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	<title>Urbanidades | Posts marcados como saneamento básico - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
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	<title>Urbanidades | Posts marcados como saneamento básico - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
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		<title>Segregação espacial urbana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2009 13:53:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[especulação imobiliária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>ATENÇÃO: Para uma visão mais atualizada da segregação socioespacial urbana, recomendo a leitura do artigo &#8220;Segregação socioespacial: revisão crítica de seus limites conceituais e marco teórico para uma nova proposta<a href="https://urbanidades.arq.br/2009/05/14/segregacao-espacial-urbana/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Segregação espacial urbana</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #993366;">ATENÇÃO</span></strong>: Para uma visão mais atualizada da segregação socioespacial urbana, recomendo a leitura do artigo &#8220;<a href="https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.13621" target="_blank" rel="noopener">Segregação socioespacial: revisão crítica de seus limites conceituais e marco teórico para uma nova proposta de definição.</a>&#8221;</p>
<hr />
<blockquote><p>&#8220;É impossível esperar que uma sociedade como a nossa, radicalmente desigual e autoritária, baseada em relações de privilégio e arbitrariedade, possa produzir cidades que não tenham essas características&#8221;. (MARICATO, 2001, p. 51)</p></blockquote>
<p>Villaça (2001) argumenta que uma das características mais marcantes das metrópoles brasileiras é a segregação espacial das classes sociais em áreas distintas da cidade. Basta uma volta pela cidade &#8211; e nem precisa ser uma metrópole &#8211; para constatar a diferenciação entre os bairros, tanto no que diz respeito ao perfil da população, quanto às características urbanísticas, de infra-estrutura, de conservação dos espaços e equipamentos públicos, etc.</p>
<blockquote><p>“[&#8230;] a segregação é um processo segundo o qual diferentes classes ou camadas sociais tendem a se concentrar cada vez mais em diferentes <strong>regiões gerais</strong> ou <strong>conjuntos de bairros </strong>da metrópole.” (VILLAÇA, 2001, p. 142 – grifo no original).</p></blockquote>
<p>E no entanto, a segregação urbana traz inúmeros problemas às cidades. O primeiro é, obviamente, a desigualdade em si. Camadas mais pobres da população, com menos recursos, são justamente as que gastam mais com o transporte diário, que têm mais problemas de saúde por conta da falta de infra-estrutura, que são penalizadas por escolas de baixa qualidade, e assim por diante. A própria segregação é não apenas reflexo de uma condição social, mas um fator que contribui para tornar as diferenças ainda mais profundas.</p>
<p>Além disso, a segregação tende a enfraquecer as relações sociais, o contato com o diferente e a tolerância. Crianças criadas em condomínios fechados muitas vezes não têm praticamente nenhum contato com as áreas mais pobres da cidade. Que tipo de visão ela terá sobre as desigualdades sociais no futuro? Como ela irá encarar essa desigualdade, e a que causas atribuirá? Será que terá o desejo de contribuir para diminuí-la, e como poderá fazer isso?</p>
<p>Com isso vem a violência. A segregação espacial aumenta a sensação de desigualdade e pode contribuir para uma maior violência urbana.</p>
<h2>Tipos de segregação</h2>
<p>Existem vários tipos de segregação: etnias, nacionalidades, classes sociais. Esta última é a que domina a estruturação das metrópoles brasileiras (VILLAÇA, 2001).</p>
<p>Lojikine (1997) identificou três tipos de segregação:</p>
<ol>
<li>uma oposição entre o centro e a periferia;</li>
<li>uma separação cada vez mais acentuadas entre as áreas ocupadas pelas moradias das classes mais populares e aquelas ocupadas pelas classes mais privilegiadas;</li>
<li>uma separação entre as funções urbanas, que ficam contidas em zonas destinadas a funções específicas (comercial, industrial, resdencial, etc.)</li>
</ol>
<p>É possível distinguir ainda entre a segregação “voluntária” e a “involuntária”. A primeira refere-se àquela em que o indivíduo ou uma classe de indivíduos busca, por iniciativa própria, localizar-se próximo a outras pessoas de sua classe. A involuntária, ao contrário, é aquela em que as pessoas são segregadas contra a sua vontade, por falta de opção. Ambos os tipos são as duas faces de uma mesma moeda: à medida que uma acontece, a outra também acaba acontecendo.</p>
<h2>Como acontece a segregação</h2>
<p>O padrão mais conhecido de segregação é o centro x periferia, seguindo uma organização em círculos concêntricos. Segundo esse modelo, as classes sociais mais ricas ficariam nas áreas mais centrais dotadas de infra-estrutura e com maiores preços, e as classes pobres ficariam relegadas às periferias distantes e desprovidas de equipamentos e serviços.</p>
<p>Esse padrão, entretanto, não é o mais comum nas cidades brasileiras. Aqui, o padrão existente é o de ocupação das camadas de mais alta renda em setores específicos da cidade, segundo uma lógica radial, isto é, partindo do centro principal.</p>
<blockquote><p>[&#8230;] os bairros das camadas de mais alta renda tendem a se segregar (os próprios bairros) numa mesma região geral da cidade, e não a se espalhar aleatoriamente por toda a cidade. [&#8230;] Se o principal móvel da segregação fosse a busca de posição social, do status, da proteção dos valores imobiliários, ou proximidade a ‘iguais’, bastaria haver a segregação por bairro[&#8230;]; uns ao norte, outros a oeste, outros a leste e outros ainda ao sul da metrópole. Isso não ocorre, porém. (VILLAÇA, 2001, p. 150)</p></blockquote>
<p>Essa forma de ocupação do espaço pelas camadas de mais alta renda não acontece por acaso. Observando a figura abaixo, podemos começar a ter uma idéia do porquê.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-334" title="segregacao_villaca_2001" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2009/05/segregacao_villaca_2001-300x187.png" alt="segregacao_villaca_2001" width="300" height="187" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2009/05/segregacao_villaca_2001-300x187.png 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2009/05/segregacao_villaca_2001-500x313.png 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2009/05/segregacao_villaca_2001-50x31.png 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2009/05/segregacao_villaca_2001-200x125.png 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2009/05/segregacao_villaca_2001.png 713w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p class="legendas">Alternativas de segregação metropolitana. Fonte: (VILLAÇA, 2001, p. 340).</p>
<p>A estruturação interna das cidades obedece, prioritariamente, à lógica de localização das camadas de mais alta renda. Estas procuram se localizar em áreas com boa acessibilidade ao centro principal e, ao fazê-lo, pioram a acessibilidade das outras áreas. Com o deslocamento progressivo dos serviços e equipamentos urbanos na direção das áreas de mais alta renda, a localização das outras classes vai se tornando progressivamente (relativamente) pior.</p>
<p>Assim, inicialmente a localização das elites tende a ser uma área próxima ao centro. À medida que o sistema urbano vai se desenvolvendo, uma série de serviços e comércios tende a se deslocar do centro principal em direção à área ocupada pelas classes mais altas. Surgem então subcentros especializados em serviços destinados a essas classes.<br />
Além disso, os investimentos públicos também tendem a se concentrar nessas áreas, principalmente aqueles relacionados à melhoria do sistema viário e, portanto, às condições de acessibilidade (do automóvel, não necessariamente do transporte coletivo). A mesma coisa acontece com relação aos serviços públicos e edifícios administrativos.</p>
<p>Nesse sentido, portanto, é mais viável para as elites manterem uma estrutura similar à figura da esquerda do que à da direita. Dessa forma, é possível controlar os investimentos públicos em uma área relativamente pequena, o que não seria o caso se essas áreas estivessem espalhadas pela cidade. A criação de um conjunto pequeno de vias arteriais já é suficiente para atendê-la.</p>
<p>Da mesma forma, a criação de muitos (pequenos) centros de serviços destinados às elites (delicatessens, antiquários, restaurantes e hotéis de luxo, etc.) em vários pontos da cidade não seria viável. Portanto, estes se beneficiam da proximidade entre elas para poderem manter todo um conjunto de benesses urbanísticas que, de outra forma, não poderia ser mantido.</p>
<p>Na minha cidade, Florianópolis, essa teoria de Villaça pode ser constatada, conforme comprovado por Maria Inês Sugai (2003) em sua tese de Doutorado. As áreas de renda mais alta têm se concentrado ao norte e a leste da parte insular, ou seja, um setor específico do Município, pelo menos desde a década de 50. Isso incluiu, por exemplo, a construção da Av. Beira Mar Norte, que induziu o crescimento nessa direção, mesmo contrariando o plano diretor que dava prioridade de implantação à Via Expressa Sul e à ocupação da porção sudeste da Ilha.</p>
<p>Seria interessante ouvia a opinião de moradores de outras cidades. Como acontece a segregação na sua cidade?</p>
<h2>Referências bibliográficas</h2>
<p>LOJKINE, Jean. <strong>O estado capitalista e a questão urbana</strong>. São Paulo: Martins Fontes, 1997.</p>
<p>MARICATO, Ermínia. <strong>Brasil, cidades</strong>: alternativas para a crise urbana. Petrópolis: Vozes, 2001.</p>
<p>VILLAÇA, Flávio. <strong>Espaço intra-urbano no Brasil</strong>. São Paulo: Studio Nobel: FAPESP: Lincoln Institute, 2001.</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2009/05/14/segregacao-espacial-urbana/">Segregação espacial urbana</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Lei do Saneamento B&#225;sico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Feb 2007 18:28:41 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/LeidoSaneamentoBsico_DE77/saneamento.jpg" atomicselection="true"><img decoding="async" style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin: 0px 0px 0px 5px; border-right-width: 0px" height="240" alt="saneamento" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/LeidoSaneamentoBsico_DE77/saneamento_thumb.jpg" width="180" align="right" border="0"></a> Entrou em vigor na última 5a-feira (22.02) a nova Lei de Saneamento Básico (Lei 11.445/2007). A lei prevê, entre outras obrigações do Poder Público:</font> </p>
<ol>
<li>A necessidade de elaboração de um plano de saneamento básico (Art 9o &#8211; I);
<li>Estabelecer mecanismos de controle social (Art.9o &#8211; V);
<li>Estabelecer um sistema de informações sobre os serviços, articulado com o Sistema Nacional de Informações em Saneamento.</li>
</ol>
<p></font> </p>
<p>O <strong>plano de saneamento</strong> é considerado um requisito para a celebração de contrato com o provedor de serviços, ou seja, para que o contrato seja feito ou renovado é preciso que haja um plano de ações para o setor. A lei define uma série de requisitos para o plano, entre eles o diagnóstico da situação atual, os objetivos e metas para o futuro e os programas, projeto e ações necessários. </p>
<p><span id="more-16"></span></p>
<p>Faltou apenas fazer menção ao plano diretor. Já que, segundo o Estatuto, este é o &#8220;principal instrumento da política urbana&#8221;, é mais que lógico que o plano de saneamento siga as diretrizes do PDP. A lei não menciona esse aspecto, mas fica a garantia dada pelo EC. </p>
<p>O <strong>controle social</strong> deve ser feito através de um órgão colegiado (a ser criado ou através da adaptação de um já existente), de caráter consultivo, com representações dos titulares dos serviços, de órgãos governamentais relacionados ao saneamento, das prestadoras de serviços, dos usuário e de entidadades da sociedade civil. </p>
<p>O <strong>sistema de informações</strong> deve integrar-se ao Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (SINISA), cujos objetivos são: </p>
<p>I- coletar e sistematizar dados relativos às condições da prestação dos serviços públicos de saneamento básico;  </p>
<p>II &#8211; disponibilizar estatísticas, indicadores e outras informações relevantes para a caracterização da demanda e da oferta de serviços públicos de saneamento básico;  </p>
<p>III &#8211; permitir e facilitar o monitoramento e avaliação da eficiência e da eficácia da prestação dos serviços de saneamento básico.  </p>
</p>
<p>Ao que parece, é uma lei que tende a trazer muitos benefícios para a população, e que traz embutidas preocupações técnicas e de democratização do acesso ao saneamento, bem como de controle social. A questão é: vai funcionar? Isso depende não só do Governo, mas também da sociedade civil. No mínimo, esta conta com mais uma arma para poder defender seus direitos.  </p>
</p>
<p>Para saber mais:  </p>
<ul>
<li><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil/_Ato2007-2010/2007/Lei/L11445.htm" target="_blank">Lei 11.445/2007</a> </li>
<li><a href="http://www.estadao.com.br/ultimas/nacional/noticias/2007/fev/22/278.htm" target="_blank">Entenda o que é a nova Lei do Saneamento Básico</a> </li>
<li><a href="http://www.estadao.com.br/ultimas/nacional/noticias/2007/fev/22/81.htm" target="_blank">Presidente cobra de ministros solução para lei do saneamento &#8230;</a> </li>
</ul>
<p>Crédito da foto: <a href="http://www.ub.es/geocrit/sn/sn-208.htm" target="_blank">(Gorayeb, 2006)</a></p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2007/02/24/lei-do-saneamento-bsico/">Lei do Saneamento Básico</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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