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	<title>Urbanidades | Posts marcados como negociação - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
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	<description>Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</description>
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	<title>Urbanidades | Posts marcados como negociação - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
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		<title>Condições básicas para a obtenção de consenso</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2010/08/25/condicoes-basicas-para-a-obtencao-de-consenso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 19:17:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[consenso]]></category>
		<category><![CDATA[negociação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um artigo muito interessante, Judith Innes (2004) rebate algumas críticas feitas à busca pelo consenso como forma de deliberação em questões relacionadas ao desenvolvimento urbano e ambiental. Segundo ela, essas críticas, na maioria das vezes, focam aplicações malfeitas da busca pelo consenso, e não os aspectos teóricos da questão. &#8230; <a href="https://urbanidades.arq.br/2010/08/25/condicoes-basicas-para-a-obtencao-de-consenso/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Condições básicas para a obtenção de consenso</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/08/parliamentfightphotonotturnbullrudd.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" style="display: inline; border: 0px;" title="parliament-fight-photo-not-turnbull-rudd" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/08/parliamentfightphotonotturnbullrudd_thumb.jpg" border="0" alt="parliament-fight-photo-not-turnbull-rudd" width="500" height="376" /></a><br />
Fonte da imagem: <a href="http://www.domeontherange.org/2010/07/pompeo-and-hartman-duke-it-out.html" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Em um artigo muito interessante, Judith Innes (2004) rebate algumas críticas feitas à busca pelo consenso como forma de deliberação em questões relacionadas ao desenvolvimento urbano e ambiental. Segundo ela, essas críticas, na maioria das vezes, focam aplicações malfeitas da busca pelo consenso, e não os aspectos teóricos da questão, ou seja, o que o estudo e a pesquisa teórica identificam como sendo necessários para que o consenso seja legítimo.</p>
<p>Segundo elas, essas condições são:</p>
<ol>
<li>Inclusão de uma gama completa de interessados (stakeholders);</li>
<li>Uma tarefa que seja significativa para os participantes e que tenha a perspectiva de impactá-los dentro de um prazo razoável (isso vai de acordo a algumas preocupações levantadas pelo Prof. Villaça, para quem a comunidade não participa de processos participativos quando não vê seus reais interesses sendo discutidos);</li>
<li>A possibilidade de os participantes fazerem as suas próprias regras no que diz respeito ao comportamento, definição de pauta, modos de deliberação, etc.</li>
<li>Um processo que comece pelo entendimento mútuo dos interesses envolvidos e evite a barganha de posições (o que tem ligação com o livro de <a title="Ury &amp; Fisher" href="http://urbanidades.arq.br/2007/02/decises-em-planejamento/" target="_blank">Ury &amp; Fisher</a>, já comentado rapidamente aqui no Urbanidades);</li>
<li>Um diálogo em que todos são ouvidos e respeitados, e no qual haja todos tenham a mesma possibilidade de participar;</li>
<li>Um processo auto-organizado em que não haja pressões relativas ao tempo gasto ou ao conteúdo abordado, e que permita que o status quo e as premissas adotadas sejam questionados;</li>
<li>Informação acessível e compartilhada entre os participantes;</li>
<li>Entendimento de que o consenso só é alcançado quando todos os interesses foram explorados e todos os esforços foram feitos no sentido de satisfazer esses interesses.</li>
</ol>
<p>Não é pouca coisa. E no seu Município, você acha que as regras para o consenso foram/estão sendo seguidas? <a title="PD Florianópolis" href="http://urbanidades.arq.br/2010/04/pd-florianopolis-cronica-de-uma-morte-anunciada/" target="_blank">Aqui em Florianópolis</a> é fácil chegar a uma conclusão.</p>
<h3>Referência bibliográfica:</h3>
<p>INNES, Judith. Consensus building: clarifications for the critics. <strong>Planning Theory</strong>, v. 3, n. 1, p. 5 -20, 2004.</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2010/08/25/condicoes-basicas-para-a-obtencao-de-consenso/">Condições básicas para a obtenção de consenso</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Decisões em planejamento</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2007/02/11/decises-em-planejamento/</link>
					<comments>https://urbanidades.arq.br/2007/02/11/decises-em-planejamento/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Feb 2007 18:28:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[apoio à decisão]]></category>
		<category><![CDATA[artigos clássicos]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
		<category><![CDATA[negociação]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento urbano]]></category>
		<category><![CDATA[publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu gosto muito de uma abordagem do planejamento que o entende como um processo complexo de tomada de decisões. O texto clássico dessa abordagem é de Davidoff &#38; Reiner (1973)<a href="https://urbanidades.arq.br/2007/02/11/decises-em-planejamento/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Decisões em planejamento</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Eu gosto muito de uma abordagem do planejamento que o entende como um processo complexo de tomada de decisões. O texto clássico dessa abordagem é de Davidoff &amp; Reiner (1973) &#8211; <strong>A choice theory of planning</strong>.</p>
<p>Segundo ela, o planejamento nada mais é que escolher entre as alternativas possíveis aquela que melhor responde aos objetivos. Simples, não? Só que fazer isso, na prática, nunca é tão simples assim. Só definir os objetivos já é tarefa das mais difíceis, que dirá obter consenso quanto aos &#8220;pesos&#8221; ou prioridades de cada um deles, bem como os melhores meios (ou alternativas) para alcançá-los?</p>
<p><span id="more-15"></span></p>
<p>Para fazer isso, entre em cena uma habilidade importantíssima &#8211; e pouco valorizada na formação acadêmica &#8211; que é a negociação. Não me lembro de ter visto uma disciplina sobre isso em nenhum currículo de um curso de arquitetura e urbanismo. No entanto, a RTPI (Royal Town Planning Institute), da Inglaterra, na sua política para o campo do planejamento urbano define como indicadores de aprendizado para os estudantes de planejamento, entre outros aspectos:</p>
<blockquote><p>&#8211; Reconhecer o papel, no processo de planejamento, de habilidades como a negociação, mediação e <em>advocacy, </em>e a importância do trabalho em equipe [&#8230;];</p>
<p>&#8211; Reconhecer a natureza política das tomadas de decisão em planejamento urbano [&#8230;];</p></blockquote>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1054673&amp;ST=SR" target="_blank"><img decoding="async" style="border: 0px none;" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Decisesemplanejamento_DBC1/chegar_ao_sim.jpg" border="0" alt="chegar_ao_sim" width="130" height="207" align="right" /></a> Um livro é considerado básico no campo da Negociação: Fisher; Ury; Patton-<a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1054673&amp;ST=SR" target="_blank"> Como chegar ao sim</a>. Ele propõe quatro regras básicas para facilitar o processo de negociação:</p>
<ol>
<li>Separe as pessoas dos problemas;</li>
<li>Concentre-se nos interesses e não nas posições;</li>
<li>Busque soluções que satisfaçam às duas partes (negociação integrativa); e</li>
<li>Insista em critérios objetivos.</li>
</ol>
<p>Um livro poderoso. Recomendo.</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Decisesemplanejamento_DBC1/negociar_e_preciso.jpg" target="_blank"><img decoding="async" style="border: 0px none; margin: 0px 15px 0px 0px;" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Decisesemplanejamento_DBC1/negociar_e_preciso_thumb.jpg" border="0" alt="negociar_e_preciso" width="130" height="182" align="left" /></a> Outro livro que eu gosto muito é o de Richard Shell: <a href="http://afiliados.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=145425&amp;ST=SF18318" target="_blank">Negociar é preciso</a> . O autor avança sobre os argumentos de Fisher e mostra princípios e diretrizes para negociação que levam em conta, em primeiro lugar, a personalidade de quem está negociando. Se uma pessoa é competitiva não adianta querer adotar uma solução integrativa que provavelmente não dará certo. Este livro parece ser mais &#8220;realista&#8221; que o outro e dar indicações de como proceder se as coisas não estiverem indo muito bem.</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2007/02/11/decises-em-planejamento/">Decisões em planejamento</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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