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	<title>Urbanidades | Posts marcados como modernismo - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
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	<description>Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</description>
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	<title>Urbanidades | Posts marcados como modernismo - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
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		<title>John Peponis: Espaço, Cultura e Desenho Urbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Sep 2013 13:36:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade virtual]]></category>
		<category><![CDATA[integração]]></category>
		<category><![CDATA[Jane Jacobs]]></category>
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		<category><![CDATA[sintaxe espacial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste artigo, já considerado um clássico no campo da Sintaxe Espacial, John Peponis faz uma crítica às "teorias" urbanísticas pós-modernas e mostra que, apesar dessas abordagens criticarem pesadamente os princípios modernistas, pouco fizeram para avançar nosso conhecimento sobre a cidade e sua dinâmica sócio-espacial. &#8230; <a href="https://urbanidades.arq.br/2013/09/25/john-peponis-espaco-cultura-e-desenho-urbano/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">John Peponis: Espaço, Cultura e Desenho Urbano</span></span></a></p>
The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2013/09/25/john-peponis-espaco-cultura-e-desenho-urbano/">John Peponis: Espaço, Cultura e Desenho Urbano</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste artigo, já considerado um clássico no campo da Sintaxe Espacial, John Peponis (com tradução de <a title="Frederico de Holanda" href="http://www.fredericodeholanda.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Frederico de Holanda</a>) faz uma crítica às &#8220;teorias&#8221; urbanísticas pós-modernas e mostra que, apesar dessas abordagens criticarem pesadamente os princípios modernistas, pouco fizeram para avançar nosso conhecimento sobre a cidade e sua dinâmica sócio-espacial:</p>
<blockquote><p>Asseguro [&#8230;] que as muitas posições intelectuais adotadas nos últimos 15 anos, sob a vaga bandeira da &#8220;crítica ao modernismo&#8221;, não melhoraram efetivamente nosso conhecimento arquitetônico, e algumas vezes distorceram completamente as questões. (Peponis, 1992, p. 78)<span id="more-1189"></span></p></blockquote>
<p>Iniciando por Jacobs e Alexander, em suas defesas de densidades altas (que atualmente parecem óbvias), Peponis argumenta que os aspectos formais da densidade não foram explorados e suas &#8220;necessidades configurativas&#8221; não foram devidamente tratadas nem foram traduzidas para princípios arquitetônicos. (Aqui podemos discordar de Peponis, ao menos no que diz respeito a Jacobs. Ele assume que ela reconheceu a necessidade de quadras curtas, mas alega que isso foi tudo; ao contrário, acreditamos que Jacobs foi além, defendendo a necessidade de proximidade das edificações com a rua, dos usos comerciais nos térreos, dos olhos da rua, e assim por diante, que claramente são princípios arquitetônicos. Outra prova disso é a denominação de &#8220;Densidades Jacobs&#8221; dada por Gordon e Ikeda [2011] ao tipo de ocupação densa mas com características morfológicas específicas como as citadas acima).</p>
<div class="olhos">A ênfase nos aspectos locais acaba negligenciando aspectos globais, que levam em consideração o sistema de relações entre os espaços.</div>
<p>Sua atenção se volta então aos Kriers e seus esquemas geométricos de praças. Segundo Peponis, tais esquemas apresentam sofrível sofisticação metodológica. &#8220;<em>É também irritante por sugerir que a qualidade da praça é função apenas de sua forma local, não tendo nada a ver com a relação espacial da praça com o seu contexto urbano maior.</em>&#8221; (Peponis, 1992, p. 79)</p>
<p>A &#8220;Collage City&#8221; de Rowe e Ketter (um texto que chegou a ser popular na década de 90, mas que parece ter caído no esquecimento) também é alvo de Peponis. Segundo ele, &#8220;<em>Uma colagem de afirmações introvertidas de identidade não constituiria uma paisagem democrática, mais que um labirinto</em>&#8221; (Peponis, 1992, p. 80) e, portanto, caso não haja uma estrutura global que incentive e promova o convívio entre os diferentes através do espaço, ideais democráticos e práticas de manifestação e negociação são prejudicados.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2013/09/krier.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-1194" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2013/09/krier-500x819.jpg" alt="" width="500" height="819" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2013/09/krier-500x819.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2013/09/krier-183x300.jpg 183w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2013/09/krier-768x1258.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2013/09/krier-31x50.jpg 31w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2013/09/krier-122x200.jpg 122w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2013/09/krier.jpg 840w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><br />
</a>Krier &#8211; Fonte: <a href="http://xlili.files.wordpress.com/2011/11/aa.jpg" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Xili</a>.</p>
<p>Em síntese, essas manifestações apresentaram três grandes problemas: concentraram-se nas formas e aspectos superficiais, ao invés de buscar encontrar princípios subjacentes; focaram na configuração local em detrimento dos aspectos globais; e limitaram-se a especulações, sem aprofundar-se em estudos empíricos que lhes dessem sustentação.</p>
<h3>O espaço importa?</h3>
<p>Para refletir sobre essa questão (que também parece ter perdido sua força desde a década de 90, especialmente com o acirramento dos conflitos urbanos em todo o mundo), Peponis menciona Venturi e Koolhaas, com seus &#8220;Aprendendo com Las Vegas&#8221; e &#8220;Nova Iorque delirante&#8221;, respectivamente, bem como Jameson e seu conceito de &#8220;não-lugares&#8221;. Apesar dessas referências defenderam a relativa desimportância do espaço em favor da imagem, do simbólico e do padronizado, Peponis lembra, seguindo Mike Davis, que os hotéis citados por Jameson cumprem a função de &#8220;<em>manter afastada uma população negra pobre</em>&#8221; dos arredores e, portanto, &#8220;A arquitetura do aparente não-lugar é assim apresentada como uma estratégia de controle profundamente social e bem tradicional&#8221; (Peponis, 1992, p. 80).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2013/09/Las-Vegas.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-1190" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2013/09/Las-Vegas-500x375.jpg" alt="" width="500" height="375" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2013/09/Las-Vegas-500x375.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2013/09/Las-Vegas-300x225.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2013/09/Las-Vegas-768x576.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2013/09/Las-Vegas-960x720.jpg 960w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2013/09/Las-Vegas-640x480.jpg 640w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2013/09/Las-Vegas-50x38.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2013/09/Las-Vegas-200x150.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2013/09/Las-Vegas.jpg 1024w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a><br />
Las Vegas &#8211; <a href="http://www.flickr.com/photos/smemon/7977586953/sizes/l/in/photostream/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sean MacEntee</a></p>
<h3>Efeitos geradores da estrutura espacial</h3>
<div class="olhos">A configuração dos espaços abertos cria padrões de probabilidade de movimento e de encontros.</div>
<p>Nesse ponto, Peponis volta-se para a <a title="Sintaxe espacial e a teoria do Movimento Natural" href="http://urbanidades.arq.br/2010/07/sintaxe-espacial-e-a-teoria-do-movimento-natural/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Teoria da Sintaxe Espacial</a>, recuperando alguns de seus conceitos-chave. Mais especificamente, ele destaca a importância do entendimento do sistema urbano como um sistema de relações entre suas partes e cita o conceito de <a title="Sintaxe Espacial" href="http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">integração </a>como uma propriedade fundamental. O núcleo integrador, constituído por uma porção das linhas mais integradas, permite caracterizar sistemas urbanos pela forma como essa propriedade da malha se distribui. Além disso, a integração tem se mostrado capaz de correlacionar-se com a quantidade de pessoas caminhando pelos espaços, mesmo sendo uma medida puramente configuracional (isto é, não leva em consideração os usos do solo, densidades, topografia, etc.): &#8220;<em>As pessoas escolhem livremente sobre percursos independentes. Sem outra coordenação, a estrutura do espaço parece gerar padrões de difusão, modulação e convergência, que assimilam os percursos individuais a uma estrutura global.</em>&#8221; (Peponis, 1992, p. 82).</p>
<p>Isso tem implicações sociais claras: outros fenômenos estão associados a esses padrões de movimento, sendo o primeiro e mais direto deles a distribuição dos usos do solo. Pesquisas mostram, por exemplo, que a densidade de lojas comerciais está correlacionada à medida de integração (Aguiar, 1991 apud Peponis, 1992). Mas, para além disso, outro efeito importante da configuração é o padrão de co-presença no espaço urbano. Se a integração consegue &#8220;captar&#8221; padrões de movimento, então também consegue captar locais em que há maior ou menor número de pessoas (caminhando). Isso não quer dizer, &#8220;<em>é claro, que as pessoas interagem, partilham ou trocam experiências entre si, ou mesmo que se notam mutuamente. A configuração determina apenas o notar potencial de outros, como o pano de fundo para uma sociedade ativa.</em>&#8220;(Peponis, 1992, p.  82) (É preciso, entretanto, ter cuidado com o termo &#8220;determina&#8221; conforme usado por Peponis, uma vez que ele pode dar a entender que haveria uma relação direta [no sentido de &#8220;determinística&#8221;] entre a configuração dos espaços abertos e a efetiva co-presença nesses espaços. Acreditamos que não é esse o caso: no nosso entendimento, a integração consegue captar com sucesso <em>uma</em> das forças atuando no sentido de formação dessa co-presença [possivelmente uma das mais importantes, mas não a única]. Ver, a esse respeito, Holanda [2002, p. 110 e seguintes] e Netto et al [2012]).</p>
<p>Esse campo de encontros prováveis (efetivados ou não), sugerido pela configuração, é chamado de &#8220;comunidade virtual&#8221; (Hillier, 1989 apud Peponis, 1992).</p>
<h3>Espaço como recurso cultural</h3>
<p>Sendo assim, os conceitos de &#8220;lógica espacial do movimento&#8221; e comunidade virtual podem ajudar a entender, de forma mais adequada do que as teorias pós-modernas, o papel do espaço como recurso cultural. Apesar de o espaço não determinar as diferenças e identidades sociais, ele</p>
<blockquote><p>[&#8230;]tem um papel muito mais importante a jogar, relacionado à decisão de como identidades diferenciadas coexistem, expõem-se a comparações mútuas e formam parte da consciência cívica cotidiana. [&#8230;] O papel do espaço é, portanto, limitado, mas não culturalmente negligenciável.&#8221; (Peponis, 1992, p. 82)</p></blockquote>
<p>Nossa experiência espacial envolve o encontro com o outro, mas não apenas isso. &#8220;<em>Diz respeito também à exploração do inusitado e ao contato com outros modos de vida, ainda que não sua participação neles</em>&#8221; (Peponis, 1992, p. 82). (Basta pensar nos guetos formados por enclaves espaciais aos quais correspondem classes sociais específicas, e o quão difícil é superar esse limites nas práxis cotidianas. Como serão no futuro as crianças que hoje convivem apenas em seus condomínios fechados e <em>shopping-centers</em>? Quão conscientes serão elas a respeito de realidades diferentes das suas? Como desenvolver respeito e tolerância mútuos sem a convivência &#8211; ou ao menos o notar-se mútuo &#8211; com valores e realidades diferentes da sua? Sobre isso, é interessante ainda consultar o trabalho de Berger e Luckman &#8211; <em>The social construction of reality</em> &#8211; e seu conceito de &#8220;manutenção do universo&#8221; [<em>universe-maintenance</em>], bem como a importância da constante presença daqueles aspectos da existência que confirmam e reforçam uma determinada visão de mundo).</p>
<p>Por fim, Peponis nota que a democracia, apesar de não estar diretamente ligada a formas espaciais específicas, requer que o espaço como recurso cultural seja acessível a todos, não apenas como um direito hipotético e abstrato, mas como experiência concreta.</p>
<h3>Referências</h3>
<p>AGUIAR, Douglas. <strong>Grid configuration and land use</strong>: a syntactic study. Tese de Doutorado não publicada, University of London, 1991.</p>
<p>GORDON, P.; IKEDA, S. Does density matter? In: D. Andersson; A. Andersson; C. Mellander (Orgs.); <strong>Handbook of Creative Cities</strong>, 2011. Edward Elgar Pub.</p>
<p>JACOBS, J. <strong>Morte e vida de grandes cidades</strong>. São Paulo: Martins Fontes, 2000.</p>
<p>PEPONIS, J. Espaço, cultura e desenho urbano no modernismo tardio e além dele. <strong>Revista AU</strong>, n. 41, p. 78–83, 1992.</p>
<div>
<div>HOLANDA, F. R. B. DE. <b>O espaço de exceção</b>. Brasília, DF: Editora UnB, 2002.</div>
</div>
<p>NETTO, V. DE M.; SABOYA, R.; VARGAS, J. C.; et al. The convergence of patterns in the city: (Isolating) the effects of architectural morphology on movement and activity. <strong>Proceedings of the 8th Space Syntax Symposium</strong>.  p.1–32, 2012. Santiago: Universidad Católica Chile.</p>
<p>HILLIER, B. The architecture of the urban object. <strong>Ekistics</strong>, v. 56, n. 334/33, p. 5–21, 1989.</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2013/09/25/john-peponis-espaco-cultura-e-desenho-urbano/">John Peponis: Espaço, Cultura e Desenho Urbano</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Brasília: antologia crítica</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2012/12/07/brasilia-antologia-critica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2012 18:27:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[cidade modernista]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[modernismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brasília: Antologia crítica, organizado pelos professores Alberto Xavier e Julio Katinsky, é uma compilação de 67 textos sobre a capital federal brasileira, produzidos por distintos autores ao longo do tempo de existência da cidade. &#8230; <a href="https://urbanidades.arq.br/2012/12/07/brasilia-antologia-critica/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Brasília: antologia crítica</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi este release do Livro &#8220;Brasília: Antologia crítica&#8221; e repasso.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>BRASÍLIA: ANTOLOGIA CRÍTICA<br />
por Francesco Perrotta Bosch*</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/12/brasilia-antologia-critica.gif"><img decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1150" title="brasilia-antologia-critica" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/12/brasilia-antologia-critica-218x300.gif" alt="" width="218" height="300" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/12/brasilia-antologia-critica-218x300.gif 218w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/12/brasilia-antologia-critica-219x300.gif 219w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/12/brasilia-antologia-critica-36x50.gif 36w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2012/12/brasilia-antologia-critica-146x200.gif 146w" sizes="(max-width: 218px) 100vw, 218px" /></a>Terceiro livro da trilogia de Brasília na Cosac Naify e mais recente título da coleção Face Norte, Brasília: Antologia crítica, organizado pelos professores Alberto Xavier e Julio Katinsky, é uma compilação de 67 textos sobre a capital federal brasileira, produzidos por distintos autores ao longo do tempo de existência da cidade. A grande variedade de textos – escritos por ensaístas, arquitetos, urbanistas, engenheiros, historiadores, sociólogos, políticos, escritores etc. – mostra o quanto Brasília suscita incômodo e encantamento àqueles que se propõem a refletir sobre ela.</p>
<p>No centro quase inóspito do país implantou-se Brasília, cidade que reivindicou para si a identificação como monumento civil da modernidade no imaginário coletivo. Projetada e fundada há pouco mais de cinquenta anos com a função de substituir o Rio de Janeiro como nova capital do Brasil, sua concepção é fruto de uma estratégia do Estado brasileiro de criar uma cidade que encarnasse e simbolizasse a renovação política, econômica e cultural: a imagem do futuro, expressão de uma nova tradição e da nova identidade nacional perante os próprios brasileiros e o mundo. A cidade, implantada para ser polo de atração e desenvolvimento no interior do Brasil, revertendo a lógica de ocupação restrita à faixa próxima ao litoral, foi, também, a tabula rasa tão almejada pelos modernos da primeira metade do século XX, cuja crença residia na transformação da sociedade por meio da arquitetura e do projeto urbano.</p>
<p>Organizada segundo uma lógica cronológica, esta antologia revela o mesmo estudo de caso a partir de distintos enfoques dos observadores, de acordo com questões prementes a cada época. A divisão do conjunto de textos é feita em cinco blocos e tem como principais cortes temporais o ano em que se instituiu a ditadura militar (1964) e o reconhecimento de Brasília como Patrimônio da Humanidade pela Unesco (1987).</p>
<p>O primeiro bloco de textos, “Os projetos e a crítica (1956-64)”, é constituído por registros do período de construção da capital e sua inauguração, com posturas que variam entre a esperança e o ceticismo da empreitada que transcorria no planalto central. O debate e as reflexões giravam em torno da política de desenvolvimento nacional, que tinha o deslocamento da capital como principal motor das transformações sociais esperadas, do concurso para escolha do plano da construção, com seus custos econômicos, da grande migração de trabalhadores para o gigantesco canteiro de obras que era Brasília e das impressões iniciais da primeira grande urbe constituída a partir dos fundamentos modernos elaborados nos quarenta anos que precederam sua existência. Os escritos de Mário Pedrosa, Bruno Zevi, Sigfried Giedion, Alberto Moravia, Max Bense, Lina Bo Bardi e Milton Santos, entre outros, retratam bem a reação imediata ao peculiar momento histórico de grandes transformações que se davam no Brasil.</p>
<p>Em tom de resposta às críticas que recebiam, a parte seguinte da publicação, “Pronunciamento dos autores”, corresponde ao posicionamento dos autores que protagonizaram a invenção de Brasília. Juscelino Kubitschek, numa escrita em forma de discurso político envolvido de teor quase místico, reitera e esclarece os argumentos que justificaram e viabilizaram a transferência da capital. A explicação de Lucio Costa, autor do projeto urbano da cidade, defende os pontos que desenvolveu na ”Memória descritiva do plano piloto”, apresentada na ocasião do concurso. Sua franca filiação aos princípios urbanísticos modernos, com ênfase em matriz de pensamento lançada por Le Corbusier, mas conjugada a um elaborado senso pessoal com relação à questão da monumentalidade, fundamentada em diversas referências de períodos históricos mais remotos, confere certo lirismo ao projeto. Finalizam este bloco dois importantes depoimentos de Oscar Niemeyer, que, para além das justificativas projetuais para seus edifícios em Brasília, expunha abertamente um momento de reflexão pessoal sobre modificações em seu modo de projetar e contribuir para a sociedade, muito impactado pelo que experimentava no canteiro de obras da capital federal.</p>
<p>A seção seguinte do livro, “A consolidação da cidade (1964-87)”, retrata o período da ditadura militar e o da democratização do país, que coincidem com estabelecimento e fortalecimento da crítica pós-moderna na arquitetura. Começam a se observar com maior clareza as similitudes e diferenças entre o plano elaborado por Lucio Costa e a cidade em implantação. Problemas como o surgimento das cidades satélites são explicitados, expondo a limitação do projeto moderno como transformador da estrutura da sociedade perante as desigualdades sociais. Clarice Lispector sobressai na reflexão poética acerca das incertezas e complexidade próprias a uma cidade concebida para determinado futuro mas cujo processo de crescimento fugia à ordem preestabelecida no seu plano original.</p>
<p>O penúltimo bloco, “Brasília estabelecida”, toma a cidade em termos simbólicos, habitacionais e de patrimônio. Das reflexões de Umberto Eco sobre o que a cidade prometeu e o que de fato é como símbolo – “da cidade socialista que deveria ser, Brasília tornou-se a própria imagem da diferença social” –, passando pelas inúmeras especulações sobre o vanguardismo da ideia de superquadra e unidade de vizinhança (e os problemas que vêm junto), este bloco finda com a celebração de Brasília como Patrimônio – da explicação do parecer de defesa de Italo Campofiorito à provocação de James Holston, segundo o qual o tombamento congela a melhor característica da cidade: sua vontade de constante inovação, o “espírito de Brasília”.</p>
<p>A última parte é composta por um olhar contemporâneo para a cidade, cujo distanciamento permite ver Brasília como um fato consumado, arrefecendo certas posições politicamente apaixonadas, e, como no texto de Adrián Gorelik, inserindo a cidade e explicando seu papel na história da arquitetura moderna brasileira. Aqui também podemos encontrar textos como o de Sylvia Ficher, que priorizam a situação atual do Distrito Federal, ou como o de Sophia S. Telles, que parecem inventar novas qualificações para aspectos da concepção original implementada no plano piloto.</p>
<p>Brasília: Antologia crítica não se pretende uma compilação conclusiva ou definitiva para a discussão em torno da cidade. Contudo, ao oferecer uma rica e significativa reconstrução de um conjunto de reflexões sobre Brasília ao longo do tempo, exprime amplamente as virtudes e os problemas do plano original e as contradições contidas na complexa realidade da capital do país, contribuindo, assim, para expandir o debate sobre questões prementes à sociedade brasileira e à arquitetura nacional e internacional a partir da cidade que ambicionou transformar essas estruturas.</p>
<p>Sobre os organizadores</p>
<p>Alberto Xavier (1936) Arquiteto, é professor desde 2004 do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo e da Universidade São Judas Tadeu. Lecionou na UNB, na usp e na Universidade Católica de Santos. É organizador da primeira coletânea de textos de Lucio Costa, intitulada Lucio Costa – Sobre arquitetura (1962/2007), de Depoimento de uma geração (1987/2003) e de Brasília e arquitetura moderna brasileira – Bibliografia selecionada (1974). É autor de Arquitetura moderna em Curitiba (1982) e coautor de Arquitetura moderna paulistana (1983), Arquitetura moderna em Porto Alegre (1987) e Arquitetura moderna no Rio de Janeiro (1991).</p>
<p>Julio Katinsky (1932) Arquiteto, pós-doutor pela FAU-USP, onde foi professor da graduação e da pós de 1962 até aposentar-se em 2002, além de ter dirigido a instituição entre 1995 e 98. É autor de inúmeros trabalhos acadêmicos, com destaque para Casas bandeiristas (1976), Leituras de arquitetura, viagens, projetos (1989), Brasília em três tempos (1991) e Renascença – Estudos periféricos (2002). Produziu ainda uma série de artigos publicados em periódicos, capítulos de livros, textos para jornais e trabalhos em anais de congressos, além de ter participado em bancas, comissões e eventos, e recebido prêmios e menções honrosas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* Francesco Perrotta Bosch é arquiteto, formado pela PUC-Rio. Co-organizador do livro ENTRE: entrevistas com arquitetos (Viana &amp; Mosley, 2012), colabora com o portal Vitruvius e faz projetos no escritório SIAA, com Cesar Shundi Iwamizu.</p>
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		<item>
		<title>Villa Savoye</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2011/11/03/villa-savoye/</link>
					<comments>https://urbanidades.arq.br/2011/11/03/villa-savoye/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 19:26:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ensino e cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Le Corbusier]]></category>
		<category><![CDATA[modernismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://urbanidades.arq.br/?p=996</guid>

					<description><![CDATA[<p>Saindo um pouco das questões estritamente urbanas, gostaria de compartilhar com todos minhas fotos da Villa Savoye, projeto de Le Corbusier construído entre 1928 e 1931.</p>
<p>As fotos estão disponíveis na minha página no FlickR sob uma licença Creative Commons (é permitido usá-las desde que citada a fonte e não seja para fins comerciais). São 57 fotos no total. &#8230; <a href="https://urbanidades.arq.br/2011/11/03/villa-savoye/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Villa Savoye</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Saindo um pouco das questões estritamente urbanas, gostaria de compartilhar com todos minhas fotos da Villa Savoye, projeto de Le Corbusier construído entre 1928 e 1931.</p>
<p>As fotos estão disponíveis na minha página no FlickR sob uma licença Creative Commons (é permitido usá-las desde que citada a fonte e não seja para fins comerciais). São 57 fotos no total, algumas das quais podem ser vistas abaixo.<span id="more-996"></span></p>

<a href='https://urbanidades.arq.br/2011/11/03/villa-savoye/villa_savoye_2011-08-03_0021_2000px/'><img loading="lazy" decoding="async" width="140" height="140" src="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/11/Villa_Savoye_2011-08-03_0021_2000px-140x140.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/11/Villa_Savoye_2011-08-03_0021_2000px-140x140.jpg 140w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/11/Villa_Savoye_2011-08-03_0021_2000px-640x640.jpg 640w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/11/Villa_Savoye_2011-08-03_0021_2000px-180x180.jpg 180w" sizes="auto, (max-width: 140px) 100vw, 140px" /></a>
<a href='https://urbanidades.arq.br/2011/11/03/villa-savoye/villa_savoye_2011-08-03_0030_2000px/'><img loading="lazy" decoding="async" width="140" height="140" src="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/11/Villa_Savoye_2011-08-03_0030_2000px-140x140.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/11/Villa_Savoye_2011-08-03_0030_2000px-140x140.jpg 140w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/11/Villa_Savoye_2011-08-03_0030_2000px-640x640.jpg 640w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/11/Villa_Savoye_2011-08-03_0030_2000px-180x180.jpg 180w" sizes="auto, (max-width: 140px) 100vw, 140px" /></a>
<a href='https://urbanidades.arq.br/2011/11/03/villa-savoye/villa_savoye_2011-08-03_0043_2000px/'><img loading="lazy" decoding="async" width="140" height="140" src="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/11/Villa_Savoye_2011-08-03_0043_2000px-140x140.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/11/Villa_Savoye_2011-08-03_0043_2000px-140x140.jpg 140w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/11/Villa_Savoye_2011-08-03_0043_2000px-640x640.jpg 640w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/11/Villa_Savoye_2011-08-03_0043_2000px-180x180.jpg 180w" sizes="auto, (max-width: 140px) 100vw, 140px" /></a>
<a href='https://urbanidades.arq.br/2011/11/03/villa-savoye/villa_savoye_2011-08-03_0060_2000px/'><img loading="lazy" decoding="async" width="140" height="140" src="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/11/Villa_Savoye_2011-08-03_0060_2000px-140x140.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/11/Villa_Savoye_2011-08-03_0060_2000px-140x140.jpg 140w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/11/Villa_Savoye_2011-08-03_0060_2000px-640x640.jpg 640w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/11/Villa_Savoye_2011-08-03_0060_2000px-180x180.jpg 180w" sizes="auto, (max-width: 140px) 100vw, 140px" /></a>
<a href='https://urbanidades.arq.br/2011/11/03/villa-savoye/villa_savoye_2011-08-03_0074_2000px/'><img loading="lazy" decoding="async" width="140" height="140" src="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/11/Villa_Savoye_2011-08-03_0074_2000px-140x140.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/11/Villa_Savoye_2011-08-03_0074_2000px-140x140.jpg 140w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/11/Villa_Savoye_2011-08-03_0074_2000px-640x640.jpg 640w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/11/Villa_Savoye_2011-08-03_0074_2000px-180x180.jpg 180w" sizes="auto, (max-width: 140px) 100vw, 140px" /></a>
<a href='https://urbanidades.arq.br/2011/11/03/villa-savoye/villa_savoye_2011-08-03_0140_2000px/'><img loading="lazy" decoding="async" width="140" height="140" src="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/11/Villa_Savoye_2011-08-03_0140_2000px-140x140.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/11/Villa_Savoye_2011-08-03_0140_2000px-140x140.jpg 140w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/11/Villa_Savoye_2011-08-03_0140_2000px-640x640.jpg 640w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/11/Villa_Savoye_2011-08-03_0140_2000px-180x180.jpg 180w" sizes="auto, (max-width: 140px) 100vw, 140px" /></a>

<p>Para o conjunto completo, clique <a title="Villa Savoye - Le Corbusier" href="http://www.flickr.com/photos/renatosaboya/sets/72157627920860533/" target="_blank">aqui</a>.</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2011/11/03/villa-savoye/">Villa Savoye</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Parque Cidade Jardim na Revista Veneza</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2011/08/06/parque-cidade-jardim-na-revista-veneza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Aug 2011 14:03:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[condomínios fechados]]></category>
		<category><![CDATA[modernismo]]></category>
		<category><![CDATA[pedestres]]></category>
		<category><![CDATA[permeabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[segregação urbana]]></category>
		<category><![CDATA[urbanidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Interessante texto sobre o novo empreendimento residencial / comercial "Parque Cidade Jardim", em São Paulo, que tenta "recriar" a rua em um ambiente altamente vigiado e controlado. &#8230; <a href="https://urbanidades.arq.br/2011/08/06/parque-cidade-jardim-na-revista-veneza/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Parque Cidade Jardim na Revista Veneza</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/08/parque_cid_jardim_sp.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-937" title="Parque Cidade Jardim" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/08/parque_cid_jardim_sp-500x333.jpg" alt="" width="500" height="333" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/08/parque_cid_jardim_sp-500x333.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/08/parque_cid_jardim_sp-300x200.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/08/parque_cid_jardim_sp-50x33.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/08/parque_cid_jardim_sp-200x133.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/08/parque_cid_jardim_sp.jpg 594w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a><br />
<span class="legendas">Fonte: <a href="http://www.parquecidadejardim.com.br/" target="_blank">Parque Cidade Jardim</a></span></p>
<p>Interessante texto sobre o novo empreendimento residencial / comercial &#8220;Parque Cidade Jardim&#8221;, em São Paulo, que tenta &#8220;recriar&#8221; a rua em um ambiente altamente vigiado e controlado. <span id="more-936"></span>Abaixo, um trecho:</p>
<blockquote><p>O interior do shopping não possui sequer conexões de pedestre com o exterior, nem mesmo com as torres comerciais e residenciais. Os acessos são todos verticais, feitos por elevadores e escadas rolantes, seja para os edifícios, seja para o estacionamento. A escolha do terreno, adjacente à uma via expressa, inibe qualquer tentativa de continuidade do shopping com o mundo exterior. O estacionamento se tornou a única forma de contato dos usuários com o restante do universo.</p></blockquote>
<p>Leia o post completo em <a title="Parque Cidade Jardim" href="http://revistaveneza.wordpress.com/2011/08/01/muito-alem-do-estilo/" target="_blank">Muito além do estilo</a>, no blog <a title="Blog Revista Veneza" href="http://revistaveneza.wordpress.com/" target="_blank">Revista Veneza</a>. Dica de <a title="Frederico de Holanda" href="http://fredericodeholanda.com.br/" target="_blank">Frederico de Holanda</a>.</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2011/08/06/parque-cidade-jardim-na-revista-veneza/">Parque Cidade Jardim na Revista Veneza</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ang&#233;lica: uma cidade modernista no interior do Mato Grosso do Sul</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2010/07/02/anglica-uma-cidade-modernista-no-interior-do-mato-grosso-do-sul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 19:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[angélica]]></category>
		<category><![CDATA[modernismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dêem uma olhada no meu artigo publicado na Revista online Arquitextos, do Portal Vitruvius. Quaisquer comentários podem ser feitos aqui, já que não há essa opção por lá: Permanência e<a href="https://urbanidades.arq.br/2010/07/02/anglica-uma-cidade-modernista-no-interior-do-mato-grosso-do-sul/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Ang&#233;lica: uma cidade modernista no interior do Mato Grosso do Sul</span></span></a></p>
The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2010/07/02/anglica-uma-cidade-modernista-no-interior-do-mato-grosso-do-sul/">Angélica: uma cidade modernista no interior do Mato Grosso do Sul</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dêem uma olhada no meu artigo publicado na Revista online Arquitextos, do Portal Vitruvius. Quaisquer comentários podem ser feitos aqui, já que não há essa opção por lá:</p>
<p><strong><a title="Angélica MS Modernismo" href="http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/10.121/3448" target="_blank">Permanência e Renovação da Morfologia Urbana Modernista: um Estudo de Caso sobre Angélica – MS</a></strong></p>
<p><span id="more-630"></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/fig_02.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="display: inline; border-width: 0px;" title="fig_02" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/fig_02_thumb.jpg" border="0" alt="fig_02" width="500" height="360" /></a><br />
<span class="legendas">Proposta original para Angélica – MS [Adaptado de Wilheim (2003)]</span></p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2010/07/02/anglica-uma-cidade-modernista-no-interior-do-mato-grosso-do-sul/">Angélica: uma cidade modernista no interior do Mato Grosso do Sul</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bras&#237;lia &#8211; cidade moderna, cidade eterna &#8211; Frederico de Holanda</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2010/05/07/brasilia-cidade-moderna-cidade-eterna-frederico-de-holanda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 May 2010 20:04:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico de Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[modernismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Professor Holanda está lançando seu mais novo livro e, por isso, estou divulgando aqui no Urbanidades. Ainda não tive a oportunidade de lê-lo, mas a julgar pela seus outros<a href="https://urbanidades.arq.br/2010/05/07/brasilia-cidade-moderna-cidade-eterna-frederico-de-holanda/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Bras&#237;lia &#8211; cidade moderna, cidade eterna &#8211; Frederico de Holanda</span></span></a></p>
The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2010/05/07/brasilia-cidade-moderna-cidade-eterna-frederico-de-holanda/">Brasília – cidade moderna, cidade eterna – Frederico de Holanda</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Professor Holanda está lançando seu mais novo livro e, por isso, estou divulgando aqui no Urbanidades. Ainda não tive a oportunidade de lê-lo, mas a julgar pela seus outros trabalhos, podemos esperar um texto da mais alta qualidade. Certamente vale o investimento.<span id="more-595"></span></p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/05/capacircular.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="display: inline; margin: 0px 0px 0px 10px; border: 0px;" title="capa circular" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/05/capacircular_thumb.jpg" border="0" alt="capa circular" width="300" height="317" align="right" /></a>A seguir a mensagem enviada por ele:</p>
<blockquote><p>Caros amigos, colegas, estudantes:</p>
<p>É com muita alegria que anuncio o lançamento do livro <em>Brasília – cidade moderna, cidade eterna.</em></p>
<p>Inclui os principais achados de pesquisas desenvolvidas nos últimos anos, depois de <em>O espaço de exceção </em>(2002) e de <em>Arquitetura &amp; urbanidade </em>(2003)<em>. </em>É de minha autoria exclusiva, embora reflita os resultados de investigações do grupo de pesquisa que coordeno.</p>
<p>Anexo um documento com o <em>texto da quarta capa</em>, o <em>Prefácio</em> (de Andrey Rosenthal Schlee) e o <em>Prólogo.</em> Isto dará uma boa ideia do conteúdo.</p>
<p>Há três maneiras de adquirir o livro:</p>
<p>1) Diretamente comigo. O pedido deve ser encaminhado para o email <a href="mailto:brasiliaeterna@gmail.com">brasiliaeterna@gmail.com</a>. Peço informar o <em>endereço para a remessa</em>, e a <em>opção de postagem</em> (<em>comum</em> ou <em>expressa</em>). Na <em>comum</em>, para qualquer lugar do país, serão cobrados R$ 2,00; na <em>expressa</em>, o valor será informado, pois dependerá da localidade. Recebido o pedido, informarei a conta bancária onde o valor do livro (R$ 39,00) e o valor da postagem (a depender da opção) devem ser depositados. Creditado o valor, o livro será enviado. <em>Esta opção é válida somente para os residentes no Brasil.</em> Para outros países, ver alternativas 2 e 3.</p>
<p>2) Pela página da internet <em>PayPal </em>(<a href="https://www.paypal.com">https://www.paypal.com</a>)<em>.</em> O pedido deve ser encaminhado para o email <a href="mailto:brasiliaeterna@gmail.com">brasiliaeterna@gmail.com</a>.<em> </em>Peço informar o <em>endereço para a remessa</em>, e a <em>opção de postagem </em>(comum ou expressa). Recebido o pedido, informarei o valor e a minha conta de <em>PayPal </em>onde o valor deve ser depositado. O valor variará de acordo com a opção de postagem e o câmbio. Creditado o valor, o livro será enviado.</p>
<p>3) Na <em>Livraria Cultura</em>, nas lojas ou na página <a href="http://www.livrariacultura.com.br/">www.livrariacultura.com.br</a></p>
<p>Agradeceria imensamente que vocês contribuíssem para a divulgação do livro entre amigos, colegas, alunos, contatos em geral. Se não acharem abusivo, peço também divulgar nas malas eletrônicas das instituições a que pertencem.</p>
<p>Por enquanto, o livro está disponível apenas aos leitores da língua portuguesa. Entretanto, traduções para outras línguas estão sendo planejadas.</p>
<p>Finalmente, desculpo-me de antemão por mensagens duplicadas que eventualmente recebam.</p>
<p>Com as mais cordiais saudações,</p>
<p>Frederico de Holanda</p></blockquote>
<p>E aqui o texto da quarta capa, que dá mais algumas informações sobre o livro:</p>
<blockquote><p>É quase unânime caracterizar Brasília como “uma cidade moderna”. Descrição pobre. Lucio Costa supera o receituário, estava “desarmado de preconceitos e tabus urbanísticos”. Além dos traços modernos, o arquiteto ousa incorporar influências milenares – terraplenos monumentais, perspectivas barrocas, cidade jardim.</p>
<p>Honrosas exceções à parte, os discursos sobre Brasília são míticos. Os elogiosos ignoram os problemas da Capital, os críticos inventam problemas inexistentes.</p>
<p><strong>Brasília – cidade moderna, cidade eterna</strong> procura superar o maniqueísmo do “ame-a ou deixe-a”. Revela ser a Capital uma das mais peculiares cidades do planeta, nos âmbitos metropolitano e do Plano Piloto de Lucio Costa. Mostra seus grandes problemas e suas fascinantes qualidades. As qualidades são estruturais. Essas vencerão o tempo. Os problemas são circunstanciais. Quixotesco lutar por solucioná-los? Talvez. Mas vale tentar. Sempre.</p>
<p>BRASÍLIA 50 ANOS</p>
<p>Para comemorar os cinquenta anos da nova Capital Federal do Brasil, a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília vem organizando uma série de publicações de caráter multidisciplinar. Iniciada com <em>O Capital da Esperança</em>, de Gustavo Lins Ribeiro, e <em>Da Nova Lisboa a Brasília: a invenção de uma Capital</em>, de Laurent Vidal, segue-se agora este <em>Brasília – cidade moderna, cidade eterna</em>, de Frederico de Holanda. Dentre os demais títulos previstos, já estão no prelo <em>Projetos para Brasília: 1927-1957</em>, de Jeferson Tavares, e <em>De Plano Piloto a metrópole: a mancha urbana de Brasília</em>, de Jusselma Duarte de Brito.</p>
<p>A coleção Brasília Histórica 50 anos é coordenada pelos professores Andrey Rosenthal Schlee e Sylvia Ficher</p></blockquote>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2010/05/07/brasilia-cidade-moderna-cidade-eterna-frederico-de-holanda/">Brasília – cidade moderna, cidade eterna – Frederico de Holanda</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Christopher Alexander &#8211; A cidade não é uma árvore</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2009/07/27/christopher-alexander-a-cidade-nao-e-uma-arvore/</link>
					<comments>https://urbanidades.arq.br/2009/07/27/christopher-alexander-a-cidade-nao-e-uma-arvore/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 19:02:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Christopher Alexander]]></category>
		<category><![CDATA[modernismo]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Christopher Alexander é um arquiteto austríaco criado na Inglaterra que desde 1958 mora nos Estados Unidos. Sua extensa obra inclui um pequeno artigo chamado “The city is not a tree”<a href="https://urbanidades.arq.br/2009/07/27/christopher-alexander-a-cidade-nao-e-uma-arvore/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Christopher Alexander &#8211; A cidade não é uma árvore</span></span></a></p>
The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2009/07/27/christopher-alexander-a-cidade-nao-e-uma-arvore/">Christopher Alexander – A cidade não é uma árvore</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Christopher Alexander é um arquiteto austríaco criado na Inglaterra que desde 1958 mora nos Estados Unidos. Sua extensa obra inclui um pequeno artigo chamado “<a title="The city is not a tree" href="http://www.rudi.net/pages/8755" target="_blank">The city is not a tree</a>” publicado em 1965 na Revista Architectural Forum que, apesar do pequeno tamanho, teve (e ainda tem) grande impacto no pensamento urbanístico, corroborando muitas das idéias de Jane Jacobs. (update: encontrei uma versão traduzida <a title="Christopher Alexander" href="http://www.vivercidades.org.br/publique_222/web/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1123&amp;sid=21&amp;tpl=printerview" target="_blank">aqui</a>).</p>
<p>Em linhas gerais, o que Alexander defendia nesse artigo era que as cidades “naturais”, que se desenvolveram espontaneamente, possuíam uma intricada rede de elementos que funcionavam de forma complexa. Esses elementos incluíam desde os maiores objetos físicos (avenidas, terminais, etc.) até os menores comportamentos (como atravessar uma rua, por exemplo, ou olhar os jornais em uma banca na calçada).</p>
<p>A crítica de Alexander aos modernistas referia-se à visão de que estes tinham de que os elementos da cidade deveriam organizar-se segundo uma hierarquia rígida, segundo a qual um elemento sempre deveria estar contido em um elemento mais amplo, e este em um elemento ainda mais amplo, e assim por diante. Assim, um comércio local pertenceria apenas àquela superquadra, que pertenceria somente a um determinado bairro, que teria apenas um uso predominante. Pessoas de outras superquadras “não poderiam” comprar nos comércios de outras superquadras.</p>
<p style="text-align: center;"><span class="legendas"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/ChristopherAlexanderAcidadenoumarvore_DE83/03_alexander_diagrama_arvor.jpg" alt="" width="573" height="480" /><br />
Esquema &#8220;natural&#8221; (esq.) e esquema em árvore (dir.) &#8211; Fonte: Alexander 1965).</span></p>
<p>O esquema em árvore, à direita, reduz a possiblidade de combinações entre os elementos, reduzindo as possibilidades de interação e relações na cidade. Exemplos dessa estrutura em árvore são as unidades de vizinhança de algumas cidades jardim e as superquadras, concebidas para serem auto-suficientes e com poucas conexões com outras superquadras, que seria conectadas apenas por grandes vias de circulação. A figura abaixo mostra uma vista atual de Greenbelt, Maryland (USA), citada por Alexander em seu artigo. Por ela podemos perceber claramente a estrutura em árvore. Cada rua sem saída relaciona-se apenas com a via principal; os conjuntos de casas não têm relação nenhuma entre si. Em alguns casos, podem estar próximos geometricamente, mas na realidade encontram-se muito distantes se levarmos em consideração a rede de espaços públicos. Certamente essa distância física terá consequências na distância social.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/ChristopherAlexanderAcidadenoumarvore_DE83/greenbelt_maryland.jpg" alt="" width="543" height="480" /><br />
Greenbelt, Maryland (USA) Fonte: google Earth.</p>
<p>Criticando Brasília, ele descreve o sistema de circulação do setor residencial, em que existe apenas uma via principal, que dá acesso a vias intermediárias, que por sua vez dão acesso às vias locais. Esse também pode ser considerado um típico sistema em árvore.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2009/ChristopherAlexanderAcidadenoumarvore_DE83/brasilia_setor_sul.jpg" alt="" width="572" height="480" /><br />
<span class="Legendas">Brasília &#8211; Superquadras do Setor Sul. Fonte: Google Earth.</span></p>
<p>Essas estruturas em árvore, segundo Alexander, oferecem suporte apenas a uma pequena porcentagem das relações que acontecem nas cidades, uma vez que as combinações possíveis em uma hierarquia tão rígida são menores que em uma estrutura com sobreposição. Além disso, as relações sociais de hoje em dia são mais abertas que no passado, o que quer dizer que os grupos de convívio não são fechados como costumavam ser nos tempos em que as cidades eram menores e de estrutura menos complexa. Hoje, a sobreposição de relações é o mais comum, e o espaço da cidade deve dar suporte a isso.</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2009/07/27/christopher-alexander-a-cidade-nao-e-uma-arvore/">Christopher Alexander – A cidade não é uma árvore</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>O Modernismo já dizia&#8230;</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2008/09/22/o-modernismo-ja-dizia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 20:35:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[cidade modernista]]></category>
		<category><![CDATA[especulação imobiliária]]></category>
		<category><![CDATA[habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Le Corbusier]]></category>
		<category><![CDATA[modernismo]]></category>
		<category><![CDATA[planos diretores]]></category>
		<category><![CDATA[saneamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É preciso exigir dos construtores uma planta demonstrando que no solstício de inverno o sol penetrará em cada moradia, no mínimo 2 horas por dia. Na falta disso será negada<a href="https://urbanidades.arq.br/2008/09/22/o-modernismo-ja-dizia/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">O Modernismo já dizia&#8230;</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>É preciso exigir dos construtores uma planta demonstrando que no solstício de inverno o sol penetrará em cada moradia, no mínimo 2 horas por dia. Na falta disso será negada a autorização para construir. Introduzir o sol é o novo e o mais imperioso dever do arquiteto. (LE CORBUSIER, Carta de Atenas, 1935 &#8211; ponto 26).</p></blockquote>
<p>Dá pra imaginar o que aconteceria se um requisito desses fosse aprovado em um plano diretor aqui no Brasil? Qual seria a reação dos construtores? Imagino que não seria das mais favoráveis&#8230;</p>
<p>E, no entanto, por que não? Qual seria uma justificativa plausível para discordar desse requisito? Sugestões nos comentários&#8230;</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2008/09/22/o-modernismo-ja-dizia/">O Modernismo já dizia…</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>O surgimento do planejamento urbano</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2008/03/03/o-surgimento-do-planejamento-urbano/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Mar 2008 13:25:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[bê-á-bá]]></category>
		<category><![CDATA[história da cidade]]></category>
		<category><![CDATA[modernismo]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento racional]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento sistêmico]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento urbano]]></category>
		<category><![CDATA[teoria do planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O planejamento surgiu como uma resposta aos problemas enfrentados pelas cidades, tanto aqueles não resolvidos pelo urbanismo moderno quanto aqueles causados por ele. A expressão “planejamento urbano” vem da Inglaterra<a href="https://urbanidades.arq.br/2008/03/03/o-surgimento-do-planejamento-urbano/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">O surgimento do planejamento urbano</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" style="border: 0px none;" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/46ababa5573c_8E67/LondresRevolucaoIndustrial.jpg" alt="Londres - Revolucao Industrial" width="500" height="442" border="0" /></p>
<p>O planejamento surgiu como uma resposta aos problemas enfrentados pelas cidades, tanto aqueles não resolvidos pelo urbanismo moderno quanto aqueles causados por ele. A expressão “planejamento urbano” vem da Inglaterra e dos Estados Unidos, e marca uma mudança na forma de encarar a cidade e seus problemas.</p>
<p>Uma modificação importante refere-se ao reconhecimento do fenômeno urbano como algo dinâmico, o que leva a encarar a cidade como resultado de sua própria história e como algo que está, de alguma maneira, evoluindo no tempo. Portanto, a cidade passa a ser vista como o produto de um determinado contexto histórico, e não mais como um modelo ideal a ser concebido pelos urbanistas (KOHLSDORF, 1985).</p>
<p><span id="more-87"></span></p>
<p>Isso leva à segunda mudança introduzida pelo planejamento: a ênfase passa da busca pelo modelo de cidade ideal e universal para a solução de problemas práticos, concretos, buscando estabelecer mecanismos de controle dos processos urbanos ao longo do tempo. A cidade real passa a ser o foco, ao invés da cidade ideal.</p>
<p>Outra mudança importante é a entrada em cena de profissionais de diversas áreas do conhecimento, cada um com a sua visão sobre os problemas da cidade. Dessa forma, houve uma redução no papel do arquiteto no desenvolvimento das cidades. A partir daí esse papel, que até então era preponderante, foi reduzido a apenas uma parte do processo como um todo. Kohlsdorf (1985, p. 35) argumenta que</p>
<blockquote><p>ao receber a colaboração de sociólogos, historiadores, economistas, juristas, geógrafos, psicólogos etc., a definição de cidade realizada pela arquitetura entrou, talvez, na maior crise de toda a história desta última.</p></blockquote>
<p align="center"><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/46ababa5573c_8E67/cidadevisaogeral01.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/46ababa5573c_8E67/cidadevisaogeral01_thumb.jpg" alt="cidade - visao geral - 01" width="500" height="335" border="0" /></a><br />
<span style="font-size: x-small;"><em>Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/stuckincustoms/217440037/" target="_blank">Stuck in Customs</a>.</em></span></p>
<p>Dentro dessa nova concepção, o planejamento pode ser definido como o processo de escolher um conjunto de ações consideradas as mais adequadas para conduzir a situação atual na direção dos objetivos desejados.</p>
<p>Essa visão contrasta com a con cepção mais tradicional, segundo a qual o urbanista deveria &#8220;projetar&#8221; a cidade. Mas essa mudança somente se consolidou com o advento do planejamento sistêmico, que representou</p>
<blockquote><p>[&#8230;] uma mudança da velha idéia de planejamento como a produção de projetos para cidade desejada do futuro para uma nova idéia de planejamento como uma série contínua de controles sobre o desenvolvimento de uma área, auxiliados por mecanismos que buscam simular o processo de desenvolvimento de forma que esse controle possa ser aplicado. (HALL, 2002, p. 6)</p></blockquote>
<p>Brian McLoughlin, em seu clássico livro “<em>Urban &amp; regional planning: a systems approach</em>” (MCLOUGHLIN, 1969), lança as bases do planejamento sistêmico. Segundo ele, a cidade é um sistema composto por partes (atividades humanas e os espaços que as suportam) intimamente conectadas (fluxos e canais de circulação). Por isso, para intervir nesse sistema não é mais suficiente o enfoque espacial dos arquitetos, dominante até então. Ao contrário, é necessário reconhecer o caráter dinâmico e sistêmico das cidades.</p>
<p>Partindo desse argumento, McLoughlin propõe uma seqüência de etapas que devem ser seguidas durante o processo de planejamento e que, ao contrário da tradição arquitetônica, não acaba com a seleção das ações a serem implementadas (ou, no caso dos arquitetos, com o projeto físico da área). O processo de planejamento, portanto, passa a ser visto como um processo cíclico, no qual os resultados alcançados pelas ações passam a servir de objeto de análise que gera retroalimentações para as outras fases do processo.</p>
<p>As etapas prescritas por McLoughlin são:</p>
<ol>
<li>Avaliação preliminar</li>
<li>Formulação dos objetivos</li>
<li>Descrição e simulação do sistema</li>
<li>Definição de alternativas (cursos de ação)</li>
<li>Avaliação das alternativas</li>
<li>Seleção das alternativas</li>
<li>Implementação</li>
</ol>
<h3>Referências</h3>
<div class="csl-bib-body">
<div class="csl-entry">
<div class="csl-bib-body">
<div class="csl-entry">Benevolo, L., &amp; Mazza, S. (2003). <i>História da cidade</i>. São Paulo: Perspectiva.</div>
<div class="csl-entry">
<div class="csl-bib-body">
<div class="csl-entry">Hall, P. (2002). <i>Urban and regional planning</i> (Vol. 4th ed ). New York: Routledge.</div>
<div class="csl-entry">Kohlsdorf, M. E. (1985). Breve histórico do espaço urbano como campo disciplinar. In <i>O espaço da cidade &#8211; contribuição à análise urbana</i> (pp. 15 –72). São Paulo: Projeto.</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="csl-entry">
<div class="csl-bib-body">
<div class="csl-entry">Mc Loughlin, J. B. (1969). <i>Urban &amp; regional planning: a systems approach</i>. London: Faber and Faber.</div>
</div>
</div>
</div>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2008/03/03/o-surgimento-do-planejamento-urbano/">O surgimento do planejamento urbano</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>As origens do planejamento urbano</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2008/02/28/as-origens-do-planejamento-urbano/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Feb 2008 17:14:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[bê-á-bá]]></category>
		<category><![CDATA[história da cidade]]></category>
		<category><![CDATA[modernismo]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento urbano]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As raízes do planejamento urbano remontam ao trabalho dos primeiros urbanistas, que se insurgiram contra as conseqüências advindas da intensa urbanização causada pela Revolução Industrial (HALL, 2002, CHOAY, 2003). Essas<a href="https://urbanidades.arq.br/2008/02/28/as-origens-do-planejamento-urbano/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">As origens do planejamento urbano</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As raízes do planejamento urbano remontam ao trabalho dos primeiros urbanistas, que se insurgiram contra as conseqüências advindas da intensa urbanização causada pela Revolução Industrial (HALL, 2002, CHOAY, 2003).</p>
<p>Essas cidades acabaram sendo tomadas pelas edificações, gerando um ambiente urbano insalubre, sem condições mínimas de infra-estrutura que pudesse dar conta da densidade instalada. Assim as ruas eram estreitas e mal-cheirosas, e o esgoto ficava a céu aberto.</p>
<p align="center"><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/72a30d53ef74_C405/LondresRevolucaoIndustrial.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/72a30d53ef74_C405/LondresRevolucaoIndustrial_thumb.jpg" style="border: 0px none " alt="Londres - Revolucao Industrial" border="0" height="442" width="500" /></a></p>
<p>Esse período é chamado por alguns autores de &#8220;liberal&#8221;,</p>
<p><span id="more-86"></span></p>
<p>uma vez que, na época, não existiam regulações que orientassem a ocupação urbana, deixando para o mercado essa tarefa. Entretanto, como ficou claro, o mercado não era capaz de prover qualidade urbana, uma vez que seu objetivo principal é a obtenção de lucro. Sendo assim, espaços abertos, por exemplo, que não traziam lucros imediatos, foram negligenciados.</p>
<p>Os urbanistas que procuraram dar um alternativa à cidade liberal possuíam concepções muito particulares sobre as cidades e se propunham a “desenhá-la” exatamente da forma como deveriam ser. São dessa época os trabalhos de Le Corbusier (Cidade Radiante), Frank Lloyd Wright (Broadacre City), Ebenezer Howard (Cidade Jardim) e Tony Garnier (Cidade Industrial) (CHOAY, 2003; TAYLOR , 1998).</p>
<p align="center"><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/72a30d53ef74_C405/GarnierCidadeIndustrialPerspectiva.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/72a30d53ef74_C405/GarnierCidadeIndustrialPerspectiva_thumb.jpg" style="border: 0px none " alt="Garnier - Cidade Industrial - Perspectiva" border="0" height="258" width="500" /></a></p>
<p>Havia, portanto, a concepção de plano como um <em>design</em> físico, um projeto de cidade a ser alcançado dentro de um certo período de tempo, muito dentro da concepção de projeto arquitetônico. A cidade não era vista como um organismo em evolução, e sim como um &#8220;objeto&#8221;, cuja concepção deveria ser realizada pelo arquiteto, a priori. Os instrumentos de intervenção sobre a cidade não levavam em consideração a evolução do sistema urbano, apenas seu estado final desejado.</p>
<p>Teorias sobre o planejamento urbano nessa época estavam usualmente preocupadas com projetos ou planos visionários que mostravam como a cidade ideal deveria ser espacialmente organizada. (TAYLOR, 1998, p. 16). Curiosamente, apesar de se dizer ciência, o urbanismo dessa época baseava-se muito mais em intuição e impressões do que propriamente em teorias contruídas e testadas empiricamente. O resultado foram consequências não previstas e, além disso, indesejadas.</p>
<p>Tal visão começou a ser modificada com o livro &#8220;Cidades em evolução&#8221;, de Patrick Geddes, que introduziu a visão processual no estudo e no planejamento das cidades. Mas isso é assunto para outro post&#8230;</p>
<h3>Referências bibliográficas</h3>
<p>BENÉVOLO, Leonardo. História da Cidade . São Paulo: Perspectiva, 1999.</p>
<p>CHOAY, Françoise. <strong>O urbanismo</strong>. 5ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2003.</p>
<p>FRAMPTON, Kenneth. <strong>História crítica da Arquitetura Moderna</strong>. São Paulo: Martins Fontes, 1997.</p>
<p>HALL, Peter. <strong>Urban and regional planning</strong>. 4<sup>th</sup> ed. New York: Routledge, 2002.</p>
<p>TAYLOR, Nigel. <strong>Urban planning theory since 1945</strong>. London: Sage, 1998.</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2008/02/28/as-origens-do-planejamento-urbano/">As origens do planejamento urbano</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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