH consolidou o setor imobiliário, fez expandir as empresas de construção civil e sua presença no comando da administração das cidades. c) o <strong>empreendendorismo urbano</strong> é uma lógica emergente impulsionada pelo surgimento de um complexo circuito internacional de acumulação organizado em torno da transformação das cidades em “máquinas de entretenimento”, para usar a expressão cunhada pelo sociólogo americano Terry Clark. Integra este circuito uma miríade de interesses, protagonizados pelas empresas de consultoria em projetos, pesquisas, arquitetura, de produção e consumo dos serviços turísticos, empresas bancárias e financeiras especializadas no crédito imobiliário, empresas de promoção de eventos, entre outras. Tais interesses têm como correspondência local as novas elites locais portadoras das ideologias liberais que buscam na aliança com aqueles interesses recursos e fundamentos de legitimidade do projeto de competição urbana. As novas elites buscam a representação política através do uso das técnicas do marketing urbano, traduzido em obras exemplares da “nova cidade”, o que é facilitado pela fragilidade dos partidos políticos. A política urbana passa a centralizar-se na atração de médios e mega-ventos e na realização de investimentos de renovação de áreas urbanas degradadas, prioridades que permitem legitimar tais elites e construir as alianças com os interesses do complexo internacional de entretenimento. Na maioria dos casos, esta orientação se materializa na constituição de bolsões de gerência técnica, diretamente vinculados aos chefes do executivo e compostos por pessoas recrutadas fora do setor público. Portanto, a lógica do empresariamento urbano, que se pretende mais eficiente, implica no abandono e mesmo desvalorização da organização burocrática. Os salários dos funcionários clássicos são aviltados, suas carreiras perdem prestígios, não são capacitados, os cadastros são abandonados e mesmo a base técnica dos órgãos públicos é fragilizada. d) o <strong>corporativismo urbano</strong> traduzido na presença dos segmentos organizados da sociedade civil nas arenas de participação abertas pela Constituição de 1988, cuja promessa era a constituição de um padrão republicano de gestão da cidade que, se implantado, criaria a condições para o surgimento de uma gestão urbana fundada no universalismo de procedimento. Os municípios onde a correlação de forças levou ao comando das Prefeituras coalisões de forças comprometidas com o projeto de constituição de uma verdadeira esfera pública local, vêm sofrendo reveses decorrentes, de um lado, em razão do baixo índice de associativismo vigente na sociedade – apenas 27% da população adulta integra as formas de organização cívica como sindicato, associações profissionais, partidos, entidades de bairro, etc. – e , de outro lado, pela diminuição do ímpeto dos movimentos sociais nas cidades. Estes dois fatos vêm bloqueando a constituição de uma aliança entre o escasso mundo civicamente organizado e o vasto segmento da população urbana que se mobiliza politicamente apenas de maneira pontual e temporária. O resultado é que as experiências participativas resultam no atendimento dos interesses destes segmentos organizados, não forçando a adoção de um universalismo de procedimentos, pressuposto da constituição de uma burocracia planejadora.</p></blockquote>
<p>Dica de Luciana Andrade.</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2011/01/27/desastres-urbanos/">Desastres urbanos</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>III Congresso Brasileiro de Habitação Social CTHab 2009</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2009/11/06/iii-congresso-brasileiro-de-habitacao-social-cthab-2009/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 01:27:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[habitação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trecho extraído da apresentação do evento, na página do III Congresso Brasileiro e II Congresso Iberamericano de Habitação Social. O CTHab’2009 busca confirmar o evento como um forum de discussão<a href="https://urbanidades.arq.br/2009/11/06/iii-congresso-brasileiro-de-habitacao-social-cthab-2009/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">III Congresso Brasileiro de Habitação Social CTHab 2009</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Trecho extraído da apresentação do evento, na página do <a title="Congresso Habitação Social" href="http://www.cthab.ufsc.br/" target="_blank">III Congresso Brasileiro e II Congresso Iberamericano de Habitação Social</a>.</p>
<blockquote><p>O CTHab’2009 busca confirmar o evento como um forum de discussão sobre a Habitação Social no âmbito iberamericano e nesta edição tem como mote principal o desafio da busca “por uma nova abordagem” da questão habitacional para as populações de menor renda, através do tratamento dos seguintes temas:</p>
<p>1. Habitação Social como produto social: qualidade do projeto; adequação dimensional; apropriação espacial; acessibilidade e ciclo de vida familiar; custos e benefícios da inovação.</p>
<p>2. HIS como processo de produção e construção: conservação/eficiência energética; redução de insumos no uso e manutenção; sistemas construtivos; novas tipologias;</p>
<p>3. Habitação Social como ação social: processo participativo; demandas regionais; habitação/trabalho e renda; autoconstrução;</p>
<p>4. Habitação e inserção urbana: periferização e segregação urbana; revitalização urbana pelo uso habitacional; controle de impactos (políticas e métodos); efeito de catástrofes.</p></blockquote>
<p>Local: Florianópolis &#8211; SC</p>
<p>Data: 23 a 27 de Novembro de 2009</p>
<p>Mais informações: <a title="Congresso Habitação Social" href="http://www.cthab.ufsc.br/" target="_blank">aqui</a>.</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2009/11/06/iii-congresso-brasileiro-de-habitacao-social-cthab-2009/">III Congresso Brasileiro de Habitação Social CTHab 2009</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O Modernismo já dizia&#8230;</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2008/09/22/o-modernismo-ja-dizia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 20:35:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[cidade modernista]]></category>
		<category><![CDATA[especulação imobiliária]]></category>
		<category><![CDATA[habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Le Corbusier]]></category>
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		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É preciso exigir dos construtores uma planta demonstrando que no solstício de inverno o sol penetrará em cada moradia, no mínimo 2 horas por dia. Na falta disso será negada<a href="https://urbanidades.arq.br/2008/09/22/o-modernismo-ja-dizia/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">O Modernismo já dizia&#8230;</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>É preciso exigir dos construtores uma planta demonstrando que no solstício de inverno o sol penetrará em cada moradia, no mínimo 2 horas por dia. Na falta disso será negada a autorização para construir. Introduzir o sol é o novo e o mais imperioso dever do arquiteto. (LE CORBUSIER, Carta de Atenas, 1935 &#8211; ponto 26).</p></blockquote>
<p>Dá pra imaginar o que aconteceria se um requisito desses fosse aprovado em um plano diretor aqui no Brasil? Qual seria a reação dos construtores? Imagino que não seria das mais favoráveis&#8230;</p>
<p>E, no entanto, por que não? Qual seria uma justificativa plausível para discordar desse requisito? Sugestões nos comentários&#8230;</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2008/09/22/o-modernismo-ja-dizia/">O Modernismo já dizia…</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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