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	<title>Urbanidades | Posts marcados como paisagem - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
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	<title>Urbanidades | Posts marcados como paisagem - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
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		<title>Houston: paraíso dos automóveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 18:32:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Essa imagem é impressionante: nela podemos ver a primazia do automóvel na constituição do espaço urbano levada ao seu extremo, bem como os resultados espaciais obtidos por essa visão de desenvolvimento. Você gostaria de morar numa cidade assim? Caminhar pelas suas ruas num tranquilo passeio no fim-de-semana? &#8230; <a href="https://urbanidades.arq.br/2011/09/27/houston-paraiso-dos-automoveis/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Houston: paraíso dos automóveis</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Essa imagem é impressionante: nela podemos ver a primazia do automóvel na constituição do espaço urbano levada ao seu extremo, bem como os resultados espaciais obtidos por essa visão de desenvolvimento. Você gostaria de morar numa cidade assim? Caminhar pelas suas ruas num tranquilo passeio no fim-de-semana?<span id="more-983"></span></p>
<figure id="attachment_984" aria-describedby="caption-attachment-984" style="width: 500px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/parking-houston.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-984" title="parking-houston" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/parking-houston-500x312.jpg" alt="" width="500" height="312" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/parking-houston-500x312.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/parking-houston-300x187.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/parking-houston-768x480.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/parking-houston-1536x959.jpg 1536w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/parking-houston-50x31.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/parking-houston-200x125.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/parking-houston.jpg 1600w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-984" class="wp-caption-text">Houston - Texas. Fonte: http://www.ecoplan.org/wtpp/wt_home-houston.htm</figcaption></figure>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2011/09/27/houston-paraiso-dos-automoveis/">Houston: paraíso dos automóveis</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>As armadilhas da defini&#231;&#227;o do zoneamento e das densidades populacionais urbanas</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2010/02/22/as-armadilhas-da-definicao-do-zoneamento-e-densidades-urbanas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 16:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[bê-á-bá]]></category>
		<category><![CDATA[especulação imobiliária]]></category>
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		<category><![CDATA[Oscar Newman]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este post surgiu motivado por algumas discussões realizadas no âmbito da definição do plano diretor de Florianópolis, no detalhamento do macrozoneamento proposto pela Fundação CEPA. Consideramos essencial que algumas questões<a href="https://urbanidades.arq.br/2010/02/22/as-armadilhas-da-definicao-do-zoneamento-e-densidades-urbanas/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">As armadilhas da defini&#231;&#227;o do zoneamento e das densidades populacionais urbanas</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Este post surgiu motivado por algumas discussões realizadas no âmbito da definição do plano diretor de Florianópolis, no detalhamento do macrozoneamento proposto pela Fundação CEPA. Consideramos essencial que algumas questões técnicas sejam devidamente esclarecidas para que a população não fique à mercê de argumentos falaciosos e/ou omissos, que podem estar escondendo intenções não declaradas.</p>
<p>Nesse sentido, este texto tenta contribuir para minimizar os estragos causados por uma condução equivocada do processo, que teve início em 2006 e cujo principal símbolo foi o desmantelamento unilateral do núcleo gestor levado a cabo pela prefeitura no início do 2o mandato do prefeito reeleito. A partir de então, a tentativa de um processo participativo foi definitivamente deixada de lado, e as audiências públicas passaram a ser meramente informativas e, no melhor dos casos, consultiva. Nada de deliberação por aqui, pelo menos para a sociedade civil.</p>
<p><span id="more-536"></span></p>
<p>As oficinas, da mesma forma, não previram momentos de deliberação. O discurso foi mais ou menos assim: &#8220;nós apresentamos nossa proposta, vocês fazem as devidas considerações, e então nós as analisaremos e decidiremos se são pertinentes ou não&#8221;. Como se houvesse uma &#8220;neutralidade&#8221; técnica capaz de separar os fatos e dados, dos valores e objetivos. Falácia bastante comum e que já deveria estar superada há muito tempo.</p>
<p>De qualquer forma, optamos por contribuir no debate para tentar minimizar a possibilidade de manipulação das pessoas, e para tentar fazer aumentar, ainda que um pouquinho, o nível de consciência dos participantes sobre o que está sendo discutido.</p>
<p>Neste texto, vamos nos referir muitas vezes a “gabaritos”. Com isso, estaremos nos referindo ao número máximo de pavimentos permitido pelo zoneamento para uma determinada área. Se você tem dúvidas sobre o significado de outros índices urbanísticos, tais como coeficiente de aproveitamento e taxa de ocupação, não deixe de ler estes posts:</p>
<ul>
<li><a title="Zoneamento e planos diretores" href="http://urbanidades.arq.br/2007/11/zoneamento-e-planos-diretores/" target="_blank">Zoneamento e planos diretores</a>;</li>
<li><a title="Taxa de ocupação e coeficiente de aproveitamento" href="http://urbanidades.arq.br/2007/12/taxa-de-ocupao-e-coeficiente-de-aproveitamento/" target="_blank">Taxa de ocupação e coeficiente de aproveitamento</a>.</li>
</ul>
<h3>Gabaritos x densidades</h3>
<p>Qual a relação entre gabaritos e densidade populacional? Existe uma relação absoluta e direta, de forma que maior verticalização equivale necessariamente a maior densidade e menor verticalização equivale e menor densidade? Certamente que não. É possível ter densidades iguais com edifícios de alturas diferentes, contanto que as áreas liberadas nos terrenos sejam diferentes. É possível ter prédios mais altos e finos em uma área e prédios mais robustos e baixos em outras, e a densidade final ser a mesma. A figura abaixo demonstra isso claramente. À esquerda vemos prédios mais altos com maior área liberada no terreno; à direita temos prédios mais baixos com menos área liberada no terreno. Ainda assim, as densidades são equivalentes.</p>
<p style="text-align: center;"><span class="legendas"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/02/Newman199601.jpg"><img decoding="async" style="display: inline; border-width: 0px;" title="Newman (1996) - 01" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/02/Newman199601_thumb.jpg" border="0" alt="Newman (1996) - 01" width="500" height="375" /></a><br />
Configurações distintas com mesma densidade final. Fonte: Newman (1996)</span></p>
<p>A imagem seguinte também mostra o mesmo fenômeno. O mesmo volume poderia ser posicionado de formas diferentes sobre o terreno, resultando em ocupações distintas porém equivalentes em termos de número de metros quadrados construídos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/02/definicao_gabaritos01.png"><img decoding="async" style="display: inline; border-width: 0px;" title="definicao_gabaritos-01" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/02/definicao_gabaritos01_thumb.png" border="0" alt="definicao_gabaritos-01" width="500" height="301" /></a><br />
<span class="legendas">Configuração possível (mas não provável) de um mesmo volume construído com diferentes números de pavimentos: para isso acontecer, o coeficiente de aproveitamento deve ser mantido constante.</span></p>
<p>Entretanto, não é isso o que acontece na imensa maioria dos casos. O que podemos perceber nas cidades brasileiras é que o índice de aproveitamento tende a acompanhar o incremento no número de pavimentos, e a diminuição da taxa de ocupação raramente é suficiente para compensar esse aumento. Sendo assim, o que vemos é que há sim uma correlação bastante relevante entre verticalização e densidade populacional, ou seja, na maioria dos casos é verdadeira a afirmação de que maior verticalização equivale a maior densidade e menor verticalização equivale a menor densidade.</p>
<p>Por que isso ocorre? Vamos analisar, como exemplo, a tabela de zonas do Plano Diretor de Florianópolis (Lei Municipal 001/97). Nela vemos que, para 12 andares, o índice de aproveitamento é de 3, ou seja, é possível construir um total de metros quadrados equivalente a 3 vezes a área do terreno.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/02/definicao_gabaritos03.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-553" title="definicao_gabaritos03_thumb" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/02/definicao_gabaritos03_thumb.png" alt="" width="500" height="284" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/02/definicao_gabaritos03_thumb.png 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/02/definicao_gabaritos03_thumb-300x170.png 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/02/definicao_gabaritos03_thumb-50x28.png 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/02/definicao_gabaritos03_thumb-200x114.png 200w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a><br />
<span class="legendas">Via de regra, a gabaritos maiores correspondem índices de aproveitamento maiores. Fonte: Plano Diretor de Florianópolis (Lei 001/1997)</span></p>
<p>Já para o gabarito de 4 pavimentos, o índice de aproveitamento é de 1,3, ou seja, menos da metade. Ora, fica claro, portanto, que na zona de 12 pavimentos a densidade construtiva será maior e, por consequência, é muito provável que a densidade populacional também será maior. Afinal, onde cabe maior número de unidades residenciais, cabe maior número de pessoas.</p>
<p>A taxa de ocupação pouco influenciou na densidade, uma vez que, mesmo diminuindo de 33% no caso de 4 pavimentos para 25% no caso de 12 pavimentos, ainda assim a densidade aumentou. Para inverter essa lógica, é necessário que o coeficiente de aproveitamento não varie juntamente com o aumento do número máximo de pavimentos. Voltaremos a esse assunto mais adiante.</p>
<h3>Gabaritos x especulação imobiliária x valor do solo</h3>
<p>Um dos principais problemas na definição do número máximo de pavimentos é que ele não afeta apenas os aspectos urbanísticos, mas também os aspectos financeiros da produção da cidade. Nesse sentido, é óbvio que, do ponto de vista de um empreendedor imobiliário, é mais vantajoso que o seu lote ou gleba possua permissão para construir um maior número de metros quadrados, distribuídos em muitos pavimentos, do que possuir limitação a poucos andares. Quanto mais puder ser construído, maior é a possibilidade de tirar lucro daquele terreno.</p>
<p>O mesmo vale para os proprietários de imóveis que pretendem vendê-los para os empreendedores imobiliários.</p>
<p>Por isso, os processos de definição do número máximo de pavimentos costumam sofrer pressões por parte desses atores, interessados em aumentar suas expectativas de lucros através da maximização do número de pavimentos e do coeficiente de aproveitamento do lote que, em conjunto, serão os índices que mais influenciarão a quantidade total de metros quadrados a serem construídos e, como consequência, a densidade construtiva.</p>
<p>Não é à toa que grande parte dos financiadores de campanhas dos vereadores são de <a title="especulação imobiliária" href="http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI1612536-EI5030,00.html" target="_blank">empresas ligadas ao ramo imobiliário</a>.</p>
<p>Como resultado, muitas vezes uma alteração de zoneamento feita pelos vereadores, sem a devida discussão e participação popular, bem como sem critérios técnicos, acaba aumentando substancialmente o patrimônio de alguns poucos beneficiados, enquanto que toda a cidade paga pelo aumento indevido na densidade de certas áreas.</p>
<h3>Como discutir e definir os gabaritos?</h3>
<div class="olhos">Para calcular a densidade desejada, devemos estimar a quantidade de população a ser alocada em um determinado local.</div>
<p>Diante disso, consideramos que um caminho menos arbitrário e mais democrático para a discussão sobre o número máximo de pavimentos deve partir de uma estimativa da quantidade de população a ser alocada em uma determinada área nos próximos vinte anos (BERKE et al, 2006), e da densidade prevista em função dessa quantidade.</p>
<p>A estimativa pode ser feita de várias maneiras, dependendo das condições específicas do local. A primeira providência deve ser estimar o crescimento demográfico &#8220;puro&#8221;, ou seja, a quantidade de crescimento decorrente das taxas de nascimento e mortalidade, somadas aos fluxos migratórios. Assim, há áreas com altas taxas de crescimento e áreas com baixa taxa de crescimento, ou até mesmo com diminuição da população.</p>
<p>Em um segundo momento pode ser necessário rever a estimativa demográfica tendo em vista limitações da infra-estrutura disponível, tais como água, luz, esgoto, etc. Se, por exemplo, sabe-se que a água disponível atualmente é suficiente para abastecer somente uma população X, não adianta prever uma quantidade 2X de pessoas para uma determinada área. O mesmo deve valer para o sistema de transporte, apesar de que, nesse caso, a determinação da quantidade máxima de pessoas que o sistema pode suportar é muito mais complexa e sujeita a polêmicas. O correto seria contratar uma equipe especialista em modelagem de transportes para realizar um estudo com base em uma perspectiva coerente sobre a quantidade de recursos que poderiam ser investidos nesse tipo de infra-estrutura e, por consequência, em qual seria a capacidade de suporte em um determinado horizonte de tempo.</p>
<p>Sobre essa quantidade preliminar de pessoas a serem alocadas, Berke et al (2006) recomendam adicionar um percentual de 20% a 100% para chegar a uma quantidade oficial estimada para a área. Segundo eles, isso é necessário porque, caso a definição de densidades ( e consequentemente o espaço disponível para ser ocupados pelas pessoas) seja feita exatamente sobre a população provável, o preço da terra tende a ser forçado para cima, por causa da relativa escassez de espaço urbanizável. Calculando com base em um número um pouco maior, garante-se que haverá espaço suficiente para todos sem haver valorização excessiva e artificial do solo urbano.<br />
Tendo a quantidade total de pessoas a ser alocada na área, divide-se este número pela área urbanizável (em hectares), ou seja, pela área que é passível de ser urbanizada (excluindo, portanto, os morros, áreas de proteção ambiental, áreas já consolidadas sem possibilidade de adensamento, etc.). Com isso, temos a densidade prevista para a área. A partir desse número, é possível distribuir os índices (número máximo de pavimentos e coeficiente de aproveitamento, entre outros) pela área, intensificando a densidade em áreas mais acessíveis e diminuindo-a em áreas menos acessíveis ou mais frágeis do ponto de vista ambiental e/ou cultural.<br />
Mossoró, no Rio Grande do Norte, tem uma experiência interessante: lá o coeficiente de aproveitamento foi definido em função da capacidade de suporte do abastecimento de água. Vale a pena conhecer a experiência, que está no banco de experiências do Ministério das Cidades:</p>
<p><a href="http://www.cidades.gov.br/secretarias-nacionais/programas-urbanos/programas/programa-de-fortalecimento-da-gestao-municipal-urbana/banco-de-experiencias/rio-grande-do-norte/mossoro/a%20partir%20da%20capacidade%20de%20suporte%20da%20infraestrutura%20de%20abastecimento%20de%20agua%20e%20esgotamento%20sanitario_Mossoro_RN.pdf/view">Calculo do coeficiente de aproveitamento maximo a partir da capacidade de suporte da infraestrutura de abastecimento de agua e esgotamento sanitario</a></p>
<h3>Os perigos de distorções sutis (ou nem tão sutis)</h3>
<div class="olhos">É mais fácil modificar e deturpar a TO e o CA do que o gabarito.</div>
<p>Em toda discussão sobre os gabaritos máximos, sempre há aqueles que defendem a idéia de aumentar os gabaritos para liberar maior quantidade de áreas verdes e/ou permeáveis no terreno. Apesar dessa idéia ter lógica, o grande risco de aceitá-la é abrir a porta para alterações posteriores no plano diretor que venham a deturpar esse intenção inicial. Modificar Taxa de Ocupação e Índice de Aproveitamente é muito mais fácil do que alterar gabaritos, uma vez que os primeiros são índices abstratos de de visualização mais difícil por parte da população. Já os gabaritos são mais concretos, e por isso as pessoas associam com facilidade gabaritos mais altos com densificação. Dessa forma, podem cobrar explicações técnicas para a alteração e até mesmo reclamar na justiça seus direitos.</p>
<p>Por isso, não recomendo, neste momento da nossa história, que se caia na argumentação de que os gabaritos serão aumentados para liberar área no terreno. Pela minha experiência, não é isso que costuma ocorrer.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/02/definicao_gabaritos02.png"><img loading="lazy" decoding="async" style="display: inline; border-width: 0px;" title="definicao_gabaritos-02" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/02/definicao_gabaritos02_thumb.png" border="0" alt="definicao_gabaritos-02" width="500" height="286" /></a><br />
<span class="legendas">A promessa de aumentar os gabaritos para liberar mais área no terreno raramente é cumprida.</span></p>
<h3>Os riscos de uma definição incorreta dos gabaritos</h3>
<p>Se aceitarmos que os gabaritos, na grande maioria dos casos, têm correlação direta com a densidade de uma área, ou que ao menos têm uma correlação potencial, devemos entender também que uma definição incorreta do número máximo de pavimentos pode trazer os malefícios de uma definição incorreta das densidades.</p>
<p>Sendo assim, teríamos as seguintes possibilidades:</p>
<p><strong>Para densidades e gabaritos subdimensionados:</strong></p>
<ul>
<li>Espalhamento excessivo da cidade, uma vez que menores densidades demandam mais área para acomodar um mesmo número de pessoas;</li>
<li>Aumento artificial do preço da terra, que se torna escassa e por isso encarece;</li>
<li>Possível &#8220;expulsão&#8221; de comunidades tradicionais e/ou de baixa renda, por causa da valorização do preço da terra;</li>
<li>Conversão desnecessária de áreas rurais em áreas urbanas;</li>
<li>Possível destruição de áreas verdes para transformação em área urbanizada;</li>
<li>Imposição de maiores distâncias aos deslocamentos;</li>
<li>Possível inviabilização de uma série de equipamentos comunitários, uma vez que a quantidade de pessoas talvez não seja suficiente para viabilizar o investimento necessário. O mesmo vale para as linhas de ônibus, que por causa da baixa densidade provavelmente terão que deixar grandes porções do território não atendidas.</li>
</ul>
<p><strong>Para densidades e gabaritos superdimensionados:</strong></p>
<ul>
<li>Sobrecarga na infraestrutura, especialmente aquelas ligadas ao tratamento dos efluentes (esgoto) e ao tráfego (engarrafamentos, vias sem capacidade de escoar o tráfego, etc.), com consequente poluição ambiental (hídrica, do ar, sonora, etc.);</li>
<li>Comprometimento das condições de salubridade (pouca insolação e ventilação nos apartamentos);</li>
<li>Comprometimento de aspectos da paisagem;</li>
<li>Desigualdade na ocupação do território: por haver muito espaço para edificar, e pouca demanda, algumas áreas tendem a ficar verticalizadas enquanto outras ficam vazias, esperando valorização (processo também conhecido como <a title="especulação imobiliária" href="http://urbanidades.arq.br/?p=161" target="_blank">especulação imobiliária</a>);</li>
<li>Possível destruição de modos de vida tradicionais;</li>
<li>Possível exclusão de pequenas empresas e construtoras, em favor de grandes conglomerados e empreiteiras.</li>
</ul>
<h3>Referências bibliográficas</h3>
<p>BERKE, Philip; GODSCHALK, David R.; KAISER, Edward J.; RODRIGUEZ, Daniel. <strong>Urban land use planning</strong>. 5th edition. Urbana: University of Illinois Press, 2006.</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2010/02/22/as-armadilhas-da-definicao-do-zoneamento-e-densidades-urbanas/">As armadilhas da definição do zoneamento e das densidades populacionais urbanas</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Mies Van der Rohe e as APPs de fundos de vale</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2008/11/11/mies-van-der-rohe-e-as-apps-de-fundos-de-vale/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 21:07:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[cidade modernista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que dois assuntos tão diferentes podem ter em comum para acabarem em um mesmo post aqui no Urbanidades? Infelizmente, a resposta não é nada agradável: pesquisando sobre esse arquiteto<a href="https://urbanidades.arq.br/2008/11/11/mies-van-der-rohe-e-as-apps-de-fundos-de-vale/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Mies Van der Rohe e as APPs de fundos de vale</span></span></a></p>
The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2008/11/11/mies-van-der-rohe-e-as-apps-de-fundos-de-vale/">Mies Van der Rohe e as APPs de fundos de vale</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O que dois assuntos tão diferentes podem ter em comum para acabarem em um mesmo post aqui no Urbanidades? Infelizmente, a resposta não é nada agradável: pesquisando sobre esse arquiteto alguns dias atrás, encontrei uma péssima notícia sobre uma de suas casas mais famosas, a Farnsworth House.</p>
<p>O projeto, localizado a aproximadamente uma hora e meia de Chicago, data de 1945, e sua construção foi finalizada em 1951. Posicionada junto ao Fox River, ela se mantém elevada a 160cm do chão, sobre uma base plana que parece flutuar. Suas paredes translúcidas procuram integrar o exterior com o interior. A casa é um dos mais importantes exemplares da Arquitetura Moderna no mundo.<span id="more-241"></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/11/fh_3027-00019a_1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-248" title="fh_3027-00019a_1" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/11/fh_3027-00019a_1.jpg" alt="" width="400" height="265" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/11/fh_3027-00019a_1.jpg 400w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/11/fh_3027-00019a_1-300x198.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /><br />
</a><span class="legendas">Casa Farnsworth. </span><span class="legendas">Fonte: </span><a title="Casa Farnsworth" href="http://www.farnsworthhouse.org/photos.htm" target="_blank">aqui</a></p>
<p>Pois, bem. No último dia 14 de Setembro, a casa Farnsworth sofreu uma terrível inundação, causada por chuvas intensas e consequente elevação do nível do rio. As imagens são tristemente impressionantes.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/11/dsc_0070p.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-247" title="dsc_0070p" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/11/dsc_0070p-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/11/dsc_0070p-300x199.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/11/dsc_0070p.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/11/dsc_0034p.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-246" title="dsc_0034p" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/11/dsc_0034p-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/11/dsc_0034p-300x199.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/11/dsc_0034p.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/11/dsc_0007p.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-245" title="dsc_0007p" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/11/dsc_0007p-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/11/dsc_0007p-300x199.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/11/dsc_0007p.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><span class="legendas">Inundação na Casa Farnsworth &#8211; 14.09.2008. Fonte: <a title="Casa Farnsworth" href="http://www.farnsworthhouse.org/news/?p=23" target="_blank">aqui</a></span></p>
<h3>A importância das várzeas</h3>
<p>Há um livro muito interessante chamado &#8220;Jardim de Concreto&#8221;, de autoria de Anne Whiston Spirn. Segundo Spirn (1995), um elemento-chave para a solução dos problemas de enchentes são as várzeas dos rios. Elas atuam como locais naturais para o transbordamento das águas, estocando-as provisoriamente, facilitando a absorção pelo solo e diminuindo sua velocidade. Por isso, é essencial  impedir sua ocupação e conseqüente impermeabilização. Imagine o efeito agregado de milhares e milhares de casas construídas sobre as várzeas dos rios de uma cidade, cada uma com seu quintal pavimentado e sua pequeníssima área verde, quando existe. A água da chuva não tem muita alternativa de infiltração no solo, e acaba correndo toda diretamente para os rios, com os resultados que já nos acostumamos a ver&#8230;</p>
<p>Segundo a autora, uma alternativa interessante para essas áreas é destiná-las a parques urbanos. Dessa maneira, as várzeas dos rios adquirem um relevante valor social para a população e, em épocas de chuvas fortes, são temporariamente utilizados para estocar o excesso de água.</p>
<h3>Legislação de APPs</h3>
<p>Na legislação brasileira, o<a title="Código Florestal - APP" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4771.htm" target="_blank"> Código Florestal</a> determina que no mínimo 30m de cada lado das margens do rios devem ser Áreas de Preservação Permanente. Entretanto, é fácil verificar, andando pelas cidades, que essa lei raramente é cumprida. Para complicar um pouco mais a situação, existe a lei 6766/79 que determina uma faixa de 15m de área não edificanteem cada lado do rio.</p>
<p>Isso dá margem para que haja contestações na justiça alegando que a faixa a ser respeitada nas áreas urbanas é a da lei 6766, de 15m, com base no argumento de que o Código Florestal deve ser aplicado apenas às áreas rurais. Essa é uma grande polêmica atualmente e há inclusive seminários nacionais feitos especificamente para discuti-la, então não sou eu quem vai dar uma resposta definitiva.</p>
<p>Entretanto, acho estranho que essa polêmica exista, uma vez que a lei 6766 refere-se &#8220;áreas não edificantes&#8221;, e não a APPs. A definição destas, portanto, é feita esclusivamente pelo <a title="Código Florestal - APP" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4771.htm" target="_blank">Código Florestal</a>, que diz expressamente que ela vale também para as áreas urbanas:</p>
<blockquote><p>Art. 2° Consideram-se de <strong>preservação permanente</strong>, pelo só efeito desta Lei, as florestas e demais formas de vegetação natural situadas:<br />
a) ao longo dos rios ou de qualquer curso d&#8217;água desde o seu nível mais alto em faixa marginal cuja largura mínima será: (Redação dada pela Lei nº 7.803 de 18.7.1989)</p>
<p>1 &#8211; de 30 (trinta) metros para os cursos d&#8217;água de menos de 10 (dez) metros de largura; (Redação dada pela Lei nº 7.803 de 18.7.1989)</p>
<p>2 &#8211; de 50 (cinquenta) metros para os cursos d&#8217;água que tenham de 10 (dez) a 50 (cinquenta) metros de largura;  (Redação dada pela Lei nº 7.803 de 18.7.1989)</p>
<p>3 &#8211; de 100 (cem) metros para os cursos d&#8217;água que tenham de 50 (cinquenta) a 200 (duzentos) metros de largura; (Redação dada pela Lei nº 7.803 de 18.7.1989)</p>
<p>4 &#8211; de 200 (duzentos) metros para os cursos d&#8217;água que tenham de 200 (duzentos) a 600 (seiscentos) metros de largura;  (Redação dada pela Lei nº 7.803 de 18.7.1989)</p>
<p>5 &#8211; de 500 (quinhentos) metros para os cursos d&#8217;água que tenham largura superior a 600 (seiscentos) metros;  (Incluído pela Lei nº 7.803 de 18.7.1989)<br />
[&#8230;]<br />
Parágrafo único. <strong>No caso de áreas urbanas</strong>, assim entendidas as compreendidas nos perímetros urbanos definidos por lei municipal,  e nas  regiões  metropolitanas e aglomerações urbanas, em todo o território abrangido, obervar-se-á o disposto nos respectivos planos diretores e leis de uso do solo, <strong>respeitados os princípios e limites a que se refere este artigo</strong>.(Incluído pela Lei nº 7.803 de 18.7.1989)</p></blockquote>
<h3>Referência bibliográfica</h3>
<p>SPIRN, Anne Whiston. <strong>O jardim de granito</strong>. São Paulo: EdUSP, 1995.</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2008/11/11/mies-van-der-rohe-e-as-apps-de-fundos-de-vale/">Mies Van der Rohe e as APPs de fundos de vale</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Assim fica difícil trabalhar! #3</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2008/10/15/assim-fica-dificil-trabalhar-3/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 20:10:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[especulação imobiliária]]></category>
		<category><![CDATA[gestão democrática]]></category>
		<category><![CDATA[legislação]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[paisagem]]></category>
		<category><![CDATA[política urbana]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[uso do solo]]></category>
		<category><![CDATA[video]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sem comentários&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sem comentários&#8230;<span id="more-208"></span></p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2008/10/15/assim-fica-dificil-trabalhar-3/">Assim fica difícil trabalhar! #3</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>A transforma&#231;&#227;o da paisagem do Rio de Janeiro (1580-2002)</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2008/07/06/a-transformacao-da-paisagem-do-rio-de-janeiro-1580-2002/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 19:15:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[evolução urbana]]></category>
		<category><![CDATA[história da cidade]]></category>
		<category><![CDATA[paisagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um trabalho interessantíssimo de análise da evolução histórica da paisagem do Rio de Janeiro foi feito pela Prefeitura do Município e disponibilizada no Portal Geo. Trata-se de simulações da paisagem ao longo da história, mostrando as transformações ao longo do tempo. &#8230; <a href="https://urbanidades.arq.br/2008/07/06/a-transformacao-da-paisagem-do-rio-de-janeiro-1580-2002/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">A transforma&#231;&#227;o da paisagem do Rio de Janeiro (1580-2002)</span></span></a></p>
The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2008/07/06/a-transformacao-da-paisagem-do-rio-de-janeiro-1580-2002/">A transformação da paisagem do Rio de Janeiro (1580-2002)</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;Em realidade, a paisagem compreende dois elementos:</p>
<ol>
<li>Os objetos naturais, que não são obra do homem nem jamais foram tocados por ele.</li>
<li>Os objetos sociais, testemunhas do trabalho humano do passado, como no presente.</li>
</ol>
<p>A paisagem não tem nada de fixo, de imóvel. Cada vez que a sociedade passa por um processo de mudança, a economia, as relações sociais e políticas também mudam, em ritmos e intensidades variados. A mesma coisa acontece em relação ao espaço e a paisagem que se transforma para se adaptar às novas necessidades da sociedade&#8221;. (SANTOS, 1982, p. 37)<span id="more-120"></span></p></blockquote>
<p>Um trabalho interessantíssimo de análise da evolução histórica da paisagem do Rio de Janeiro foi feito pela Prefeitura do Município e disponibilizada no <a title="Evolução Urbana Rio de Janeiro" href="http://portalgeo.rio.rj.gov.br/EOUrbana/" target="_self">Portal Geo</a>. Trata-se de simulações da paisagem ao longo da história, mostrando as transformações ao longo do tempo. Pra dizer o mínimo, é impressionante observar as modificações, partindo de uma paisagem rural, até uma paisagem intensamente urbanizada como é atualmente.</p>
<p>1580<br />
<a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1580.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-926" title="paisagem_rio_1580" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1580-500x166.jpg" alt="" width="500" height="166" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1580-500x166.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1580-300x100.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1580-768x256.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1580-50x17.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1580-200x67.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1580.jpg 1001w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<p>1620<br />
<a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1620.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-927" title="paisagem_rio_1620" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1620-500x166.jpg" alt="" width="500" height="166" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1620-500x166.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1620-300x99.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1620-768x255.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1620-50x17.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1620-200x67.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1620.jpg 1001w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<p>1750<br />
<a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1750.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-928" title="paisagem_rio_1750" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1750-500x166.jpg" alt="" width="500" height="166" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1750-500x166.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1750-300x99.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1750-768x255.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1750-50x17.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1750-200x67.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1750.jpg 1001w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<p>1790<br />
<a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1790.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-929" title="paisagem_rio_1790" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1790-500x166.jpg" alt="" width="500" height="166" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1790-500x166.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1790-300x99.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1790-768x255.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1790-50x17.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1790-200x67.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1790.jpg 1001w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<p>1840<br />
<a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1840.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-930" title="paisagem_rio_1840" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1840-500x166.jpg" alt="" width="500" height="166" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1840-500x166.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1840-300x99.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1840-768x255.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1840-50x17.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1840-200x67.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1840.jpg 1001w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<p>1870<br />
<a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1870.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-931" title="paisagem_rio_1870" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1870-500x166.jpg" alt="" width="500" height="166" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1870-500x166.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1870-300x99.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1870-768x255.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1870-50x17.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1870-200x67.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1870.jpg 1001w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<p>1910<br />
<a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1910.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-932" title="paisagem_rio_1910" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1910-500x166.jpg" alt="" width="500" height="166" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1910-500x166.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1910-300x99.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1910-768x255.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1910-50x17.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1910-200x67.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1910.jpg 1001w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<p>1988<br />
<a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1988.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-933" title="paisagem_rio_1988" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1988-500x166.jpg" alt="" width="500" height="166" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1988-500x166.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1988-300x99.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1988-768x255.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1988-50x17.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1988-200x67.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_1988.jpg 1001w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<p>2002<br />
<a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_2002.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-934" title="paisagem_rio_2002" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_2002-500x166.jpg" alt="" width="500" height="166" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_2002-500x166.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_2002-300x99.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_2002-768x255.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_2002-50x17.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_2002-200x67.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/07/paisagem_rio_2002.jpg 1001w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<p>Especialmente notável é o &#8220;salto&#8221; que é dado entre 1910 e 1988. São apenas 78 anos que fazem uma diferença tão ou mais significativa quanto os 160 anos anteriores! A verticalização é um fator que mudou radicalmente a paisagem, e mudou também a hierarquia dos elementos que compunham a paisagem: a igreja, antes em posição de destaque, passou a ficar &#8220;intimidada&#8221; entre os prédios em altura. O viaduto também não ajudou nem um pouco nesse processo.</p>
<p>Interessante também notar que, entre 1988 e 2002, houve uma tentativa de resgate da ambiência mais antiga, expressa pela retirada de vias destinadas aos veículos e recuperação desses espaços para os pedestres. O pdf disponível no site explica que o trânsito de veículos foi passado para debaixo da terra. O viaduto, entretanto, continua ali, impávido.</p>
<h3>Referência bibliográfica</h3>
<p>SANTOS, Milton. <strong>Pensando o espaço do homem</strong>. São Paulo: Hucitec, 1982.</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2008/07/06/a-transformacao-da-paisagem-do-rio-de-janeiro-1580-2002/">A transformação da paisagem do Rio de Janeiro (1580-2002)</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Iniciando a s&#233;rie Ultrajes Urbanos: Est&#225;tua da Havan</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2007/08/14/iniciando-a-srie-ultrajes-urbanos-esttua-da-havan/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Aug 2007 13:01:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[paisagem]]></category>
		<category><![CDATA[planos diretores]]></category>
		<category><![CDATA[ultrajes urbanos]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem chega ou sai de Florianópolis, além de se deliciar com a visão fantástica da Ponte Hercílio Luz, é obrigado a se deparar com uma visão bem menos agradável: A<a href="https://urbanidades.arq.br/2007/08/14/iniciando-a-srie-ultrajes-urbanos-esttua-da-havan/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Iniciando a s&#233;rie Ultrajes Urbanos: Est&#225;tua da Havan</span></span></a></p>
The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2007/08/14/iniciando-a-srie-ultrajes-urbanos-esttua-da-havan/">Iniciando a série Ultrajes Urbanos: Estátua da Havan</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem chega ou sai de Florianópolis, além de se deliciar com a visão fantástica da Ponte Hercílio Luz, é obrigado a se deparar com uma visão bem menos agradável: A Estátua da Havan, monumento a não sei exatamente o quê, que destrói a paisagem já não tão agradável daquela parte do Continente.</p>
<p align="center"><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/IniciandoasrieUltrajesUrbanosEsttuadaHav_8AE1/havan_2007_08_0703.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/IniciandoasrieUltrajesUrbanosEsttuadaHav_8AE1/havan_2007_08_0703_thumb.jpg" border="0" alt="havan_2007_08_07-03" width="240" height="180" /></a></p>
<p>Fica a questão: como é possível que alguém tenha tido uma idéia dessas e, pior ainda, que alguém tenha <span style="text-decoration: underline;">permitido</span>?? Até hoje nunca ouvi uma pessoa sequer dizer que gosta da estátua, mas já ouvi várias que a odeiam e que, inclusive, evitam fazer compras na loja por causa dela. Então, porque se mantém a aberração?</p>
<p><span id="more-25"></span></p>
<p>No orkut há várias comunidades com o título &#8220;Eu odeio a Estátua da Havan&#8221; ou coisa parecida.</p>
<p align="center"><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/IniciandoasrieUltrajesUrbanosEsttuadaHav_8AE1/havanorkut.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/IniciandoasrieUltrajesUrbanosEsttuadaHav_8AE1/havanorkut_thumb.jpg" border="0" alt="havan-orkut" width="240" height="138" /></a></p>
<p>Qualquer município que se preocupe com sua qualidade estética e que tenha um mínimo de consciência da agressão que essa estátua representa para os cidadãos teria impedido tal &#8220;monumento&#8221;. Espero que o Plano Diretor que vem sendo discutido atualmente seja capaz de prever algum dispositivo que evite esse tipo de coisa. Apesar de que ,pelo andar da carruagem, as perspectivas não são das melhores. Mas isso é um outro assunto&#8230;</p>
<p><em>&#8212;-<br />
</em><em>Este é o primeiro post da série &#8220;Ultrajes Urbanos&#8221;, cujo objetivo é mostrar situações em que o espírito do bom urbanismo é vilipendiado nas nossas cidades. Infelizmente, exemplos não faltam.</em></p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2007/08/14/iniciando-a-srie-ultrajes-urbanos-esttua-da-havan/">Iniciando a série Ultrajes Urbanos: Estátua da Havan</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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