<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Urbanidades | Posts marcados como mapas mentais - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
	<atom:link href="https://urbanidades.arq.br/tag/mapas-mentais/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://urbanidades.arq.br</link>
	<description>Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</description>
	<lastBuildDate>Sat, 17 Feb 2018 01:42:41 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2016/07/logo-head.png</url>
	<title>Urbanidades | Posts marcados como mapas mentais - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
	<link>https://urbanidades.arq.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Uma possível metodologia para a participação popular</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2014/02/08/uma-possivel-metodologia-para-a-participacao-popular/</link>
					<comments>https://urbanidades.arq.br/2014/02/08/uma-possivel-metodologia-para-a-participacao-popular/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Feb 2014 19:30:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Estatuto da Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[gestão democrática]]></category>
		<category><![CDATA[leitura da cidade]]></category>
		<category><![CDATA[mapas mentais]]></category>
		<category><![CDATA[objetivos]]></category>
		<category><![CDATA[participação popular]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento participativo]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento urbano]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://urbanidades.arq.br/?p=1220</guid>

					<description><![CDATA[<p>Neste post são discutidas algumas críticas à participação popular e suas réplicas, em especial o pouco rendimento das discussões e, em vista disso, a necessidade de capacitação por parte do corpo técnico responsável pela condução do processo. &#8230; <a href="https://urbanidades.arq.br/2014/02/08/uma-possivel-metodologia-para-a-participacao-popular/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Uma possível metodologia para a participação popular</span></span></a></p>
The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2014/02/08/uma-possivel-metodologia-para-a-participacao-popular/">Uma possível metodologia para a participação popular</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Seguindo com os posts sobre <a title="Participação popular" href="http://urbanidades.arq.br/2014/01/a-importancia-da-participacao-popular/" target="_blank">participação popular</a>, uma objeção que com frequência é feita é a de que, com ela, é impossível chegar a resultados em tempo hábil. Isso aconteceria, supostamente, porque as assembleias e demais fóruns de discussão participativa seriam demasiado dispersos, sujeitos a toda sorte de manipulações, desvios dos assuntos em pauta, discussões paralelas, falta de foco, etc. Em <a title="Guia do facilitador - participação popular" href="http://urbanidades.arq.br/2008/01/guia-do-facilitador-no-planejamento-participativo/" target="_blank">post anterior</a> aqui do Urbanidades, mostrei um esquema bastante interessante do Kaner (1996) sobre a progressão dos esforços de discussão:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/01/kaner_1996.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-77" alt="" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2008/01/kaner_1996.jpg" width="640" height="267" /></a><br />
<span class="legendas">(KANER, 1996)</span></p>
<p>No modo tradicional, cada novo assunto é iniciado e, logo em seguida, há uma ansiedade para que ele seja encerrado com algum tipo de decisão. Obviamente, isso cria problemas de entendimento, de supersimplificação e de falta de comprometimento para com a decisão tomada. De certa forma, explica as críticas que Vainer (2000) faz ao planejamento estratégico e seu consenso empurrado goela abaixo dos participantes. Outra maneira tradicional segundo a qual esses processos se desenrolam é chegar até a zona de discussão e então arrastar-se indefinidamente por ela, esgotando prazos e impossibilitando a tomada de decisões. Essa maneira é a que está representada na crítica aos processos participativos mencionada no primeiro parágrafo.<span id="more-1220"></span></p>
<p>Entretanto, há algo que precisa ser mencionado. Ainda que tais receios sejam legítimos e muitas vezes precisos em seu diagnóstico, eles não são de maneira alguma justificativa para atropelar a participação e voltar à velha postura tecnocrática que tem imperado no planejamento urbano há tanto tempo. É preciso ter consciência, por mais paradoxal que possa parecer, de que uma boa e frutífera participação popular só é possível com uma boa técnica. Ou seja: não dá para &#8220;jogar&#8221; em um salão dois ou três técnicos formados sob os paradigmas do milênio passado e esperar que eles possam improvisar uma participação popular minimamente satisfatória. Pelo menos não sem um estudo cuidadoso e aprofundado de métodos participativos, teoria do planejamento, instrumentos de interação, teoria e métodos de decisão, e assim por diante. Mesmo que esses  temas não constem da formação recebida pelos Arquitetos e Urbanistas (e até hoje parecem não ter sido incorporadas aos currículos), há extensa literatura disponível e até mesmo <a href="http://www.scordioli.com.br/php/index.php" target="_blank">cursos de capacitação</a> que podem ser buscados como forma de preencher essa importante lacuna.</p>
<p>Em outras palavras, o que quero dizer é que grande parte dos problemas de participação popular são causados por imperícias técnicas na organização dos eventos, na forma como as contribuições são geradas e, especialmente, como são organizadas, compatibilizadas, esclarecidas, disseminadas e priorizadas. Sem isso, não há como a participação funcionar. No diagrama acima, essas etapas correspondem à zona convergente e à de fechamento.É especialmente nelas que os técnicos têm se mostrado deficientes na condução de processos participativos. Na melhor das hipóteses, apressam-se para votações, que dão a sensação de proporcionarem uma saída democrática para as decisões mas, em muitos casos, são provenientes de uma tentativa de sufocar as discussões e de evitar deliberações no sentido de interromper o processo para buscar mais informações consideradas necessárias. São, em suma, formas de evitar o entendimento pleno da questão em discussão. Na pior das hipóteses, resultam em atitudes autoritárias como as de duas gestões municipais consecutivas em Florianópolis, que <a href="http://ndonline.com.br/florianopolis/noticias/108434-prefeitura-de-florianopolis-da-continuidade-ao-plano-diretor-sem-nucleo-gestor.html" target="_blank">dissolveram o Núcleo Gestor do PD(P?)</a> e tomaram as decisões mais importantes do plano, estruturais, em gabinete.</p>
<p>Aí podemos entrar em outra discussão: será que todos os casos de imperícia que vemos por aí são realmente fruto de um desconhecimento, ou são também &#8220;incentivados&#8221; como uma forma de empurrar com a barriga as decisões até um ponto em que o processo esteja esvaziado e elas sejam tomadas por aqueles que estão à frente do processo (prefeitura, vereadores, etc.), sem enfrentar resistência? Isso deve ser analisado caso a caso, é claro, mas não tenho dúvidas de que acontece com mais frequência do que gostaríamos de acreditar.</p>
<p>De qualquer forma, segue um artigo publicado por mim e pela Geógrafa Eugenia Karnaukhova, em 2007, sobre a metodologia montada por nós para extrair os objetivos gerais e as principais estratégias a serem trabalhadas no PD a partir de eventos participativos. Essa metodologia não é infalível, obviamente, e por já ter quase 7 anos ela certamente pode ser atualizada, mas pode servir como base para novas metodologias, adaptadas às particularidades de cada Município. Especialmente interessante, na minha opinião, foi o trabalho com grandes temas e sua organização através de mapas de relações meios e fins. Nos eventos, essa parte mostrou-se bastante rica, com boa participação e receptividade dos participantes e com boa capacidade de esclarecer os problemas que estavam sendo tratados. A imagem abaixo ilustra um desses mapas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2014/02/Mapa-relacoes-meios-e-fins-Alfredo-Wagner.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-1221" alt="" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2014/02/Mapa-relacoes-meios-e-fins-Alfredo-Wagner-500x348.jpg" width="500" height="348" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2014/02/Mapa-relacoes-meios-e-fins-Alfredo-Wagner-500x348.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2014/02/Mapa-relacoes-meios-e-fins-Alfredo-Wagner-300x209.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2014/02/Mapa-relacoes-meios-e-fins-Alfredo-Wagner-768x535.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2014/02/Mapa-relacoes-meios-e-fins-Alfredo-Wagner-50x35.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2014/02/Mapa-relacoes-meios-e-fins-Alfredo-Wagner-200x139.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2014/02/Mapa-relacoes-meios-e-fins-Alfredo-Wagner.jpg 1200w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a><br />
<span class="legendas">Mapas de relações meios e fins para temas em um processo participativo (SABOYA; KARNAUKHOVA, 2007)</span></p>
<p>As setas foram construídas participativamente, perguntando aos participantes quais aspectos eram &#8220;causa&#8221; de outros aspectos e quais eram consequências. Com isso, a população se via obrigada a pensar um pouco mais sistêmica e globalmente, ao invés de pensar apenas naqueles problemas específicos que lhes incomodavam mais. Isso ajuda-as (e a nós também!) a perceber a trama de relações que existem nas cidades e no território, e que as ações em uma esfera possuem implicações que ultrapassam seus limites específicos, influenciando aspectos às vezes bastante diferentes à primeira vista. Aos poucos, com o auxílio de um software (<a href="http://cmap.ihmc.us/" target="_blank">Cmaps</a>), os temas foram sendo organizados e aqueles mais gerais (mais &#8220;fim&#8221;) subiam, enquanto que os mais operacionais e específicos (mais &#8220;meio&#8221;) desciam.</p>
<p>Depois disso, fazíamos uma priorização preliminar dos temas (ou áreas de preocupação), seguida de uma discussão sobre o resultado, e então uma nova e definitiva rodada de priorização. Essa discussão intermediária permitia conhecer as prioridades iniciais e discuti-las, com os participantes desafiando e justificando posições. Era um dos momentos mais ricos de todo o processo, porque permitia a discussão de uma forma clara e focada, com uma referência visual que ficava acessível a todos como um quadro de referência. Não era raro que elas resultassem em mudanças na priorização final. Após esta última, os objetivos gerais eram propostos a partir dos temas situados mais acima do mapa, e as estratégias a partir dos temas localizados mais na porção intermediária (nem muito gerais, nem muito específicos).</p>
<p>Se tiver interessse em ler o artigo completo, é só clicar aqui:</p>
<p><a title="Uma Metodologia para a Obtenção de Possíveis Objetivos e Eixos Estratégicos para Planos Diretores a partir dos Dados da Leitura Comunitária" href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2014/02/Saboya-Karnaukhova-ANPUR-2007.pdf">Uma Metodologia para a Obtenção de Possíveis Objetivos e Eixos Estratégicos para Planos Diretores a partir dos Dados da Leitura Comunitária</a></p>
<h3>Referências</h3>
<p>KANER, S. et al. <strong>Facilitator’s guide to participatory decision-making</strong>. Gabriola Island: New Society Publishers, 1996.</p>
<p>SABOYA, R.; KARNAUKHOVA, E. Uma metodologia para a obtenção de possíveis objetivos e eixos estratégicos para planos diretores a partir dos dados da leitura comunitária. In: <strong>Anais do XII Encontro da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional</strong>. Belém: 2007.</p>
<p>VAINER, C. B. Pátria, empresa e mercadoria: notas sobre a estratégia discursiva do Planejamento Estratégico Urbano. In: ARANTES, O. B. F.; MARICATO, E.; VAINER, C. (Eds.). <strong>A cidade do pensamento u?nico</strong>: desmanchando consensos. Colec?a?o Zero a? esquerda. 2a ed ed. Petro?polis: Editora Vozes, 2000.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2014/02/08/uma-possivel-metodologia-para-a-participacao-popular/">Uma possível metodologia para a participação popular</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://urbanidades.arq.br/2014/02/08/uma-possivel-metodologia-para-a-participacao-popular/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mapas mentais em planejamento urbano</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2007/06/25/mapas-mentais-em-planejamento-urbano/</link>
					<comments>https://urbanidades.arq.br/2007/06/25/mapas-mentais-em-planejamento-urbano/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jun 2007 02:19:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[mapas mentais]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento comunicativo]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento participativo]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento urbano]]></category>
		<category><![CDATA[planos diretores]]></category>
		<category><![CDATA[softwares]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://urbanidades.arq.br/?p=4</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mapa mental, ou mapa da mente é o nome dado para um tipo de diagrama, sistematizado pelo inglês Tony Buzan, voltado para a gestão de informações, de conhecimento e de<a href="https://urbanidades.arq.br/2007/06/25/mapas-mentais-em-planejamento-urbano/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Mapas mentais em planejamento urbano</span></span></a></p>
The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2007/06/25/mapas-mentais-em-planejamento-urbano/">Mapas mentais em planejamento urbano</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>Mapa mental</strong>, ou <strong>mapa da mente</strong> é o nome dado para um tipo de diagrama, sistematizado pelo inglês Tony Buzan, voltado para a gestão de informações, de conhecimento e de capital intelectual; para a compreensão e solução de problemas; na memorização e aprendizado; na criação de manuais, livros e palestras; como ferramenta de <em>brainstorming</em>; e no auxílio da gestão estratégica de uma empresa ou negócio. (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mapa_mental" target="_blank">Wikipédia</a>)</p></blockquote>
<h3>Tipos de Mapas mentais</h3>
<p align="left">Os mapas mentais são tradicionalmente conhecidos como aqueles mapas em que o foco fica posicionado no centro e as informações relacionadas a ele vão se &#8220;irradiando&#8221; numa estrutura parecida com os galhos de uma árvore.</p>
<p align="center"><img decoding="async" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Mapasmentaisemplanejamentourbano_CFF4/mindmapguidlines_thumb.jpg" style="border-width: 0px" alt="mindmapguidlines" border="0" height="197" width="240" /></p>
<p align="center"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mind_map">Fonte: Wikipedia</a></p>
<p>Entretanto, a rigor, todo tipo de mapa que tente de alguma maneira representar ou ajudar a estruturar o conhecimento pode ser chamado de mapa mental. É o caso, por exemplo, dos mapas conceituais e dos mapas causais.</p>
<p><span id="more-4"></span></p>
<p>Os <strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Concept_mapping">mapas conceituais</a></strong> buscam representar relações entre conceitos, através de setas representando diferentes tipos de relações.</p>
<p>Os <strong>mapas causais</strong> podem sem considerados um subtipo do mapa conceitual, no qual apenas as relações de causa e efeito são representadas.</p>
<p>Esses três tipos de mapas podem ser úteis para o planejamento urbano, tanto para o ensino quanto para a prática.</p>
<h3>Uso no ensino</h3>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Mapasmentaisemplanejamentourbano_CFF4/mapa_conceitual_01.jpg" atomicselection="true"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Mapasmentaisemplanejamentourbano_CFF4/mapa_conceitual_01_thumb.jpg" style="border-width: 0px; margin: 0px 0px 0px 15px" alt="mapa_conceitual_01" align="right" border="0" height="190" width="167" /></a>No ensino, os mapas mentais e os mapas conceituais podem ser usados tanto para passar informações aos alunos quanto como ferramentas para que eles construam conhecimento sobre o tópico a ser estudado. Pela minha experiência, obtive resultados muito bons pedindo aos alunos que fizessem &#8220;fichamentos&#8221; de textos em forma de mapas conceituais. Estes se revelaram uma ótima ferramenta para apoiar as discussões dentro dos grupos, funcionando como focalizadores da atenção.</p>
<p>O mapa conceitual ilustrado acima é parte de um mapa maior que estruturou os conceitos trabalhados por Lamas (1995) sobre a morfologia urbana. Os alunos, divididos em grupos e com o apoio do texto, tiveram que estruturar as relações entre os conceitos abordados pelo autor.</p>
<p>O mapa abaixo estrutura alguns dos requisitos da Lei 6766/79 para o parcelamento do solo.</p>
<p align="center"><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Mapasmentaisemplanejamentourbano_CFF4/mapa_conceitual_02.jpg" atomicselection="true"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Mapasmentaisemplanejamentourbano_CFF4/mapa_conceitual_02_thumb.jpg" style="border-width: 0px" alt="mapa_conceitual_02" border="0" height="173" width="320" /></a></p>
<h3>Uso em planejamento participativo</h3>
<p>Na elaboração de planos diretores participativos tenho usado mais os mapas mentais tradicionais e os mapas de relações causais. Os mapas mentais tendem a ser usados mais intensamente para organizar a pauta e os debates, registrando as sugestões, propostas e objeções e mantendo-as visíveis para subsidiar as tomadas de decisão. O mapa abaixo, por exemplo, mostra o resultado das discussões sobre a melhor localização para a segunda área industrial de Águas Mornas &#8211; SC (no caso, a discussão acabou optando pela criação de uma terceira área).</p>
<p align="center"><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Mapasmentaisemplanejamentourbano_CFF4/mapa_mental_01.jpg" atomicselection="true"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Mapasmentaisemplanejamentourbano_CFF4/mapa_mental_01_thumb.jpg" style="border-width: 0px" alt="mapa_mental_01" border="0" height="135" width="240" /></a></p>
<p>Os mapas causais são usados para um ponto específico do processo, a identificação dos eixos estratégicos do desenvolvimento. Com esse tipo de mapa, as relações entre os temas levantados pelas leituras técnicas e comunitárias são identificadas, ajudando os participantes a:</p>
<ol>
<li><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Mapasmentaisemplanejamentourbano_CFF4/aw_eixos_estrategicos.jpg" atomicselection="true"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Mapasmentaisemplanejamentourbano_CFF4/aw_eixos_estrategicos_thumb.jpg" style="border-width: 0px" alt="aw_eixos_estrategicos" align="right" border="0" height="194" width="240" /></a> compreender melhor o sistema urbano e natural, na medida em que percebe que os aspectos estão intimamente relacionados e que ações em um setor tendem a influenciar, positiva ou negativamente, os outros setores;</li>
<li>trocar informações sobre o município, uma vez que cada participante a sugerir relações entre dois temas deve fazer uma breve justificativa sobre o porquê dessa relação, compartilhando informações que nem sempre são conhecidas por todos;</li>
<li>identificar aqueles temas com maior potencial para resolver vários outros temas e que, portanto, são candidatos naturais a eixos estratégicos.</li>
</ol>
<h3> Ferramentas para mapas mentais</h3>
<p>A forma mais fácil e prática de criar mapas mentais é através de softwares específicos para essa função. Criar no Corel Draw ou no Powerpoint é possível, mas não recomendo em função do trabalho dobrado necessário para manter a coerência entre os conceitos e as setas de ligação.</p>
<p>Para os mapas mentais, recomendo  <a href="http://www.mindjet.com" target="_blank">MindManager</a> e o <a href="http://freemind.sourceforge.net/wiki/index.php/Main_Page" target="_blank">FreeMind</a>, este último gratuito. Para os mapas conceituais recomendo o <a href="http://cmap.ihmc.us/" target="_blank">CMap</a> e o <a href="http://www.compendiuminstitute.org/" target="_blank">Compendium</a>, ambos gratuitos.</p>
<p>A Wikipedia traz uma lista bastante completa de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Mind_Mapping_software" target="_blank">ferramentas para mapeamento mental</a>.</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2007/06/25/mapas-mentais-em-planejamento-urbano/">Mapas mentais em planejamento urbano</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://urbanidades.arq.br/2007/06/25/mapas-mentais-em-planejamento-urbano/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>6</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
