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	<title>Urbanidades | Posts marcados como softwares - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
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	<description>Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</description>
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	<title>Urbanidades | Posts marcados como softwares - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
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		<title>Mapas de densidade populacional com dados do IBGE e QGIS</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2015/06/21/mapas-de-densidade-populacional-com-dados-do-ibge-e-qgis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2015 19:52:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[geoprocessamento]]></category>
		<category><![CDATA[SIG]]></category>
		<category><![CDATA[softwares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste tutorial, eu explico de maneira detalhada como elaborar um mapa de densidade populacional no QGIS (gratuito) usando os dados do Censo 2010 do IBGE. &#8230; <a href="https://urbanidades.arq.br/2015/06/21/mapas-de-densidade-populacional-com-dados-do-ibge-e-qgis/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Mapas de densidade populacional com dados do IBGE e QGIS</span></span></a></p>
The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2015/06/21/mapas-de-densidade-populacional-com-dados-do-ibge-e-qgis/">Mapas de densidade populacional com dados do IBGE e QGIS</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>[<em>última atualização: 27/01/2019</em>]</p>
<p>Como usuário antigo de Sistemas de Informações Geográficas, venho sempre testando softwares gratuitos e/ou de código aberto como alternativa ao ArcGIS, que é caro e, bem, muito mais cheio de problemas do que seria de se esperar para um software dessa faixa de preço. Já testei o MapWindows, TerraView, QuantumGIS, OpenJump, gvSIG e alguns outros que nem consigo me lembrar. Até alguns anos atrás, foram os dois últimos que me pareceram os melhores, mas ainda assim sentia que, para trabalhos mais exigentes, o ArcGIS ainda era a melhor opção.</p>
<p>Recentemente isso mudou. O antigo QuantumGIS, agora chamado apenas de QGIS, evoluiu muito ao longo dos anos e tem se mostrado extremamente robusto, poderoso em suas funcionalidades e ao mesmo tempo amigável ao usuário, mesmo para os menos experientes. Chamam a atenção, especialmente, a baixíssima taxa de problemas ao rodar análises espaciais (que no ArcGIS vez ou outra resultam em erros fatais, fechando o programa e perdendo o que havia sido feito) e a velocidade de processamento, mesmo em grandes camadas de dados.</p>
<p>Por isso, resolvi fazer esse tutorial que, ao mesmo tempo que pode ser uma boa introdução ao QGIS, cobrindo alguns aspectos essenciais e dando um primeiro &#8220;empurrãozinho&#8221; a quem quer aprendê-lo, pode se revelar útil para quem busca realizar esse tipo de mapa, muito comum em estudos urbanos.<span id="more-1335"></span></p>
<p>Antes da construção do mapa propriamente dito, é importante considerarmos algumas operações básicas do QGIS, que servirão de bases para todos os passos posteriores.</p>
<h2>Operações básicas</h2>
<h3>Interface</h3>
<p>A interface do QGIS é muito simples: à esquerda ficam o navegador de arquivos e as camadas de informação já inseridas no projeto; à direita fica a visualização dos dados, isto é, o mapa.</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_01.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" size-large wp-image-1336 aligncenter" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_01-500x370.png" alt="" width="500" height="370" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_01-500x370.png 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_01-300x222.png 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_01-768x568.png 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_01-50x37.png 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_01-200x148.png 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_01.png 1066w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<h3>Adicionar uma camada de dados</h3>
<p>Para adicionar uma nova camada de dados, que é o procedimento mais comum, navegue até a pasta em que os arquivos da camada se encontram usando o navegador (1), clique sobre o nome do arquivo e o arraste para (2). A camada deve aparecer em (3). Se não aparecer, clique em Exibir &gt; Zoom Ver Tudo para ajustar o zoom para todo o limite da camada de dados.</p>
<h3>Salvar e abrir um arquivo do QGIS</h3>
<p>Um projeto do QGIS é composto por um arquivo que salva a referência a todas as camadas em uso, bem como sua simbologia. Para salvar, vá em Projeto &gt; Salvar&#8230; e selecione a pasta desejada. Para abrir um projeto salvo anteriormente, vá em Projeto &gt; Abrir e navegue até a pasta em que se encontra o arquivo.</p>
<h3>Fazer um mapa temático</h3>
<p>Para fazer um mapa temático, o procedimento base é selecionar a forma de representação de uma camada de dados. Para isso, clique com a direita sobre o nome da camada em (2) e selecione Propriedades. Em seguida, é preciso selecionar o tipo de mapa a ser elaborado, o que por sua vez depende do tipo de informação que está sendo mapeada:</p>
<ul>
<li>Se a camada de dados possui apenas um tipo de dado a ser mostrado (por exemplo, escolas) e eles não precisam ser diferenciados, selecionar &#8220;Símbolo Simples&#8221;;</li>
<li>Se a camada de dados possui informação de natureza qualitativa (por exemplo, usos do solo), selecionar &#8220;Categorizado&#8221;;</li>
<li>Se a camada de dados possui informação de natureza quantitativa (por exemplo, densidade), selecionar &#8220;Graduado&#8221;.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_02.png"><img decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-1337" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_02-500x269.png" alt="" width="500" height="269" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_02-500x269.png 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_02-300x161.png 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_02-768x413.png 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_02-50x27.png 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_02-200x108.png 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_02.png 1165w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<p>Agora é preciso selecionar qual a coluna da tabela de atributos será usada para fazer o mapa.</p>
<p>Por fim, clique em &#8220;Classificar&#8221; e, em seguida, em OK.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_03.png"><img decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-1338" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_03-500x269.png" alt="" width="500" height="269" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_03-500x269.png 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_03-300x161.png 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_03-768x413.png 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_03-50x27.png 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_03-200x108.png 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_03.png 1165w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<h2>1. Captura dos shapefiles dos setores censitários do IBGE</h2>
<ul>
<li>Baixar os setores <a href="http://www.ibge.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">no site do IBGE</a>. Procure na seção Geociências&gt; Downloads (à esquerda) &gt; organizacao_do_territorio &gt; malhas_territoriais &gt; malhas_de_setores_censitarios__divisoes_intramunicipais &gt; censo_2010 &gt; setores_censitarios_shp. Em seguida, clique no nome do estado desejado.</li>
<li>Baixe o arquivo XX_setores_censitarios.zip e o descompacte em uma pasta de sua preferência.</li>
<li>O arquivo contém 1 shapefile composto por 4 arquivos com diferentes extensões. Abrir o arquivo no QGis (o nome começa com o código do estado – 2 dígitos – e depois “SEE” e mais alguns códigos). Para abrir o arquivo, navegue pelo HD utilizando o Browser localizado à esquerda até chegar à pasta desejada, clique e arraste o arquivo para a janela Layers (2).</li>
<li>O mapa de todo o estado deve aparecer em (3). Agora é preciso separar apenas os setores do Município desejado; para isso vamos selecionar por atributos: no menu, vá em Camada &gt; Consulta&gt; 2 cliques em NM_MUNICIP; 1 clique em “=”; 1 clique em “Tudo”; 2 cliques no nome do município desejado;</li>
</ul>
<ul>
<li>Na caixa “Provider specific filter expression” deve aparecer algo como (NM_MUNICIP=’Nome do município’);</li>
<li>Se preferir, é possível digitar a expressão, cuidando para que o nome do campo esteja entre aspas duplas e o valor do campo em aspas simples.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_05.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-1341" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_05-500x502.png" alt="" width="500" height="502" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_05-500x502.png 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_05-300x300.png 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_05-140x140.png 140w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_05-180x180.png 180w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_05-50x50.png 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_05-200x200.png 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_05.png 743w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<ul>
<li>Clicar Ok – apenas os setores censitários do município devem aparecer agora em (3);</li>
<li>Clicar com a direita sobre o nome do layer &gt; Salvar Como&#8230;;</li>
<li>Certifique-se que a opção “Format” está marcada como shapefile;</li>
<li>Em Salvar como clique em “Buscar” e selecionar a pasta e o nome do novo arquivo a ser criado. Sugestão: Municipio_UTM_Sirgas.shp;</li>
<li>Em SRC, clique em no pequeno botão localizado à direita da lista de seleção; Em “Filtro”, digitar &#8220;sirgas 2000&#8221;;</li>
<li>Na lista “Sistema de referência de coordenadas do world”, selecionar “SIRGAS 2000 / UTM zone XXS”; consultar imagem abaixo para saber qual o número da faixa UTM em que seu município se encontra. Essa operação é muito importante porque é através dela que o mapa será posicionado corretamente sobre a superfície da terra, e permitirá o cálculo de distâncias e áreas.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1339" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/UTM.jpg" alt="" width="400" height="391" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/UTM.jpg 400w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/UTM-300x293.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/UTM-50x50.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/UTM-200x196.jpg 200w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></p>
<p style="text-align: center;">Fonte: <a href="http://projetotaquariantas.blogspot.com.br/2009/08/modulo-1-coordenadas-utm.html">aqui</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-1342" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_06-500x485.png" alt="" width="500" height="485" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_06-500x485.png 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_06-300x291.png 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_06-50x48.png 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_06-200x194.png 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_06.png 621w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<ul>
<li>Clicar em Ok;</li>
<li>Clicar em Ok novamente;</li>
</ul>
<ul>
<li>Iniciar novo arquivo do zero clicando no ícone “Novo” no canto superior esquerdo (pode descartar as alterações);</li>
<li>Adicionar o shapefile que foi criado usando o mesmo procedimento descrito anteriormente, usando o navegador (1) – clicar no ícone de atualizar no navegador se o arquivo criado não aparecer na lista;</li>
<li>Clicar com a direita sobre o nome do layer e selecionar Abrir Tabela de Atributos;</li>
<li>Clicar em &#8220;Alternar modo de edição&#8221; na janela de atributos (primeiro botão à esquerda);</li>
<li>Clicar em “Abrir calculadora de campo” (primeiro botão à direita);</li>
<li>Marcar a caixa de seleção “Criar um novo campo”;</li>
<li>Em “Nome do novo campo” digitar “area_ha”;</li>
<li>Em “Tipo do novo campo” selecionar “Número decimal (real)”;</li>
<li>Em “Precisão”, digitar 3;</li>
<li>Em &#8220;Funções&#8221;, expanda “Geometria” e clique duas vezes em “$area” – essa expressão deve aparecer na janela ao lado (Expressão);</li>
<li>Na janela “Expressão”, digitar “/10000” (sem as aspas) logo após o “$area” (para dividir a área do setor censitário, que estará em metros, por 10.000, para calculá-la em hectares);</li>
<li>Ok;</li>
<li>Se os valores não aparecerem, clique no título da coluna;</li>
<li>Na janela da tabela de atributos, clique em “Salvar alterações” (segundo botão da esquerda para a direita);</li>
<li>Clicar em &#8220;Alternar modo de edição&#8221; (primeiro botão à esquerda) para sair do modo de edição (alguns botões voltam a ficar desabilitados);</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-1343" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_07-500x357.png" alt="" width="500" height="357" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_07-500x357.png 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_07-300x214.png 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_07-768x548.png 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_07-50x36.png 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_07-200x143.png 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_07.png 853w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<h2>2. Captura dos dados alfanuméricos de cada Município – Censo</h2>
<p>Uma vez tendo a base com os setores censitários, é preciso adicionar as informações alfanuméricas do Censo. No nosso caso, estamos interessados na população em cada um dos setores.</p>
<p>Essas informações são obtidas em um conjunto de tabelas que o IBGE disponibiliza separadamente dos setores. Nossa tarefa é, primeiro, identificar em qual tabela e qual coluna está a informação que desejamos adicionar aos setores; segundo, vincular essa tabela aos setores, para que o QGIS possa saber qual linha da tabela corresponde a qual setor censitário.</p>
<ul>
<li>Baixar as tabelas de dados alfanuméricos em: ibge.gov.br &gt; Estatísticas &gt; Downloads &gt; Censos &gt; Censo Demográfico 2010 &gt; Resultados do Universo &gt; Agregados por Setores Censitario;</li>
<li>Baixe o arquivo correspondente ao Estado desejado e descompacte o arquivo ZIP para uma pasta de fácil acesso em seu HD (evite o Desktop; prefira caminhos simples como c:/dados);</li>
<li>Se o link não funcionar, tente mudar de navegador (para o Internet Explorer, por exemplo);</li>
<li>No QGis, em um arquivo em branco, adicionar a tabela CSV (ex.: Basico_SC.csv): Camada &gt; Adicionar Camada &gt; Adicionar camada a partir de um texto delimitado&#8230; Certifique-se de que as configurações estão como na imagem abaixo</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/Screenshot-05_09_2015-22_55_56.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-1401" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/Screenshot-05_09_2015-22_55_56-500x324.png" alt="" width="500" height="324" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/Screenshot-05_09_2015-22_55_56-500x324.png 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/Screenshot-05_09_2015-22_55_56-300x194.png 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/Screenshot-05_09_2015-22_55_56-768x497.png 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/Screenshot-05_09_2015-22_55_56-50x32.png 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/Screenshot-05_09_2015-22_55_56-200x130.png 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/Screenshot-05_09_2015-22_55_56.png 800w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<ul>
<li>Selecionar por atributos apenas os setores do Município desejado: Camada &gt; Filtrar &gt; 2 cliques em &#8220;Nome_do_municipio&#8221;; 1 clique em “Like”; 1 clique em “Tudo”; 2 cliques no nome do município desejado;</li>
<li>Na caixa “Fornecedor de expressão de filtragem específica” deve aparecer algo como &#8220;Nome_do_municipio&#8221; LIKE ’Nome do município’;</li>
<li>Caso o nome do seu município contenha acentos, substitua todas as ocorrências por um underline: &#8220;Nome_do_municipio&#8221; LIKE ’Nome do munic_pio’;</li>
<li>Clicar Ok</li>
<li>Abrindo a tabela de atributos (clicar com a direita &gt; Abrir tabela de atributos) apenas os setores censitários do município desejado devem estar aparecendo agora;</li>
<li>Clicar com a direita sobre o nome do layer &gt; Salvar Como&#8230;</li>
<li>Na opção “Formato” selecione “Comma Separated Value [CSV]”;</li>
<li>Em Salvar como&#8230; clique em “Buscar” e selecione a pasta e o nome do novo arquivo a ser criado: Municipio_Basico.csv</li>
<li>Atualize o vista no Navegador (1) (primeiro botão à esquerda) e insira a tabela recém-criada (Municipio_Basico.csv) arrastando-a para (2)</li>
<li>Remova a tabela antiga, para não confundir (Basico_SC.csv);</li>
<li>Para verificar se deu tudo certo, clique com a direita sobre o nome da nova tabela e vá em Propriedades &gt; Campos. Verifique se o campo &#8220;Cod_setor&#8221; possui o tipo &#8220;Qstring&#8221;. Se sim, você pode pular para o passo 3 abaixo. Se o campo está como Integer ou Double, isso quer dizer que ele está definido como um número e isso criará problemas no momento de fazer a vinculação dessa tabela alfanumérica com o shapefile, em cuja tabela o campo correspondente está como String (texto).</li>
<li>Precisamos então converter o campo para texto: clicar com a direita sobre o nome da tabela e &gt; Abrir Tabela de Atributos;</li>
<li>Clicar em &#8220;Alternar modo de edição&#8221; na janela de atributos (primeiro botão à esquerda);</li>
<li>Clicar em “Abrir calculadora de campo” (primeiro botão à direita);</li>
<li>Marcar a caixa de seleção “Criar um novo campo”;</li>
<li>Em “Nome do novo campo” digitar “CODIGO_S”;</li>
<li>em “Tipo do novo campo” selecionar “Texto (string)”;</li>
<li>em “Largura do campo de saída”, digitar 20;</li>
<li>Em “Funções”, expandir “Conversões” e clicar duas vezes em “tostring”;</li>
<li>Ainda em “Funções”, expandir “Campos e valores” e clicar duas vezes em COD_SETOR;</li>
<li>No campo “Expressão” insira um parênteses para fechar a expressão: tostring( &#8220;COD_SETOR&#8221;);</li>
<li>Ok;</li>
<li>Abra a tabela de atributos e confira se o novo campo foi criado com o código de cada setor;</li>
<li>Na janela da tabela de atributos, clique em “Salvar alterações” (segundo botão da esquerda para a direita);</li>
<li>Clicar em &#8220;Alternar modo de edição&#8221; (primeiro botão à esquerda) para sair do modo de edição (alguns botões voltam a ficar desabilitados);</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_08.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-1344" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_08-500x476.png" alt="" width="500" height="476" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_08-500x476.png 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_08-300x285.png 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_08-50x48.png 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_08-200x190.png 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_08.png 697w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<h2>3. Vincular o shapefile dos setores censitários às informações da tabela</h2>
<p>Agora que temos os setores censitários prontos (com um campo criado com a área em hectares) e a tabela de atributos com a informação de população, precisamos vincular um ao outro.</p>
<ul>
<li>Seguindo o procedimento de inserção de camadas já descrito, inserir no mapa os dois produtos anteriores: o shapefile com os setores (Municipio_UTM_Sirgas.shp) e a tabela com os dados do Censo (Municipio_Basico.csv);</li>
<li>Clicar com a direita sobre o nome do layer de setores &gt; Propriedades &gt; União&#8230;;</li>
<li>Clicar no sinal de adicionar (+) abaixo à esquerda;</li>
<li>Em “Unir Camada”, certifique-se que “Municipio_Basico.csv” está selecionado;</li>
<li>Em “Unir campo”, selecione o campo que foi convertido para string: “CODIGO_S”;</li>
<li>Em “Campo alvo”, selecione o campo “CD_GEOCODI”;</li>
<li>Ok;</li>
<li>Ok novamente;</li>
<li>Abra a tabela de atributos do shapefile dos setores e veja que os campos da tabela Basico foram acrescentados à tabela do shape;</li>
<li>Agora já é possível fazer os mapas, mas antes é preciso salvar o projeto: no menu superior Projeto &gt; Salvar &#8211; Selecione a pasta desejada e o nome do arquivo.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_09.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-1345" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_09-500x269.png" alt="" width="500" height="269" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_09-500x269.png 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_09-300x161.png 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_09-768x413.png 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_09-50x27.png 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_09-200x108.png 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_09.png 1163w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<h2>4. Calculando a densidade habitacional</h2>
<p>Para completar as informações básicas, vamos calcular a densidade; para isso, precisamos do layer dos setores vinculado à tabela de dados do IBGE;</p>
<ul>
<li>Se a tabela do layer de setores ainda não estiver aberta, abra-a e clique em &#8220;Alternar modo de edição&#8221; na janela de atributos (primeiro botão à esquerda);</li>
<li>Clique em “Abrir calculadora de campo” (primeiro botão à direita);</li>
<li>Certifique-se de que “Create a New Field” esteja marcado;</li>
<li>Em “Nome do novo campo” digitar “dens_ha”;</li>
<li>Em “Tipo do novo campo” selecionar “Número decimal (real)”;</li>
<li>Em “Precisão”, digitar 3;</li>
<li>Em &#8220;Funções&#8221;, expanda “Campos e valores” e clique duas vezes no campo que termina com “V002”, que é o campo que possui os dados de população do setor censitário;</li>
<li>Clique em “/” (sinal de divisão) abaixo de &#8220;Expressão&#8221;;</li>
<li>Em &#8220;Funções&#8221; &gt; “Campos e valores” clique duas vezes no campo “area_ha”;</li>
<li>Ok;</li>
<li>Abra a tabela de atributos e confira se o novo campo foi criado com a densidade de cada setor;</li>
<li>Na janela da tabela de atributos, clique em “Salvar alterações” (segundo botão da esquerda para a direita);</li>
<li>Clicar em &#8220;Alternar modo de edição&#8221; (primeiro botão à esquerda) para sair do modo de edição (alguns botões voltam a ficar desabilitados);</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_10.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-1346" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_10-500x476.png" alt="" width="500" height="476" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_10-500x476.png 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_10-300x285.png 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_10-50x48.png 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_10-200x190.png 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_10.png 697w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<h2>5. Fazer o mapa temático</h2>
<ul>
<li>Clique duas vezes sobre o layer dos setores &gt; Estilo;</li>
<li>Onde está selecionado “Símbolo simples”, troque para “Graduado&#8221;;</li>
<li>Em “Coluna”, selecione o campo desejado:
<ol>
<li>V001 – Domicílios particulares permanentes ou pessoas responsáveis por domicílios particulares permanentes;</li>
<li>V002 – Moradores em domicílios particulares permanentes ou população  residente em domicílios particulares permanentes;</li>
<li>V003 – Média do  número  de  moradores  em  domicílios  particulares permanentes (obtida pela divisão de V002 por V001);</li>
<li>V005 – Valor do  rendimento  nominal  médio  mensal  das  pessoas responsáveis por domicílios particulares permanentes (com e sem rendimento);</li>
<li>V009 – Valor do  rendimento  nominal  médio  mensal  das  pessoas  de  10 anos ou mais de idade (com e sem rendimento).</li>
<li>dens_ha &#8211; Densidade habitacional (habitantes/hectare);</li>
</ol>
</li>
<li>No nosso caso, queremos este último, dens_ha, mas a mesma lógica vale para os outros campos destacados acima;</li>
<li>Selecione de 5 a 10 classes em &#8220;Classes&#8221;;</li>
<li>Clique em &#8220;Classificar&#8221;;</li>
<li>Em “Cor da declividade”, selecione a combinação de cores desejada;</li>
<li>Ok.</li>
<li>O mapa deve aparecer na janela (3). Se as cores ficarem estranhas, com um único setor escuro e todo o resto muito claro, experimente modificar o tipo de classificação na caixa de diálogo de Simbologia para &#8220;Quantil&#8221;.</li>
<li>Para saber como montar uma composição em uma folha com tamanho exato, títulos, legendas e escalas, veja esse <a href="http://docs.qgis.org/2.8/pt_BR/docs/user_manual/print_composer/print_composer.html" target="_blank" rel="noopener">tutorial</a>.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_11.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-1347" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_11-500x370.png" alt="" width="500" height="370" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_11-500x370.png 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_11-300x222.png 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_11-768x568.png 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_11-50x37.png 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_11-200x148.png 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2015/06/tutorial_qgis_11.png 1066w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<p><span style="border-radius: 2px; text-indent: 20px; width: auto; padding: 0px 4px 0px 0px; text-align: center; font: bold 11px/20px 'Helvetica Neue',Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; background: #bd081c no-repeat scroll 3px 50% / 14px 14px; position: absolute; opacity: 1; z-index: 8675309; display: none; cursor: pointer;">Save</span></p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2015/06/21/mapas-de-densidade-populacional-com-dados-do-ibge-e-qgis/">Mapas de densidade populacional com dados do IBGE e QGIS</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Open Jump: um SIG gratuito e completo</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2011/05/08/open-jump-um-sig-gratuito-e-completo/</link>
					<comments>https://urbanidades.arq.br/2011/05/08/open-jump-um-sig-gratuito-e-completo/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 May 2011 18:06:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[análises urbanas]]></category>
		<category><![CDATA[geoprocessamento]]></category>
		<category><![CDATA[open jump]]></category>
		<category><![CDATA[SIG]]></category>
		<category><![CDATA[softwares]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://urbanidades.arq.br/?p=893</guid>

					<description><![CDATA[<p>Neste post eu falo um pouco sobre o Open Jump, software de SIG que conta com várias funcionalidades muito interessantes, constituindo-se em ótima ferramenta para análises urbanas e ambientais. Apesar de gratuito, este software não fica muito atrás dos pacotes comerciais, que custam vários milhares de reais. &#8230; <a href="https://urbanidades.arq.br/2011/05/08/open-jump-um-sig-gratuito-e-completo/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Open Jump: um SIG gratuito e completo</span></span></a></p>
The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2011/05/08/open-jump-um-sig-gratuito-e-completo/">Open Jump: um SIG gratuito e completo</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mudando um pouco o tipo de posts que costumo publicar aqui no Urbanidades, achei interessante comentar sobre esse software de <a href="http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/05.059/479" target="_blank">Sistemas de Informações Geográficas</a>, que pode ser muito útil (ou até mesmo imprescindível, alguns diriam) para análises urbanas.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-894 aligncenter" title="screenshot1" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/screenshot1.png" alt="" width="445" height="329" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/screenshot1.png 445w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/screenshot1-300x221.png 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/screenshot1-50x37.png 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/screenshot1-200x148.png 200w" sizes="auto, (max-width: 445px) 100vw, 445px" /><br />
<span class="legendas">Screenshot Open Jump &#8211; (fonte: página oficial)</span></p>
<p>Para quem está acostumado com o ArcView, software da Esri líder de mercado, migrar para o <a href="http://www.openjump.org/" target="_blank">Open Jump</a> tem vantagens e desvantagens. A principal vantagem &#8211; além de ser gratuito, obviamente &#8211; é que de maneira geral a estrutura de funcionamento é bastante similar, com os layers adicionados em uma lista à direita, uma caixa de diálogo também similar para a construção de mapas temáticos, o acesso à tabela, etc. Por outro lado, à medida que vamos nos aprofundando no software, vamos mesmo sem querer esperando que todos os detalhes sejam iguais ao ArcView, que acaba sendo utilizado como uma espécie de &#8220;parâmetro de qualidade&#8221;. Assim, as primeiras impressões vêm com um pouco de desapontamento.</p>
<p>Entretanto, depois de um mês usando esporadicamente o Open Jump, percebi que essa impressão é infundada. Ele possui vários recursos interessantes, alguns até mesmo melhores do que os do ArcView, que deixa muitas funcionalidades a cargo de seu irmão mais velho (e ainda mais caro), o ArcEditor. O OpenJump mostrou-se mais que suficiente para as análises básicas e mapas temáticos necessários para a maioria dos estudos urbanos. <span id="more-893"></span>Dentre os recursos que me chamaram a atenção, estão:</p>
<ul>
<li>Facilidade para &#8220;auto&#8221; preencher os atributos de vários registros de uma só vez &#8211; útil, por exemplo, para mapas de uso do solo: selecionamos com o mouse todas as edificações comerciais e usamos essa função para preencher o campo da tabela com a string &#8220;comercial&#8221;;</li>
<li>Possibilidade de lidar com vários formatos espaciais (dxf e mif com plugin; shapefile e outros nativamente);</li>
<li>Permite compor polígonos automaticamente a partir de geometrias abertas (não testei esse recurso para verificar se funciona bem);</li>
<li>Consulta por relações espaciais (está contido, intercepta, etc.) e por atributos;</li>
<li>Apaga geometrias duplicadas;</li>
<li>Transparências na visualização de layers;</li>
<li>Seleção por tipo de geometrias (pontos, linhas ou polígonos);</li>
<li>Grande quantidade de plugins, incluindo importação de formatos espaciais, funcionalidades para análises de ecologia da paisagem,</li>
</ul>
<p>Algumas das desvantagens do Open Jump, que poderiam ser melhoradas para as próximas versões, são:</p>
<ul>
<li>Dificuldade para navegar pelo zoom e pan &#8211; a janela principal não mostra as barras de rolagem, obrigando o usuário a usar as ferramentas de pan e zoom sempre que quiser mudar a visualização. Além disso, não há tecla de atalho (até onde consegui apurar) para facilitar a vida de quem quer dar um pan, por exemplo, enquanto está realizando alguma função sobre os elementos espaciais. Isso acarreta em cliques extras desnecessários. [<strong>update</strong>: acabei de descobrir que há <a href="http://sourceforge.net/apps/mediawiki/jump-pilot/index.php?title=Shortcut_Keys" target="_blank">teclas de atalho</a> para isso)</li>
<li>Falta de um método de classificação nos mapas temáticos que funcione por percentil. Assim, se quisermos uma classe com X% dos elementos, temos que calcular os intervalos no Excel e inseri-los a mão. Essa funcionalidade talvez não seja muito necessária para a maioria das análises, mas é ótima para criar <a title="Sintaxe Espacial" href="http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/" target="_blank">núcleos de integração</a>.</li>
<li>Documentação deficiente, mesmo em inglês.</li>
</ul>
<p>Em resumo, é um ótimo software que vale a pena ser experimentado. O fato de ser gratuito é, por si só, um grande motivador. Paradoxalmente, pode também ser prejudicial, por dar a impressão de que é um software de menor qualidade. Não é o caso.Acredito que seja um software com boas chances de aumentar sua base de usuários, o que significaria também maior suporte, mais plugins e maior ritmo de desenvolvimento.</p>
<p>Poderia ser um ótimo software também para ser utilizado em salas de aula na graduação e pós-graduação: gratuito e amigável, não implica em custos extras para as universidades, e o melhor: permite que os alunos instalem-no em seus computadores e continuem utilizando em seus trabalhos. Na minha experiência, o maior limitador para que o aluno continue utilizando o SIG é justamente a dificuldade de obter o software para continuar praticando e aprendendo.</p>
<p>Ótima descoberta, dica do Lucas Figueiredo.</p>
<p>Se você conhece e recomenda outros SIGs gratuitos, deixa a indicação nos comentários.</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2011/05/08/open-jump-um-sig-gratuito-e-completo/">Open Jump: um SIG gratuito e completo</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Organiza&#231;&#227;o e produtividade para planejadores &#8211; parte #1</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2008/04/04/organizacao-e-produtividade-para-planejadores-parte-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 03:12:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento urbano]]></category>
		<category><![CDATA[softwares]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://urbanidades.arq.br/?p=93</guid>

					<description><![CDATA[<p>Este post está um pouco “off-topic”, mas acho importante abordar o lado mais prático do planejamento, que normalmente é pouco trabalhado nos cursos de graduação. Afinal, grande parte do trabalho<a href="https://urbanidades.arq.br/2008/04/04/organizacao-e-produtividade-para-planejadores-parte-1/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Organiza&#231;&#227;o e produtividade para planejadores &#8211; parte #1</span></span></a></p>
The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2008/04/04/organizacao-e-produtividade-para-planejadores-parte-1/">Organização e produtividade para planejadores – parte #1</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este post está um pouco “off-topic”, mas acho importante abordar o lado mais prático do planejamento, que normalmente é pouco trabalhado nos cursos de graduação. Afinal, grande parte do trabalho dos planejadores é elaborar relatórios, documentos e textos, e para isso um pouco de organização pode ser de grande valia. Por isso, pensei em compartilhar alguns dos instrumentos e processos que acabei desenvolvendo com a prática. Com um pouco de sorte, eles podem ser úteis para outras pessoas.</p>
<p>Este post está, na verdade, dividido em 2 partes. A primeira (esta) tratará das ferramentas – softwares e serviços web úteis para o dia-a-dia. A segunda abordará alguns hábitos ou processos que podem ajudar na eficiência, tratando-os mais como dicas do que propriamente como receitas de produtividade.</p>
<h3>Softwares</h3>
<p>1) <strong>Launchy</strong></p>
<p align="center"><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Organizaoeprodutividadeparaplanejadoresp_15028/01_launchy.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Organizaoeprodutividadeparaplanejadoresp_15028/01_launchy_thumb.jpg" border="0" alt="01_launchy" width="240" height="180" /></a></p>
<p>Este pequeno programa mudou minha forma de usar o computador. Com um simples alt + barra de espaço, ele me permite inicializar qualquer programa instalado no micro, sem a necessidade de clicar em iniciar &gt; todos os programas &gt; e depois perder tempo procurando o programa desejado. Para mim, que costumo utilizar diversos softwares ao mesmo tempo, é uma mão na roda.</p>
<p>Além de inicializar programas, ele também pode ficar de olho em pastas indicadas por você, e inicializar arquivos comuns (.doc, .pdf, etc.) a partir do alt+barra de espaço + o início do nome do arquivo. E ainda é possível usar sua linha de comando para realizar cálculos matemáticos simples.</p>
<p>2) <strong>Xplorer2</strong></p>
<p align="center"><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Organizaoeprodutividadeparaplanejadoresp_15028/02_xplorer2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Organizaoeprodutividadeparaplanejadoresp_15028/02_xplorer2_thumb.jpg" border="0" alt="02_xplorer2" width="240" height="203" /></a> <a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Organizaoeprodutividadeparaplanejadoresp_15028/02_xplorer202.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Organizaoeprodutividadeparaplanejadoresp_15028/02_xplorer202_thumb.jpg" border="0" alt="02_xplorer2-02" width="240" height="132" /></a></p>
<p>Para quem lida com muitos arquivos localizados em pastas diferentes, como costuma ser o caso de planejadores em época de elaboração de relatórios, este programa é obrigatório. Com ele, é possível abrir várias abas, cada uma apontando para uma pasta diferente, e transferir, copiar ou colar arquivos. Assim, numa aba pode estar aberta a pasta com as fotos originais de um evento, por exemplo, e na outra as fotos já editadas e selecionadas. Numa terceira pasta podem estar os aquivos de texto utilizados para compor o relatório, e assim por diante.<span id="more-93"></span></p>
<p>3) <strong>XnView</strong></p>
<p align="center"><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Organizaoeprodutividadeparaplanejadoresp_15028/xnview.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Organizaoeprodutividadeparaplanejadoresp_15028/xnview_thumb.jpg" border="0" alt="xnview" width="240" height="173" /></a></p>
<p>Concorrente do InfanView, este software de visualização e manipulação de imagens é simples de usar e ao mesmo tempo poderoso. A principal força está na manipulação de arquivos em lote (vários arquivos de uma só vez), sendo possível redimensionar, renomear, ajustar a resolução, cortar, rotacionar, converter o formato, e muitas outras opções. O programa permite ainda renomear utilizando elementos especiais (data, contador automático, nome original do arquivo, entre outros), o que facilita muito no momento de arquivar e organizar aquelas 134 fotos da última audiência pública.</p>
<p>É possível ainda atribuir informações aos arquivos de imagens (créditos, fonte, palavras-chave) e fazer busca de imagens por essas informações, etc. Outro recurso interessante é o de criar automaticamente (ctrl + shift + v) uma imagem a partir da tela que tiver sido capturada com o botão PrtsSc (print screen), permitindo salvar com facilidade no HD.</p>
<p>Não chega a ser um substituto para o Photoshop, mas dá conta das tarefas mais básicas e mais freqüentes. Ah! E é gratuito!</p>
<p>4) <strong>PDF Redirect</strong></p>
<p align="center"><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Organizaoeprodutividadeparaplanejadoresp_15028/pdf_redirect.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Organizaoeprodutividadeparaplanejadoresp_15028/pdf_redirect_thumb.jpg" border="0" alt="pdf_redirect" width="240" height="186" /></a></p>
<p>De todos os conversores de PDF freeware que eu pude testar até agora, este foi o que melhor se adaptou às minhas necessidades e que se mostrou mais confiável nos resultados obtidos. O programa se instala como uma impressora, permitindo que virtualmente todos os tipos de arquivos possam ser convertidos para PDF. A interface é simples de utilizar e permite controlar a qualidade das imagens (e, por conseqüência, o tamanho final dos arquivos). Um ponto forte do programa é a possibilidade de juntar vários arquivos PDF em um único arquivo, ideal para quando você tem os anexos em arquivos separados e precisa juntar em um único PDF contendo o relatório completo.</p>
<h3>Serviços Web</h3>
<p>1) <strong>FlickR</strong></p>
<p align="center"><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Organizaoeprodutividadeparaplanejadoresp_15028/flickr.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Organizaoeprodutividadeparaplanejadoresp_15028/flickr_thumb.jpg" border="0" alt="flickr" width="240" height="211" /></a></p>
<p>Este item pode parecer um pouco estranho, mas foi uma das descobertas mais agradáveis dos últimos tempos para mim. Como todos sabem, o FlickR é um serviço de armazenamento e compartilhamento de fotos, onde os usuários se cadastram e podem armazenar suas fotos e navegar pelas fotos de outros usuários, devidamente marcadas com palavras-chave que facilitam esse processo.</p>
<p>O que eu não sabia até pouco tempo é que existe uma área do FlickR dedicada a imagens disponíveis sob a licença <a href="http://creativecommons.org/" target="_blank">Creative Commons</a>, que é uma alternativa ao <span style="text-decoration: line-through;">bom e</span> velho “todos os direitos reservados”. Trocando em miúdos, isso quer dizer que muitas imagens do FlickR estão disponíveis para serem utilizadas livremente em cartazes, folders, trabalhos acadêmicos ou qualquer outra finalidade, contanto que o devido crédito seja dado ao autor da imagem original.</p>
<p>São vários tipos de licenças diferentes, cada um com diferentes restrições, mas apenas na do tipo “By”, que permite que se faça qualquer coisa (editar, vender, publicar, modificar, criar outra imagem a partir dela, etc.) contanto que o crédito seja dado ao autor, são mais de 7.000.000 de fotos! Muitas das imagens aqui do Urbanidades são provenientes dessa fonte quase inesgotável.</p>
<p>2) <strong>BoxStr</strong></p>
<p align="center"><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Organizaoeprodutividadeparaplanejadoresp_15028/boxstr.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Organizaoeprodutividadeparaplanejadoresp_15028/boxstr_thumb.jpg" border="0" alt="boxstr" width="240" height="182" /></a></p>
<p>Apesar de uma interface um pouco poluída, este serviço pode ser de grande utilidade. Ele permite que você se cadastre e crie uma conta para armazenamento de arquivos, como um disco virtual, com 5Gb disponíveis. Com ele, caso seus relatórios fiquem muito grandes para serem enviados por e-mail (e eles sempre ficam), você pode fazer o upload deles e passar o link para que os clientes baixem diretamente do site. O tamanho máximo de cada arquivo é de 250Mb.</p>
<p>E você? Que ferramentas utiliza para aumentar sua produtividade? Faça suas indicações nos comentários!</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2008/04/04/organizacao-e-produtividade-para-planejadores-parte-1/">Organização e produtividade para planejadores – parte #1</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mapas mentais em planejamento urbano</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2007/06/25/mapas-mentais-em-planejamento-urbano/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jun 2007 02:19:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[mapas mentais]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento comunicativo]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento participativo]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento urbano]]></category>
		<category><![CDATA[planos diretores]]></category>
		<category><![CDATA[softwares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mapa mental, ou mapa da mente é o nome dado para um tipo de diagrama, sistematizado pelo inglês Tony Buzan, voltado para a gestão de informações, de conhecimento e de<a href="https://urbanidades.arq.br/2007/06/25/mapas-mentais-em-planejamento-urbano/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Mapas mentais em planejamento urbano</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>Mapa mental</strong>, ou <strong>mapa da mente</strong> é o nome dado para um tipo de diagrama, sistematizado pelo inglês Tony Buzan, voltado para a gestão de informações, de conhecimento e de capital intelectual; para a compreensão e solução de problemas; na memorização e aprendizado; na criação de manuais, livros e palestras; como ferramenta de <em>brainstorming</em>; e no auxílio da gestão estratégica de uma empresa ou negócio. (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mapa_mental" target="_blank">Wikipédia</a>)</p></blockquote>
<h3>Tipos de Mapas mentais</h3>
<p align="left">Os mapas mentais são tradicionalmente conhecidos como aqueles mapas em que o foco fica posicionado no centro e as informações relacionadas a ele vão se &#8220;irradiando&#8221; numa estrutura parecida com os galhos de uma árvore.</p>
<p align="center"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Mapasmentaisemplanejamentourbano_CFF4/mindmapguidlines_thumb.jpg" style="border-width: 0px" alt="mindmapguidlines" border="0" height="197" width="240" /></p>
<p align="center"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mind_map">Fonte: Wikipedia</a></p>
<p>Entretanto, a rigor, todo tipo de mapa que tente de alguma maneira representar ou ajudar a estruturar o conhecimento pode ser chamado de mapa mental. É o caso, por exemplo, dos mapas conceituais e dos mapas causais.</p>
<p><span id="more-4"></span></p>
<p>Os <strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Concept_mapping">mapas conceituais</a></strong> buscam representar relações entre conceitos, através de setas representando diferentes tipos de relações.</p>
<p>Os <strong>mapas causais</strong> podem sem considerados um subtipo do mapa conceitual, no qual apenas as relações de causa e efeito são representadas.</p>
<p>Esses três tipos de mapas podem ser úteis para o planejamento urbano, tanto para o ensino quanto para a prática.</p>
<h3>Uso no ensino</h3>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Mapasmentaisemplanejamentourbano_CFF4/mapa_conceitual_01.jpg" atomicselection="true"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Mapasmentaisemplanejamentourbano_CFF4/mapa_conceitual_01_thumb.jpg" style="border-width: 0px; margin: 0px 0px 0px 15px" alt="mapa_conceitual_01" align="right" border="0" height="190" width="167" /></a>No ensino, os mapas mentais e os mapas conceituais podem ser usados tanto para passar informações aos alunos quanto como ferramentas para que eles construam conhecimento sobre o tópico a ser estudado. Pela minha experiência, obtive resultados muito bons pedindo aos alunos que fizessem &#8220;fichamentos&#8221; de textos em forma de mapas conceituais. Estes se revelaram uma ótima ferramenta para apoiar as discussões dentro dos grupos, funcionando como focalizadores da atenção.</p>
<p>O mapa conceitual ilustrado acima é parte de um mapa maior que estruturou os conceitos trabalhados por Lamas (1995) sobre a morfologia urbana. Os alunos, divididos em grupos e com o apoio do texto, tiveram que estruturar as relações entre os conceitos abordados pelo autor.</p>
<p>O mapa abaixo estrutura alguns dos requisitos da Lei 6766/79 para o parcelamento do solo.</p>
<p align="center"><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Mapasmentaisemplanejamentourbano_CFF4/mapa_conceitual_02.jpg" atomicselection="true"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Mapasmentaisemplanejamentourbano_CFF4/mapa_conceitual_02_thumb.jpg" style="border-width: 0px" alt="mapa_conceitual_02" border="0" height="173" width="320" /></a></p>
<h3>Uso em planejamento participativo</h3>
<p>Na elaboração de planos diretores participativos tenho usado mais os mapas mentais tradicionais e os mapas de relações causais. Os mapas mentais tendem a ser usados mais intensamente para organizar a pauta e os debates, registrando as sugestões, propostas e objeções e mantendo-as visíveis para subsidiar as tomadas de decisão. O mapa abaixo, por exemplo, mostra o resultado das discussões sobre a melhor localização para a segunda área industrial de Águas Mornas &#8211; SC (no caso, a discussão acabou optando pela criação de uma terceira área).</p>
<p align="center"><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Mapasmentaisemplanejamentourbano_CFF4/mapa_mental_01.jpg" atomicselection="true"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Mapasmentaisemplanejamentourbano_CFF4/mapa_mental_01_thumb.jpg" style="border-width: 0px" alt="mapa_mental_01" border="0" height="135" width="240" /></a></p>
<p>Os mapas causais são usados para um ponto específico do processo, a identificação dos eixos estratégicos do desenvolvimento. Com esse tipo de mapa, as relações entre os temas levantados pelas leituras técnicas e comunitárias são identificadas, ajudando os participantes a:</p>
<ol>
<li><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Mapasmentaisemplanejamentourbano_CFF4/aw_eixos_estrategicos.jpg" atomicselection="true"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Mapasmentaisemplanejamentourbano_CFF4/aw_eixos_estrategicos_thumb.jpg" style="border-width: 0px" alt="aw_eixos_estrategicos" align="right" border="0" height="194" width="240" /></a> compreender melhor o sistema urbano e natural, na medida em que percebe que os aspectos estão intimamente relacionados e que ações em um setor tendem a influenciar, positiva ou negativamente, os outros setores;</li>
<li>trocar informações sobre o município, uma vez que cada participante a sugerir relações entre dois temas deve fazer uma breve justificativa sobre o porquê dessa relação, compartilhando informações que nem sempre são conhecidas por todos;</li>
<li>identificar aqueles temas com maior potencial para resolver vários outros temas e que, portanto, são candidatos naturais a eixos estratégicos.</li>
</ol>
<h3> Ferramentas para mapas mentais</h3>
<p>A forma mais fácil e prática de criar mapas mentais é através de softwares específicos para essa função. Criar no Corel Draw ou no Powerpoint é possível, mas não recomendo em função do trabalho dobrado necessário para manter a coerência entre os conceitos e as setas de ligação.</p>
<p>Para os mapas mentais, recomendo  <a href="http://www.mindjet.com" target="_blank">MindManager</a> e o <a href="http://freemind.sourceforge.net/wiki/index.php/Main_Page" target="_blank">FreeMind</a>, este último gratuito. Para os mapas conceituais recomendo o <a href="http://cmap.ihmc.us/" target="_blank">CMap</a> e o <a href="http://www.compendiuminstitute.org/" target="_blank">Compendium</a>, ambos gratuitos.</p>
<p>A Wikipedia traz uma lista bastante completa de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Mind_Mapping_software" target="_blank">ferramentas para mapeamento mental</a>.</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2007/06/25/mapas-mentais-em-planejamento-urbano/">Mapas mentais em planejamento urbano</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Roma renascida</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2007/06/17/roma-renascida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Jun 2007 02:26:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[ensino]]></category>
		<category><![CDATA[softwares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores da Universidade da Virginia, nos Estados Unidos, recriaram a Roma do ano 320 dC em computador, depois de 10 anos de trabalhos para modelar mais de 7.000 edificações. A<a href="https://urbanidades.arq.br/2007/06/17/roma-renascida/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Roma renascida</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Romarenascida_1369E/rome_reborn_01.jpg" atomicselection="true"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Romarenascida_1369E/rome_reborn_01_thumb.jpg" style="border-width: 0px; margin: 0px 20px 5px 0px" alt="rome_reborn_01" align="left" border="0" height="132" width="198" /></a> Pesquisadores da <a href="http://www.virginia.edu" target="_blank">Universidade da Virginia</a>, nos Estados Unidos, recriaram a Roma do ano 320 dC em computador, depois de 10 anos de trabalhos para modelar mais de 7.000 edificações. A base do trabalho foi uma maquete física da cidade, localizada no Museu da Civilização Romana, que foi &#8220;escaneada&#8221; e digitalizada para a construção da maquete eletrônica definitiva.</p>
<p align="center"><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Romarenascida_1369E/rome_reborn_02.jpg" atomicselection="true"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Romarenascida_1369E/rome_reborn_02_thumb.jpg" style="border-width: 0px" alt="rome_reborn_02" border="0" height="164" width="240" /></a><br />
<em><font size="2">Processo de escaneamento da maquete física. (Fonte: <a href="http://www.romereborn.virginia.edu/Plastico.pdf" target="_blank">este artigo</a>)</font></em></p>
<blockquote><p>&#8220;Podemos levar as pessoas embaixo do Coliseu e mostrar a elas como os elevadores funcionavam para trazer os animais das câmaras subterrâneas para as caçadas que eles organizavam em cima&#8221;, disse Bernard Frischer, líder do projeto e chefe do Institute for Advanced Technology in the Humanities da University of Virginia, nos Estados Unidos. (<a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/06/070612_roma_antiguidade_mv.shtml" target="_blank">Fonte</a>)</p></blockquote>
<p><font color="#555555"><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Romarenascida_1369E/rome_reborn_03.jpg" atomicselection="true"></a></font></p>
<p><span id="more-6"></span></p>
<p><font color="#555555"><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Romarenascida_1369E/rome_reborn_03.jpg" atomicselection="true"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Romarenascida_1369E/rome_reborn_03_thumb.jpg" style="border-width: 0px" alt="rome_reborn_03" align="right" border="0" height="132" width="198" /></a> O coordenador do projeto, Bernard Frischer, diz que o principal objetivo do trabalho é fornecer uma visão espacializada do conhecimento acumulado sobre essa civilização. Além disso, destaca outros usos possíveis:</font></p>
<ul>
<li><font color="#555555">Ensinar aos estudantes e ao público em geral como era a Roma antiga;</font></li>
<li><font color="#555555">Fornecer dados não disponíveis em outras fontes, tais como o alinhamento das edificações;</font></li>
<li><font color="#555555">Embasar estudos sobre o funcionamento da cidade e das edificações, tais como condições de iluminação, ventilação, etc.</font></li>
</ul>
<p><font color="#555555">Além disso,  o modelo pode ser atualizado para refletir as últimas descobertas feitas pela ciência, ou seja, é uma representação &#8220;viva&#8221; do que se sabe sobre a Roma daquela época (auge da dominação do Império Romano).</font></p>
<p><font color="#555555"><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Romarenascida_1369E/rome_reborn_04.jpg" atomicselection="true"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Romarenascida_1369E/rome_reborn_04_thumb.jpg" style="border-width: 0px; margin: 0px 20px 5px 0px" alt="rome_reborn_04" align="left" border="0" height="132" width="198" /></a> Eu fico imaginando o potencial de uma ferramenta dessas para o estudo da histórias das cidades e do urbanismo.  Imagina poder percorrer as ruas da cidade com os alunos, em sala de aula, e ir destacando a configuração do traçado viário, dos espaços públicos, a relação entre a altura das edificações e os espaços abertos, a mistura de usos&#8230; </font></p>
<p><font color="#555555">Por enquanto, não existem pessoas &#8220;habitando&#8221; essa cidade, mas já existe uma intenção de parceria com a Linden Labs, empresa criadora do <a href="http://secondlife.com" target="_blank">Second Life</a>. </font><font color="#555555">Já imaginou entrar numa Roma antiga com pessoas andando, trabalhando, lutando contra os leões no Coliseu? Mas isso pelo jeito é coisa para o futuro. Por enquanto, temos que nos contentar em passeios virtuais na <a href="http://www.romereborn.virginia.edu/" target="_blank">página oficial do projeto</a>.</font></p>
<p align="center"><a href="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Romarenascida_1369E/rome_reborn_05.jpg" atomicselection="true"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://urbanidades.arq.br/imagens/2007/Romarenascida_1369E/rome_reborn_05_thumb.jpg" style="border-width: 0px" alt="rome_reborn_05" border="0" height="160" width="240" /></a></p>
<p align="left"><em>Fonte: </em><a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/06/070612_roma_antiguidade_mv.shtml" target="_blank"><em>BBC Brasil</em></a></p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2007/06/17/roma-renascida/">Roma renascida</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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