<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Urbanidades | Posts marcados como crimes - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
	<atom:link href="https://urbanidades.arq.br/tag/crimes/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://urbanidades.arq.br</link>
	<description>Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</description>
	<lastBuildDate>Sat, 20 Feb 2021 22:01:26 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2016/07/logo-head.png</url>
	<title>Urbanidades | Posts marcados como crimes - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
	<link>https://urbanidades.arq.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Diversidade de usos do solo e a ocorrência de crimes: testando Jane Jacobs em três cidades catarinenses</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2021/02/20/diversidade-de-usos-do-solo-e-a-ocorrencia-de-crimes-testando-jane-jacobs-em-tres-cidades-catarinenses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Feb 2021 21:49:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[crimes]]></category>
		<category><![CDATA[densidade]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Jane Jacobs]]></category>
		<category><![CDATA[uso do solo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://urbanidades.arq.br/?p=2230</guid>

					<description><![CDATA[<p>No artigo "As condições para a diversidade urbana de Jacobs: um teste em três cidades brasileiras", publicado recentemente, testamos o argumento de Jacobs (2009) de que áreas com maior diversidade de usos do solo seriam mais "bem-sucedidas", usando para isso a taxa de ocorrência de crimes. &#8230; <a href="https://urbanidades.arq.br/2021/02/20/diversidade-de-usos-do-solo-e-a-ocorrencia-de-crimes-testando-jane-jacobs-em-tres-cidades-catarinenses/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Diversidade de usos do solo e a ocorrência de crimes: testando Jane Jacobs em três cidades catarinenses</span></span></a></p>
The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2021/02/20/diversidade-de-usos-do-solo-e-a-ocorrencia-de-crimes-testando-jane-jacobs-em-tres-cidades-catarinenses/">Diversidade de usos do solo e a ocorrência de crimes: testando Jane Jacobs em três cidades catarinenses</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Publicamos recentemente um artigo chamado &#8220;As condições para a diversidade urbana de Jacobs: um teste em três cidades brasileiras&#8221;, em coautoria com Gustavo Peters, Bruna Kronenberger e Letícia Barause. Nele, testamos o argumento de Jacobs (2009) de que áreas com maior diversidade de usos do solo seriam mais &#8220;bem-sucedidas&#8221;. Nesta caso, optamos por contabilizar a quantidade de ocorrências criminaris para diferenciar áreas mais e menos &#8220;bem-sucedidas&#8221;. Apesar de não ser esse o único fator importante para essa diferenciação, é um dos mais importantes para Jacobs:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“O principal atributo de um distrito urbano próspero é que as pessoas se sintam seguras e protegidas na rua em meio a tantos desconhecidos” (Jacobs, 2009, p. 30). </p></blockquote>



<p>Usamos, então, duas variáveis referentes à criminalidade: taxa de ocorrência de crimes por habitantes e por endereços. Com isso, obtivemos duas variáveis complementares, &#8230;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>uma vez que nenhuma das duas consegue captar completamente todas as nuances da taxa de crimes. Por um lado, a população residente não considera a quantidade de estabelecimentos não residenciais, que podem modificar bastante o movimento de pedestres e veículos de uma área. Os endereços incluem esses estabelecimentos, mas, por outro lado, não possuem informações sobre a quantidade de pessoas residentes em cada endereço. As análises consideraram ambas as medidas para verificar se havia coincidência nos resultados encontrados para uma e para outra. (Saboya et al., 2021, p. 253)</p></blockquote>



<p>Estudamos as três maiores cidades de Santa Catarina (Joinville, área conurbada de Florianópolis e Blumenau) usando setores censitários do IBGE. Testamos três dos quatro fatores da diversidade defendidos por Jacobs: diversidade de usos do solo, densidade populacional e tamanho das quadras. Não foi possível incluir a diversidade de idades das edificações porque não tínhamos esse dado para os três conjuntos urbanos.  Para a diversidade de usos do solo, usamos quatro medidas diferentes, para &#8220;cercar&#8221; melhor a mensuração desse fenômeno, assim como no caso das taxas de crimes. Agregamos todas as variáveis nos setores e testamos também a renda per capita para verificar se estava causando alguma distorção nos resultados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Resultados</h2>



<p>Os mapas abaixo mostram alguns dos resultados (infelizmente o periódico só aceita imagens em preto e branco).</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2021/02/Crimes-hab.png" alt="" class="wp-image-2233" width="1418" height="797" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2021/02/Crimes-hab.png 1891w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2021/02/Crimes-hab-300x169.png 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2021/02/Crimes-hab-500x281.png 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2021/02/Crimes-hab-768x432.png 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2021/02/Crimes-hab-1536x863.png 1536w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2021/02/Crimes-hab-990x556.png 990w" sizes="(max-width: 1418px) 100vw, 1418px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2021/02/Crimes-end.png" alt="" class="wp-image-2234" width="1418" height="798" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2021/02/Crimes-end.png 1890w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2021/02/Crimes-end-300x169.png 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2021/02/Crimes-end-500x281.png 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2021/02/Crimes-end-768x432.png 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2021/02/Crimes-end-1536x865.png 1536w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2021/02/Crimes-end-990x556.png 990w" sizes="(max-width: 1418px) 100vw, 1418px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2021/02/Gini.png" alt="" class="wp-image-2235" width="1418" height="798" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2021/02/Gini.png 1891w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2021/02/Gini-300x169.png 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2021/02/Gini-500x281.png 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2021/02/Gini-768x432.png 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2021/02/Gini-1536x864.png 1536w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2021/02/Gini-990x556.png 990w" sizes="(max-width: 1418px) 100vw, 1418px" /></figure>



<p>Em síntese, concluímos que:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>A renda não se mostrou relacionada à ocorrência de crimes;</li><li>A densidade populacional estava inversamente relacionada à ocorrência de crimes, isto é, setores com maior densidade possuíam, em média, menores taxas de crimes, tanto por habitantes quanto por endereços;</li><li>O tamanho médio das quadras não indicou relação com a ocorrência de crimes, assim como a renda;</li><li>A diversidade de usos do solo mostrou relação fraca e positiva com a ocorrência de crimes, isto é, setores com maiores diversidades de uso do solo possuíam, em média, maiores taxas de crimes, mas essa relação não foi muito forte (correlações na faixa de 0,18 a 0,37).</li></ul>



<p>Quanto à diversidade, os resultados foram robustos, no sentido de terem se repetido para todas as medidas de diversidade e para as duas medidas de ocorrência de crimes. Apesar de isso contrariar a crença de Jacobs (e muitos outros autores) de que a diversidade de usos do solo está associada a menos crimes, reforça outros resultados de trabalhos empíricos que examinaram a associação entre esses dois fenômenos, como por exemplo <a href="https://seer.sis.puc-campinas.edu.br/seer/index.php/oculum/article/view/2990" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nosso trabalho com Gabriela Banki e Júlia Santana</a> (Saboya et al., 2016). Notamos uma certa convergência na literatura sobre essa mesma conclusão no <a href="https://urbanidades.arq.br/2019/08/29/fatores-morfologicos-da-ocorrencia-criminal/">artigo com Mariana Soares (Soares e Saboya, 2019), que examina a relação de diversos fatores morfológicos com a ocorrência de crimes</a>.</p>



<p>Para ler o artigo completo, basta acessar o seguinte link: </p>



<p>Artigo &#8220;<a href="http://www.eure.cl/index.php/eure/article/view/3237" target="_blank" rel="noreferrer noopener">As condições para a diversidade urbana de Jacobs: um teste em três cidades brasileiras</a>&#8221; publicado na Revista Eure (Santiago, Chile), v47n140.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Referências</h2>



<p>Jacobs, J. (2009). <strong>Morte e vida de grandes cidades</strong>. 2ª. ed. &#8211; São Paulo: Editora WMF Martins Fontes.</p>



<p>Saboya, R., Banki, G. H., &amp; Santana, J. M. A. de. (2016). Uso do solo, visibilidade e ocorrência de crimes: Um estudo de caso em Florianópolis, Santa Catarina. <em>Oculum Ensaios</em>, <em>13</em>(2). <a href="https://doi.org/10.24220/2318-0919v13n2a2990">https://doi.org/10.24220/2318-0919v13n2a2990</a></p>



<p>Saboya, R., Souza, G. P., Kronenberger, B. da C., &amp; Barause, L. (2021). As condições para a diversidade urbana de Jacobs: Um teste em três cidades brasileiras. <em>EURE (Santiago)</em>, <em>47</em>(140), 243–267.</p>



<p>Soares, M., &amp; Saboya, R. T. de. (2019). Fatores espaciais da ocorrência criminal: Modelo estruturador para a análise de evidências empíricas. <em>Urbe. Revista Brasileira de Gestão Urbana</em>, <em>11</em>. <a href="https://doi.org/10.1590/2175-3369.011.001.ao10">https://doi.org/10.1590/2175-3369.011.001.ao10</a></p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2021/02/20/diversidade-de-usos-do-solo-e-a-ocorrencia-de-crimes-testando-jane-jacobs-em-tres-cidades-catarinenses/">Diversidade de usos do solo e a ocorrência de crimes: testando Jane Jacobs em três cidades catarinenses</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fatores morfológicos da ocorrência criminal</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2019/08/29/fatores-morfologicos-da-ocorrencia-criminal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Aug 2019 22:59:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[crimes]]></category>
		<category><![CDATA[criminalidade]]></category>
		<category><![CDATA[morfologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://urbanidades.arq.br/?p=2091</guid>

					<description><![CDATA[<p>Que aspectos da forma da cidade contribuem para uma maior ou menor ocorrência de crimes? Em um artigo publicado recentemente, criamos um modelo da ocorrência criminal e discutimos as evidências empíricas disponíveis. &#8230; <a href="https://urbanidades.arq.br/2019/08/29/fatores-morfologicos-da-ocorrencia-criminal/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Fatores morfológicos da ocorrência criminal</span></span></a></p>
The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2019/08/29/fatores-morfologicos-da-ocorrencia-criminal/">Fatores morfológicos da ocorrência criminal</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Que aspectos da forma da cidade contribuem para uma maior ou menor ocorrência de crimes? Essa pergunta costuma gerar não apenas muito interesse e curiosidade, mas também despertar debates acalorados. Nos últimos nove anos tenho estudado essa relação intensamente, através de orientações de  iniciação científica, mestrado e doutorado, além de projetos de pesquisa específicos sobre o assunto. Por isso, tenho realizado um esforço de mapear e processar a literatura existente em busca do que já foi estudado, o que não é pouco. Isso, aliado à complexidade do tema, resultou em um quadro fragmentado de evidências e extremamente complicado de ser organizado em um todo coerente, dificultando uma noção mais exata sobre a confiabilidade das evidências disponíveis sobre os possíveis efeitos de cada elemento da forma urbana sobre os crimes.</p>



<p>É isso o que um artigo publicado recentemente por mim e a Dr. Mariana Soares tenta fazer: propor um modelo lógico que estruture a discussão e a busca por evidências, na literatura, da associação entre a forma física e as ocorrências criminais.</p>



<p>A base dessa estrutura é um modelo das fases da ocorrência criminal dividido em quatro etapas: a seleção do alvo, o acesso ao alvo, a execução do crime propriamente dito e a fuga.</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1311" height="208" src="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2019/08/ocorrencia_criminal_01.png" alt="" class="wp-image-2092" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2019/08/ocorrencia_criminal_01.png 1311w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2019/08/ocorrencia_criminal_01-300x48.png 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2019/08/ocorrencia_criminal_01-500x79.png 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2019/08/ocorrencia_criminal_01-768x122.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1311px) 100vw, 1311px" /><figcaption>Quatro fases da ocorrência criminal (fonte: adaptado de Soares e Saboya, 2019).</figcaption></figure>



<p>A partir disso, o modelo lista os fatores que intermedeiam a relação entre a forma física e essas quatro etapas. São eles: visibilidade ao alvo, vulnerabilidade aparente, presença de pessoas (quantidade e legitimidade), acessibilidade ao agressor e vigilância natural. Esses fatores não são diretamente mensuráveis como os elementos da forma física (como muros, janelas, etc.) mas são fundamentais para a percepção do criminoso quanto às chances de o crime ser bem sucedido e para a capacidade das outras pessoas de preveni-lo.</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1920" height="1180" src="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2019/08/ocorrencia_criminal_02.png" alt="" class="wp-image-2094" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2019/08/ocorrencia_criminal_02.png 1920w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2019/08/ocorrencia_criminal_02-300x184.png 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2019/08/ocorrencia_criminal_02-500x307.png 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2019/08/ocorrencia_criminal_02-768x472.png 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2019/08/ocorrencia_criminal_02-1536x944.png 1536w" sizes="auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /><figcaption>Fatores intermediadores entre a forma física e as etapas da ocorrência criminal (fonte: adaptado de Soares e Saboya, 2019).</figcaption></figure>



<p>Por fim, vêm os elementos da forma física das cidades e das edificações. Como se vê, mesmo considerando que o modelo precisa fazer algumas simplificações para ser útil, as relações são numerosas e atuando em diferentes direções. Às vezes o mesmo elemento pode favorecer uma etapa da ocorrência criminal e dificultar outra. Por isso, nem sempre é fácil ponderar entre diferentes soluções.</p>



<figure class="wp-block-image"><a href="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2019/08/ocorrencia_criminal_03.png"><img loading="lazy" decoding="async" width="1920" height="1488" src="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2019/08/ocorrencia_criminal_03.png" alt="" class="wp-image-2096" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2019/08/ocorrencia_criminal_03.png 1920w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2019/08/ocorrencia_criminal_03-300x233.png 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2019/08/ocorrencia_criminal_03-500x388.png 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2019/08/ocorrencia_criminal_03-768x595.png 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2019/08/ocorrencia_criminal_03-1536x1190.png 1536w" sizes="auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></a><figcaption>Modelo estruturador completo (fonte: Soares e Saboya, 2019, p. 6).</figcaption></figure>



<p>O artigo então examina mais de 65 estudos para tentar desvendar a força dessas relações e o quanto podemos confiar que elas realmente existem. A associação entre alguns fatores e crimes parece consensual, como é o caso das barreiras visuais, enquanto outros possuem evidências mais contraditórias, como a acessibilidade de uma área, o que pode servir de guia não apenas para intervenções no espaço em diferentes escalas mas também para futuras pesquisas que tentem diminuir essas ambiguidades.</p>



<p>O artigo completo pode ser encontrado <a href="https://periodicos.pucpr.br/index.php/Urbe/article/view/24168"></a><a href="https://doi.org/10.1590/2175-3369.011.001.ao10">aqui</a>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Referências</h3>



<p>Soares, M., &amp; Saboya, R. T. de. (2019). Fatores espaciais da ocorrência criminal: Modelo estruturador para a análise de evidências empíricas. <strong>Urbe. Revista Brasileira de Gestão Urbana</strong>, 11. https://doi.org/10.1590/2175-3369.011.001.ao10</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2019/08/29/fatores-morfologicos-da-ocorrencia-criminal/">Fatores morfológicos da ocorrência criminal</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
