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	<title>Urbanidades | Posts marcados como previsão - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
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	<description>Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</description>
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	<title>Urbanidades | Posts marcados como previsão - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
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		<title>Definição de Planejamento Urbano por Yehezkel Dror</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Feb 2011 20:28:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
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		<category><![CDATA[objetivos]]></category>
		<category><![CDATA[previsão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de não ser um autor muito conhecido no que diz respeito à teoria do planejamento urbano, achei especialmente interessante a definição dada por Yehezkel Dror para o conceito de planejamento urbano:<br />
"Planejamento é o processo de preparar um conjunto de decisões para ação no futuro, dirigida à consecução de objetivos através dos meios preferidos." (DROR, 1973, p. 323) &#8230; <a href="https://urbanidades.arq.br/2011/02/13/definicao-de-planejamento-urbano-por-yehezkel-dror/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Definição de Planejamento Urbano por Yehezkel Dror</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de não ser um autor muito conhecido no que diz respeito à teoria do planejamento, achei especialmente interessante a definição dada por Yehezkel Dror para o conceito de planejamento urbano:</p>
<blockquote><p>&#8220;Planejamento é o processo de preparar um conjunto de decisões para ação futura, dirigida à consecução de objetivos através dos meios preferidos.&#8221; (DROR, 1973, p. 323)</p></blockquote>
<p>Apesar de muito simples e incrivelmente sucinta, essa definição é bastante abrangente e inclui os aspectos mais importantes de uma aproximação ao conceito de planejamento urbano.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/02/planning.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-866" title="planning" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/02/planning.jpg" alt="" width="500" height="397" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/02/planning.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/02/planning-300x238.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/02/planning-50x40.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/02/planning-200x159.jpg 200w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a><br />
Fonte: <a href="http://accountplan.ning.com/photo/611711:Photo:30837" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Em primeiro lugar, é um <strong>processo</strong>, caracterizado por atividades, interações, com maior ou menor encadeamento e ordenação entre elas. Esse processo deve ter como resultado a preparação de ações futuras, no sentido de &#8220;pré-selecionar&#8221; as ações que devem ser tomadas no futuro. Esse é um ponto importante, porque é comum haver uma certa tendência de &#8220;mesclar&#8221; as decisões de planejamento com as decisões de execução das ações propriamente ditas, como se fossem uma coisa só.</p>
<div class="olhos">As decisões emanadas do processo de planejamento não são as mesmas a serem tomadas no momento da implementação</div>
<p>Entretanto, as decisões realizadas no processo de planejamento não necessariamente serão obedecidas à risca no momento da implantação, como a realidade (especialmente no Brasil) tem constante e repetidamente nos mostrado. Ainda assim, há uma resistência em entender as decisões de planejamento como apenas uma das forças que influenciarão as escolhas futuras, e não como a única.</p>
<p>O segundo aspecto já foi discutido, que é a orientação ao <strong>futuro</strong>. Essa é uma dos poucos elementos que se repetem em quase todas as definições do conceito.</p>
<p>O terceiro aspecto são os <strong>objetivos</strong>. Sem eles, não há porque planejar. Muitos autores argumentam que é impossível determinar com precisão os objetivos, assim como identificar os objetivos gerais da sociedade (ou o interesse público). Isso é verdade, mas acredito que mesmo definições incompletas, nebulosas e/ou parciais dos objetivos são importantes para dar uma direção às ações futuras. O debate sobre os objetivos, além disso, pode suscitar interessantes trocas de informações entre setores da sociedade que tradicionalmente têm se mantido isoladas e sem interlocução. Pela minha experiência, a possibilidade de consenso entre esses setores é muito maior do que era suposto inicialmente.</p>
<p>Por fim, os <strong>meios</strong>. A palavra &#8220;preferidos&#8221; indica bem o fato de que os meios não são automaticamente dados pelos objetivos consensuados. Mesmo que haja consenso sobre os objetivos, é provável que haja muita discordância com relação aos meios considerados mais adequados para alcançá-los. Em outro post, já falamos sobre os riscos dos <a href="http://urbanidades.arq.br/2007/09/objetivos-genericos/" target="_self">objetivos muito genéricos</a>. Ao torná-los mais concretos, específicos, os reais conflitos tendem a ficar mais visíveis.</p>
<p>Além disso, nossa capacidade de prever as consequências dos possíveis meios, ou seja, de prever até que ponto eles serão suficientes ou não para atingir os objetivos, é muito limitada. Em assuntos urbanos, os <a href="http://urbanidades.arq.br/2007/07/problemas-capciosos/" target="_blank">problemas são capciosos</a>, e é muito difícil tirar lições de outras situações e ter a convicção necessária para aplicá-las no problema enfrentado no momento. Isso sem falar nas limitações cognitivas sobre a estimativa de probabilidades, estudada por <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Amos_Tversky" target="_blank">Tversky </a>e Kahneman, que inserem várias imprecisões nas nossas previsões sobre os efeitos futuros de ações.</p>
<h3>Referências bibliográficas</h3>
<p>DROR, Yehezkel. The planning process: a facet design. In: FALUDI, Andreas (org.) <strong>A reader in planning theory</strong>. Oxford: Pergamon Press, 1973. p. 323 &#8211; 343. (Artigo publicado originalmente em 1963).</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2011/02/13/definicao-de-planejamento-urbano-por-yehezkel-dror/">Definição de Planejamento Urbano por Yehezkel Dror</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Cenários em planejamento urbano</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2008/02/14/cenarios-em-planejamento-urbano/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Feb 2008 19:25:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[bê-á-bá]]></category>
		<category><![CDATA[cenário]]></category>
		<category><![CDATA[destaques]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento urbano]]></category>
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		<category><![CDATA[proposta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos termos da moda em planejamento urbano é &#8220;cenário&#8221;. Muito se fala hoje em dia sobre os cenários, mas percebo que essa espécie de &#8220;coringa&#8221; acaba sendo usada indiscriminadamente,<a href="https://urbanidades.arq.br/2008/02/14/cenarios-em-planejamento-urbano/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Cenários em planejamento urbano</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos termos da moda em planejamento urbano é &#8220;cenário&#8221;. Muito se fala hoje em dia sobre os cenários, mas percebo que essa espécie de &#8220;coringa&#8221; acaba sendo usada indiscriminadamente, referindo-se a conceitos que, na verdade, não podem ser considerados cenários.</p>
<p>Mas o que são cenários, afinal de contas? Marcelo Lopes de Souza (2003) argumenta que criar cenários não é prever o futuro, mas apenas</p>
<blockquote><p>simular desdobramentos, sem a preocupação de quantificar probabilidades e sem se restringir a identificar um único desdobramento esperado, tido como a tendência mais plausível. (SOUZA, 2003, p. 48)</p></blockquote>
<p><img decoding="async" style="border: 0px none ; margin: 0px 0px 0px 15px" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/3540822a768f_12A05/cenario_01.gif" border="0" alt="cenario_01" width="217" height="145" align="right" /> Portanto, temos aí a primeira constatação importante: cenários são diferentes de propostas. São, na verdade, possíveis desdobramentos de propostas, ou seja, o que poderia acontecer caso uma determinada proposta seja adotada. Nesse caso, o termo &#8220;proposta&#8221; é o mais abrangente possível. Em planejamento urbano algumas possibilidades seriam um determinado conjunto de índices urbanísticos, a abertura de uma via, a implementação do IPTU progressivo em uma área, e assim por diante.</p>
<p>Assim, os cenários tratariam de conjecturar sobre as possíveis consequências de cada uma delas. O cenário abaixo, por exemplo, foi construído por mim para tentar imaginar como poderia ser a ocupação máxima de uma proposta (feita por outro arquiteto) de um conjunto de índices urbanísticos para Nova Trento &#8211; SC.</p>
<p align="center"><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/3540822a768f_12A05/cenario_zu_consolidacao_01.jpg"><img decoding="async" style="border-width: 0px" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/3540822a768f_12A05/cenario_zu_consolidacao_01_thumb.jpg" border="0" alt="cenario_zu_consolidacao_01" width="380" height="198" /></a><br />
<em><span style="font-size: x-small;">Cenário para proposta de índices urbanísticos de Nova Trento &#8211; SC.</span></em></p>
<p><span id="more-81"></span>Para que o cenário seja construído, é essencial que seja definida uma forma de <strong><span style="text-decoration: underline;">descrever</span></strong> o sistema urbano, utilizada para simular os desdobramentos de uma proposta. O exemplo acima descreveu o sistema através da sua volumetria, mas outros tipos de aspectos podem ser utilizados.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" style="border: 0px none ; margin: 0px 0px 0px 10px" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/3540822a768f_12A05/cenario_02.gif" border="0" alt="cenario_02" width="215" height="175" align="right" /> O plano da região de Portland, em Oregon, nos Estados Unidos, por exemplo, utilizou os aspectos de consumo de terra, qualidade do ar, congestionamento, milhas percorridas pelos veículos, quantidade de deslocamentos e quantidade de tempo gasto nos deslocamentos para simular as consequências de quatro propostas de crescimento da mancha urbana.</p>
<p align="center"><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/3540822a768f_12A05/cenario_oregon.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="border-width: 0px" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/3540822a768f_12A05/cenario_oregon_thumb.jpg" border="0" alt="cenario_oregon" width="380" height="242" /></a><br />
<span style="font-size: x-small;"><em>Propostas para o crescimento urbano. (Fonte: The Nature of 2040)</em></span></p>
<p align="center"><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/3540822a768f_12A05/cenario_oregon_02.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="border-width: 0px" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/3540822a768f_12A05/cenario_oregon_02_thumb.jpg" border="0" alt="cenario_oregon_02" width="380" height="356" /></a><br />
<span style="font-size: x-small;"><em>Cenários para cada uma das propostas (o quarto cenário refere-se a uma proposta &#8220;mista&#8221;, criada a partir dos três primeiros)</em></span></p>
<p>Os assessores do Presidente David Palmer, do seriado 24h, usaram os seguintes aspectos para descrever dois possíveis cenários para a detonação de uma bomba:</p>
<ul>
<li>Quantidade de radiação emitida sobre áreas habitadas</li>
<li>Problemas de saúde</li>
<li>Mortes humanas</li>
<li>Impactos no meio-ambiente (peixes, biodiversidade em geral)</li>
<li>Impactos sobre a economia (pesca, turismo, etc.)</li>
</ul>
<p align="center"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=mcaIwha5etk" target="_blank"><img decoding="async" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/3540822a768f_12A05/cenario_03.jpg" alt="" /></a></p>
<p>Nesse vídeo, vemos a descrição de dois cenários possíveis, um para cada &#8220;proposta&#8221; de local para a detonação de uma bomba. É possível perceber a presença das incertezas logo na primeira fala do trecho, mostrando que estas são uma parte inerente das &#8220;previsões&#8221; sobre possibilidades futuras.</p>
<p>Por isso, é comum que sejam feitos vários cenários para uma mesma proposta, do tipo: considerando que tudo dê certo, pode acontecer isso e isso; o cenário pessimista, por outro lado, acarretaria nisso e nisso; e assim por diante.</p>
<p>E você, tem usado os cenários em suas atividades? Poste nos comentários sobre a sua experiência!</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2008/02/14/cenarios-em-planejamento-urbano/">Cenários em planejamento urbano</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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