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	<title>Urbanidades | Posts marcados como nível de incomodidade - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
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	<description>Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</description>
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	<title>Urbanidades | Posts marcados como nível de incomodidade - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
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		<title>N&#237;vel de incomodidade dos Evang&#233;licos</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2008/01/16/nivel-de-incomodidade-dos-evangelicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jan 2008 17:12:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[instrumentos urbanísticos]]></category>
		<category><![CDATA[nível de incomodidade]]></category>
		<category><![CDATA[planos diretores]]></category>
		<category><![CDATA[zoneamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da notícia original: Ministério das Cidades Igrejas querem carta branca Fonte: O Popular (GO) &#8211; 14/12/2007 Projeto de lei libera construção de templos em qualquer rua da cidade e<a href="https://urbanidades.arq.br/2008/01/16/nivel-de-incomodidade-dos-evangelicos/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">N&#237;vel de incomodidade dos Evang&#233;licos</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Fonte da notícia original: <a href="http://www.cidades.gov.br//index.php?option=content&amp;task=view&amp;id=3296&amp;Itemid=0" target="_blank">Ministério das Cidades</a></strong></p>
<blockquote><p><strong>Igrejas querem carta branca<br />
</strong><span style="font-size: x-small;">Fonte: O Popular (GO) &#8211; 14/12/2007</span></p>
<p><em>Projeto de lei libera construção de templos em qualquer rua da cidade e sem necessidade de licença ambiental</em></p>
<p><span style="font-size: x-small;">Almiro Marcos e Carla Borges</span></p>
<p>Além de ter conseguido diminuir a classificação do grau de incomodidade das igrejas no âmbito do Plano Diretor, a bancada evangélica da Câmara de Goiânia quer garantir ainda mais benefícios para os templos religiosos. Os sete vereadores que a compõem &#8211; inclusive o presidente da casa, Deivison Costa &#8211; entraram com duas propostas de emenda ao projeto de lei que está em tramitação. Uma elas quer garantir espaço mais amplo para construção de templos e a outra quer retirar a exigência de licença ambiental para tais empreendimentos. O relator da matéria, Elias Vaz, adiantou que não vai acolhê-las, mas apresentar uma emenda prevendo que as igrejas tenham tratamento acústico para diminuir o impacto de vizinhança.</p>
<p><span id="more-67"></span></p>
<p>O assunto templos religiosos faz parte do projeto de Lei sobre Parâmetros Urbanísticos, que inclui os chamados graus de incomodidade, por meio dos quais será definida a instalação de atividades econômicas na capital. O projeto faz parte de um pacote das leis do Plano Diretor (em vigor desde outubro passado) que precisam de regulamentação. Os graus classificam as atividades, principalmente econômicas, conforme o incômodo que provocam na vizinhança, como ruídos e trânsito, por exemplo (veja quadro). Durante o período de autoconvocação, que começa na segunda-feira, os parlamentares votarão o projeto dos Parâmetros Urbanísticos, o Código de Obras de Goiânia e o da Outorga Onerosa do Direito de Construir. Os outros sete projetos só serão apreciados no próximo ano.</p>
<p>A entrada em vigor do Plano Diretor, em outubro, criou uma situação de vacância legal na cidade, já que a Lei de Zoneamento Urbano foi revogada. Atualmente, mais de 2 mil pedidos de licença para uso do solo estão parados na Secretaria de Planejamento Municipal (Seplam) à espera de uma solução para o impasse, por isso os vereadores elegeram os três projetos para serem apreciados antes do recesso, minimizando os prejuízos para quem quer construir. O titular da Seplam, Francisco Vale Júnior, acredita que a votação dos três projetos resolverá o problema. &#8220;A Prefeitura está engessada por causa dessa situação. É urgentíssimo que esses projetos sejam votados, por isso está acarretando um prejuízo muito grande&#8221;, afirmou ao POPULAR.</p>
<p><strong>Grau 1</strong></p>
<p>No texto original da Lei sobre Parâmetros Urbanísticos, os templos eram classificados no grau 2 de incomodidade, numa escala que vai de 1 até 5. Houve reação da bancada evangélica. Um estudo técnico feito pela Secretaria de Planejamento do Município (Seplam), pela Câmara e por entidades do Fórum Empresarial reafirmou o posicionamento das igrejas no grau 2. No entanto, a pressão política acabou por indicar a sua posição dentro do nível 1, conforme projeto que o prefeito Iris Rezende enviou para regulamentação. Iris também é evangélico. Os estabelecimentos classificados com grau 1 podem ser instalados em qualquer rua de Goiânia.</p>
<p>Em audiência pública realizada na terça-feira, que contou com a participação maciça de lideranças evangélicas, a bancada evangélica reforçou a posição dos templos no nível 1 de incomodidade.</p>
<p>&#8220;Acreditamos que isso está praticamente acertado&#8221;, disse Josué Gouveia. A bancada apresentou duas emendas ao projeto, que está para ser regulamentado: ampliação de 360 metros quadrados de área construída nas vias secundárias para 540 metros quadrados e retirada da exigência de licença ambiental para os templos religiosos.</p></blockquote>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2008/01/16/nivel-de-incomodidade-dos-evangelicos/">Nível de incomodidade dos Evangélicos</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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