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	<title>Urbanidades | Posts marcados como bicicleta - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
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	<description>Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</description>
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	<title>Urbanidades | Posts marcados como bicicleta - Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</title>
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		<title>Ciclovias em Utrecht</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jul 2012 19:16:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Esse vídeo é muito interessante. A quantidade de ciclistas é incrível. Será que um dia chegamos a esse nível? As perspectivas me parecem relativamente boas, ao menos se compararmos com um passado próximo. Nunca houve tanta pressão pela construção de ciclovias e incentivo ao uso da bicicleta, de modo geral, quanto atualmente. &#8230; <a href="https://urbanidades.arq.br/2012/07/04/ciclovias-em-utrecht/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Ciclovias em Utrecht</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Esse vídeo é muito interessante. A quantidade de ciclistas é incrível. Será que um dia chegamos a esse nível? As perspectivas me parecem relativamente boas, ao menos se compararmos com um passado próximo. Nunca houve tanta pressão pela construção de ciclovias e incentivo ao uso da bicicleta, de modo geral, quanto atualmente.</p>
<p><iframe title="Bicycle Rush Hour Utrecht (Netherlands) III" width="990" height="557" src="https://www.youtube.com/embed/n-AbPav5E5M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2012/07/04/ciclovias-em-utrecht/">Ciclovias em Utrecht</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Pesquisa CNI Ibope sobre o trânsito</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2011/12/19/pesquisa-cni-ibope-sobre-o-transito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 12:18:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em agosto, a Confederação Nacional das Indústrias publicou uma pesquisa realizada pelo Ibope sobre a locomoção urbana. Os resultados principais estão reproduzidos neste post, com alguns comentários adicionais sobre a diferença entre a realidade e as políticas de mobilidade. &#8230; <a href="https://urbanidades.arq.br/2011/12/19/pesquisa-cni-ibope-sobre-o-transito/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Pesquisa CNI Ibope sobre o trânsito</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em agosto, a Confederação Nacional das Indústrias publicou uma pesquisa realizada pelo Ibope sobre a locomoção urbana. Os resultados principais estão reproduzidos, na íntegra, abaixo (os grifos são meus).</p>
<p><span id="more-1012"></span></p>
<hr />
<p>PESQUISA CNI-IBOPE RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: LOCOMOÇÃO URBANA AGOSTO 2011</p>
<h2>Principais resultados</h2>
<h3>Tempo de locomoção</h3>
<p>Para 24% da população a locomoção de sua residência para o trabalho ou escola leva mais de 1 hora por dia. Nos municípios com mais de 100 mil habitantes esse percentual sobe para 32%.</p>
<h3>Meios de locomoção</h3>
<ul>
<li>Dentre os entrevistados, 68% utilizam mais de um tipo de transporte para se locomover da residência ao local de sua atividade rotineira.</li>
<li><strong>O transporte coletivo é utilizado por 61% dos brasileiros, mas apenas 42% o utilizam como seu principal meio de locomoção de casa para a escola ou local de trabalho.</strong></li>
<li><strong>O ônibus é o meio de locomoção mais utilizado: 34% da população o utiliza como seu principal meio de locomoção.</strong></li>
<li><strong>Em seguida têm-se a caminhada, principal meio de locomoção de 24% da população, e o automóvel da família, com 16%.</strong></li>
</ul>
<h3>Qualidade dos meios de locomoção</h3>
<ul>
<li>A grande maioria dos entrevistados considera seu principal meio de locomoção “ótimo” ou “bom”, sobretudo no caso dos meios de transporte individuais.</li>
<li>O meio de transporte que obteve pior avaliação foi o ônibus: 24% dos entrevistados o consideram “ruim” ou “péssimo”.</li>
<li>Para 37% da população, o tempo de locomoção é o principal fator na escolha do meio de locomoção da residência para sua atividade rotineira.</li>
</ul>
<h3>Segurança do meio de locomoção</h3>
<p>Mais de 50% da população tem medo – “sempre” ou “na maioria das vezes” – de sofrer um acidente ou ser assaltado utilizando o meio de locomoção que mais usa entre sua residência e seu local de trabalho ou estudo.</p>
<h3>Transporte público</h3>
<ul>
<li>Não há consenso com relação à qualidade do transporte público. Para 39% dos brasileiros o sistema de transporte público de sua cidade é considerado “ótimo” ou “bom”, enquanto para 28% é “ruim” ou “péssimo”</li>
<li><strong>Os ônibus têm a pior avaliação entre os meios de locomoção urbano,</strong> mas 46% dos brasileiros consideram que o serviço melhorou nos últimos dois anos.</li>
<li>O tempo de viagem foi o aspecto que mais melhorou no transporte público de uma maneira geral.</li>
<li>Quase metade da população (49%) acredita que o transporte público de sua cidade irá melhorar nos próximos três anos.</li>
<li>Entre os não usuários de transporte público, 44% (o que representa 25% da população) não o fazem devido a não existência de transporte ou a não disponibilidade nos horários de sua necessidade.</li>
<li style="text-align: left;">A falta de transporte é um problema das cidades pequenas e/ou do interior. Nas capitais as principais razões pela não utilização do transporte público são a falta de conforto (19%), o longo tempo de locomoção (16%) e o alto custo (16%).</li>
</ul>
<p style="text-align: right;"><em>Fonte: PESQUISA CNI-IBOPE RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: LOCOMOÇÃO URBANA AGOSTO 2011 &#8211; p. 9-10</em></p>
<hr />
<p>Vale notar a porcentagem da população que se utiliza do ônibus ou da caminhada como principal meio de locomoção. Juntos, totalizam 58% de todas as viagens para trabalho ou estudo. Será que a proporção dos investimentos públicos em infraestrutura de locomoção corresponde a essa realidade? Duvido muito.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/12/3_image001.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1013" title="Ônibus no Brasil" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/12/3_image001.jpg" alt="" width="500" height="469" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/12/3_image001.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/12/3_image001-300x281.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/12/3_image001-50x47.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/12/3_image001-200x188.jpg 200w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a><br /><span class="legendas">Fonte: desconhecida</span></p>
<p>Com relação ao automóvel apenas 16% da população o usam como principal meio de locomoção. A bibicleta, para efeitos de comparação, corresponde a 8%, ou seja, metade (informação disponível na página 12 da pesquisa).  E, no entanto, qual será a diferença entre os investimentos em infraestrutura para o automóvel e aqueles para a promoção e aprimoramento dos deslocamentos de bicicleta? Certamente muito mais que o dobro. Qual seria a razão para isso?</p>
<p>Nesse ponto eu só posso especular, mas não resisto à tentação. Vejo três motivos principais possíveis:</p>
<ul>
<li>Obras viárias dedicadas (especialmente) aos automóveis são mais caras e, portanto, oferecem mais retorno às atividades de corrupção;</li>
<li>Os principais grupos com poder de pressão sobre as decisões políticas são os de renda mais alta e, portanto, usuários de automóveis em maiores proporções que as outras classes socioeconômicas.</li>
<li>Por fim, a abertura e ampliação de sistemas viários são capazes de mudar o ranking de acessibilidade de forma mais drástica que, por exemplo, ciclovias, e por isso criam novas fronteiras para o capital imobiliário. Áreas com reduzido valo do solo subitamente têm seu preço multiplicado várias vezes por causa da abertura de uma grande avenida. Se, por acaso, alguns atores possuírem informações privilegiadas sobre essas obras (alguém duvida?), eles podem se adiantar e comprar as terras em baixa e vender em alta, depois que as obras forem concluídas com dinheiro público.</li>
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		<title>Houston: paraíso dos automóveis</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2011/09/27/houston-paraiso-dos-automoveis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 18:32:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Essa imagem é impressionante: nela podemos ver a primazia do automóvel na constituição do espaço urbano levada ao seu extremo, bem como os resultados espaciais obtidos por essa visão de desenvolvimento. Você gostaria de morar numa cidade assim? Caminhar pelas suas ruas num tranquilo passeio no fim-de-semana? &#8230; <a href="https://urbanidades.arq.br/2011/09/27/houston-paraiso-dos-automoveis/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">Houston: paraíso dos automóveis</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Essa imagem é impressionante: nela podemos ver a primazia do automóvel na constituição do espaço urbano levada ao seu extremo, bem como os resultados espaciais obtidos por essa visão de desenvolvimento. Você gostaria de morar numa cidade assim? Caminhar pelas suas ruas num tranquilo passeio no fim-de-semana?<span id="more-983"></span></p>
<figure id="attachment_984" aria-describedby="caption-attachment-984" style="width: 500px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/parking-houston.jpg"><img decoding="async" class="size-large wp-image-984" title="parking-houston" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/parking-houston-500x312.jpg" alt="" width="500" height="312" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/parking-houston-500x312.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/parking-houston-300x187.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/parking-houston-768x480.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/parking-houston-1536x959.jpg 1536w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/parking-houston-50x31.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/parking-houston-200x125.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/parking-houston.jpg 1600w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-984" class="wp-caption-text">Houston - Texas. Fonte: http://www.ecoplan.org/wtpp/wt_home-houston.htm</figcaption></figure>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2011/09/27/houston-paraiso-dos-automoveis/">Houston: paraíso dos automóveis</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>O conceito de Urbanidade</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2011/09/25/o-conceito-de-urbanidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Sep 2011 15:33:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em outro post, mostrei a discussão ocorrida na lista de email "Urbanidade", sobre o conceito de... urbanidade. Para contribuir com o debate, trago aqui minhas considerações. Mas, seguindo o ditado de que uma imagem vale mais que mil palavras, mantenho o texto curto e ofereço várias fotos ilustrativas. &#8230; <a href="https://urbanidades.arq.br/2011/09/25/o-conceito-de-urbanidade/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">O conceito de Urbanidade</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em outro post, mostrei a discussão ocorrida na lista de email &#8220;Urbanidade&#8221;, em que vários estudiosos do tema discutiram esse conceito. Ficou claro que estamos longe de um consenso e, mais que isso, que há até mesmo visões extremamente conflitantes sobre o que seja o termo, ou mesmo se é possível defini-lo.</p>
<p>Para contribuir com o debate, trago aqui minhas considerações. Mas, seguindo o ditado de que uma imagem vale mais que mil palavras, mantenho o texto curto e ofereço várias fotos ilustrativas do que é, na minha opinião, urbanidade.</p>
<p>As dimensõs do conceito de Urbanidade são:</p>
<p>1.<strong> Muitas pessoas utilizando os espaços públicos</strong>, especialmente as calçadas, parques e praças.</p>
<p>2. <strong>Diversidade de perfis</strong>, interesses, atividades, idades, classes sociais, etc.</p>
<p>3. <strong>Alta interação entre os espaços abertos públicos e os espaços fechados</strong>, tais como:<br />
a. pessoas entrando e saindo das edificações (o que é desempenhado especialmente bem pelo comércio de pequeno porte &#8211; grandes equipamentos tendem a interiorizar essas interações, tal como acontece nos shoppings e nos grandes magazines);<br />
b. mesas nas calçadas;<br />
c. contato visual dos andares superiores através de janelas (paredes cegas são um veneno para a Urbanidade);</p>
<p>4. <strong>Diversidade de modos de transporte e deslocamento</strong> (pedestres principalmente, mas também ciclistas, automóveis, ônibus, trens, etc.);</p>
<p>5.<strong> Pessoas interagindo em grupos</strong>, o que requer espaços que apoiem essas atividades, como bancos, mesas, áreas sombreadas, etc.)</p>
<p>6. <strong>Traços da vida cotidiana</strong> &#8211; crianças indo à escola, pessoas comprando o jornal, indo à mercearia, fazendo compras, etc. Isso não estava na minha concepção original de Urbanidade, mas depois de conhecer Veneza (aliás, apenas sua área central) me parece algo essencial. Cidades eminentemente turísticas têm milhares de pessoas nas ruas, mas a sensação pode ser a de um museu a céu aberto se não houver traços da vida cotidiana. Quando todos são turistas, não parece haver urbanidade real, apenas movimento de pessoas.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_964" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/Salzburg_2011-07-25_0059_1000px.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-964" title="Salzburg_2011-07-25_0059_1000px" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/Salzburg_2011-07-25_0059_1000px-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/Salzburg_2011-07-25_0059_1000px-500x332.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/Salzburg_2011-07-25_0059_1000px-300x199.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/Salzburg_2011-07-25_0059_1000px-768x510.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/Salzburg_2011-07-25_0059_1000px-50x33.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/Salzburg_2011-07-25_0059_1000px-200x133.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/Salzburg_2011-07-25_0059_1000px.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Salzburg &#8211; Áustria</dd>
</dl>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_972" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/Salzburg_2011-07-25_0050_1000px.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-972" title="Salzburg_2011-07-25_0050_1000px" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/Salzburg_2011-07-25_0050_1000px-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/Salzburg_2011-07-25_0050_1000px-500x332.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/Salzburg_2011-07-25_0050_1000px-300x199.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/Salzburg_2011-07-25_0050_1000px-768x510.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/Salzburg_2011-07-25_0050_1000px-50x33.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/Salzburg_2011-07-25_0050_1000px-200x133.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/Salzburg_2011-07-25_0050_1000px.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Salzburg &#8211; Áustria</dd>
</dl>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_979" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/berlim_2011_07_21-002_1000px.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-979" title="berlim_2011_07_21 - 002_1000px" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/berlim_2011_07_21-002_1000px-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/berlim_2011_07_21-002_1000px-500x332.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/berlim_2011_07_21-002_1000px-300x199.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/berlim_2011_07_21-002_1000px-768x510.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/berlim_2011_07_21-002_1000px-50x33.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/berlim_2011_07_21-002_1000px-200x133.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/berlim_2011_07_21-002_1000px.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Berlim &#8211; Alemanha</dd>
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<p>&nbsp;</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_978" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-049_1000px.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-978" title="brugges_2011_07_19 - 049_1000px" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-049_1000px-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-049_1000px-500x332.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-049_1000px-300x199.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-049_1000px-768x510.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-049_1000px-50x33.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-049_1000px-200x133.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-049_1000px.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Brugges &#8211; Bélgica</dd>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_976" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-011_1000px.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-976" title="brugges_2011_07_19 - 011_1000px" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-011_1000px-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-011_1000px-500x332.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-011_1000px-300x199.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-011_1000px-768x510.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-011_1000px-50x33.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-011_1000px-200x133.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-011_1000px.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Brugges &#8211; Bélgica</dd>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_975" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-072_1000px.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-975" title="brugges_2011_07_19 - 072_1000px" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-072_1000px-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-072_1000px-500x332.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-072_1000px-300x199.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-072_1000px-768x510.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-072_1000px-50x33.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-072_1000px-200x133.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-072_1000px.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Brugges &#8211; Bélgica</dd>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_974" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-024_1000px.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-974" title="brugges_2011_07_19 - 024_1000px" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-024_1000px-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-024_1000px-500x332.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-024_1000px-300x199.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-024_1000px-768x510.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-024_1000px-50x33.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-024_1000px-200x133.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-024_1000px.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Brugges &#8211; Bélgica</dd>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_973" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-031_1000px.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-973" title="brugges_2011_07_19 - 031_1000px" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-031_1000px-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-031_1000px-500x332.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-031_1000px-300x199.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-031_1000px-768x510.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-031_1000px-50x33.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-031_1000px-200x133.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-031_1000px.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Brugges &#8211; Bélgica</dd>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_966" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-005_1000px.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-966" title="brugges_2011_07_19 - 005_1000px" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-005_1000px-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-005_1000px-500x332.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-005_1000px-300x199.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-005_1000px-768x510.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-005_1000px-50x33.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-005_1000px-200x133.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/brugges_2011_07_19-005_1000px.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Brugges &#8211; Bélgica</dd>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_977" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/goslan_2011_07_21-022_1000px.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-977" title="goslan_2011_07_21 - 022_1000px" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/goslan_2011_07_21-022_1000px-500x332.jpg" alt="Goslar - Alemanha" width="500" height="332" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/goslan_2011_07_21-022_1000px-500x332.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/goslan_2011_07_21-022_1000px-300x199.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/goslan_2011_07_21-022_1000px-768x510.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/goslan_2011_07_21-022_1000px-50x33.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/goslan_2011_07_21-022_1000px-200x133.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/goslan_2011_07_21-022_1000px.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Goslar &#8211; Alemanha</dd>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_970" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/Bamberg_2011-07-23_0011_1000px.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-970" title="Bamberg_2011-07-23_0011_1000px" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/Bamberg_2011-07-23_0011_1000px-500x332.jpg" alt="Bamberg - Alemanha" width="500" height="332" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/Bamberg_2011-07-23_0011_1000px-500x332.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/Bamberg_2011-07-23_0011_1000px-300x199.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/Bamberg_2011-07-23_0011_1000px-768x510.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/Bamberg_2011-07-23_0011_1000px-50x33.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/Bamberg_2011-07-23_0011_1000px-200x133.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/Bamberg_2011-07-23_0011_1000px.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Bamberg &#8211; Alemanha</dd>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_971" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_4483_1000px.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-971" title="DSC_4483_1000px" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_4483_1000px-500x332.jpg" alt="Amsterdam - Holanda" width="500" height="332" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_4483_1000px-500x332.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_4483_1000px-300x199.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_4483_1000px-768x510.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_4483_1000px-50x33.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_4483_1000px-200x133.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_4483_1000px.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Amsterdam &#8211; Holanda</dd>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_965" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_4452_1000px.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-965" title="DSC_4452_1000px" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_4452_1000px-500x332.jpg" alt="Amsterdam - Holanda" width="500" height="332" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_4452_1000px-500x332.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_4452_1000px-300x199.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_4452_1000px-768x510.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_4452_1000px-50x33.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_4452_1000px-200x133.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_4452_1000px.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Amsterdam &#8211; Holanda</dd>
</dl>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_969" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_5413_1000px.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-969" title="DSC_5413_1000px" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_5413_1000px-500x332.jpg" alt="Viena - Áustria" width="500" height="332" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_5413_1000px-500x332.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_5413_1000px-300x199.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_5413_1000px-768x510.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_5413_1000px-50x33.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_5413_1000px-200x133.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_5413_1000px.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Viena &#8211; Áustria</dd>
</dl>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_967" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_5429_1000px.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-967" title="DSC_5429_1000px" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_5429_1000px-500x332.jpg" alt="Viena - Áustria" width="500" height="332" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_5429_1000px-500x332.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_5429_1000px-300x199.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_5429_1000px-768x510.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_5429_1000px-50x33.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_5429_1000px-200x133.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC_5429_1000px.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Viena &#8211; Áustria</dd>
</dl>
</div>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2011/09/25/o-conceito-de-urbanidade/">O conceito de Urbanidade</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>As soluções para o trânsito</title>
		<link>https://urbanidades.arq.br/2011/05/28/as-solucoes-para-o-transito/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 May 2011 02:33:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[ciclovias]]></category>
		<category><![CDATA[configuração]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[pedestres]]></category>
		<category><![CDATA[trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[transporte]]></category>
		<category><![CDATA[transporte coletivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A questão da mobilidade é um problema indiscutível na maioria das cidades brasileiras de médio e grande porte. Este post faz uma coletânea de algumas ações que podem ajudar a minimizar esses problemas. &#8230; <a href="https://urbanidades.arq.br/2011/05/28/as-solucoes-para-o-transito/" class="more-link"><span class="readmore">Leia mais...<span class="screen-reader-text">As soluções para o trânsito</span></span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A questão da mobilidade é um problema indiscutível na maioria das cidades brasileiras de médio e grande porte. Este post faz uma coletânea de algumas ações que podem ajudar a minimizar esses problemas (contribua com mais ideias nos comentários!). A lógica é simples e segue dois princípios básicos:</p>
<ul>
<li>Diminuir a necessidade de deslocamentos pela cidade;</li>
<li>Otimizar a utilização do espaço de circulação, através do incentivo a <a title="Ineficiência do automóvel" href="http://urbanidades.arq.br/2009/10/a-ineficiencia-do-automovel/" target="_blank">meios de transporte que consumam menos espaço por pessoa</a> (o automóvel particular é o que possui a pior eficiência).</li>
</ul>
<p><iframe loading="lazy" title="Efficiency of public and private transport" width="990" height="743" src="https://www.youtube.com/embed/guodaBkDPP0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Vamos às ações:</p>
<div class="olhos">Diminuir a necessidade de deslocamento e otimizar o uso do espaço de circulação: princípios simples para melhorar a acessibilidade urbana.</div>
<ol>
<li> Implementar corredores exclusivos para ônibus &#8211; são baratos, simples de executar e trazem o grande benefício de evitar que os ônibus compartilhem as pistas engarrafadas em horas de <em>rush</em>, trazendo uma vantagem real para os usuários em relação aos motoristas de automóveis.</li>
<li>Obviamente, melhorar as demais características do transporte coletivo, tais como área de abrangência, frequência, pontualidade, qualidade das estações de embarque, proximidade a serviços complementares, etc.</li>
<li>Implementar ciclovias e ciclofaixas para estimular o deslocamento por bicicletas, especialmente para pequenos e médios percursos realizados não apenas nos fins-de-semana mas principalmente no dia-a-dia.</li>
<li>Integrar os modos de transporte entre si, de forma a facilitar o deslocamento de usuários que dependem de vários modais para uma mesma viagem (ex.: integração tarifária entre metrô e ônibus; adaptação de ônibus e terminais para o transporte e estacionamento, respectivamente, de bicicletas; e assim por diante).</li>
<li>Agilizar o embarque nos ônibus, por exemplo utilizando a estação do Ligeirinho, de Curitiba, e instalando equipamentos apropriados para o acesso de cadeirantes.</li>
<li>Adotar faixas de veículos em que só podem trafegar automóveis com  mais de duas pessoas, que reduzem a quantidade de carros nas ruas por  motivos óbvios. Para que isso funcione, é necessário que haja  fiscalização e punição para os infratores.</li>
<li>Estimular, por meio de <a title="Instrumentos urbanísticos" href="http://urbanidades.arq.br/category/instrumentos-urbanisticos/" target="_blank">instrumentos de indução e controle do  uso do solo</a>, a proximidade entre áreas residenciais e áreas de  concentração de empregos &#8211; diminuir a necessidade de deslocamento no  principal tipo de deslocamento pode reduzir o número total de viagens a  serem feitas diariamente (CERVERO; DUNCAN, 2006).</li>
<li>Da mesma forma, estimular áreas residenciais de uso misto, de forma a tornar desnecessárias ou pelo menos diminuir a necessidade de viagens de automóvel para acessar pequenos comércios e serviços.</li>
<li><a title="Movimento natural" href="http://urbanidades.arq.br/2010/07/sintaxe-espacial-e-a-teoria-do-movimento-natural/" target="_blank">Criar novas conexões entre ruas</a>, nos casos em que as quadras sejam muito grandes e prejudiquem a locomoção concentrando o movimento em apenas algumas ruas principais. Isso não apenas facilita o deslocamento veicular (incluindo automóveis, mas também ônibus e microônibus), como principalmente o movimento de pedestres e ciclistas, e de quebra ainda pode estimular o aparecimento de pequenos comércios nas esquinas criadas. Isso vale também para os projetos de parcelamento do solo, que deveriam manter dimensões moderadas para as quadras (e portanto para as conexões entre ruas) e sempre, SEMPRE, conectar-se com o sistema viário do entorno de forma a realizar as costuras necessárias para os deslocamentos urbanos (condomínios fechados são muito prejudiciais nesse sentido).</li>
<li><a title="IPTU progressivo" href="http://urbanidades.arq.br/2010/01/iptu-semi-progressivo/" target="_blank">Incentivar a ocupação dos vazios urbanos (que atualmente estão retidos aguardando valorização)</a>, ao invés de ampliar indefinidamente o perímetro urbano e aumentar ainda mais as distâncias entre residências e empregos.</li>
</ol>
<p>Em um horizonte de tempo mais longo, e contanto que as soluções acima já tenham sido implementadas, outras ações mais radicais podem ser buscadas:</p>
<ol>
<li>Estancar a ampliação do sistema viário (com exceção dos pontos muito especiais tratados no item 9 acima) tais como aumento do número de pistas e criação de viadutos. Essas ações apenas tornam o sistema mais atrativos para os automóveis, criando um círculo vicioso que acaba em mais congestionamento, mais ampliação, etc.</li>
<li>Dificultar o estacionamento de automóveis nos principais destinos das viagens (ou seja, em locais de concentração de empregos como os centros de cidade). Isso torna menos provável que o automóvel seja escolhido como meio de transporte;</li>
<li>Instalar pedágios nas áreas centrais;</li>
</ol>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/HOV_Lane.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-905" title="HOV_Lane" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/HOV_Lane-500x375.jpg" alt="" width="500" height="375" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/HOV_Lane-500x375.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/HOV_Lane-300x225.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/HOV_Lane.jpg 640w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/HOV_Lane-50x38.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/HOV_Lane-200x150.jpg 200w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a><span class="legendas"><br />
Pista para carros com mais de um passageiro. Fonte: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/File:HOV_Lane.jpg" target="_blank">Wikipedia</a>.</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/train-bike-01.jpg.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-903" title="train-bike-01.jpg" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/train-bike-01.jpg-500x375.jpg" alt="" width="500" height="375" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/train-bike-01.jpg-500x375.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/train-bike-01.jpg-300x225.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/train-bike-01.jpg-768x576.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/train-bike-01.jpg-960x720.jpg 960w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/train-bike-01.jpg-640x480.jpg 640w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/train-bike-01.jpg-50x38.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/train-bike-01.jpg-200x150.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/train-bike-01.jpg.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a><span class="legendas"><br />
Integração entre metrô e bicicletas na Dinamarca &#8211; gratuidade para levar a bicicleta. Foto: Mikael Colville-Andersen. Fonte: <a href="http://www.copenhagenize.com/2010/01/bicycles-free-on-trains-in-2010.html" target="_blank">aqui</a></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/train-bike-02.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-904" title="train-bike-02" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/train-bike-02-500x375.jpg" alt="" width="500" height="375" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/train-bike-02-500x375.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/train-bike-02-300x225.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/train-bike-02-768x576.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/train-bike-02-960x720.jpg 960w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/train-bike-02-640x480.jpg 640w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/train-bike-02-50x38.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/train-bike-02-200x150.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/train-bike-02.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a><span class="legendas"><br />
Integração entre metrô e bicicletas na Dinamarca</span> &#8211; gratuidade para levar a bicicleta<span class="legendas">. Foto: Mikael Colville-Andersen. Fonte: <a href="http://www.copenhagenize.com/2010/01/bicycles-free-on-trains-in-2010.html" target="_blank">aqui</a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span class="legendas"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/800px-Curitiba_04_2006_06_RIT.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-906" title="800px-Curitiba_04_2006_06_RIT" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/800px-Curitiba_04_2006_06_RIT-500x243.jpg" alt="Ônibus em Curitiba - Ligeirinho" width="500" height="243" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/800px-Curitiba_04_2006_06_RIT-500x243.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/800px-Curitiba_04_2006_06_RIT-300x145.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/800px-Curitiba_04_2006_06_RIT-768x373.jpg 768w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/800px-Curitiba_04_2006_06_RIT-50x24.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/800px-Curitiba_04_2006_06_RIT-200x97.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/800px-Curitiba_04_2006_06_RIT.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><br />
</a></span>Corredores exclusivos de ônibus em Curitiba &#8211; PR e estações de embarque. Fonte: <a title="Ônibus em Curitiba" href="http://en.wikipedia.org/wiki/File:Curitiba_04_2006_06_RIT.jpg" target="_blank">Wikipedia</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><span class="legendas"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/Estacionelevada.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-907" title="Estacionelevada" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/Estacionelevada-500x367.jpg" alt="Ônibus em Bogotá" width="500" height="367" srcset="https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/Estacionelevada-500x367.jpg 500w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/Estacionelevada-300x220.jpg 300w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/Estacionelevada-50x37.jpg 50w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/Estacionelevada-200x147.jpg 200w, https://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2011/05/Estacionelevada.jpg 620w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></span><br />
Corredores exclusivos de ônibus em Bogotá &#8211; Colômbia com pistas para ultrapassagem em pontos estratégicos. Fonte: <a title="Ônibus em Bogotá" href="http://en.wikipedia.org/wiki/File:Estacionelevada.jpg" target="_blank">Wikipedia</a>.<span class="legendas"><br />
</span></p>The post <a href="https://urbanidades.arq.br/2011/05/28/as-solucoes-para-o-transito/">As soluções para o trânsito</a> first appeared on <a href="https://urbanidades.arq.br">Urbanidades</a>.]]></content:encoded>
					
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