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	<title>Urbanidades | Posts marcados como planejamento sistêmico - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
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	<description>Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</description>
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	<title>Urbanidades | Posts marcados como planejamento sistêmico - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
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		<title>O surgimento do planejamento urbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Mar 2008 13:25:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[bê-á-bá]]></category>
		<category><![CDATA[história da cidade]]></category>
		<category><![CDATA[modernismo]]></category>
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		<category><![CDATA[planejamento urbano]]></category>
		<category><![CDATA[teoria do planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O planejamento surgiu como uma resposta aos problemas enfrentados pelas cidades, tanto aqueles não resolvidos pelo urbanismo moderno quanto aqueles causados por ele. A expressão “planejamento urbano” vem da Inglaterra<a href="https://urbanidades.arq.br/2008/03/03/o-surgimento-do-planejamento-urbano/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">O surgimento do planejamento urbano</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" style="border: 0px none;" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/46ababa5573c_8E67/LondresRevolucaoIndustrial.jpg" alt="Londres - Revolucao Industrial" width="500" height="442" border="0" /></p>
<p>O planejamento surgiu como uma resposta aos problemas enfrentados pelas cidades, tanto aqueles não resolvidos pelo urbanismo moderno quanto aqueles causados por ele. A expressão “planejamento urbano” vem da Inglaterra e dos Estados Unidos, e marca uma mudança na forma de encarar a cidade e seus problemas.</p>
<p>Uma modificação importante refere-se ao reconhecimento do fenômeno urbano como algo dinâmico, o que leva a encarar a cidade como resultado de sua própria história e como algo que está, de alguma maneira, evoluindo no tempo. Portanto, a cidade passa a ser vista como o produto de um determinado contexto histórico, e não mais como um modelo ideal a ser concebido pelos urbanistas (KOHLSDORF, 1985).</p>
<p><span id="more-87"></span></p>
<p>Isso leva à segunda mudança introduzida pelo planejamento: a ênfase passa da busca pelo modelo de cidade ideal e universal para a solução de problemas práticos, concretos, buscando estabelecer mecanismos de controle dos processos urbanos ao longo do tempo. A cidade real passa a ser o foco, ao invés da cidade ideal.</p>
<p>Outra mudança importante é a entrada em cena de profissionais de diversas áreas do conhecimento, cada um com a sua visão sobre os problemas da cidade. Dessa forma, houve uma redução no papel do arquiteto no desenvolvimento das cidades. A partir daí esse papel, que até então era preponderante, foi reduzido a apenas uma parte do processo como um todo. Kohlsdorf (1985, p. 35) argumenta que</p>
<blockquote><p>ao receber a colaboração de sociólogos, historiadores, economistas, juristas, geógrafos, psicólogos etc., a definição de cidade realizada pela arquitetura entrou, talvez, na maior crise de toda a história desta última.</p></blockquote>
<p align="center"><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/46ababa5573c_8E67/cidadevisaogeral01.jpg"><img decoding="async" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/46ababa5573c_8E67/cidadevisaogeral01_thumb.jpg" alt="cidade - visao geral - 01" width="500" height="335" border="0" /></a><br />
<span style="font-size: x-small;"><em>Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/stuckincustoms/217440037/" target="_blank">Stuck in Customs</a>.</em></span></p>
<p>Dentro dessa nova concepção, o planejamento pode ser definido como o processo de escolher um conjunto de ações consideradas as mais adequadas para conduzir a situação atual na direção dos objetivos desejados.</p>
<p>Essa visão contrasta com a con cepção mais tradicional, segundo a qual o urbanista deveria &#8220;projetar&#8221; a cidade. Mas essa mudança somente se consolidou com o advento do planejamento sistêmico, que representou</p>
<blockquote><p>[&#8230;] uma mudança da velha idéia de planejamento como a produção de projetos para cidade desejada do futuro para uma nova idéia de planejamento como uma série contínua de controles sobre o desenvolvimento de uma área, auxiliados por mecanismos que buscam simular o processo de desenvolvimento de forma que esse controle possa ser aplicado. (HALL, 2002, p. 6)</p></blockquote>
<p>Brian McLoughlin, em seu clássico livro “<em>Urban &amp; regional planning: a systems approach</em>” (MCLOUGHLIN, 1969), lança as bases do planejamento sistêmico. Segundo ele, a cidade é um sistema composto por partes (atividades humanas e os espaços que as suportam) intimamente conectadas (fluxos e canais de circulação). Por isso, para intervir nesse sistema não é mais suficiente o enfoque espacial dos arquitetos, dominante até então. Ao contrário, é necessário reconhecer o caráter dinâmico e sistêmico das cidades.</p>
<p>Partindo desse argumento, McLoughlin propõe uma seqüência de etapas que devem ser seguidas durante o processo de planejamento e que, ao contrário da tradição arquitetônica, não acaba com a seleção das ações a serem implementadas (ou, no caso dos arquitetos, com o projeto físico da área). O processo de planejamento, portanto, passa a ser visto como um processo cíclico, no qual os resultados alcançados pelas ações passam a servir de objeto de análise que gera retroalimentações para as outras fases do processo.</p>
<p>As etapas prescritas por McLoughlin são:</p>
<ol>
<li>Avaliação preliminar</li>
<li>Formulação dos objetivos</li>
<li>Descrição e simulação do sistema</li>
<li>Definição de alternativas (cursos de ação)</li>
<li>Avaliação das alternativas</li>
<li>Seleção das alternativas</li>
<li>Implementação</li>
</ol>
<h3>Referências</h3>
<div class="csl-bib-body">
<div class="csl-entry">
<div class="csl-bib-body">
<div class="csl-entry">Benevolo, L., &amp; Mazza, S. (2003). <i>História da cidade</i>. São Paulo: Perspectiva.</div>
<div class="csl-entry">
<div class="csl-bib-body">
<div class="csl-entry">Hall, P. (2002). <i>Urban and regional planning</i> (Vol. 4th ed ). New York: Routledge.</div>
<div class="csl-entry">Kohlsdorf, M. E. (1985). Breve histórico do espaço urbano como campo disciplinar. In <i>O espaço da cidade &#8211; contribuição à análise urbana</i> (pp. 15 –72). São Paulo: Projeto.</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="csl-entry">
<div class="csl-bib-body">
<div class="csl-entry">Mc Loughlin, J. B. (1969). <i>Urban &amp; regional planning: a systems approach</i>. London: Faber and Faber.</div>
</div>
</div>
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